
Questionamentos após o ataque
Em conversa com a Agência Fides, Dr. Chaudhry afirma que “o massacre é um golpe no coração da nação e questiona não somente o governo mas cada cidadão. Para onde estamos indo? Que país estamos construindo? A Igreja e muitas organizações da sociedade civil fazem a sua parte promovendo a paz, a tolerância, a harmonia, a ajuda humanitária. É urgente redescobrir as raízes da convivência civil, social e religiosa no Paquistão”, exortou. Além disto, “levanta-se um forte questionamento sobre aqueles que fomentam e usam o integralismo religioso islâmico”.
A condenação dos ativistas católicos
O advogado católico Mushtaq Gill Sardar, ativo defensor dos direitos humanos, declarou: “condenamos com força esta atrocidade. Como cristãos no Paquistão nos sentimos unidos aos nossos concidadãos muçulmanos, marcados pela dor, e unimos a eles as nossas orações. Dizemos a eles: choramos com vocês os vossos caros e as vossas crianças. Estamos ao lado de vocês: a nossa comum humanidade exige isto. Pedimos ao governo para tomar sérias providências para erradicar o terrorismo e o extremismo religioso do Paquistão. É tempo de agir contra aqueles que abertamente propagam o ódio religioso, o extremismo e o terrorismo em nome da religião”.
Dia de luto nacional
O dia após o massacre é de luto nacional no Paquistão. Vigílias de oração e encontros de reflexão são organizados em todo o país. Também em muitas igrejas cristãs são realizados encontros de oração.