Shalom em Roma: encontro promove reflexão sobre Papa João Paulo II

Nesta quinta-feira, 24 de abril, a Comunidade Shalom acolheu peregrinos, amigos e convidados no Santuário do Divino Amor, em Roma, para refletir sobre a vida de João Paulo II, bem como a relação do Beato com a Vocação Shalom. Moysés Louro de Azevedo Filho, fundador da Comunidade Shalom, falou sobre a vida e o processo de canonização de João Paulo II. Ele começou citando os seis pontos destacados pelo postulador da causa de beatificação do Papa: a simplicidade da fé; profundidade mística; estilo de vida eucarístico; testemunha de momentos dramáticos da humanidade – e os viveu com um olhar de fé; coragem; apóstolo da Divina Misericórdia. O fundador da Comunidade Shalom lembrou que “a nossa vocação nasceu aos pés do ‘Apóstolo da misericórdia’”. Portanto, “estamos, como comunidade, envolvidos no mistério da misericórdia”.    Ainda pela manhã aconteceu também um momento de adoração coordenado pelo Padre Sílvio Escopel, responsável pelo Shalom em Fortaleza. O Secretário da Pontifícia Comissão para a América Latina, Prof. Guzmán Carriquiry Lecour, esteve presente no encontro. Padre João Wilkes Chagas Júnior, missionário da Comunidade de Vida em Roma, responsável pelo Setor Jovem do Pontifício para os Leigos, falará aos participantes no final da tarde. Moysés concluiu a pregação citando a frase de Madre Teresa de Calcutá: A santidade não é um luxo, é uma necessidade. Confira o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=fyhMfrR47BE&feature=youtu.be   Confira galerias de imagens da Peregrinação: Peregrinação Shalom 2014 – 1º dia Peregrinação Shalom 2014 – 2º dia

Começa a peregrinação Shalom em Roma

  A peregrinação Shalom por ocasião da canonização dos Papas João Paulo II e João XXIII já começou. Cerca de 300 peregrinos, membros da comunidade de Vida e de Aliança, da obra Shalom e amigos provenientes de diversos países participam do encontro em Roma.     Nesta quarta-feira, o dia começou com a tradicional Audiência Geral com o Santo Padre, na Praça de São Pedro. O clima frio não assustou ninguém. Os peregrinos Shalom conseguiram chegar cedo e encontrar lugar bem perto do espaço onde o Papa realiza a catequese, caminho certo do ‘papamóvel’, o que facilitou a conversa entre Francisco e uma das peregrinas.     Para Milena Ribeiro, que viajou de Fortaleza para participar deste grande encontro, ficaram marcadas as palavras do Papa durante a catequese. “Ele pediu para escolhermos sempre a vida, porque muitas vezes, procuramos o que está morto”. Outro ponto forte foram as palavras de Francisco aos desempregados. “O Papa pediu para que eles não se preocupassem. As pessoas que estavam na praça se comoveram, pois a situação econômica da Europa está muito complicada”, destaca Milena. O grupo espera ansiosamente a missa em ação de graças pela canonização de José de Anchieta que, conforme informações locais, será presidida pelo Papa Francisco nesta quinta-feira, 24 de abril, na Igreja dos Jesuítas, localizada no centro histórico de Roma.  

Papa recebe ofertório de família da Comunidade Shalom

Uma grande graça             Somos uma família missionária, brasileiros, membros da Comunidade Católica Shalom, fundada por Moysés Azevedo após, quando muito jovem, ofertar em 1980 a sua vida aos pés de São João Paulo II. Que grande alegria é para nós, depois de quase 35 anos deste gesto, podermos neste ofertório repeti-lo, renovando assim o nosso ‘dar-se’ por inteiro a Deus e à Sua Igreja. Foi assim que começamos a carta que entregamos para o Santo Padre no dia 13 de abril de 2014, durante a celebração da missa do Domingo de Ramos na praça de São Pedro em Roma. Já tínhamos tido uma grande graça no Pentecostes de 2013 quando o Papa pegou em seus braços a nossa filha mais nova, Giulia. Este tinha sido um momento de grande alegria e emoção. Nunca imaginaríamos o que Deus estava reservando para nós.    Depois de tantos anos colaborando na evangelização do povo europeu, a Comunidade nos convida a retornarmos à nossa pátria e continuarmos a nossa vida missionária na cidade de Fortaleza. Acolhemos a Vontade de Deus com um misto de alegria e dor, com uma clara consciência de que Ele sabe o que é melhor para nós. Sentimos a partir de então um grande desejo de vivermos esta nova etapa da nossa vida vocacional e missionária com uma forte experiência espiritual, com algo que fosse um sinal concreto da nossa oferta ao Senhor. O que veio em nosso coração foi ter algum encontro com o Papa Francisco, pensamos em levar a nossa filha mais velha, Clara, para ser entregue nas mãos dele no momento da audiência da quarta feira ou, quem sabe, conseguir algum ingresso para saudar o Papa ao final da audiência e por fim: por que não tentarmos ir com toda a família para uma missa matutina com o Papa em Santa Marta? Foi neste momento então que escrevemos uma carta ao secretário particular do Santo Padre. Dentro do coração crescia uma certeza forte de que isto daria certo, que Deus abriria as portas. Todos os dias, verificávamos o correio na esperança de ter alguma resposta. Neste tempo, a Giulia ficou doente e chegou a ser hospitalizada. Quando ela ainda estava no hospital, chegou uma carta da casa pontifícia. Ao abrir a correspondência, a grande decepção: não seria possível participarmos da missa em Santa Marta, pois não tinham mais vagas.             Os dias foram passando e, quando menos esperávamos, uma pessoa próxima a nós perguntou se estaríamos em Roma na época da missa de Ramos, pois tinha uma possibilidade de podermos participar do ofertório. Que grande graça! Deus sempre reserva o melhor para nós! Ele sempre renova a nossa esperança! Nunca pensamos que poderíamos reviver tantos anos em poucos passos, o caminho até o Papa Francisco foi uma verdadeira peregrinação, cada passo, cada instante, nos fazia retornar a muitos momentos de nossas vidas, da nossa história, do nosso caminho vocacional até chegarmos àquele momento tão profundo de oferta diante do Pastor da Igreja.   No momento do ofertório, as palavras do Papa foram simples, muito simples e humanas. Primeiro, antes mesmo de falarmos, ele se antecipou e falou em nossa língua com um grande sorriso nos lábios: ‘Bom dia!’ Falamos para ele que éramos uma família missionária da Comunidade Shalom e que depois de vivermos em missão na França e na Itália estávamos retornando ao nosso País. Agradecemos de todo o coração por sua vida e missão, e por fim, apresentamos as nossas filhas, dizendo que a Clara tinha feito um desenho para ele. Prontamente o Santo Padre disse: ‘Obrigado!’ E depois repetiu: ‘grazie!’ Em seguida, ofertamos no altar do Senhor o pão, sinal de sacrifício, da oferta de vida, do abandono. Levamos em nosso coração tantos irmãos queridos, tantas vidas ofertadas, tantos projetos de evangelização, levamos toda a Comunidade conosco.                 Como não se alegrar com o OBRIGADO que o Santo Padre nos disse. OBRIGADO pela carta escrita, OBRIGADO  pela vida ofertada, OBRIGADO… E de nossa parte também exaltamos ao Senhor neste OBRIGADO por nos ter escolhido e por querer se fazer precisar de nós vasos de argila, tão frágeis e pecadores.    Pedro Júnior e Kaline  Confira o vídeo:

Um gesto para dizer “basta!”

Conclui-se hoje no Vaticano, na sede da Academia Pontifícia das Ciências, a II conferência internacional sobre o tráfico de pessoas, intitulada “Combate ao Tráfico Humano: Igreja e reforço comparticipado para a aplicação da lei”. Participaram na iniciativa algumas pessoas vítimas de tráfico humano e alguns representantes de instituições policiais que se ocupam deste drama de dimensões planetárias. O encontro é organizado pela Conferência Episcopal da Inglaterra e País de Gales e liderada pelo cardeal Vincent Nichols, arcebispo de Westminster. Segundo informavam os promotores, objetivo da conferência é “unir esforços para que a lei seja aplicada” de forma a ajudar à “construção de uma rede efetiva que entre todos seja capaz de combater o tráfico”. Uma rede que passa por uma “cooperação mais estreita” entre Igreja e polícia de forma a “facilitar as investigações conjuntas entre policiais e uma ação mais coordenada internacional” que ajude a “livrar o mundo do flagelo do tráfico de seres humanos, a segunda fonte de riqueza criminosa mais rentável do planeta”. Deslocando-se ao fim da manhã à Aula Magna da Academia das Ciências, nos jardins do Vaticano, onde decorreram os trabalhos, o Papa Francisco dirigiu a palavra aos 120 participantes, sublinhando que este encontro, importante, é “um gesto”: “É um gesto. Um gesto da Igreja, um gesto das pessoas de boa vontade, que pretende gritar “basta!” “O tráfico de seres humanos é uma chaga – uma chaga! – no corpo da humanidade contemporânea, uma chaga na carne de Cristo. É um delito contra a humanidade. O facto de nos encontrarmos aqui, para unir os nossos esforços, significa que queremos que as estratégias e competências sejam acompanhadas e reforçadas pela compaixão evangélica, pela proximidade aos homens e mulheres que são vítimas deste crime”. O Santo Padre referiu com apreço a participação neste encontro de “autoridades policiais, especialmente empenhadas em contrastar este triste fenómeno com os instrumentos e o rigor da lei”, e ao mesmo tempo “operadores humanitários, cuja principal tarefa é oferecer às vítimas acolhimento, calor humano e possibilidade de resgate”. Trata-se de “abordagens diferentes, mas que podem e devem caminhar conjuntamente”, pelo que é “muito importante confrontar-se e dialogar a partir destes dois modos complementares de abordar” as situações – observou o Papa, que concluiu agradecendo a colaboração de todos. Na primeira parte da manhã, o Santo Padre recebeu em audiência, o novo Embaixador da ex-república jugoslava da Macedónia, Zvonimir Jankuloski, para apresentação das Cartas Credenciais. De 55 anos, é doutorado em Direito, investigador e professor universitário. O Papa Francisco recebeu também o arcebispo Petar Raji, Núncio Apostólico no Kuwait, Bahrein, Yemen, Qatar e Emirados Árabes Unidos. Fonte: Rádio Vaticana

Shalom participa de encontro internacional sobre a JMJ

Na noite desta quarta-feira, 9 de abril, começa em Roma o Encontro Internacional dos Delegados para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), promovido pela Seção Jovem do Pontifício Conselho para os Leigos, setor da Igreja que lida diretamente com a organização e preparação deste encontro mundial. Bispos, sacerdotes, leigos e jovens de todo o mundo, integrantes das delegações que representam cerca de 100 países (dioceses, comunidades, movimentos), estarão reunidos até o dia 13 de abril, à luz da oração e da comunhão fraterna, para lançar um olhar sobre a JMJ realizada em agosto de 2013, na cidade do Rio de Janeiro. Além disso, as delegações irão discutir os rumos para a realização do próximo encontro em Cracóvia, na Polônia, no ano de 2016. O encontro terminará no Domingo de Ramos com uma grande celebração eucarística na Praça de São Pedro presidida pelo Papa Francisco, dia em que tradicionalmente se celebra a “Jornada Diocesana da Juventude”. O Assistente Internacional e a Assistente Apostólica da Comunidade Shalom, respectivamente Cristiano Pinheiro e Gabriella Dias, serão os dois delegados que representarão a Comunidade no encontro. O sacerdote, Pe. João Wilkes Chagas, membro da Comunidade de Vida Shalom, atual responsável pela Seção Jovem do Pontifício Conselho para os Leigos, atuará junto à equipe deste dicastério, coordenando o encontro. Cristiano Pinheiro, em mensagem enviada ao comshalom.org, pediu orações “por este importante momento para a Igreja e para a evangelização dos jovens do mundo inteiro através da grande graça que são as Jornadas Mundiais da Juventude”.

Por que o governo não se afasta da ideologia de gênero?

Em resposta a uma solicitação de esclarecimentos, o subsecretário da Presidência do Conselho de Ministros da Itália afirma que a difusão de folhetos pró-ideologia de gênero nas escolas faz parte de uma estratégia do governo”As iniciativas da UNAR [nota da redação: entidade ligada ao governo italiano que realiza iniciativas contra a discriminação] não têm nada a ver com a eliminação da discriminação de tipo sexual. A intenção deles é reeducar a Itália para fazê-la aceitar a ideologia de gênero”.Esta afirmação foi feita em 14 de março pelo deputado italiano Gian Luigi Gigli, que, junto com Lorenzo Dellai, Paola Binetti e Mario Sberna, do grupo “Populares pela Itália”, e Vanna Iori e Edoardo Patriarca, do Partido Democrático, apresentou um urgente pedido de esclarecimentos à Presidência do Conselho de Ministros da Itália sobre a produção e difusão de folhetos, nas escolas, promovendo a ideologia e os modos de vida de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).Na sessão parlamentar de 11 de março, os deputados mencionados perguntaram ao primeiro-ministro italiano se ele “não considera oportuno substituir urgentemente o diretor da UNAR” e “rescindir imediatamente o contrato com o instituto Beck, por usar a sua relação com a administração pública para priorizar as suas finalidades ideológicas”. “É particularmente preocupante que esta linha de ação tenha sido confirmado pela boca do subsecretário da Presidência do Conselho, Sesa Amici, como parte de uma estratégia do próprio governo”, declarou Gigli. “Ninguém quer discriminar a orientação sexual dos cidadãos”, prosseguiu Gigli, “mas aqui nós temos um ato de discriminação inversa: contra quem pensa que a família só pode ser composta de mãe e pai”. A interpelação apresentada ao Conselho de Ministros destaca que, em vez de propor a superação das discriminações, os folhetos financiados por verba pública e distribuídos nas escolas pretendem ensinar a todos os alunos, do ensino fundamental ao ensino médio, que “a família pai-mãe-filho é apenas um ‘estereótipo de publicidade’; que os gêneros masculino e feminino são uma abstração; que a leitura de romances em que os protagonistas são heterossexuais é uma violência; que a religiosidade é um valor negativo; chega-se ao ridículo de censurar os contos de fadas por só apresentarem dois sexos em vez de seis gêneros, além de se proporem problemas de matemática baseados em situações protagonizadas por famílias homossexuais”. “Igualmente preocupante”, disse Gigli, “é que o subsecretário Amici tenha adiado a avaliação de medidas contra a UNAR, que, passando por cima dos responsáveis institucionais e políticos, está promovendo nas escolas a ideologia das associações LGBT”. O expoente dos Populares pela Itália concluiu: “Não é possível que, desde o ensino fundamental, seja implementada na escola uma verdadeira lavagem cerebral dos estudantes e dos professores , em contraste com o modelo educativo desejado pelos pais. A responsabilidade pela educação primária pertence também às famílias, inclusive nas escolas públicas. Se esta é a estratégia do governo, então não será possível nenhum apoio para a sua ação no tocante à educação”. Fonte: Zenit

Carnaval cristão na Itália, festa e alegria

A Comunidade Shalom promove há quatro anos, em Civita Castellana, Viterbo (Itália), um carnaval cristão para jovens, adultos e crianças. Uma festa recheada de boa música, dança, pratos especiais, tudo numa atmosfera bem brasileira. O que torna a festa especial é a ausência de valores não cristãos e de confusão devido ao consumo de álcool e drogas, como acontece em muitas festividades carnavalescas. Ao contrário, há diversão e alegria que nascem do desejo de estarmos juntos, de compartilhar a vida e conviver com amigos, movidos pela única fonte geradora de tudo: o amor de Deus. A Comunidade Shalom, fundada há 30 anos no Brasil – onde o carnaval é famoso em todo o mundo pelo seu colorido, danças e grande mobilização em todas as regiões do país, mas infelizmente também pelo número de tragédias e inversão de valores – comovida pela tristeza de ver tantos jovens se perderem durante essas festividades, criou um evento alternativo chamado “Renascer”. Nele o participante tem diversão sadia garantida com três dias de verdadeira festa com música, testemunhos de conversão e, sobretudo, com a Adoração Eucarística. Todos os anos mais pessoas, de todas as partes, aderem a este evento que acontece em todo o Brasil, mas principalmente em Fortaleza (CE), onde se encontra a sede da comunidade. O “Renascer” é uma verdadeira manifestação do Espírito Santo e é possível ver os frutos dele pelo testemunho de jovens que dizem ter sido transformados durante o evento. Pela mesma razão, a comunidade brasileira realiza este encontro na Europa, oferecendo a possibilidade aos participantes de passar uma noite diferente de diversão saudável, com tranquilidade e convivência. No último sábado, 1° de março, na cidade de Civita Castellana, na Itália, a Comunidade Shalom promoveu uma noite de dança, música, canto e, ao fim, Adoração Eucarística com todos os presentes. Assim, jovens italianos e brasileiros ali presentes testemunharam e experimentaram a verdadeira alegria e paz que brotam do encontro com Deus. Texto de Sara Ferretti, jovem italiana que participou do carnaval com a Comunidade Shalom. Fonte: Aleteia

Francisco aos líderes da Venezuela: Favorecei a reconciliação e a justiça

“Sigo com particular apreensão o que vai acontecendo nestes dias na Venezuela” – afirmou, pouco antes da conclusão da audiência geral, dirigindo a sua atenção àquele país latino-americano que desde há três semanas por uma vaga de violência anti governamental que já causou quinze mortos e 140 feridos. “Faço votos de que cessem cessem quanto antes as violências e hostilidades e que todo o povo da Venezuela, a começar pelos responsáveis políticos e institucionais, se empenhem em favorecer a reconciliação, através do perdão recíproco e de um diálogo sincero, respeitador da verdade e da justiça, capaz de enfrentar temas concretos a favor do bem comum”. O Papa concluiu o seu apelo rezando a Deus pelas vítimas dos recontros e suas família, pela intercessão de Nossa Senhora de Coromoto, Padroeira da Venezuela.

Papa aos comunicadores: “Evangelizar numa linguagem capaz de tocar as mentes e os corações”

 Tem início na terça-feira, 25, em Roma, o Congresso Mundial da Associação Católica Mundial para a Comunicação 2014 (SIGNIS), da qual a Rádio Vaticano é um dos membros. O tema em debate é: “Mídias para uma cultura de paz: criar imagens com a nova geração”. Para este evento, o Papa Francisco dirigiu uma mensagem aos participantes, em que expressa sua satisfação pelo fato de o Congresso refletir sobre o poder comunicativo das imagens, esperanças e inquietações das novas gerações. “Num mundo globalizado, em que aparecem novas culturas com novas linguagens, símbolos e imaginação, os comunicadores católicos têm que enfrentar cada vez com mais frequência o desafio de apresentar a sabedoria, a verdade e a beleza do Evangelho numa linguagem capaz de tocar as mentes e os corações das inúmeras pessoas que estão sedentas de um sentido e direção para suas vidas, como indivíduos e como membros da sociedade”, escreve Francisco. O Papa expressa sua confiança de que esses “dias de debate ofereçam aos participantes do Congresso nova inspiração, motivação e propósito em seus esforços para responder a sua exigente e entusiasmante tarefa”. Em Roma, já estão presentes mais de 300 comunicadores católicos de 80 países. Do Brasil, participa a Ir. Helena Corazza, Presidente da Signis Brasil. O Congresso será inaugurado na presença do Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli.   Fonte: news.va

Francisco pede fim da violência na Ucrânia

No final da Audiência Gerald esta quarta-feira, o Papa Francisco pediu paz para a Ucrânia, que há meses registra protestos contra o presidente do país. “Com o ânimo preocupado, acompanho o que está acontecendo nesses dias em Kiev. Garanto a minha proximidade ao povo ucraniano e rezo pelas vítimas da violência, por seus familiares e pelos feridos. Convido todas as partes a cessar toda ação violenta e a buscar a concórdia e a paz do país”, disse o Pontífice em seu apelo. Só nesta terça-feira, pelo menos 19 pessoas morreram em confrontos entre a polícia e manifestantes que ocupam a Praça da Independência na capital, Kiev. Tratou-se do dia mais violento desde que os protestos contra o Presidente Viktor Yanukovich começaram, há 12 semanas. Os confrontos prosseguem nesta quarta, e já fizeram novas vítimas. Os protestos contra Yanukovich começaram em novembro depois que ele cedeu à pressão russa e desistiu de um tratado comercial com a União Europeia, preferindo a ajuda financeira de Moscou. Fonte: Rádio Vaticano

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