Renascer 2017 é lançado na Comunidade Shalom em Fortaleza

O Renascer 2017 foi lançado nesta segunda-feira, 6, e é considerado o maior retiro aberto da Arquidiocese de Fortaleza Com o tema “Alegra-te” (Lc 1,28), venerando a nossa querida mãe, a Virgem Maria, nesse Ano Mariano, o Renascer 2017 foi lançado para toda a Comunidade Shalom, na missão de Fortaleza. O evento acontecerá nos dias 26 a 28 de fevereiro, a partir das 8h, no Ginásio Paulo Sarasate, com entrada franca. A assembleia reuniu os membros da Comunidade de Aliança e de Vida. O assistente local do Shalom em Fortaleza, Pe. Silvio Scopel, coordenou o momento, contanto com a presença da coordenadora apostólica da missão, Geovana Freitas, e os apresentadores do Programa Fazendo Barulho (TV Rede Vida), Diego Macedo e Tatiane Maia. A noite foi de bastante alegria, já renovados na sede de radicalidade e anseio de anunciar Jesus Cristo, na evangelização. Pe Silvio fez a assembleia refletir sobre as palavras sábias do Papa Francisco: “A alegria se comunica… […] A alegria se renova”  e convidou a todos a comunicar essa alegria que vem de Deus e transborda alcançando a muitos. A cada ano, pela graça de Deus, a Comunidade vai alcançando muitas localidades da Arquidiocese, sendo em 2017, 18 eventos do Renascer. O Renascer de Fortaleza, que acontece no Ginásio Paulo Sarasate, nesse ano, tem a expectativa de receber em torno de 36 mil participantes, nos 3 dias de evento. Como não poderia faltar, haverá a parceria Renascer-Hemoce, que completa 15 anos. Sabemos que em período de carnaval, pelos acidentes, há uma necessidade maior de bolsas de sangue, e a Comunidade Shalom se alegra e acolhe o Hemoce, que busca uma meta de 300 doações de sangue, durante os 3 dias de evento. Sábia também foi a motivação de Nágela Lima, coordenadora de captação de doadores do Hemoce: “Sua doação proporciona vida, ALEGRIA para quem recebe.” Para que você vá ao evento preparado para fazer essa boa ação social, siga as orientações: levar documento oficial com foto; ir bem alimentado; ter mais de 50 kg; ter entre 16 e 69 anos de idade (lembrando que pessoas com 16 e 17 anos é necessário autorização do responsável legal) Nós te convidamos a viver uma alegria que não passa! Liana Mesquita

Palavras do Santo Padre aos Comunicadores

  Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Comunicações Sociais (28/05/17) Terça-feira, 24 de janeiro de 2017 Boletim da Santa Sé «Não tenhas medo, que Eu estou contigo» (Is 43, 5). Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo Graças ao progresso tecnológico, o acesso aos meios de comunicação possibilita a muitas pessoas ter conhecimento quase instantâneo das notícias e divulgá-las de forma capilar. Estas notícias podem ser boas ou más, verdadeiras ou falsas. Já os nossos antigos pais na fé comparavam a mente humana à mó da azenha que, movida pela água, não se pode parar. Mas o moleiro encarregado da azenha tem possibilidades de decidir se quer moer, nela, trigo ou joio. A mente do homem está sempre em ação e não pode parar de «moer» o que recebe, mas cabe a nós decidir o material que lhe fornecemos (cf. Cassiano o Romano, Carta a Leôncio Igumeno). Gostaria que esta mensagem pudesse chegar como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, «moem» tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade. Creio que há necessidade de romper o círculo vicioso da angústia e deter a espiral do medo, resultante do hábito de se fixar a atenção nas «notícias más» (guerras, terrorismo, escândalos e todo o tipo de falimento nas vicissitudes humanas). Não se trata, naturalmente, de promover desinformação onde seja ignorado o drama do sofrimento, nem de cair num otimismo ingénuo que não se deixe tocar pelo escândalo do mal. Antes, pelo contrário, queria que todos procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau-humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós, lançando-nos na apatia, gerando medos ou a impressão de não ser possível pôr limites ao mal. Aliás, num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero. Gostaria, pois, de dar a minha contribuição para a busca dum estilo comunicador aberto e criativo, que não se prontifique a conceder papel de protagonista ao mal, mas procure evidenciar as possíveis soluções, inspirando uma abordagem propositiva e responsável nas pessoas a quem se comunica a notícia. A todos queria convidar a oferecer aos homens e mulheres do nosso tempo relatos permeados pela lógica da «boa notícia». A boa notícia A vida do homem não se reduz a uma crónica asséptica de eventos, mas é história, e uma história à espera de ser contada através da escolha duma chave interpretativa capaz de selecionar e reunir os dados mais importantes. Em si mesma, a realidade não tem um significado unívoco. Tudo depende do olhar com que a enxergamos, dos «óculos» que decidimos pôr para a ver: mudando as lentes, também a realidade aparece diversa. Então, qual poderia ser o ponto de partida bom para ler a realidade com os «óculos» certos? Para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da boa notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o «Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus» (Mc 1, 1). É com estas palavras que o evangelista Marcos começa a sua narração: com o anúncio da «boa notícia», que tem a ver com Jesus; mas, mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus. Com efeito, ao ler as páginas do Evangelho, descobre-se que o título da obra corresponde ao seu conteúdo e, principalmente, que este conteúdo é a própria pessoa de Jesus. Esta boa notícia, que é o próprio Jesus, não se diz boa porque nela não se encontra sofrimento, mas porque o próprio sofrimento é vivido num quadro mais amplo, como parte integrante do seu amor ao Pai e à humanidade. Em Cristo, Deus fez-Se solidário com toda a situação humana, revelando-nos que não estamos sozinhos, porque temos um Pai que nunca pode esquecer os seus filhos. «Não tenhas medo, que Eu estou contigo» (Is 43, 5): é a palavra consoladora de um Deus desde sempre envolvido na história do seu povo. No seu Filho amado, esta promessa de Deus – «Eu estou contigo» – assume toda a nossa fraqueza, chegando ao ponto de sofrer a nossa morte. N’Ele, as próprias trevas e a morte tornam-se lugar de comunhão com a Luz e a Vida. Nasce, assim, uma esperança acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do falimento. Trata-se duma esperança que não dececiona, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações (cf. Rm 5, 5) e faz germinar a vida nova, como a planta cresce da semente caída na terra. Visto sob esta luz, qualquer novo drama que aconteça na história do mundo torna-se cenário possível também duma boa notícia, uma vez que o amor consegue sempre encontrar o caminho da proximidade e suscitar corações capazes de se comover, rostos capazes de não se abater, mãos prontas a construir. A confiança na semente do Reino Para introduzir os seus discípulos e as multidões nesta mentalidade evangélica e entregar-lhes os «óculos» adequados para se aproximar da lógica do amor que morre e ressuscita, Jesus recorria às parábolas, nas quais muitas vezes se compara o Reino de Deus com a semente, cuja força vital irrompe precisamente quando morre na terra (cf. Mc 4, 1-34). O recurso a imagens e metáforas para comunicar a força humilde do Reino não é um modo de reduzir a sua importância e urgência, mas a forma misericordiosa que deixa, ao ouvinte, o «espaço» de liberdade para a acolher e aplicar também a si mesmo. Além disso, é o caminho privilegiado para expressar a

Consagração a Nossa Senhora – Shalom Ellery

»Cadastro Online AQUI O Tratado da Verdadeira Devoção, grande legado de São Luís Maria para a Igreja. O “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem” é uma obra de São Luís Maria Grignion de Montfort (☆1673 – ✝1716), escrita por ele pouco antes de sua morte. O livro nos fala da devoção a Nossa Senhora e da necessidade da consagração a Ela. Além disso, o Tratado nos dá um método simples e eficaz de consagração, de nos entregar inteiramente a Maria.O manuscrito do Tratado ficou perdido durante 130 anos, de 1712 a 1842, quando foi encontrado em uma caixa por um padre da congregação fundada por Montfort. Isto foi predito pelo Santo em seu Escrito: “Prevejo que muitos animais frementes virão em fúria para rasgar com seus dentes diabólicos este pequeno escrito […] Ou pelo menos procurarão envolver este livrinho nas trevas e no silêncio duma arca, a fim de que não apareça” (TVD 114).    

Moysés: Deus tem uma capacidade imensa de nos surpreender

O último dia de Renascer Fortaleza foi marcado pelo ápice do encontro pessoal com Jesus Cristo: a efusão no Espírito Santo. Pela manhã, o fundador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, falou sobre a capacidade que Deus tem de fazer novas todas as coisas. “Deus quer nos recriar assim como recriou a humanidade por meio de Maria”, afirma. “A tua carne, a tua humanidade, a tua ferida, as tuas dores, podem ser alcançadas por Jesus”, completa. Moysés falou que o Espírito Santo de Deus quer realizar uma Obra Nova na vida de cada pessoa, não importa a situação na qual ela se encontra. “Assim como Isabel engravidou em sua velhice para mostrar que tudo é possível, Ele também pode fazer tudo possível em sua vida!”, afirma. “É como na festa das Bodas de Caná, em que parece que já faltou vinho, já faltou alegria, já faltou fervor, você que se sente cansado, desanimado, Ele tem um vinho melhor guardado pra ti, tem uma obra muito melhor do que você possa imaginar”, completa. Em referência a aparição de Nossa Senhora Aparecida cuja imagem surgiu há 300 anos no Rio Paraíba em São Paulo, Moysés falou da simplicidade de Deus, que naquele momento, por meio de uma imagem, revelou a padroeira do Brasil, intercessora que hoje leva milhões de peregrinos aos pés de Jesus. Através deste exemplo, Moysés lembrou que receber o Espírito Santo de Deus é simples, basta abrir o coração, reconhecer as próprias faltas, estar arrependido. “Maria foi concebida sem pecado, por isso o Espírito Santo encontrou total abertura nela, a desposou sem resistência nenhuma”, lembra Moysés. Moysés concluiu o momento afirmando que se deve suplicar o dom do arrependimento e não ter medo, porque Deus quer retirar de cada pessoa o coração de pedra e colocar um coração de carne. “Deus em sua caridade, quis nos tirar dessa vida velha e nos dar uma vida nova em favor desse mundo ferido, caído, necessitado de evangelização, para fazer de quem viveu essa experiência do batismo no Espírito Santo uma verdadeira testemunha no coração do mundo”, conclui.

Sumo Bem – Fortaleza

Contagem regressiva…Serão 5 horas, ininterruptas, de muita música ao som de Missionário Shalom, Alto Louvor, Cosme, Misericórdia em Canção e DJ Angelus. Venha com a gente e curta esse som! Teremos Feijoada, Churrasco, Açai, Din Din Gourmet e muito maisVocê pode adquirir o ingresso em todos os centros de evangelização Shalom ou no conforto da sua casa, pelo site: http://bit.ly/sumobem-fortaleza Maiores informações: Lindemberg Forte – Diretor Executivo/Comercial Produtora Alçar Vôos (85) 99610.0557/ 986316103 ou com Lyndson Forte – Gerente Comercial (85) 98841.0344/99614.4705.  

Sucessão na Igreja do Carmo: Pe Paulo Sérgio, o novo pároco

Dia 29 de janeiro (domingo) às 10h, acontecerá à missa de posse do novo Pároco da Igreja do Carmo, Padre Paulo Sérgio. Pe. Paulo é consagrado da Comunidade de Vida Shalom e já atuava na igreja como vigário desde 2013, quando a Arquidiocese de Fortaleza confiou a Paróquia aos cuidados da Comunidade Católica Shalom. Como vigário, assume o Padre Douglimar. A posse será conferida pelo Pe. Bezerra, Vigário Episcopal da Região São José e a missa presidida pelo novo pároco.

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