Grupo extremista já controla metade do território do país

Fontes locais relataram à ANSA que dezenas de militares e milicianos leais ao governo foram mortos enquanto fugiam do EI.
O grupo celebrou a conquista da cidade publicando fotos e vídeos na web sobre a decapitação de alguns soldados. No Twitter, o EI disse que, depois de oito dias de combate, as forças do regime “fugiram, deixando para trás um grande número de mortos em suas fileiras”.
Parte dos moradores de Palmira também evacuou a cidade, assim como o hospital local, que foi fechado. De acordo com o diretor do Departamento de Antiguidade da Síria, Mamun Abdulkarim, as autoridades, porém, conseguiram transferir centenas de estátuas que compunham o sítio arqueológico de Palmira para evitar que fossem destruídas pelos jihadistas.
A cidade era considerada uma das mais fortificadas da Síria, em posição estratégica entre Homs e Deir ez Zor.