Moysés Azevedo inicia visita às missões do Shalom na América do Norte, começando por Nova Iorque
É belo ver o carisma Shalom florescendo em terras norte-americanas, levando a paz e a alegria do Evangelho a todo o povo”, disse Moysés
É belo ver o carisma Shalom florescendo em terras norte-americanas, levando a paz e a alegria do Evangelho a todo o povo”, disse Moysés
Com cinco anos de fundação na “cidade que nunca dorme”, Comunidade Shalom de Nova Iorque celebra votos perpétuos no celibato de missionárias
A cidade conhecida por sediar grandes centros de inovação e pesquisa nos quais afluem jovens de todo mundo, há oito anos recebia os primeiros missionários Shalom
“Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados de acordo com seu propósito”. (Romanos 8:28)
“O Canto das Írias” foi apresentado em Boston no mês de abril deste ano, em inglês no dia 12 e português no dia 13. Com uma audiência total de cerca de 300 pessoas nos dois dias, os frutos dos meses de trabalho duro por todo o elenco e a equipe técnica podiam ser vistas em cada um ao término de cada apresentação. Houve um verdadeiro sentimento de felicidade e experiência do poder de Deus em tocar e transformar a vida das pessoas através das artes e de um momento especial de oração permitindo a abertura ao Espírito Santo para que se concretizasse a obra no coração dos presentes. Para algumas pessoas foi uma forma de começar a Semana Santa, para outros foi uma primeira experiência com o amor de Deus. A peça foi escrita por um membro da Comunidade Católica Shalom, originalmente em português, e já foi apresentada por diversos lugares do mundo com versões em espanhol, italiano, húngaro e inglês. O enredo segue a história da nossa salvação, de Gênesis até o encontro com Jesus, mostrando como o primeiro homem, um amigo íntimo de Deus, destruiu essa relação deixando seus pecados transformá-los de homem em “íria” – uma pessoa deformada. A história relata as dificuldades de viver uma vida afastada da Verdade e termina em como Jesus foi capaz de reestabelecer sua dignidade, salvando toda humanidade. Wendy Ramirez, um membro do elenco, disse: Mesmo que eu tenha participado da peça anos atrás, eu posso verdadeiramente dizer que Deus me tocou de uma forma muito profunda esse ano. Dois anos atrás eu tive a honra de ser a Verdade e este ano eu fui capaz de viver uma perspectiva diferente atuando como uma íria. Eu fui capaz de ver o trabalho duro, a dedicação e as noites mal-dormidas de todos que fizeram com que essa peça fosse possível, do elenco à equipe técnica, e de ver como muitas pessoas tiveram uma profunda experiência que realmente me tocou e fez cada gota de suor derramada valer a pena! Eu, pessoalmente, fui realmente capaz de experimentar Deus e de ver como eu realmente precisava ser lembrada disso: Eu não sou mais uma íria por causa do Seu grande amor e misericórdia, Ele nos criou para sermos Seus filhos amados, humanos não criaturas, Ele nos criou para termos vida e tão frequentemente nos afastamos da Sua graça, sentindo-nos indignos por sermos tão impacientes conosco no processo de purificação. Ter sido capaz de terminar a noite com uma bela oração me fez sentir mais humilde, enquanto convidávamos o público para rezar muitos se ajoelhavam diante do altar, me inspirando a ser mais aberta ao trabalho de Deus na minha própria vida. Foi uma forma muito bonita de começar a Semana Santa e espero poder apresentar esta peça, a história da nossa salvação, no futuro para que muitos outros tenham uma profunda experiência com o amor infinito e a misericórdia de Deus. Confira algumas fotos do evento. Tradução: Michele Maia _________ A Comunidade Católica Shalom se encontra nos Estados Unidos na rua Sciarappa 42, Cambridge, MA Para saber mais sobre a Comunidade e nossas atividades siga-nos no Instagram e no Facebook ou escreva para o número +1 617-618-5099.
O plano de Deus se realizará no final das contas, então, por que não segui-Lo o mais perto possível?
Apesar de uma aparente mudança de opinião nos últimos dias, depois de viver momentos de profunda alegria com a sua família, Brittany Maynard se submeteu ao suicídio assistido que estava programado para o dia 1º de novembro. O grupo promotor da eutanásia “Compassion & Choices” (“Compaixão e escolhas”), do qual Brittany era ativista, comunicou que a jovem “morreu pacificamente no sábado 1º de novembro na sua casa em Portland, rodeada pela sua família e amigos”. “Quando os sintomas estavam ficando cada vez mais severos, ela decidiu abreviar o processo da morte tomando o medicamento de ajuda para morrer que tinha recebido há meses”, indicou o grupo, assegurando que Brittany “morreu como queria, pacificamente no seu quarto, nos braços de seus seres queridos”. Compassion & Choices intitulou o seu comunicado “Brittany morre com dignidade”. Em declarações dadas ao Grupo ACI, o diretor do Centro de Bioética da Argentina, Dr. Nicolás Lafferriere, destacou que “o caso de Brittany é dramático e comove porque evidencia as tensões extremas vividas por aqueles que enfrentam um diagnóstico de doença terminal”. Lafferriere criticou que em casos como o de Brittany “muitas vezes se menciona a autonomia e a liberdade de escolha como fundamento da decisão de aplicar a eutanásia”. “As dúvidas de Brittany, o adiamento e o seu eventual arrependimento, deixam claro que esta suposta autonomia não é tanta assim. É, muitas vezes, uma autonomia fictícia, construída ‘recortando’ a pessoa do seu entorno vital, das múltiplas situações que a rodeiam”. “Quem está em condições de decidir acabar com a própria vida?”, questionou o especialista em bioética, assinalando que “no fundo, subjaze uma verdade antropológica: a vida é sempre um dom e como tal não é um bem disponível para ninguém”. “E nas circunstâncias mais dramáticas da doença, a dignidade do moribundo requer extremar os cuidados e o acompanhamento autenticamente compassivo e médico, que nunca pode consistir em tirar a vida do doente”. Entre os objetivos citados no seu site, Compassion & Choices assegura que busca “fazer com que a ajuda para morrer (seja) uma opção aberta, legítima, reconhecida em todo o campo médico e permitida em mais estados”. Compassion & Choices reconhece buscar uma mudança na linguagem utilizada para estes casos, substituindo o termo “suicídio assistido” para “ajuda para morrer”. Entre outros objetivos, a organização promotora da eutanásia procura “estabelecer a ajuda para morrer como uma motivação principal na tomada de decisão de quem vai escolher”. Neste contexto, o Dr. Lafferriere denunciou que “nos Estados Unidos, o caso foi utilizado para promover uma campanha a favor da legalização da eutanásia e parece que a própria Brittany, em meio da sua situação dramática, foi instrumentalizada em função de objetivos estranhos ao seu quadro médico”. Brittany, advertiu, ficou “exposta às opiniões de todo o mundo, sem respeitar o clima de intimidade e acompanhamento que requer o momento”. O diretor do Centro de Bioética citou finalmente a Ashton Ellis, quem, em uma coluna publicada no site Public Discourse em 31 de outubro, assinalou que Compassion & Choices não tem por finalidade melhorar os cuidados das pessoas com doenças terminais, mas “ajudar as pessoas a evitarem os cuidados médicos que precisam, terminando assim com a própria vida”. Fonte: ACI
A Lifetime é uma emissora de TV a cabo e por satélite que se especializa na produção e difusão de reality shows. Com sede em Nova Iorque, este canal tem como slogan “Your life. Your time”, e como proprietários, a Disney-ABC Television Group e a A&E Networks. A emissora está preparando uma série documentária chamada “A irmandade” (The Sisterhood). Continuando com o sucesso dos reality shows que abordam temas religiosos, bem como a onda de filmes que Hollywood está produzindo (talvez aproveitando a fama da figura do Papa Francisco), este canal conseguiu entrar em um convento católico para acompanhar o dia a dia de 5 noviças, até ver se tomam o hábito ou renunciam à vida religiosa. Segundo a revista The Hollywood Reporter, especializada em temas de mídia e entretenimento, especialmente nas intrigas das celebridades, “a maior dificuldade do projeto foi conseguir acesso para que as câmeras possam gravar suas imagens, em um lugar ainda por determinar e sem data de emissão decidida”. No demais, as 5 noviças escolhidas já assinaram um termo de consentimento para que as acompanhem em seu caminho de discernimento religioso. O reality documentário terá 6 episódios no total. A emissora já produziu este modelo de projetos, por exemplo, o que fizeram com 5 jovens da comunidade ultraconservadora Amish, que foram levados a Nova Iorque e filmados em seu encontro com as “tentações” mundanas da Big Apple. Há alguns anos, também levaram ao ar um reality chamado “Deus ou a namorada”, no qual 4 jovens seminaristas colocaram sua fé à prova durante os 30 dias anteriores à sua ordenação sacerdotal. Parece que a “tentação do mundo” para os que sentem inclinação à vida religiosa é um dos temas que mais atrai o público americano e o sistema publicitário se dedica a explorar isso. No que se refere à “A Irmandade”, enquanto as 5 noviças decidem se vão ou não ser freiras, serão acompanhadas pelas câmeras, para “documentar sua experiência em um programa repleto de provas à sua devoção, em 6 episódios de uma hora de duração cada”, afirmou o The Hollywood Reporter, acrescentando que “a série explorará a questão de se as mulheres modernas podem elevar-se e servir Deus após ser afastadas da sua família e amigos, e instaladas em uma comunidade não familiar a elas”. As noviças escolhidas fizeram votos de castidade, pobreza e obediência, e abriram mão dos seus entes queridos, bem como de objetos de moda, joias e comodidades, “para ver se querem ser servidoras da Igreja e esposas de Cristo”, acrescenta a revista com certa ironia. “A Irmandade” será produzida pela Hot Snakes, que preparou também o reality sobre os Amish, em parceria com a Lifetime. Por enquanto, não se informou qual é o convento no qual o reality show será realizado. Fonte: Aleteia
A Arquidiocese de Boston alerta para a satânica “missa negra” que acontecerá na Universidade de Harvard nesta segunda-feira, 12 de maio, e convida o Campus de Cambridge a “dissociar-se” do controverso evento. “A comunidade católica na Arquidiocese de Boston expressa profunda tristeza e forte oposição ao plano de encenar uma “missa negra” no campus da Universidade de Harvard em Cambridge”, lê-se em comunicado emitido dia 8 de maio. “Para o bem dos fiéis católicos e de todas as pessoas, a Igreja oferece um claro ensinamento sobre adoração satânica. Este evento separa as pessoas de Deus e da comunidade humana, é contrário à caridade e à bondade, e coloca os participantes perigosamente expostos à destruidoras obras do mal”. “Em recente declaração, o Papa Francisco alertou para o perigo de ser ingênuo ou subestimar o poder de Satanás, cuja maldade, muitas vezes, está tragicamente presente no nosso meio. Apelamos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para se unir a nós em oração por aqueles que estão envolvidos neste evento, para que possam vir a reconhecer a gravidade de suas ações, e para que Harvard seja desassociada desta atividade”. A “missa negra”, reencenada por membros de um grupo de Nova York, conhecido como Templo Satânico, está sendo organizado pela Harvard Extension Cultural Studies Club. O grupo havia informado que seria utilizado uma hóstia consagrada. Posteriormente, o Club emitiu uma nota afirmando que será usado um pedaço de pão na reconstituição, e não uma hóstia consagrada. Em seu site, o grupo convida para a “encenação educacional” e afirma que o “objetivo não é denegrir qualquer religião ou fé, o que seria repugnante para os nossos propósitos educacionais, mas aprender e experimentar a história de diferentes práticas culturais”. Conforme notícia do The Boston Pilot, a Harvard Extension School alega o direito dos estudantes do Campus de exercer a liberdade de expressão, mesmo em tais casos. A pastoral universitária da Arquidiocese de Boston responsável pelo Campus estará em adoração na capela do MIT às 19:00 (20hrs em Brasília), e seguirá em procissão, que sairá da capela aproximadamente às 19:15, até a Igreja de St. Paul, onde será celebrada a Santa Missa. Fonte: ZENIT
Os fiéis presentes na Missa da Ressurreição, na igreja de São Patrício, em Miami Beach, tiveram uma grata surpresa ao ouvir uma das vozes mais belas do mundo interpretando o “Panis Angelicus”, um dos cinco hinos escritos por São Tomás de Aquino para a festa de Corpus Christi, como parte da liturgia completa da festa, hino este que foi musicalizado em 1872 por César Franck. Pela segunda vez nos últimos cinco meses, o tenor italiano Andrea Bocelli surpreendeu os paroquianos da região. Ele já havia cantado dois cânticos na última Missa de Natal. No domingo passado, justamente na hora da comunhão, o cantor foi conduzido à frente e lá interpretou o “Panis Angelicus”. “Sua voz é impressionante. Ele transmite paz e tranquilidade”, disse ao Miami Herald um dos fiéis presentes na Missa. “Foi o melhor presente de Páscoa que já recebi: ter participado da Missa de Ressurreição com meus filhos e escutar Bocelli”, acrescentou. Alguns dos presentes filmaram o momento em que Bocelli cantava, enquanto as pessoas recebiam o Corpo de Cristo. Ao finalizar, um sonoro aplauso demonstrou a gratidão dos fiéis ao tenor por sua intervenção espontânea. O próprio Bocelli já narrou várias experiências no coral da sua igreja quando era criança, e a alegria que sente ao interpretar músicas sacras – o que o levou a lançar um CD com uma coletânea delas e a cantar, entre outros, diante do Papa João Paulo II. Fonte: Aleteia