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Frutos da evangelização em Santa Cruz: vocacionados ingressam na CV

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1891300_620166468061998_1941383843_nA missão Shalom em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, vê com clareza os primeiros frutos da evangelização. Após a difusão do Carisma na Cidade Maravilhosa atingir aquela região e completar um ano de missão, dois jovens dispostos a fazer a vontade de Deus receberam no dia 1º de abril, a resposta de ingresso na Comunidade de Vida.

Ana Carolina Oliveira e Pedro Rufino vivem esse momento de grande alegria junto a Comunidade. Em um transbordamento do carisma, percebem-se necessitados de anunciar ao mundo a certeza da Ressurreição de Cristo e do Amor de Deus pela humanidade. Eles fazem parte do grupo de 56 missionários que a missão do Rio envia para outras cidades do Brasil e do mundo.

Pedro Rufino conta sobre sua experiência com Deus, e a descoberta de sua vocação em sua juventude. “Aos 16 anos de idade, tive minha primeira experiência com Deus no momento de efusão do Espírito Santo, em um retiro. Com o passar do tempo, fui conhecendo a Deus, a Santa Igreja, a história dos santos, e descobri que cada um tinha uma vocação específica. Isso me inquietou, pois queria saber qual era o meu lugar na Igreja. Certa vez em uma adoração, olhei para a imagem de São Francisco de Assis, que estava ao lado do altar, e lembrei de sua pergunta á Deus: Senhor, o que queres que eu faça?”. Saí dali com a grande certeza de que minha vida estava sendo conduzida por Deus. Na semana seguinte, por providência de Deus, toda minha família viajou, e eu fui para Fortaleza, com o intuito de aproveitar as férias. Mas ao chegar, conheci o Hallelluya, onde tive minha experiencia com o carisma. Quando voltei para o Rio não quis outra coisa, a não ser estar no Shalom. Nesse mesmo ano de 2012, aconteceu o CJS (Congresso de Jovens Shalom) aqui no Rio, no momento de adoração tive uma profunda experiência em que Deus me pedia para olhar para algo que era meu, quando ouvi aquela voz, escutei, e obedeci. Ao olhar em uma certa direção, consegui enxergar um grupo de consagrados da Comunidade. Naquele momento tive a graça de sentir o chamado, à vida consagrada e pude reconhecer meu lugar. Agora aos 18 anos, ingressei na Comunidade de Vida e estou indo morar na missão de Araraquara, em São Paulo”.

Com 17 anos de idade, a estudante e bailarina Ana Carolina partilha sobre sua descoberta vocacional e sua oferta. “Aqui deixo minha família, amigos e o meu ensino médio, que irei terminar dentro da Comunidade”, conta. “Deus já me inquietava desde a minha primeira experiência com o Amor dEle no final de 2010 para servi-lo, comecei a buscar mais, me aprofundar nesta experiência com Ele, e foi então que no final de 2011 eu já sabia que eu tinha uma vocação, descobri isso em um retiro de jovens da minha paróquia de origem e sabia que Ele queria mais de mim, fui fazendo outros retiros, e passei um tempo participando da Fraternidade O Caminho, cresci muito espiritualmente, mas faltava algo. Foi então quando por um bendito convite de um amigo meu, Pedro Rufino, eu fui para o Acamp’s Rio 2013. Quando eu coloquei os meus pés naquele lugar, vi ali tudo que eu procurei em qualquer outro lugar, e aí Deus só veio me confirmando que eu já tinha me encontrado e que eu era Comunidade de Vida, pois quando eu quis ser religiosa o que me atraía era a vida de oração parada e o silêncio para a escuta da Voz de Deus de algumas congregações e a radicalidade, o ir em missão, a vida fraterna em outras. Mas quando eu me deparei com os dois estilos de vida da Comunidade, parecia que eu me encaixava como numa “forminha” da Comunidade de Vida. No mesmo ano, comecei a trilhar um caminho vocacional. Quando eu perguntei a Deus porque Ele tinha me chamado aos 14 anos e me feito me descobrir com 16, Ele simplesmente me disse que Ele tinha pressa de mim, como a humanidade tem pressa de ser feliz. Minha mãe, Eliane Oliveira, sempre me ajudou muito a trilhar este caminho me dizendo a todo tempo que valia a pena dar tudo para Deus. Ela que já ofertou meu irmão, que é seminarista, e agora me oferta para Deus também. Vale a pena deixar tudo por Deus, tudo devolver a Ele e nos devolver a Ele a serviço da humanidade em forma de gratidão”.


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