O CJS é um encontro que marca profundamente a vida de quem vive essa experiência. Não dá para entrar e sair o mesmo. E foi assim que aconteceu com Gustavo Marin da Silva, jovem de 19 anos que veio de Santo André/SP, participar do Congresso pela primeira vez.
“Esse é o meu primeiro CJS e foi uma experiência completamente surreal, onde Deus realmente me pediu para eu me rasgar por Ele e Ele declarou também o quanto é apaixonado por mim”, declarou.
Ao compartilhar o seu testemunho com o ComShalom, Gustavo revelou que dentre tantos acontecimentos que participou no evento, o momento que foi como um divisor de águas para ele foi um encontro simples e discreto na capela do evento:
“Eu estava com o coração meio angustiado, meio nervoso com algumas coisas que tinham acontecido aqui, mas antes de tomar qualquer decisão eu preferi ir até a capela. E aí, diante do Senhor eu fui renunciando ao sentimento de raiva, de ódio que estava em meu coração. Realmente renunciando a tudo isso que estava acontecendo. A partir disso, fiz o meu momento de oração, me levantei e fui embora. Quando estava indo embora, olhei para o lado e vi o Moysés ali, digitando no seu tablet. Eu o cumprimentei brevemente e fui embora. Porém, no meio do corredor logo depois que sai da capela, uma voz muito forte dentro de mim dizia: “volte e fale com ele”. Eu não gosto dessas coisas, “ah, só porque é o Moysés…não”, mas algo muito forte me dizia: volte e fale com ele! E eu fui e falei”.
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O encontro que mudou tudo
“Naquele momento, eu somente agradeci a ele por sua oferta de vida, por ter sido um jovem que alcançou outros jovens e por também ter alcançado a minha vida. A oferta dele também me alcançou. E de maneira bem concreta e simples, eu o agradeci, apertei a mão dele e ele me olhou nos olhos e perguntou o meu nome, eu disse e ele me respondeu com aquele sotaque cearense: “Gustavo”, traçou o sinal da cruz na minha fronte e disse: “ Deus te abençoe, meu filho”. Foi algo simples, muito simples, mas quando eu saí dali eu senti a santidade do Moysés, a santidade da Comunidade Católica Shalom e depois de tanto tempo que estou na Obra, há 5 anos…
“…naquele momento eu tive a certeza de que aqui é o meu lugar”.
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Aos pés da Cruz, o chamado a tudo ofertar
Outro momento que marcou profundamente a vida do jovem, foi a adoração à Cruz gloriosa. Durante a experiência conduzida por Moysés, Gustavo sentia em seu coração o chamado de Deus a ofertar e entregar sua vida, abandonando-se nos braços do Pai para permitir que Ele mesmo o conduzisse.
“Isso pra mim foi muito forte, porque se tem algo que é muito difícil para mim é renunciar a ações, coisas que eu planejo, renunciar coisas que eu desejo construir. Porém, hoje Deus falou muito forte ao meu coração que é para eu renunciar, que Ele é o primeiro, o primordial e eu tenho que me colocar no lugar do feliz terceiro. Pra mim foi uma experiência única que me aprofundou no Carisma e da vocação, hoje eu tenho certeza de que eu sou Shalom. Foi uma experiência única que me fez entender o quanto sou apaixonado por Deus e só Ele basta”.
Sou todo teu, ó Mãe
Outra experiência que marcou profundamente Gustavo, foi o encontro com Maria enquanto os jovens ficavam sob a proteção dela, debaixo de seu manto. Ele revela que há algum tempo, já sentia que Nossa Senhora desejava algo a mais dele. Quando uniu-se à multidão que ficou debaixo de seu manto, sentiu-se então zelado por ela.
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“Pra mim, eu acho que foi consequência daquilo que ela já vinha querendo me dizer há muito tempo que é o ato de consagração perfeita a Ela para que perfeitamente possamos amar o filho Dela que é Jesus. Eu saio desse CJS com esse desejo realmente de consagração à Mãe. Se Deus quiser eu vou aprender a ser santo ao exemplo Dela. E é isso que eu desejo, somente ser santo, não por vanglória, nem reconhecimento, mas somente ser santo. E eu acho que esse é o maior e melhor desejo e objetivo que um jovem pode ter. Não simplesmente por um desejo, mas sim por uma vivência e uma virtude que Deus nos dá, a gente vem ao mundo para sermos santos e é isso que eu quero ser”.
