Oração contra qualquer tipo de violência
Oração de Santo Antônio Maria Claret contra qualquer tipo de violência
Oração de Santo Antônio Maria Claret contra qualquer tipo de violência
Vamos rezar juntos pedindo a Nossa Senhora Aparecida que conduza o futuro da nossa nação.
A humanidade foge cada vez mais do silêncio, e um dos motivos é o medo. Temos por vezes medo do silêncio porque confundimos silêncio com vazio. Temos receio do silêncio, fugimos dele utilizando mil artifícios: em nosso momento de oração nos perdemos nas redes sociais, em nosso tempo diário reservado ao silêncio interior conversamos animadamente com outras pessoas porque temos coisas muito ‘’urgentes’’ para resolver e que não podem esperar…não sabemos mais a diferença entre o ‘’urgente’’ e o ‘’importante’’. Há sempre muito o que fazer, o que resolver, o mundo parece que só espera por nossa ação decisiva em tantas de suas esferas. O som de palavras vazias ressoa sem cessar, os gritos animam as festas, as músicas se esvaziam de sentido com palavras por vezes até agressivas e de baixo calão. O homem não consegue calar-se, angustia-se tão logo silencia. O filósofo Pascal observou que «toda a infelicidade dos homens provém de uma só coisa: não saber ficar tranquilo num quarto» (Pensamentos, 139). Isso porque longe de Deus o silêncio torna-se um encontro com a própria miséria interior, realidade por demais dura a assumir: procura-se então a embriaguez do barulho e das múltiplas distrações para anestesiar a própria consciência. Essa reação é consequência da experiência de um silêncio vazio, que não foi preenchido por uma palavra, a Palavra que dá sentido a cada realidade do mundo porque é seu núcleo mais profundo, é sua Verdade. O Santo Padre Francisco, em uma catequese sobre São José e o silêncio, fala sobre um versículo do livro da Sabedoria que é lido durante o tempo do Natal: ‘’quando a noite estava no silêncio mais profundo, Tua Palavra desceu à terra’’. E Santo Agostinho comenta: “Na medida em que cresce em nós a Palavra- o Verbo que se fez homem- diminuem as palavras.” (Sermão 288, 5: PL 38, 1307). São João Batista, que é «a voz que clama no deserto: “Preparai o caminho do Senhor”» (Mt 3, 1), diz em relação ao Verbo: «Ele deve crescer e eu diminuir» (Jo 3, 30). «O Pai pronunciou uma palavra, e foi o Filho – comentou São João da Cruz – e ela fala sempre em eterno silêncio, e no silêncio deve ser ouvida pela alma» (Dichos de luz y amor, BAC, Madrid, 417, n. 99). >> Clique aqui para seguir o canal da “Comunidade Católica Shalom” no Whatsapp Nós todos -inclusive consagrados que devemos ser especialistas em silêncio- precisamos redescobrir a prática do silêncio, que é graça do Espírito Santo. Experimentar o gosto do silêncio, silêncio que não é vazio, mas habitado pela Trindade: “Eu encontrei o Céu na terra, o Céu é Deus e Ele mora em minha alma, e gostaria de partilhar essa Verdade com todos os que amo!” (S. Elizabeth da Trindade, Carta 122). Deus em nós, delícia eterna. Deus Vivo em nós, felicidade sem limites. Viver sob o olhar divino, ordenados por Sua Palavra Santa, e assim tantas palavras humanas que nos ferem não teriam poder algum sobre nós. O Papa Francisco ensina que o silêncio é “aquele espaço de interioridade nos nossos dias nos quais damos ao Espírito a oportunidade de nos regenerar, de nos consolar, de nos corrigir.” (Audiência Geral de 15 de dezembro de 2021) O Santo Padre continua: “Muitas vezes estamos a fazer um trabalho e quando terminamos procuramos imediatamente o celular para fazer outra coisa, somos sempre assim. E isto não ajuda, faz-nos escorregar para a superficialidade. A profundidade do coração cresce com o silêncio, um silêncio que não é mutismo, como eu disse, mas que deixa espaço à sabedoria, à reflexão e ao Espírito Santo. Por vezes temos medo dos momentos de silêncio, mas não devemos recear! O silêncio far-nos-á muito bem. » (Audiência Geral de 15 de dezembro de 2021) Sem o silêncio, até a nossa fala pode adoecer: “Sem a prática do silêncio o nosso falar adoece. De fato, as nossas palavras podem tornar-se adulação, jactância, mentira, maledicência, calúnia. É um dado da experiência que, como nos lembra o Eclesiástico, «a língua mata mais do que a espada» (28, 18).” (Papa Francisco, Audiência Geral de 15 de dezembro de 2021) Dom Fernando Areâs Rifan escreveu: “Diz o precioso livro A Imitação de Cristo: “Procura tempo oportuno para cuidar de ti e pensa, frequentemente, nos benefícios de Deus… Os maiores santos evitavam, quanto podiam, a convivência dos homens, preferindo viver a sós com Deus. Disse alguém: ‘Sempre que estive entre os homens menos homem voltei’. No silêncio e no sossego aperfeiçoa-se a alma devota e penetra os segredos das Escrituras”. (Artigo para o site da CNBB de 21/07/2023) Santo Agostinho lançou um apelo vibrante há muitos séculos, que continua de uma impressionante atualidade: “Entrai de novo em vosso coração! Onde quereis ir para longe de vós? Ao ir longe, vos perdereis. Por que vos dirigis a estradas desertas? Retornai do vosso deambular que vos levastes para fora da estrada; voltai para o Senhor. Ele está pronto. Em primeiro lugar, retornai ao vosso coração, vós que vos tornastes estranhos a vós mesmos, vagando lá fora: não vos conheceis a vós mesmos, e procurais aquele que vos criou! Voltai, retornai ao coração, desprendei-vos do vosso corpo… Retornai ao coração: ali examinai o que se pode perceber de Deus, porque ali se encontra a imagem de Deus; na interioridade do homem mora Cristo, na vossa interioridade vos renovais segundo a imagem de Deus” (InIoh.Ev.,18,10CCL36,p.186). O Cardeal Raniero Cantalamessa nos exorta: “Creio que em muitos ambientes religiosos exista o dilema: Ou o silêncio ou a morte! Ou encontramos um clima e tempos de silêncio e interioridade ou é o esvaziamento espiritual progressivo e total. Jesus chama o inferno de “as trevas exteriores” (cf. Mt 8,12) e esta designação é muito significativa.” (Pregação na quaresma de 2019 para a Cúria Romana) O Cardeal Newman, canonizado pelo Papa Francisco, disse certa vez que ‘’quanto mais perto estamos do Espírito Santo, mais silenciosos ficamos; e quanto mais nos afastamos, mais charlatães.’’ Mas não se trata de ficar calado, deixando-se morrer em um tédio que seria uma expressão
Setembro é o mês da Bíblia, sabia? Você tem costume de ler a Bíblia? Vamos hoje trazer para vocês uma forma muito conhecida e orientada pela Igreja para o estudo bíblico: a Lectio Divina! Lectio Divina tem como tradução: Leitura Divina. E leitura de onde? Da Palavra de Deus, leitura da Bíblia. A Lectio Divina possui quatro passos, que podemos comparar com a imagem de uma escada de quatro degraus, onde você vai subindo degrau a degrau para se aproximar mais de Deus. São esses os passos/degraus: leitura, meditação, oração e contemplação. Antes de começarmos a Lectio sempre devemos suplicar ao Espírito Santo de Deus, porque Ele é o autor de todas as coisas, é aquele que nos ensina, que pede em nosso favor. Nós não sabemos pedir o que convém, como vai nos dizer Romanos 8,27, mas o Espírito Santo intercede ao nosso favor. Ele é o nosso maior intercessor nesse momento. É muito interessante que no momento de oração você tenha um espaço adequado para rezar. Procure sempre ter um ícone, uma vela, um lugar silencioso, algo que vá te remeter à oração. Nós vivemos em um mundo muito barulhento, de barulhos internos e externos, e esses barulhos nos incomodam e também são barreiras para silenciar nosso interior e deixar somente o ouvido da alma aguçado. Santa Teresa D’ávila como mestra em oração nos fala: “Não é outra coisa a oração mental, ao meu ver, se não um trato de amizade. Estando muitas vezes tratando a sós com quem sabemos que nos ama.” Resumidamente, a oração mental é de fato esse trato com um amigo, com aquele que conversamos, com aquele que confidenciamos e ouvimos, com aquele que nos aproximamos a cada dia mais por meio da amizade. E essa amizade que Santa Teresa diz é a vida de oração, intimidade com Deus. LEITURA Vamos ao primeiro passo, a leitura. O que fala o texto? É a primeira pergunta. É necessário estar atento aos detalhes, ao ambiente, aos personagens, ao contexto bíblico, ao contexto histórico, a reação das pessoas, procurando saber e entender os sentimentos, as questões mais interessantes, as palavras e os textos que me chamam mais atenção. Essa parte é uma parte que mais necessita do nosso esforço, porque usa muito da nossa imaginação. É o momento de ruminar, de entender o contexto. É o momento de pesquisar palavras que talvez você não tenha o costume de ouvir sempre, procure o significados, tudo que vá te ajudar a rezar. Leia o rodapé, leia a passagem mais de uma vez. Leia duas, três, quatro vezes. Leia pausadamente. MEDITAÇÃO No segundo passo, na meditação, você vai começar a pensar: O que diz o texto de forma pessoal? Antes a pergunta foi: O que o texto diz? Agora a pergunta é: O que o texto me diz? Esse é o momento de se colocar diante da Palavra, é hora de ruminar, saborear a palavra de Deus. Na meditação vamos nos questionando, vamos confrontando a passagem com a nossa vida por meio do Espírito Santo, Ele que é o condutor de tudo, Ele que sabe aquilo que precisamos, sabe aquilo que você precisa. O que Deus quer falar para você com essa Palavra? ORAÇÃO Passando da meditação chegamos a oração. Agora a terceira pergunta é: O que o texto me faz responder ao Senhor? Se coloque na presença de Deus e peça que o próprio Espírito te convença. O que hoje você deseja responder ao Senhor diante de uma santa inquietação? Uma inquietação, não uma acusação. O Senhor não nos acusa, não nos aponta o dedo. O acusador é outro, não o Senhor. Mas ele vai te mostrar como responder a esse amor. Como corresponder a esse amor aceso de Deus e que você também precisa corresponder com essa chama. O Espírito Santo vai te ajudar nesse momento. CONTEMPLAÇÃO Um degrau vai se misturando ao outro, um passo se torna complemento do outro. O ultimo passo é a contemplação. O que a Palavra fez em mim? O que a Palavra realizou em mim? O que de fato a oração fez e mim? O próprio Deus que age na minha vida e na sua vida. Deus recebe a oração e eleva ao coração Dele. Na contemplação nós somos chamados e impelidos a sermos como o próprio Cristo. Se você ora no Espírito, esse é o momento. Ore no Espírito. Após esse momento você anota tudo que Deus falou, tudo que seja sua resposta de amor a Ele. Quando nós escrevemos nós nos comprometemos. Que sua Lectio Divina seja pela manhã, de preferência, as primícias do dia, dar as primeiras horas ao Senhor. Lance seus propósitos para o dia. E então agradeça ao Senhor por tudo que Ele fez na sua oração.
Que saudade de viver essa relação contigo e sair com a sensação de que foi tão pouco tempo porque foi tão intenso.
Do Mosteiro de Claraval, o santo irradiava a luz do cristianismo, isto também pelos escritos, como o Tratado do Amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos.
Rezemos todos os dias, a oração que Santa Teresinha rezou muitas vezes suplicando ao bom Deus pela santificação dos sacerdotes.
A jornada espiritual é uma caminhada contínua. As Sextas Moradas são um passo essencial. Confira!
A alma, confusa, pode deixar-se guiar pelos sentimentos bons, na direção do que é aparentemente bom. Conheça as 5º Moradas do Castelo Interior
Hoje, 24 de maio, a Igreja celebra Nossa Senhora Auxiliadora, a quem os católicos de todo o mundo invocam como protetora dos lares.