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Condolências do episcopado mexicano ao “Chespirito”, o “Chaves”

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O ator Gómez Bolaños conhecido como ‘Chaves’ e ‘Chapolin Colorado’ morreu aos 85 anos. Promotor da família, da amizade, da solidariedade e da vida desde a concepção

O cardeal Norberto Rivera Carrera, arcebispo Primaz do México, e da Arquidiocese da cidade do México, expressou suas mais sentidas condolências pelo falecimento do ator e roteirista Roberto Gómez Bolaños, “Chespirito”, (apelido carinhoso que os mexicanos lhe deram e que relembra o escritor Shakespeare), especialmente conhecido pelos seus personagens “Chaves” e “Chapolin Colorado”. O ator mexicano faleceu sexta-feira passada aos 85 anos em Cancun.
“Ao longo de sua carreira, foi a alegria de muitas gerações de mexicanos e do público em geral, para além das nossas fronteiras”, disse o comunicado publicado pelo sistema de informação da Arquidiocese do México.

Também indicam que Roberto Gómez Bolaños foi “um grande promotor da vida familiar, e através de seus personagens, soube mostrar com simplicidade valores como a amizade e a solidariedade, além de que foi um incansável defensor da vida humana desde o momento da concepção”.

Por fim, asseguram as suas orações “pelo eterno descanso da sua alma”, se juntam à dor sentida pelos seus familiares, amigos, companheiros de trabalho e seu público no geral.

Durante este fim de semana foram muitas as pessoas, públicas e anônimas, que agradeceram ao ator pela sua vida e obra, por alegrar a infância de mais de uma geração em muitos países de língua espanhola.

Vida que poderia não ter chegado a ver a luz já que o mesmo Bolaños disse uma vez que aconselharam sua mãe a abortar quando estava grávida dele”. “Oi, sou seu amigo Chespirito. Quando estava no ventre da minha mãe, ela sofreu um acidente que a deixou à beira da morte. O médico lhe disse: ‘Vai ter que abortar’. E ela respondeu: ‘Abortar? Eu? Jamais’. Ou seja, defendeu a vida, minha vida. E graças a isso estou aqui”. O spot formava parte de uma campanha pró-vida no México, por ocasião da lei de descriminalização do aborto em 2007.

 

Fonte: Zenit


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