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Papa à Comunidade Shalom: Não tenham vergonha do Evangelho de Cristo

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Moysés com o Papa FranciscoO Papa Francisco pediu hoje à Comunidade Católica Shalom que não tivesse vergonha de anunciar Jesus Cristo e seu Evangelho com alegria, ternura, misericórdia e audácia.

O pedido foi feito na manhã desta sexta-feira (14), quando o pontífice recebeu em audiência privada o fundador e moderador da Comunidade, Moysés Louro de Azevedo Filho.

“Ele disse: ‘Não tenham vergonha do Evangelho de Cristo, não tenham vergonha de anunciar Jesus Cristo e o seu Evangelho com alegria, com ternura, com misericórdia, com audácia’. Pediu para conhecermos em profundidade e difundirmos a Evangelii Gaudium. Também pediu para continuarmos rezando por ele”, afirma Moysés.

O mandato faz eco às palavras do Papa Emérito Bento XVI em 2012, quando se dirigiu à Comunidade Shalom reunida em Roma, após a aprovação definitiva de seus estatutos, encorajando seus membros a serem “alegres instrumentos do amor e da misericórdia de Deus”.

“Com o coração agradecido pela acolhida do Santo Padre, relembrei-lhe um pouco da nossa história, de quando muito jovem pude ofertar minha vida e minha juventude aos pés do Papa João Paulo II, em favor da evangelização dos jovens mais distantes de Cristo e da Igreja. Aproveitei a ocasião para dizer ao Papa Francisco: ‘Santo Padre, eu estou aqui para renovar minha oferta de vida diante do senhor, e não só a minha, mas a de toda a Comunidade, de todos estes jovens, famílias, sacerdotes, celibatários que hoje fazem parte da Obra Shalom’. Ele se alegrou, agradeceu e reafirmou a sua confiança na Comunidade.”

O encontro com Francisco, que durou cerca de 30 minutos, é considerado “histórico” pelo fundador. Moysés presenteou o Papa com um álbum que traz um pouco da história da Comunidade e seu compromisso de oração com ele mostrando a campanha que fizemos nas redes sociais ‘Eu rezo pelo Papa’. Diz Moysés: “Aproveitei a ocasião e mostrei, no tablet, a página da internet Eu rezo pelo Papa, iniciativa pela qual o Santo Padre, com alegria, agradeceu, e pediu para que continuássemos rezando por ele.” Esta ação tem mobilizado milhares de pessoas de vários grupos, paróquias, comunidades e até de outras religiões.
Durante o encontro, Moysés pôde partilhar ainda mais sobre a vida e a missão da Comunidade e reafirmou o serviço incondicional à Igreja. “Disse-lhe que ele poderia contar conosco incondicionalmente em seu pontificado, que contasse com a nossa comunhão de oração, de vida e de missão”, concluiu.

Por fim, o fundador agradeceu a Francisco pelo grande dom que ele é para a Igreja e pelo “kairós de misericórdia” (“tempo de misericórdia”) que tem sido o seu pontificado. Segundo Azevedo, o Pontífice afirmou prontamente que a intuição que João Paulo II teve acerca da Divina Misericórdia – inclusive instituindo o Domingo da Misericórdia no segundo domingo da Páscoa – é uma inspiração determinante dentro do seu pontificado, pois é disso que os homens precisam: experimentar a misericórdia de Deus.

 

Emanuele Sales/ Maria Emília Marega

Fonte: ZENIT


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