Quando se inicia a vida cristã é perceptível o encontro das dificuldades diante das renúncias e dos desafios na vida moderna. É a agitação do dia a dia que não permite um olhar evangélico sobre os anseios humanos, quando a missão cristã ultrapassa a teoria. Os primeiros cristãos nos mostram em Atos dos Apóstolos a grandeza de ser missionário de Cristo, na busca pela Palavra do Ressuscitado. É a continuidade do Reino, com a ação do Espírito Santo.
“Eu não quero uma Igreja tranquila. Quero uma Igreja missionária!”. Nesta frase o Papa Francisco revela a necessidade de ir ao encontro do outro, sem medos e receios. É a prática da coragem e da renúncia com a disposição de encontrar o Cristo no próximo. Nós, Comunidade Shalom, somos prova que é possível ser missionário nos dias de hoje, mesmo diante dos desafios atuais.
“Desde cedo eu me via diferente dos outros jovens e sempre soube que Deus quis algo pra mim”. Estas são palavras do discípulo da Comunidade de Aliança, Felipe Mascarenhas, de 26 anos, que conheceu a Comunidade Shalom no Halleluya de Aracaju, em 21 de novembro de 2010. De lá para cá muita coisa mudou em sua caminhada. Felipe é engenheiro de materiais e mestre na área e após acompanhamento e oração ele enviou carta para o conselho da Comunidade para sair em missão como Aliança Missionária. Aquilo que já estava em seu coração se concretizou quando foi enviado neste ano para a Cracóvia, cidade da Polônia.
Quando perguntado sobre os desafios missionários Felipe enfatiza duas respostas. “Primeiro eu tenho a oportunidade de me conhecer a partir da vivência comunitária, pois a experiência em Deus com os irmãos me dá a oportunidade de me aprofundar no que sou e de conhecer as minhas fraquezas e incapacidades. Reconhecer estas limitações é difícil, mas ao mesmo tempo eu acabo experimentando a misericórdia de Deus, que me elege, mesmo com tudo isso que vou conhecendo em mim. Existe um grande desafio, mas também uma grande graça, pois a gente vai se encontrando no outro, pela vida de oração”, disse o jovem missionário.
Quanto à missão Felipe registrou a sua segunda resposta levando em consideração a vida no exterior. “Estou numa missão onde o idioma se diferencia em 90% do português, além do choque cultural. Por aqui eu aprendo e vivo um chamado do próprio Deus”, disse ele que testemunha a unidade da Igreja.
O jovem Felipe termina seu depoimento enfatizando a graça de ter encontrado a comunidade e de viver esta realidade de vida. “Ser missionário Shalom, pra mim, é ser um verdadeiro ministro da paz. Sou chamado a ser também um missionário da misericórdia, que encontra no outro a oportunidade de amar e ser amado”, finalizou.
Por Jonatan Fernandes

Oi…. Meu nome é Rosiris e gostaria muito de ser uma missionaria pelo Brasil…eu levaria meu filho de 12 anos comigo…. Tive una vida turbulenta, e hj nao me sai da cabeça e do coração, deixar tudo para ser missionaria
Olá sou João Marcos tenho 20 anos
Sinto um chamado de Deus no meu coração para ir a toda criatura na face da terra e evangelizar sai do seminário a poucos dias era uma vida contemplativa apenas eu queria ir ao irmão como missionário que vai como Jesus foi ao povo para curar e ajudar os mais necessitados gostaria de conhecer a missão da comunidade saber se este é meu chamado
Olá, João Marcos, tudo bem? Se você quiser saber mais sobre a nossa vocação acesse o link: https://comshalom.org/como-faco-para-ser-shalom/
Este link fala sobre o Vocacional Shalom também.
Deus te abençoe!