Seminário de Vida na Trilha do Corcovado – Cristo Redentor

Retiro da Grande Comunidade – Sobral

Comunidade Shalom lança romance policial na Livraria Cultura

As Edições Shalom convida para o lançamento do romance policial Tomas Rocha e os Filhos de Odin, de José Edilson Filho, que acontece dia 25 de novembro, às 19h, na Livraria Cultura, em Fortaleza. A abertura do evento ficará por conta de Emmir Nogueira, cofundadora da Comunidade Católica Shalom. A noite promete ser um momento especial regado à autógrafos, coquetel e boa música. O livro do escritor cearense José Edilson Filho traz em sua trama mistério, investigação, suspense e aventura. Primeiro de uma trilogia, o livro Tomas Rocha e os Filhos de Odin tem um enredo que envolve corrupção no governo, exploração de diamantes e uma rede internacional de intrigas. Ambientada em Salvador, a história mescla o melhor da literatura policial com valores como amizade e lealdade. “O livro nasce do desejo de criar um personagem com quem o leitor pudesse se identificar, tê-lo como referência de vivência de virtude, alguém que está descobrindo o caminho da fé. A indicação é livre para todas as faixas etárias”, afirma Edilson. No meio de muitos best sellers contemporâneos cujos enredos se desenvolvem no mundo imaginário ou fora do Brasil, Tomas Rocha e os filhos de Odin apresenta as ladeiras e as paisagens naturais e urbanas da capital baiana como espaço da narrativa. O lugar é bastante conhecido pelo autor que morou durante dois anos em Salvador. Em 230 páginas, a obra traz, ao final de cada capítulo, um desfecho repleto de suspense e expectativa do desvendamento do crime.   Clique aqui para assistir o video    Serviço Lançamento livro Tomas Rocha e Os Filhos de Odin, de José Edilson Filho. Abertura com Emmir Nogueira. Dia 25 de novembro, às 19h, na Livraria Cultura, em Fortaleza – Av. Dom Luís, 1010, Meireles. Entrada Gratuita. Informações: 85 3308.7465 www.edicoesshalom.com.br Confirme sua presença pelo Facebook  

Participação ativa na preparação do Sínodo sobre a família

Da pastoral da família às uniões homossexuais, da educação dos filhos à abertura dos casais à vida. Estes são alguns dos temas fortes inseridos nas 39 perguntas do “Questionário” enviado às igrejas particulares, para permitir a participação activa de toda a comunidade eclesial na preparação do Sínodo sobre a família, programado para o mês de Outubro próximo. Alessandro Gisotti conversou com Alberto Friso, responsável do movimento “Famiglie Nuove” (“Novas Famílias”) e membro do Conselho Pontifício para a Família. R. – Este “Questionário” é verdadeiramente uma novidade que nos dá uma alegria extraordinária a nós famílias, pois sentimos que podemos, com toda a Igreja, todos juntos, reflectir sobre aqueles pontos mais críticos que hoje encontramos frequentemente no contacto com as famílias que habitam próximo de nós, e também com familiares nalguns casos. Em suma, podemos finalmente falar e pensar juntos sobre quais possam ser os modos para exprimir o espírito de amor pela nossa comunidade, pelas pessoas com as quais também devemos construir, dia a dia, também a nossa história de sociedade civil. Estas 39 questões, belas e compreensíveis, encaixam-se perfeitamente em toda e qualquer cultura: começam, de facto, a chegar os primeiros sinais, seja de Africa ou da Ásia, da alegria por não se sentirem cristãos de “série B” enquanto leigos, enquanto casados; e também por nos sentirmos interpelados por tudo o que se estamos a viver. Neste “Questionário”, dirigido primeiramente às conferências episcopais e depois às paróquias e a todas as comunidades eclesiais locais, será importante que ninguém seja, de algum modo, posto à margem, também no que se refere ao processo de recolha das respostas a estas perguntas … R. – De facto, nós já compreendemos que vamos colaborar seja com a nossa presença nas paróquias e dioceses, e portanto procurando e reflectindo em conjunto, seja também fazendo uma espécie de ligação para termos uma visão de conjunto. Que expectativas tem, o que espera que possa suceder nestes próximos meses, também com o impulso desta solicitação, deste “Questionário”? R. – Creio que antes de tudo, o questionário abre ainda mais à compreensão da novidade, do empenho pastoral e do amor pastoral que a Igreja está a ter neste momento, naturalmente também sob o impulso da pessoa do nosso Papa Francisco. E nos próximos meses, teremos sem dúvida todos, com os nossos meios de comunicação, com a nossa imprensa e estações televisivas, de participar no grande debate, que já se fazia em tantos locais, mas começando a reflectir nós e a evidenciar as nossas propostas para nos tornarmos sujeitos também sociais e políticos mais activos. Certamente, o “Questionário” leva-nos a ter uma visão de conjunto, sem necessidade de mudanças de doutrina: trata-se de uma mudança de atitude nas relações, pois se as relações são construídas com caridade, espírito de acolhimento e serviço, serão todas dimensões do amor a moverem todas as pessoas e, portanto, também aquelas que têm dificuldades em relação a uma nova perspectiva de vida e de fé. Fonte: Rádio Vaticana

Aniversário Moysés Azevedo

Testemunho: Um amigo fiel é uma poderosa proteção

“Disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei. (…) Assim partiu Abrão como o Senhor lhe tinha dito.” (Gêneses 12,1.4) Foi assim que o Senhor fez comigo. Conheci a comunidade em abril de 1994 quando fui ser voluntária da Lanchonete Shalom no recém inaugurado Centro de Evangelização Shalom – “Casa João Paulo II”. Em um dos primeiros finais de semana como voluntária, em “um voz e violão” com a Suely Façanha, que morava em Salvador nesta época, fui despertada para o carisma, para a vocação. Logo após, aceitei o convite para participarmos do Encontro Vocacional aberto que se daria dia 30 de abril e 01 de maio deste mesmo ano. No Encontro Vocacional, o Senhor fez uma grande obra, e ao responder o questionário de como foi esse encontro para mim e o que mais me chamou a atenção, lembro, até hoje, que o “Amor Esponsal” foi aquela grande novidade e revolução na minha vida. A grande virada radical se deu no meu Seminário de Vida no Espírito Santo no último final de semana de maio, a experiência com o Cristo vivo e ressuscitado me levou a dar uma virada de 180 graus, como canta hoje o “Missionário Shalom”. Entrei no Grupo Vocacional neste mesmo ano, caminhando para a Comunidade de Aliança e me engajei de corpo e alma na Obra Shalom. No Reviver de 1995 em Eunápolis, com o tema: “Senhor o que queres que eu faça” tive uma outra virada radical. Com a páscoa do Ronaldo, fui sendo levada a questionar e a mergulhar na oração sobre a oferta de vida. O Senhor que em seu amor me chama a ofertar minha vida por completo e a me transformar cada vez mais n’Ele pela vida de oração que gera o Amor Esponsal. Em 1996, ingressei no postulantado da Comunidade de Vida em Eunápolis; 1997, discipulado em Pacajus; 1998, fui enviada para a fundação de Mossoró; 1999, Fortaleza na Casa Mãe e em 2001, no bairro de Fátima. Em 2002 fui para a Fundação da Missão de Teresina; e no segundo semestre de 2006, tive a minha primeira experiência de missão no exterior, na fundação da missão da Argélia em Argel, Norte da África; e no final de 2008 fui transferida para Tunísia, também no Norte da África para a fundação da missão de Sfax. Em 2013, estou de volta ao Brasil, na Diaconia Geral em Aquiraz. Durante esses 17 anos de vida missionária, muito realizou o Senhor em minha vida. Experimento todos os dias da Sua Cruz e Ressurreição, da Sua fidelidade, da Sua Mão que me sustenta e conduz, do Seu Espírito que capacita a viver o que Ele me chama mesmo diante dos desafios diários, mas na certeza de que a Sua Vontade é o meu paraíso. A experiência, de forma particular, no mundo mulçumano, me fez tocar o sofrimento do coração do homem que não conhece a verdade do amor de um Deus que é Pai e que, por amor, enviou seu Filho único para nos salvar morrendo em uma cruz, amando-nos até a entrega total de Sua vida e na oferta total do Seu Espírito, renovou a certeza de que o nosso carisma é para o mundo, e que nos seus quatro cantos existem pessoas que esperam a nossa resposta de amor, que esperam ansiosamente por essa voz que grite que eles não estão sozinhos, que são amados, e que Cristo ressuscitou. Que nossas vidas possam ser todos os dias, em todos os lugares, essa voz, esse grito. Louvo ao Senhor pelos irmãos e irmãs que foram providência, sinal e socorro de dEle para mim. A Palavra de Deus é certa: “Respondeu Jesus: Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais agora, durante esta vida – casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições – e, no tempo futuro, a vida eterna. “(Marcos 10, 29-30). Por isso, louvo ao Senhor pela vida e testemunho dos meus pais, irmãos, avó Eunice (minha madrinha de batismo) e tios, da Andréa Luna, Consagrada da Comunidade de Aliança (que foi pastora de grupo de jovens em Salvador e madrinha de crisma), da Suely Façanha, consagrada da Comunidade de Vida (acompanhadora vocacional em 1994), da Raissa Liriss, Consagrada da Comunidade de vida (acompanhadora vocacional em 1995 e formadora pessoal até 1999) , do Cassiano Azevedo, Consagrado da Comunidade de vida (formador comunitário em 1996), da Evacy Assunção, Consagrada da Comunidade de vida(formadora pessoal de 1999 até hoje), da tia Célia Leopoldino, consagrada da Comunidade de Aliança (mãe, filha e grande irmã) e diversos outros irmãos e irmãs que foram providência, sinal e socorro de Deus em minha vida. De forma especial a Gizelly Aragão, consagrada da Comunidade de Aliança (filha, irmã, mãe e melhor amiga) pelo dom da amizade que experimentei e experimento a cada dia e por abrir sua vida, casa e família me acolhendo nos momentos felizes e em especial nos momentos tristes, dolorosos e desafiantes. Mais uma vez a Palavra de Deus me acompanha: “Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou descobriu um tesouro. Nada é comparável a um amigo fiel; o ouro e a prata não merecem ser postos em paralelo com a sinceridade da sua fé. Um amigo fiel é um remédio de vida e imortalidade; quem teme ao Senhor achará esse amigo. Quem teme o Senhor terá também uma excelente amizade, pois o seu amigo lhe será semelhante”. (Eclo 6,14ss) Obrigada Senhor por se fazeres tão presente e tão real no encontro de cada dia na Eucaristia, na tua Palavra, na oração e nos irmãos! Hoje, não sou somente baiana e brasileira, sou cidadã do mundo, cidadã do céu. Vale a pena tudo ofertar! Shalom! Ana Carolina Caldas Dantas

Seminário de Vida no Espírito Santo – 12 e 13 de Outubro

Vigília de oração pela paz foi integrada ao Cerco de Jerico da Comunidade Shalom, em Portugal

Correspondendo ao repto lançado há dias pelo Papa, a Arquidiocese de Braga, em Portugal, propõe aos cristãos bracarenses uma vigília de oração pela paz na Síria, país que assiste a momentos de grande tensão e conflito. Esta iniciativa, que vai ter lugar na igreja de São João do Souto, no centro histórico de Braga, realiza-se este sábado entre as 18h00 e as 23h00, estando em sintonia com os cristãos de todo o mundo e com o Santo Padre, que durante esse período de tempo se vai recolher em oração pela mesma intenção. A vigília de oração surge integrada em uma iniciativa denominada “Cerco de Jericó” que decorre desde o dia 1 de setembro, sob orientação da Comunidade Católica de Shalom neste templo bracarense. Recorde-se que o Papa Francisco convocou toda a Igreja para uma jornada de oração e jejum pela paz, agendada para este sábado, dia 7 de setembro, convidando todos os homens de boa vontade a unirem-se em gestos promotores de paz. «Decidi enviar a toda a Igreja um convite para no próximo da 7 de setembro, realizar uma jornada de oração e jejum pela paz na Síria, no Médio Oriente e no mundo inteiro», afirmou no passado domingo. O Papa convidou «o mundo não católico e todos os homens de boa vontade» a reunirem-se entre as 19h às 24h (entre as 18h e as 23h em Portugal continental), «em penitência para invocar o Senhor e pedir o fim de todo o tipo de violência no mundo». Preocupado pelo facto do presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, estar preparado para intervir militarmente na Síria, o Santo Padre recordou que «não é a guerra que traz a paz». «A paz supera todas as barreiras porque provém de toda a humanidade», afirmou o Papa Francisco recordando ser a «cultura do encontro e do diálogo, a única estrada para a paz». Com este mesmo propósito é feito agora o desafio ao povo bracarense para, à imagem dos cristãos de todo o mundo, rezarem pela paz na Síria. Fonte: Departamento Arquidiocesano de Comunicação Social de Braga  

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