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Reviver 2018 é ponto de partida para a JMJ 2019

Bárbara e Larissa foram impulsionadas pelo testemunho do responsável do PJJ, Vitor Aragão

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Enquanto acontece o Reviver 2018, muitos jovens já estão com a cabeça na jornada do Panamá. Esse é o caso da Larissa Almeida, de 20 anos e da Bárbara Azevedo, de 19 anos. Elas deram o pontapé inicial para chegar na JMJ 2019, vendendo doces caseiros no retiro.

Elas relatam a experiência pessoal com a Jornada: “Eu tive a oportunidade de ir ao Rio em 2013, a Larissa não, e foi uma experiência muito grande!”, relata Bárbara. Já para Larissa, que não teve interesse inicial pelo evento, tudo mudou ao ver pela televisão, o Santo Padre, os jovens de todo o mundo, despertou o interesse.

Mas o que realmente inflamou o coração das jovens, foi o testemunho do responsável pelo Projeto Juventude para Jesus, Vitor Aragão, no Acampamento de Jovens Shalom deste ano, em São Paulo, que contou a sobre a experiência na JMJ 2016, na Polônia. A partir daí, houve a animação para começar o projeto.

Deus que muda os planos

“Nós vendíamos doces no nosso grupo de oração, e em certo momento começamos a desanimar. Mas no Acamps de 2016, ouvimos sobre a Polônia e pegamos um ânimo, porém não perseveramos na oração e acabou ficando de lado o projeto.”, diz Bárbara.

“Mas a venda dos doces foi uma inspiração de Deus, Ele nos pediu que fizéssemos isto, que iria dar certo, só que não colocamos para frente.”, completa Larissa.

As meninas revelam que um dos seus sonhos, era viajar para a Tailândia e estavam dispostas a começar um planejamento, mas elas sentiam Deus mudar seus planos e inquetá-las pela Jornada. Então resolveram além de planejar, rezar com a ideia.

Escutar. Decidir. Agir
Para sair do papel, era necessário um nome para o projeto. E ele veio durante um momento de oração: “Doce Liberdade”. A justificativa veio através da liberdade que elas encontraram em Deus e o desejo de levá-la aos outros, não apenas vender os doces.

“E também provamos que a partir do momento que colocamos nas mãos de Deus, tudo começou a dar certo”, lembra Bárbara.

A ideia de vender os doces no Reviver veio quando em uma conversa com um amigo, as jovens procuraram um ponto de partida, encontrando no evento o momento certo. No primeiro dia, todos os brigadeiros foram vendidos, gerando impulso para continuar a produção.

Larissa e Bárbara contam que ao sair com os doces durante o retiro, isso causou curiosidade e atraiu outros jovens.

Próximos passos
“Inicialmente pensamos em algo prático, como o brigadeiro, mas queremos fazer bolo de pote, trufas, cones recheados, uma variedade para não ficar enjoativo.”, conta Larissa.

As duas relatam estar abertas para outros jovens interessados em ajudar, que também desejam estar no Panamá no próximo ano. E desejam levar mais alguém, conforme a Providência Divina.


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