Famílias no Haiti viverão situação dramática no Natal

  “O Menino (Jesus) foi vítima de ameaças e de exclusão. Maria e José fugiram com Ele para o Egito. Como Ele, muitas famílias haitianas continuam fugindo enfrentando o mar, colocando a vida em risco, atravessando as fronteiras sofrendo humilhações, a rejeição, a exclusão e a negação de seus direitos fundamentais”, assinalaram os Bispos do Haiti. Imagem da Sagrada Família. Autor: Albrecht Dürer Através de um comunicado os Prelados da Conferência Episcopal descrevem o drama que se vive nopaís que ocasiona que os haitianos na busca de uma vida melhor, viajam para o estrangeiro, mas encontram mais “abuso, a degradação, a xenofobia e inclusive a morte”. No Haiti se vive “a interminável luta fratricida pelo poder; a falta de respeito pelos outros, pelas normas e as leis; a crítica negativa e destrutiva; a degradação moral e a perda do bom costume; a má gestão administrativa e a corrupção; a polarização política, que causa a estagnação; a crescente intolerância que chega ao desprezo pelos outros; o abismo sempre maior entre ricos e pobres”. Os Bispos explicaram que esta situação sócio-política que se repete em vários países e que estão marcados por conflitos e sofrimentos, tem “um forte impacto” na vida dos haitianos e faz “cada vez mais difícil nossa convivência como povo”, e esta situação não é diferente da que viveu Jesus no seu país. “Hoje em dia, continuamos criando situações de desconfiança e de exclusão que paralisam o nosso presente, ameaçam o nosso futuro e contribuem para alienar nossas relações com Deus, conosco mesmos, com o próximo e com o meio ambiente”, exortaram em sua mensagem conforme informou a Agência Fides. Os Prelados também fizeram um chamado à esperança recordando aos fiéis que “a festa do Emanuel, que dá às famílias a oportunidade de encontrar-se, seja para nós haitianos, homens e mulheres, filhos e filhas da mesma terra, a ocasião de um encontro fraterno para sair das nossas noites de medo, desconfiança, exclusão e confronto!”.   Fonte: ACI

Jantar do Benfeitor da Paz

Papa fará especial oração de autoria própria pela família no dia 29 de dezembro

No Ângelus dominical que se rezará no dia 29 de dezembro, Festa da Sagrada Família, o Papa Francisco pronunciará uma oração especial, de autoria própria, para a família, em vistas à próxima assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos, que terá como tema “Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”. As basílicas de Loreto e de Nazaré se conectarão ao vivo com a Praça de São Pedro para transmitir este momento. Também com vistas a este evento, o Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Dom Vincenzo Paglia, presidirá no dia 22 de dezembro a Missa na Basílica da Sagrada Família de Barcelona (Espanha). Por sua parte, o Secretário geral do Sínodo dos Bispos, Dom Lorenzo Baldisseri, presidirá a Missa na Basílica da Anunciação de Nazaré no dia 29 de dezembro. No Santuário da Santa Casa de Loreto, também no dia 29 de dezembro, o delegado pontifício, Dom Giovanni Tonucci, celebrará Missa.   Fonte:ACI

Filho de Deus Menino Meu – RJ

Brasil: ideologia de gênero incluída na educação

Este pode ser o primeiro passo da construção de todo um sistema dissolvente da identidade sexual das próximas gerações Na noite dessa terça-feira, 17/12, o Senado brasileiro aprovou o Plano Nacional de Educação (conhecido como Projeto de Lei 103/2012), cujo texto inclui em um dos seus artigos a diretriz de superar “desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual””. Segundo o alerta de grupos pró-família brasileiros o texto introduz na educação brasileira a aceitação da ideologia de gênero e a consequente destruição do conceito da família segundo a ordem natural.O projeto já tramitava há mais de um ano no Congresso e agora deve voltar à Câmara dos Deputados para sua aprovação definitiva com o texto substitutivo do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) que estabelece no Art. 2º: “São diretrizes do Plano Nacional de Educação: “III – A superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. O projeto estabelece o novo Plano Nacional de Educação para um período de dez anos. Na semana passada, o Bispo de Frederico Westphalen (RS), Dom Antônio Carlos Rossi Keller, divulgou uma nota, no site da diocese, sobre o Projeto que institui o Plano Nacional de Educação falando sobre as consequências da aprovação do texto tal qual aprovado no senado. Segundo Dom Keller, os alunos brasileiros seriam doutrinados na “ideologia de gênero”, que prega que os indivíduos não devem se submeter àquilo que chamam de “ditadura do próprio corpo”, ou seja, à sua própria identidade biofísico-sexual, mas precisam se libertar, inventando seu próprio gênero (masculino, feminino, andrógino, transgênero ou algum outro que se possa conceber). Dom Keller destaca que “este pode ser o primeiro passo da construção de todo um sistema dissolvente da identidade sexual das próximas gerações”. “Tratando-se de um Projeto de Lei, todas as escolas (mesmo as confessionais) precisariam se adequar, caso fosse sancionado, sob pena de serem acusadas de promover a desigualdade e a discriminação. Por isso, precisamos reagir como cidadãos que vivem a fé cristã e solicitar de nossos representantes que atendam ao pedido do povo brasileiro, profundamente avesso a estas práticas, não aprovando este Projeto de lei da forma como está sendo apresentado”, exortava o prelado. Grupos pró-família fizeram um abaixo assinado (que ainda pode ser preenchido) pedindo que os legisladores brasileiros rejeitem o Plano Nacional da Educação nos termos que o senado aprovou. No texto do abaixo assinado os autores alertam: “Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”. Para assinar o pedido de veto da Câmara ao projeto, clique aqui. (Fonte: ACI Digital/ Aleteia)

Como a Sagrada Família, muitas famílias haitianas continuam correndo risco de vida

Mensagem dos bispos: “Como a Sagrada Família, muitas famílias haitianas continuam fugindo correndo risco de vida” “O drama sociopolítico de muitos países, incluindo o nosso, é em muitos aspectos parecido ao do país de Jesus. O destino trágico de nosso povo é marcado por grandes situações de sofrimento e conflito que comportam um forte impacto na vida de todo haitiano e no conjunto da nação, tornando sempre difícil a nossa convivência como povo”: são palavras dos bispos do Haiti em sua Mensagem de Natal enviada à Agência Fides. A Conferência Episcopal do Haiti sublinha que inda hoje, “continuamos criando situações de desconfiança e de exclusão que paralisam o nosso presente, ameaçam o nosso futuro e concorrem para alienar as nossas relações com Deus, conosco mesmos, com o próximo e com o ambiente”. Então citam: “a infinita luta fratricida pelo poder; a falta de respeito pelos outros, pelas normas e as leis; a crítica negativa e destrutiva; a degradação moral e a perda do bom costume; a má gestão administrativa e a corrupção; a polarização política, que causa a estagnação; a crescente intolerância que chega ao desprezo pelos outros; o abismo sempre maior entre ricos e pobres”. A mensagem prossegue recordando que “o Menino (do Natal) foi vítima de ameaças e de exclusão. Maria e José fugiram com Ele para o Egito. Como Ele, muitas famílias haitianas continuam fugindo enfrentando o mar, colocando a vida em risco, atravessando as fronteiras sofrendo humilhações, a rejeição, a exclusão e a negação de seus direitos fundamentais. Em sua emigração em busca de uma vida melhor encontram abusos, degradação, xenofobia e também a morte.” Por fim, a Conferência Episcopal do Haiti convida à esperança: “A festa do Emanuel, que dá às famílias a oportunidade de encontrar-se, seja para nós haitianos, homens e mulheres, filhos e filhas da mesma terra, a ocasião de um encontro fraterno para sair das nossas noites de medo, desconfiança, exclusão e confronto!”. (CE) Fonte: Fides  

Missão de Salvador cresce!

Hoje a missão de Salvador ganha mais um fruto: nasce Maria Ester, filha do casal Jomédice Souza (Comunidade de Aliança Shalom) e Gilmar Souza (Obra Shalom). Maria Ester nasceu nesta madrugada do dia 11.12.2013 na Maternidade Tiscila Balbino. Maria Ester é o quinto filho do casal. Em pleno tempo de Advento uma vida nova surge e renasce em nós a alegria da espera pela chegada do nosso Salvador! Parabéns aos pais e à família! Shalom!  

Celebrando o matrimônio

Na última sexta-feira 06.12.2013 a Comunidade Shalom de Salvador celebrou o matrimônio de seus irmãos Ticiane Sampaio (Comunidade de Aliança Shalom) e Sérgio Hércolis (Obra Shalom) A Celebração aconteceu na Igreja Nossa Senhora da Esperança no bairro do Costa Azul. A família, Comunidade e amigos estiveram presentes neste momento de alegria e de cumprimento das promessas de Deus. Rezemos por este novo casal que começa um novo tempo em suas vidas! Que Maria rogue por cada um para que cumpram sua missão de casal cristão neste mundo. Santa Teresa e São Francisco intercedam por eles em sua vocação. Contamos com as orações de todos!                 Fotos: Daniel Reno  

Homens adultos de hoje faltam com seu compromisso de pais de família

Dom Vincenzo Paglia, Presidente do Pontifício Conselho para a Família, advertiu que os homens adultos de hoje estão faltando com o seu compromisso de pais. Nos dias 15 e 16 de novembro, seu dicastério celebrou no Vaticano um evento sobre a crise da Aliança entre Gerações, dedicado ao tema ‘recebi, transmiti’. Durante as reuniões, Dom Paglia explicou aos participantes que é necessário empreender novos caminhos para educar as famílias, em especial a figura do “pai” para não falhar no seu papel como progenitor. “Os adultos estão faltando o seu compromisso com a responsabilidade de transmissão, da vida, do humano e da fé. Mas esta ruptura entre a aliança entre as gerações está relacionada com a ruptura da aliança com Deus”, explicou Dom Paglia. “O desconforto dos jovens de hoje não está causado por uma excessiva presença do pai, da autoridade dos pais, como acontecia alguns anos atrás, mas, pelo contrário, pela ausência, em particular a evaporação ou o ocaso do pai”, acrescentou. Durante o evento intervieram diferentes membros do dicastério vaticano, como, por exemplo, o psicanalista Massimo Recalcati, que considerou que na sociedade contemporânea, as relações entre pais e filhos vê a concepção da herança “não apenas como transmissão dos bens ou dos genes, mas como ordem dos testemunhos de vida”. “O pai não é já um educador, mas aquele que protege a vida, que cuida do filho. Neste sentido, na ausência do pai parecem estar as bases para seu retorno”, adicionou. Por sua parte, a historiadora Margarida Pelaja lamentou que esteja acontecendo uma “mudança dos róis paternais e a família se transformou”.   Fonte: ACI

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