Como ajudar seu filho a desenvolver autoconfiança?

Autoconfiança é um ingrediente fundamental em todos os aspectos do desenvolvimento saudável da criança e essencial em seu sucesso escolar. Autoconfiança é crucial para que a criança se relacione com os outros e encare tantos desafios sociais como partilhar, competir e fazer amigos, que são apresentados nos ambientes escolares. Mas como ela se desenvolve? Na maior parte, o senso de confiança da criança é moldado e nutrido (ou não) por aqueles que cuidam dela. Saiba como fazê-lo: Estabeleça rotinas para seu filho. Quando eventos são previsíveis, quando ocorrem em aproximadamente a mesma maneira no mesmo horário diariamente, a criança se sentirá mais segura, protegida, confiante e em controle de seu mundo. Ela sabe, por exemplo, que primeiro vem o banho, depois jantar, leitura e então hora de dormir, por exemplo. Ela percebe o que acontecerá em seguida e pode se preparar para essas mudanças. Se eventos diários parecem ocorrer randomicamente, isso pode causar muita ansiedade. Se a vida não faz sentido, explorá-la pode ser muito assustador. Quando a criança sabe o que esperar sente-se livre para brincar, crescer e aprender. Permita e facilite muitas oportunidades para brincar. Brincar é como a criança aprende sobre si mesma, sobre os outros e sobre o mundo à sua volta. Pelo brincar, as crianças também aprendem como solucionar seus problemas e desenvolvem confiança – encontrando a bola atrás do sofá, encaixando a forma no seu buraco, fazendo o boneco aparecer da caixa. Uma criança que pressiona o botão em um boneco que produz um agradável som está aprendendo que ela pode fazer algo acontecer. É também através do brincar que as crianças aprendem como é ser outra pessoa, experimentar novos papeis e elaborar sentimentos complicados. Uma criança de dois anos que se veste brincando de ser uma mãe indo para o trabalho, pode estar resolvendo seus problemas com relação à separação. Outra de três anos brincando de Power Rangers pode estar praticando ser mais positivo, dominando medos e dando vazão à sentimentos agressivos. Dica: deixe seu filho guiar o tempo do brincar – isso desenvolve a confiança, assertividade e liderança. Ajude seu filho a aprender a resolver problemas. Auxilie-o a lidar com problemas mas nem sempre resolva-os para ele. Mexa os blocos debaixo da torre para que ela fique mais estável, mas não coloque as peças para ele, deixe-o descobrir como estabelecer seu balanço. Dessa forma você fornece uma possibilidade de ele sentir-se bem sucedido. Dê dicas, sugestões, mas não faça por ele. O objetivo é guiá-lo e apoiá-lo nos seus esforços para solução de problemas mas não fazer por ele o que tem capacidade de conquistar por si mesmo. Às vezes, os momentos de grande frustração são de fato oportunidades de ouro para o desenvolvimento da confiança, competência e domínio. Ele aprenderá que pode depender de você para encorajá-lo. No meio tempo, ele encontrará a solução. Dê responsabilidade para seu filho. Sentir-se útil e necessário faz a criança se sentir importante e desenvolve a confiança. As tarefas, no entanto, devem ser apropriadas para a idade. Crianças muito novas podem, por exemplo, separar a roupa, ajudar a alimentar os animais de estimação, regar plantas, guardar os brinquedos. Seja específico e diga: “por favor, coloque cada guardanapo no prato” e não “me ajude a arrumar a mesa”. Comemore o sucesso de seu filho. Demonstrar para ele que você reconhece que está crescendo e aprendendo ajuda a criar confiança. Faça um álbum de fotografias com suas conquistas. Tire fotos de seu filho se esforçando para subir em uma cadeira, e outra dele sentado orgulhoso. Encoraje seu filho a tentar dominar tarefas nas quais está se esforçando. Crianças aprendem fazendo. Separe dificuldades em passos controláveis para que ele se sinta em controle, confiante e seguro. Por exemplo, se ele está aprendendo a colocar seus sapatos: 1 – Desamarre os sapatos e abra-os para ele/ Alinhe-os para que ele possa entrar neles/ Deixe-o debruçar-se enquanto entra neles/ Guie suas mãos, se necessário, enquanto ele o aperta/ Diga: “Bom trabalho em colocar seus sapatos!” 2 – À medida em que se trabalha em uma tarefa ou habilidade que é difícil para a criança – como realizar a transição da bicicleta de rodinhas ou descer uma ladeira – deixe-a acreditar em si mesa, mas também comunique que não ficará desapontado se ela não estiver pronta ainda. Você está lá para apóia-la sempre que estiver disposta a tentar novamente. Quando a criança se sente no controle, ela se sente mais forte no mundo. Proporcione linguagem para a experiência da criança que pontualmente reflita sua experiência, mostre compreensão e empatia e instigue confiança. “Você tentou se servir de suco. Muito bem. Entornou um pouco e parece estar triste… Aqui, limpe com esse pano. Essa jarra é pesada para mãos pequenas. Darei uma menor para você tentar novamente.” Seja um modelo você mesmo. Crianças estão sempre observando profundamente seus pais para dicas de o que fazer ou como se sentir sobre as diferentes tarefas e interações sociais. Quando for para aprender como lidar com emoções como sofrimento, raiva ou frustração, são eles aqueles a quem ela vai recorrer. Se conseguir moldar persistência e confiança em si mesmo, seu filho também aprenderá. Tente novas coisas e elogie-se em voz alta. “Eu estava frustrada montando aquela estante. É difícil. Quando caiu fiquei muito brava. Agora estou orgulhosa de mim mesma por ter conseguido realizar essa tarefa sem desistir.” Se conseguir dizer para seu filho quando estiver brava: “Não gosto quando você joga uma bola em mim. Sei que está bravo e tudo bem. Mas jogar coisas machuca. Você pode me dizer que está bravo e bater nessa almofada se quiser fazer algo com seu corpo”, você não só estará se referindo a atitude de seu filho e também lhe oferecendo alternativas, mas da maneira que está lidando com a raiva dá a ele um modelo saudável de lidar com sentimentos fortes. Fonte: EBC

Seminário de Vida no Espírito Santo para casais movimenta Parnaíba

A Comunidade Católica Shalom realizou, pela primeira vez na missão de Parnaíba (PI), o Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES) para casais, nos dias 25 e 27 de setembro. Com 12 casais participando, o retiro contou com diversos momentos de animação, louvor, oração, formação, um jantar romântico para os casais no sábado (26) a noite e a Efusão do Espírito Santo, momento ápice deste tipo de retiro. O Seminário começou com a celebração da Santa Missa, realizado na sexta (25) no Recanto da Fé, localizado no Colégio Diocesano, ao lado do Centro Católico de Evangelização Shalom. Após a Santa Missa, os casais ainda viveram um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento. No sábado pela manhã ocorreu um momento de testemunho com o casal de Fortaleza Gil e Adrilene, consagrados na Comunidade de Aliança, em que eles contaram um pouco da experiência que eles tiveram com o Ressuscitado que passou pela cruz. Depois, os participantes viveram uma celebração mariana. No turno vespertino, o Seminário foi marcado por formações sobre ‘Amor de Deus’ e ‘Pecado e salvação’. O domingo começou com as formações sobre ‘Senhorio de Cristo’ e ‘Serás inteiramente do Senhor, Teu Deus’. Na parte da tarde, ocorreu a formação com o tema ‘Promessa do Pai’, além do marcante momento da Efusão, que proporcionou aos casais uma experiência pessoal com o Cristo vivo e ressuscitado. “É o primeiro encontro que eu faço com o Ticiano, mesmo já tendo 15 anos de casados, e está sendo uma coisa muito renovada na vida da gente como casal, como família”, partilhou o casal Alana e Ticiano sobre o encontro. “Eu confesso que eu fui contra os meus filhos a participarem do Shalom pelo monte de atividades, não é nada pessoal. Mas hoje, assim que eu chegar em casa eu vou dizer para o meu filho: ‘não vamos sair nunca mais do Shalom!’, porque se teve um lugar que eu me senti bem próximo de Deus foi aqui, nesse Seminário” partilhou o casal Marcelo e Ana Paula no final do retiro. Além dos momentos com os casais, o SVES ainda contou com um espaço para as crianças, o ‘Shalomzinho’, em que também as crianças foram convidadas a ter uma experiência com o Amor de Deus através de brincadeiras, danças e animações.

Se Quiseres – 1° Dia

Parnaíba aguarda ansiosamente o Seminário para casais

A cerca de 1 mês, a missão de Parnaíba (PI) da Comunidade Católica Shalom realiza um trabalho de evangelização junto a casais e noivos, denominado “Shalom na minha casa”.  O projeto encerrará neste final de semana, 25 a 27 de setembro, com a realização do 1° Seminário de Vida no Espírito Santo para casais. A abertura será na sexta (25), no Recanto da Fé (Colégio Diocesano),  em frente ao Centro de Evangelização Shalom situado na Rua Josias Morais, com a celebração da Santa Eucaristia às 20h. Nos demais dias (26 e 27), o Seminário será realizado no Centro Estadual de Educação Profissional Ministro Petrônio Portela (CEEP), que se localiza na Rua Dr. Sebastião Bastos, S/N, bairro de Fátima, ambos os dias com início marcado para às 8h. Além de formações, animação, louvor e adoração, o evento ainda contará com um jantar romântico para o casal. As inscrições custam apenas R$ 50,00 e podem ser feitas no Centro de Evangelização, no endereço supracitado. Para mais informações sobre o Seminário de Vida no Espírito Santo, o casal interessado pode entrar em contato com a página da missão no facebook (clique aqui), ou pelos telefones: (86) 9 9910-8565 – Maria Helena (86) 9 9430-4706 – Rodinei

Deputados aprovam definição da família como união entre homem e mulher

Aprovado: o Projeto de Lei nº 6583/13 que cria o Estatuto da Família recebeu 17 votos a favor e apenas 5 contra na Comissão Especial criada para o tema, na Câmara dos Deputados. A votação aconteceu no início da tarde desta quinta-feira, 24 de setembro, após uma grande batalha. Depois de passar por inúmeras audiências públicas e ser palco de discussões acaloradas, a Comissão aprovou o texto que apresenta diretrizes públicas sobre a entidade familiar: define o núcleo familiar a partir da união estável ou casamento entre um homem e uma mulher e, ainda, por qualquer dos pais e descendentes. Neste conceito, não são incluídas as uniões de pessoas do mesmo sexo. Tensa, a votação foi atrasada por vários pedidos de requerimento para o adiamento da sessão. A deputada Maria do Rosário (PT/RS) criticou o projeto. Ela disse que “dá nojo” de ler o texto, tentando argumentar que a redação se baseava em fundamentos religiosos. Evandro Gussi (PV/SP) defendeu o projeto dizendo que a família composta por homem e mulher merece uma assistência específica. “A família é a base da sociedade, por isso precisa de uma especial proteção. É ela quem forma a sociedade”. O Estatuto também prevê a formação familiar a partir da comunidade estabelecida entre os pais e descendentes como viúvo(a) e filhos, divorciado(a) e filhos, pai/mãe solteiro(a) e dependentes. A proposta ainda cria o Conselho da Família, nas esferas federal, estadual e municipal, além do Distrito Federal. Segundo Anderson Ferreira (PR/PE), autor do projeto, o Estatuto veio propor estratégias e ações para o assunto. “Não há políticas públicas efetivas voltadas para a valorização da família e ao enfrentamento de questões complexas no mundo contemporâneo”. Sob a relatoria do deputado Diego Garcia (PHS/PR), a discussão do Estatuto é uma das mais polêmicas do Congresso. Agora, depois da votação, serão apreciados quatro destaques apresentados pelos deputados, que ainda podem alterar a redação do texto. Os destaques são: dois para mudar o conceito de família, um para tirar a proteção da vida desde a concepção e outro para suprimir a proteção dos valores familiares na educação sexual, moral e religiosa no Brasil. Ambos devem ser rejeitados.   Lilian da Paz

A última lição de meu pai

Nunca experimentei isso na minha vida! Hoje tive a oportunidade de conhecer meu pai, no leito de uma UTI. Quando eu nasci, meus pais se separaram. Cheguei a vê-lo umas quatro vezes, porém era tão raro que não dava tempo da imagem da figura dele se fixar na minha memória. Assim, se por acaso ele passasse na rua, eu não o reconheceria. Como disse, hoje fui visitá-lo na UTI. Foi uma das emoções mais fortes que tive na vida. Minhas pernas tremiam mais do que uma vara verde. Não sabia onde tocá-lo, se podia mexer nele, dar um beijo, sei lá, se poderia fazer mal… Muito timidamente e olhando para os lados, aproximei-me. Verifiquei que os batimentos estavam estáveis em 40 ( não sei como se chama a nomenclatura para isso). Cheguei perto do rosto dele e disse: “Pai, aqui é a sua filha, Neide, eu vim dizer que o perdoo, fique em paz”. Imediatamente, sem exagero, imediatamente os batimentos foram caindo. Eu, naquela UTI, chamei a responsável e ela disse que ele estava partindo. Então, os batimentos caíram até chegar em 0. E, assim, ele se foi. Nesses poucos minutos que fiquei com meu pai, pude perceber alguns traços meus nele, descobri de onde vinha minha calvície, e a nossa cor de pele é a mesma. Pode-se dizer que, por eu não ter crescido com ele, não aprendi coisas legais como andar de bicicleta, ir ao estádio ou algo parecido. Mas no último instante da vida dele, ele me deu de presente a maior lição que qualquer pai poderia dar: o valor do perdão! Obrigada, pai, que Deus o tenha!   Maria Neide Oliveira

Arrasta Pai 2015

Experimentando amar

Falar sobre o Simpósio das Famílias é como reunir todos os sentimentos que conheço. Lá eu ouvi vários testemunhos que mexeram imensamente comigo, abrindo meus olhos para os caminhos que Deus tem para mim. A inspiração de Deus passa pela misericórdia e por  essa misericórdia eu fui alcançada e ali senti-me no colo do Pai. Foi como se Ele  abrisse dentro do  seu  próprio coração um espaço para as misérias, que eu insistia em cultivar. Um Deus  carinhoso,  compassivo, gentil e generoso me acolheu em Seu abraço. Quando fui a Ele, trouxe comigo minha família, composta por todos ali reunidos, além dos que levei no meu coração, eu quis que sentissem  junto a mim  a sensação que é ter Deus. Conhecê-Lo traz alegria tão grande, que transborda a necessidade de levá-Lo ao próximo. Deus me deu a graça do amor, fecundou em mim um incontrolável  desejo de interceder por minha família, todos os dias quando acordo,  não  só pelos  familiares  que tenho por um de laço sangue, mas também os de laço espirituais. É minha família aqueles em quem eu vejo a imagem e semelhança de Deus e por que não considerá-los como tal, esteja ele dormindo  no aconchego de um palácio, ou  no desconforto  de uma fria calçada? O que transforma o mundo são as famílias cristãs e missionárias, que servem com alegria e amor. Não podemos esquecer  que o amor humano é fraco, frágil e limitado, mas o amor que é dissolvido em Deus, esse é forte, sólido e nos coloca de pé. Antes desse divisor de águas chamado Simpósio, vivi  tempos de lamentações e  tristezas, mas Deus veio e falou comigo com voz firme e piedosa através de nosso fundador Moysés  que isso ocorria por que eu olhava para as minhas próprias  feridas, então aprendi que as feridas que devo considerar são as de Cristo que  morreu na cruz  por mim, fixar os olhos em Cristo me torna forte, repetir seu nome me ergue para o amor gratuito. Amar é doar-se sem calcular o quanto, pois é preciso amar  até doer, este é o amor verdadeiro e caridoso, aliás,  a verdade e a caridade são  duas faces de uma  mesma  moeda. Constituir família é um ato de amor que estamos deixando de praticar, temos que cultivar nossas famílias, onde formos, seja no trabalho,  na comunidade, ou  na nossa própria  casa, com nossos filhos ou os dos outros e ser com a nossa vida um novo evangelho para a sociedade. É importante transmitir a  fé transformar a educação em um meio de evangelização com exemplos de pessoas transfiguradas em Cristo, pois o primeiro evangelho que um filho lê é o da vida dos pais, a isso eu chamaria de transbordar o carisma. Essa  relação de amor se torna extremamente  mais fácil quando estamos perto de Deus, é preciso ser amigo Dele, ser intimo, bem intimo.  A prendi muito com o Simpósio especialmente com Moysés, e tive uma  surpresas ao  perceber que tínhamos  eu e ele um amigo em comum, que atende pelo nome de Jesus. Enfim, penso que tudo isso nada mais é que viver plenamente  e  cumprindo a  nossa missão, a de amar. Por Márcio Pinheiro

Shalom de Patos promove Encontro Geral da Obra

Em 23 de agosto, a partir de 8h, acontecerá o Encontro Geral da Obra, com o tema: “Somos uma família!” Será um momento forte e todo especial em que toda a Obra Shalom, Comunidade de Vida e de Aliança da Missão de Patos (PB) estarão reunidos para viver um dia de oração e fraternidade. A programação é o grande diferencial desse ano, pois as manhãs serão preenchidas pela Santa Missa, adoração e pregação, tendo as tardes reservadas para lazer com piscina e jogos. É o conhecido Retlazer, uma mistura de retiro com lazer. Valor da inscrição: R$ 6 (já incluso o almoço) Família: R$ 15 (independente do número de filhos) Local: Instituto São José Mais informações: (83)3421-8635/99935-2879

Aprenda a economizar em viagens com crianças

Muitas pessoas têm a impressão de que viajar com crianças custa muito mais caro. Claro que quando somos mais de um ou dois, as despesas aumentam, mas ainda assim são menores do que se outro adulto estivesse viajando junto. Viajar em casal, com um filho ou dois, dependendo de suas idades, pode sair mais barato do que viajar em grupo de amigos. Aqui vão algumas dicas para colocar o pé na estrada sem medo de apertar o orçamento da família. PARA VIAJAR DE AVIÃO: Na maioria das companhias aéreas, crianças até os 2 anos não pagam ou, no máximo, pagam 10% da passagem. Porque não aproveitar para fazer aquela viagem cara? (observação: elas não pagam, mas em contrapartida, viajam no colo. Se quiserem que elas tenham um assento, devem pagar por ele). De 2 aos 12 anos, e dependendo da companhia aérea, as crianças pagam de 50% a 75% da passagem. Porém, não esqueçam que também passam a ter cartão de milhagem e acumulam milhas. Com crianças pequenas que ainda não estão na escola, dá para fugir das férias escolares, quando tudo fica mais caro. A baixa estação é um excelente período para viajar em família. Aproveitem as diversas promoções de passagens que as companhias têm feito: a concorrência anda bastante acirrada e as companhias não param de fazer promoções. A dica é seguir no facebook certos perfis especializados em informar sobre promoções aéreas. Melhor ainda, é fazer a assinatura destes sites para receber no e-mail as promoções em primeira mão ou baixar o aplicativo gratuito, que avisa rapidamente pelo celular. Outras dicas: – Evitar viajar no final de semana. Se puderem viajar na segunda ou terça, as tarifas são melhores; – Verificar as taxas de embarque, que são as mesmas, com ou sem promoção, porém, alguns sites indicam os preços sem taxas e depois temos uma surpresa; – Verificar tempo de voo, escalas e conexões. O barato pode sair caro! Já é difícil para adultos, imaginem com crianças: sair de madrugada, fazer 2 ou 3 paradas, conexões de 5 h, etc… Pode ser que não existam opções, mas se puderem evitar essas situações, melhor. – Aproveitar as promoções de passagens com menos milhas. Aqui também vale se cadastrar nos sites para receber as promoções. – Aproveitar certas promoções pontuais de agências de viagens. VIAJAR DE ÔNIBUS OU TREM: Nas viagens de ônibus, as crianças até 5 anos não pagam se viajarem no colo dos pais ou acompanhantes. As viagens de trem são menos frequentes no Brasil, mas na Europa, as crianças com menos de 4 anos não pagam (mas não tem lugar reservado), e de 4 aos 12 anos, elas tem 50% de desconto na tarifa adulta. HOSPEDAGEM: Em muitos hotéis e pousadas crianças não pagam até os 5, 6 anos. Alguns hotéis permitem a gratuidade para crianças somente até os 2 ou 3 anos, mas ainda bem, estes são a minoria. Após os 5 anos, muitos cobram 30% pela cama extra. Existem muitas promoções com gratuidade para crianças até 12 anos, ou até mesmo para 2 crianças até 12 anos no mesmo quarto de dois adultos pagantes. A rede mundial Novotel tem o programa “Family & Novotel” que oferece gratuidade para 2 crianças até 16 anos. Outra opção em conta e prática com crianças são os apart hotéis com cozinhas, ou até alugar um apartamento, em vez de ficar em Hotel. REFEIÇÕES: Crianças não comem muito…por isso, é sempre interessante quando existem menus infantis, mais baratos e com menos comida. Ou, crianças pequenas podem até dividir o prato com os pais. PASSEIOS: Crianças muitas vezes não pagam entrada em monumentos turísticos até os 5, 6 anos. Depois, pagam meia-tarifa até os 12 anos. Na França e Europa, os museus são gratuitos para as crianças até os 18 anos. Nos Estados Unidos, até os 16 anos. Abusar dos programas gratuitos como ir a parques e parquinhos, praias, conhecer curiosidades locais, ir a Museus e Galerias com entrada franca…crianças não são exigentes, um “nada” as diverte! Usar grupos de compras. Para passeios e restaurantes é interessante procurar um grupo de compras da região ou até olhar estrangeiros (se viajar para fora do país). O principal, como para toda boa viagem (com ou sem crianças), é pesquisar e programar. Prever um orçamento, juntar um pouquinho todo mês para as férias, estabelecer e dividir as regras na família, inclusive com as crianças: quanto gastar com lembrancinhas, sorvetes e lanches.   Fonte: EBC

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