São tantos os idiomas que ouvimos pelo mundo, mas a mensagem é a mesma, o amor de Deus. O palco do Festival Halleluya foi o lugar de encontro de idiomas como o portugês e o coreano, além da acessibilidade com a tradução em libras e de muita dança, afinal o corpo também fala quando se expressa nas coreografias.
Uma das atrações da primeira noite foi o cantor coreano Junho Chu, que soube através das suas músicas evangelizar e fazer entender a mensagem que queria passar. Em entrevista ele comentou que muitas pessoas no Brasil se interessam pela cultura coreana, por isso sentiu esse chamado de Deus, “Tenho muitos objetivos quando evangelizo, mas principalmente é atrair mais pessoas, através desse interesse na cultura do meu País”, afirmou o cantor coreano Junho Chu.
Com isso, no público diversos foram os testemunhos, pessoas que acompanham o cantor coreano nas redes sociais ou nos rosários das madrugada, Sara Pereira, de 32 anos, nos conta que o show foi um momento de se conectar com Deus e clamar o Espírito Santo.
O público mostrou grande empolgação durante o show do cantor Junho Chu, cantaram todas as músicas, principalmente com ele em português, e se encantaram quando ele convidou sua mãe ao palco e contou sobre a conversão dela. Ao encerrar o show ele interpretou uma música em seu idioma, o coreano.
O Halleluya também é acessibilidade, durante toda a noite, intérpretes de libras levam a experiência da evangelização para todos da comunidade surda que estão no evento, afinal a palavra de Deus precisa alcançar todos os povos, em todos os idiomas, pois é uma só palavra, um só Deus, um amor que fala diferentes idiomas, mas que ama de forma igual.

