Papa recebe os familiares das vítimas do atentado de Nice

Neste dia 24 às 12 horas, o Papa Francisco receberá, na sala Paulo VI, os familiares das vítimas do atentado terrorista de Nice, na França – informou o Director da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke. Logo depois desse ataque que, a 14 de Julho passado, casou  85 mortos, o Papa Francisco telefonou ao Presidente da Câmara de Nice, Christian Estrosi, para lhe exprimir a sua dor pelo ocorrido. E, com toda a espontaneidade que lhe é própria, o Papa tinha perguntado o que poderia fazer para dar um mão aos familiares das vítimas. Quem faz de intermediário entre o Presidente da Câmara de Nice e o Santo Padre é Paolo Celi, Presidente da Associação “Amizade França-Itália. Ele foi nomeado Conselheiro no âmbito do Conselho Extraordinário da Metrópole Nizza-Costa Azul. A delegação dos familiares das vítimas que virão ao Vaticano, inclui o Presidente da Câmara e o próprio Paolo Celi, o qual disse que “com eles estarão todas as pessoas que deram uma mão no momento daquele trágico evento, sem alguma distinção de religião”   Fonte: Rádio Vaticano

A melhor vitória é a vida

A paralimpíada do Rio de Janeiro encerrou na noite deste domingo, 18, e reuniu atletas do mundo inteiro que competiram bravamente dentro de suas limitações físicas ou mentais. Porém, o mais importante desses vencedores são seus testemunhos e histórias de vida, superações e vitórias conquistadas pelo esporte. O para-atleta brasileiro Clodoaldo Silva, conhecido como o “tubarão paralímpico”, tem os movimentos das pernas debilitados por falta de oxigenação no cérebro durante o parto. Por necessidade, após quatro cirurgias, fez da natação sua profissão. A gaúcha Mônica Santos, é esgrimista. Aos 18 anos de idade, com sua medula comprimida, preferiu ficar paraplégica a abortar a filha. Matt Stutzman – arco e flecha, nasceu sem os membros superiores, mira o alvo com os pés e hoje é um dos melhores arqueiros do mundo. Poderia aqui citar várias outras histórias que foram transformadas por acidentes de carro, atropelamentos, doenças e muito sofrimento até chegarem pelo esporte ao pódio , e hoje são lições de vida! Diante de tantas lutas, desafios e dores destas pessoas, chamou atenção o desabafo de Marieke Vervoort, para-atleta belga do atletismo: “todo mundo me vê com a medalha de ouro, mas ninguém vê o lado obscuro”. Ela sofre de uma síndrome degenerativa que paralisa suas pernas, e pensa em recorrer à eutanásia na Bélgica, após a disputa dos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro. Papa Francisco no documento ‘Amoris laetitia’ (A Alegria do Amor), deixa bem claro que “a eutanásia e o suicídio assistido são graves ameaças para as famílias, em todo o mundo. A sua prática é legal em muitos Estados. A Igreja, ao mesmo tempo que se opõe firmemente a tais práticas, sente o dever de ajudar as famílias que cuidam dos seus membros idosos e doentes”. Em 2008, a atleta foi diagnosticada com a enfermidade, que a deixou em uma cadeira de rodas. Mas foi justamente a paixão pelo esporte que a fez superar o início difícil após receber o diagnóstico, e que lhe deu um novo sentido de vida, mas  que agora parece já não fazer tanto sentido assim, mesmo tendo tantas medalhas. Em 1 Cor 24-27 “ Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar. Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”, São Paulo motiva a todos a lutar até o final pela coroa e o prêmio certo da justiça divina. Não é fácil enfrentar tantos desafios e ser um verdadeiro atleta de Cristo, mas ao final de tudo optar,sim, pela vida, com certeza será o melhor prêmio a ser recebido.   Ângela Barroso

Conselho Consultivo: Shalom, tempo de consolidar

Consolidar. Foi esta palavra que permeou os trabalhos das lideranças das diversas missões da Comunidade Shalom no Brasil e no mundo, junto ao Conselho Geral da Comunidade, reunidos em Conselho Consultivo entre os dias 7 e 16 de setembro, em Fortaleza. Segundo, Moysés Azevedo, Fundador e Moderador Geral da Comunidade Shalom, “este é um tempo para consolidar e assim avançar ainda mais na obra evangelizadora da Comunidade”. “Consolidação” foi a palavra citada pelo Papa Francisco a Moysés Azevedo, em audiência realizada no último dia 5 de setembro, em Roma. Na ocasião, foram tratados temas como o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, o aniversário de 35 anos da Comunidade Shalom em 2017 e um novo projeto da Comunidade para evangelizar as periferias, as Escolas de Paz. Tendo manifestado sua alegria ao constatar o crescimento e a difusão da Comunidade Shalom, o Santo Padre disse vir-lhe em mente espontaneamente uma palavra: “consolidar”. Francisco afirmou ser necessário “consolidar a Comunidade para que ela possa continuar dando abundantes frutos na Igreja”. E completou: “Consolidar não significa fechar-se sobre si mesmo ou ficar preocupados consigo mesmos, mas tornar-se firme, rocha, lançar as raízes profundas na terra para que sejam, cada vez mais, fortalecidos para continuar crescendo, gerando frutos, servindo a Igreja, os jovens, as famílias, os pobres, a Comunidade”. Neste espírito, os dez dias de Conselho Consultivo foram vividos numa grande experiência de unidade. Nos trabalhos em comissões, nas participações plenárias e nas orações, os idiomas eram muitos, mas um só era o coração. O penúltimo dia foi marcado pela oração do Rosário em 12 idiomas, com pessoas de várias nacionalidades. Segundo Padre Cristiano Pinheiro, Assistente Internacional da Comunidade, “o Retiro terminou, mas nossa missão está apenas começando”. Leonardo Biondo

Convenção Shalom 2017: na expectativa do encontro com o Papa

Em uma recente audiência privada com o Papa Francisco, no Palácio Apostólico, em Roma, Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Católica Shalom, teve como assunto principal do encontro, o aniversário de 35 anos da Comunidade Shalom em 2017. O fundador falou ao pontífice sobre a Convenção que a Comunidade faz em Roma a cada 5 anos desde a aprovação pontifícia em 2012 e na oportunidade, apresentou o projeto e o convite para a participação de Sua Santidade. “Após a nossa aprovação pontifícia, entramos em discernimento, e tomamos a decisão de, a cada 5 anos, a Comunidade, na medida do possível, os seus missionários presentes no Brasil, em tantas dioceses, em todas as regiões do Brasil, mas também em mais de 26 países do mundo, nos encontrarmos em Roma e voltarmos as nossas origens e assim, renovar aos pés de Pedro a oferta de nossas vidas a Cristo em favor da evangelização dos jovens”, disse Moysés a Francisco. Na ocasião o Papa, não só aprovou o projeto, como manifestou o seu desejo de se fazer presente junto com a Comunidade na convenção. “ É desejo do meu coração corresponder a esse convite e estar com vocês”, respondeu o Papa. Portanto, temos um encontro marcado com o Papa Francisco no segundo semestre de 2017! “ Nesse encontro, os missionários da Comunidade Católica Shalom, todos nós, teremos a oportunidade de fazer a convenção em Roma e, durante um dia, poderemos nos encontrar com o Papa, representando toda a Comunidade e toda a Obra do mundo inteiro. E, juntos, conversaremos com ele, para que os nossos jovens, as nossas famílias, nossos sacerdotes, nossos celibatários, façam perguntas ao Santo Padre e, ao respondê-las, nos dar direção, nos dar orientação”, motivou Moysés aos membros da Comunidade Que juntos possamos nos animar e interceder para beber em Roma, desta graça de renovação e alegria do carisma Shalom, nos seus 35 anos de evangelização. Sua presença é valiosa na convenção Shalom em 2017! Angela Barroso

Moysés Azevedo concede entrevista à Rádio Vaticano

A emissora oficial radiofônica da Santa Sé, a Rádio Vaticano, entrevistou nesta segunda-feira, 5, o fundador e moderador geral da Comunidade Católica Shalom, Moysés Azevedo. A entrevista aconteceu após uma audiência privada que Moysés teve com o Papa Francisco no Palácio Apostólico. Confira a entrevista na íntegra em áudio e vídeo: Your browser does not support the audio element.  

Fundador da Comunidade Shalom se encontra com o Papa Francisco

Nesta segunda-feira, 5 de setembro, o Fundador e Moderador Geral da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, foi recebido por Sua Santidade Papa Francisco em audiência privada, no Palácio Apostólico, em Roma. Durante a conversa, Moysés e o Papa Francisco falaram sobre o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, o aniversário de 35 anos da Comunidade Shalom em 2017, assunto principal da audiência, e um novo projeto da Comunidade para evangelizar nas periferias. Moysés falou ao pontífice sobre a Convenção que a Comunidade faz em Roma a cada 5 anos desde a aprovação pontifícia em 2012. Apresentou-lhe o projeto para o ano de 2017 e o convite para sua participação. “O Papa ficou muito feliz, ficou muito animado com a proposta e manifestou seu grande desejo de estar junto conosco”, disse o fundador da Comunidade. A Convenção deve acontecer no segundo semestre de 2017 e os missionários da Comunidade terão a oportunidade de conversar com o santo Padre e renovar sua oferta de vida em favor da evangelização dos jovens e do mundo inteiro. O Papa enviou ainda uma mensagem para toda a Comunidade Shalom onde afirmava estar muito feliz por ver a Comunidade crescer e difundir-se. “Nos lugares que eu vou vejo e me alegro com a presença da Comunidade”, dizia ele. E acrescentou que, diante desta difusão, vinha-lhe espontaneamente a palavra CONSOLIDAR. “É necessário consolidar cada vez mais essa graça que vocês receberam de Deus, consolidar a Comunidade para que ela possa continuar dando abundantes frutos na Igreja.” Afirmou que “consolidar” não significa fechar-se sobre si mesmo ou ficar preocupados consigo mesmos, mas tornar-se firme, rocha, lançar as raízes profundas na terra para que sejam, cada vez mais, fortalecidos para continuar crescendo, gerando frutos, servindo a Igreja, os jovens, as famílias, os pobres, a Comunidade. Moysés Azevedo atualmente é consultor do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização desde de 2011 e foi por muito tempo consultor do Pontifício Conselho para os Leigos, atualmente Dicastério Família e Vida. Confira na íntegra a entrevista realizada com Moysés (obs: mantido o tom coloquial): Nesta manhã, tivemos a grande alegria e a grande oportunidade de ter uma audiência privada com o Papa Francisco. E nesta ocasião, fomos recebidos no Palácio Apostólico. Tivemos a oportunidade de agradecer ao Papa Francisco pelo Jubileu da Misericórdia, dizia ao Papa Francisco que ele podia imaginar o grande bem que este jubileu da Misericórdia estava realizando no coração da Igreja, no coração dos homens, das mulheres e especialmente no coração dos jovens, porque, através da misericórdia divina, o coração do homem pode ter esperança e pode trilhar, verdadeiramente, um caminho de conversão. Depois deste Jubileu da Misericórdia, a Igreja não será mais a mesma, com certeza será cada vez mais parecida com o seu Esposo, nosso Senhor Jesus Cristo. O Papa, como sempre, reforçou a importância deste Jubileu da Misericórdia e a importância de, como Igreja, podermos ter esta aproximação com o homem de hoje, através da misericórdia divina. Olhar, acolher, comunicar ao homem de hoje, não um moralismo externo, seco, estéril, mas o amor misericordioso que transforma e converte. Convenção Shalom 35 anos em Roma Logo em seguida, fomos para o ponto central desta audiência que foi a oportunidade de comunicar ao Papa, de pedir a sua aprovação e, mais do que isso, a sua presença, quando a Comunidade Shalom fará 35 anos no ano de 2017. Após a nossa aprovação pontifícia, entramos em discernimento, e tomamos a decisão de, a cada 5 anos, a Comunidade, na medida do possível, o seus missionários presentes no Brasil, em tantas dioceses, em todas as regiões do Brasil, mas também em mais de 26 países do mundo, América Latina, América do Norte, na Europa, na África e na Ásia, nos encontrarmos em Roma e voltarmos as nossas origens. Como vocês sabem, a Comunidade nasceu aos pés de Pedro, quando São João Paulo II visitou Fortaleza nos anos 80, e eu pude fazer a oferta da minha vida e da minha juventude para evangelizar os jovens. Em 2017, portanto, estaremos fazendo 35 anos, e vamos fazer uma Convenção em Roma. Pude, então, apresentar o projeto da Convenção ao Santo Padre, e o Santo Padre pôde aprovar. E mais do que isso, disse-nos que era desejo do seu coração corresponder a este convite e estar conosco. Portanto, nós temos um encontro marcado com o Papa Francisco em 2017! Provavelmente, no segundo semestre de 2017. Nesse encontro, os missionários da Comunidade Católica Shalom, todos nós, teremos a oportunidade de fazer a convenção em Roma e, durante um dia, poderemos nos encontrar com o Papa, representando toda a Comunidade e toda a Obra do mundo inteiro. E, juntos, conversaremos com ele, para que os nossos jovens, as nossas famílias, nossos sacerdotes, nossos celibatários, façam perguntas ao Santo Padre e, ao respondê-las, nos dar direção, nos dar orientação. E, reunidos ali, diante dele, podermos renovar a oferta da nossa vida, aos pés de Pedro. Renovar a oferta de nossas vidas a Cristo em favor da evangelização dos jovens. O Papa ficou muito feliz, muito animado com a proposta, e manifestou seu grande de sejo de estar conosco. Claro que isso só será confirmado no decorrer do tempo, mas o Papa já manifestou o desejo de estar conosco em Roma, em 2017. Então, isto já é certamente um compromisso que você pode fazer para o ano que vem, de estarmos aqui em Roma, juntos com o Papa Francisco, e renovarmos a oferta das nossas vidas. As Escolas de Paz No decorrer da audiência, também tivemos a oportunidade de falar das ações evangelizadoras da Comunidade, particularmente em relação aos jovens, da realidade da Comunidade com os sacerdotes, celibatários pelo Reino e as famílias. Famílias evangelizando os jovens e com eles evangelizando os pobres, as famílias, evangelizando o Mundo. O Papa incentivou muito a ação evangelizadora dos jovens, falou da importância de termos um olhar de misericórdia para com os jovens, de acolhê-los por que a Igreja precisa – o coração da Igreja precisa mais e mais acolher, caminhar com os jovens

A bebê que nasceu em plena missa do Papa Francisco na JMJ de Cracóvia

Enquanto o Papa falava do nascimento de Jesus, as contrações foram ficando cada vez mais fortes… Sylwia Blady não ia ver o papa Francisco em Czestochowa – mas acabou decidindo visitar o santuário de Jasna Gora por causa de sua amiga, Beata, que queria participar da missa celebrada pelo Santo Padre na última quinta-feira. Beata estava grávida de nove meses, mas ainda tinha tempo até a data prevista para o parto. As duas amigas se encontraram em Czestochowa, pegaram um bonde até a avenida da Bem-Aventurada Virgem Maria e se juntaram à imensa multidão ao amanhecer. Os fiéis esperavam com impaciência o convidado de honra, que não tardaria. Por causa do estado avançado de gestação de Beata, as amigas não tentaram abrir caminho no meio da multidão: procuraram um lugar mais tranquilo. Então… Uma contração. Depois, outra… Sylwia se preocupou, mas Beata a tranquilizou: “É alarme falso. Ainda não é o dia marcado para o nascimento”. Sylwia confiou nela. Afinal, mesmo que tivesse começado o trabalho de parto, normalmente há um bom espaço de tempo entre a primeira contração e o nascimento do bebê. A missa continuou. A primeira e a segunda leitura foram acompanhadas por outra contração. Chegou então o momento do Evangelho e da tão esperada homilia do Papa, que tratou das palavras escritas por São Paulo sobre a vinda de Deus à terra, nascido de uma mulher. Sylwia comentou, rindo, que até o Papa estava falando de nascimento, mas Beata, desta vez, não pôde rir: ela já estremecia de dor. Apesar de outra contração, no entanto, ela assegurou à sua amiga que tudo continuava sob controle. Mas Sylwia não escutou mais a homilia do Papa. Ficou repetindo em sua mente as palavras do início da missa: “Deus nascido de uma mulher”. Então ela tremeu: Deus estava a ponto de se manifestar, diante dos seus olhos, agora, em mais uma criança que vinha ao mundo! As duas amigas finalmente reconheceram o que estava acontecendo. Por obra da Providência, havia uma ambulância não muito longe dali. Ao ver aquela mulher grávida de rosto retorcido de dor, a equipe médica não teve dúvidas: examinou Beata e a levou de imediato até o hospital mais próximo. Em entrevista com a Aleteia, Sylwia relata: “Em circunstâncias normais, eu teria entrado em pânico! Mas, naquele momento, eu sentia emoções maravilhosas que não sentia fazia muito tempo! Meus olhos iam e voltavam de Beata para a imagem de Nossa Senhora de Jasna Gora e eu pensava no quanto elas se pareciam”. “Na ambulância, não me lembro de nenhuma frase séria nem de qualquer sombra de inquietação”. “A Beata queria atrasar a ambulância para receber a Santa Comunhão, mas o doutor sugeriu que eu a recebesse em sua intenção”. Sylwia ficou perto do santuário e, a pedido de Beata, recebeu a Comunhão e a ofereceu de modo especial pela sua neném. Não se sabe ao certo como, mas o Papa ficou sabendo da notícia do nascimento! Através do seu secretário, Francisco enviou a sua bênção a Beata e à sua bebezinha. Clara Francisca nasceu às 14h31, em um hospital de Czestochowa, logo antes da hora da Divina Misericórdia, eixo do pontificado do Santo Padre. Clara é o nome que os pais tinham escolhido já fazia tempo. E Francisca surgiu como segundo nome por… ora, por motivos óbvios! “Brincamos que o Santo Padre tinha que ser o padrinho”, conta Sylwia. E Sylwia também nos respondeu sobre o que sente agora. Ela acha que foi um milagre? Uma graça? Um sinal? Deixemos que ela mesma nos diga: “Para mim, é uma incrível onda de graça! Eu vou me lembrar do dia 28 de julho de 2016 como um grande dia! Esta história eu vou contar para os meus filhos. Tenho certeza de que esta jornada é um enorme dom de Deus! Eu não esperava um presente de Deus dessas dimensões: saí transformada!”. “Antes de sair de Czestochowa, eu voltei para a avenida que leva até o santuário. Elevei os olhos para admirá-lo, me enchi de gratidão e louvei o Senhor em voz alta: Glória a ti, Pai Santíssimo, ao Filho e ao Espírito Santo! Não parei de sorrir em todo o caminho de volta! Meu coração estava cheio de uma alegria nova!”. Fonte: Aleteia

Vaticano publica tema do Dia Mundial da Paz 2017

Dia Mundial da Paz é celebrado todos os anos em 1º de janeiro a pedido do Papa Paulo VI Foi publicado, nesta sexta-feira, 26, o tema da Mensagem do Papa para o 50° Dia Mundial da Paz, que se celebrará no dia 1° de janeiro de 2017. “A não-violência: estilo de uma política para a Paz”: eis o tema escolhido por Francisco para o próximo Dia Mundial da Paz, o quarto do seu Pontificado. A violência e a paz estão à origem de dois modos opostos de construir a sociedade. A difusão dos focos de violência gera experiências sociais gravíssimas e negativas. O Papa resume esta situação na expressão “Terceira guerra mundial em capítulos”. Ao invés, a paz tem consequências sociais positivas e permite um verdadeiro progresso. Devemos, portanto, agir nos espaços possíveis, negociando caminhos de paz, até mesmo onde tais caminhos parecem tortuosos ou impraticáveis. Caminho de esperança Deste modo, a “não violência” pode assumir um significado mais amplo e novo: não apenas aspiração, inspiração, rejeição moral da violência, das barreiras, dos impulsos destruidores, mas também método político realista, aberto à esperança. Trata-se de um método político fundado na primazia do direito. Se o direito e a igual dignidade de cada ser humano são salvaguardados sem discriminações e distinções. De consequência, a “não violência”, entendida como método político, pode constituir um meio realista para superar os conflitos armados. Nesta perspectiva, é importante reconhecer, sempre mais, não o direito da força, mas a força do direito. Com esta Mensagem para o Dia Mundial da Paz, o Santo Padre deseja indicar um passo ulterior, um caminho de esperança apropriado às circunstâncias históricas presentes: chegar à solução das controvérsias através das negociações, evitando que elas se degenerem em conflito armado. Atrás desta perspectiva, há também o respeito pela cultura e a identidade dos povos, portanto, a superação da ideia, segundo a qual, uma parte seja moralmente superior à outra. Mas, ao mesmo tempo, isto não significa que uma nação possa ser indiferente diante das tragédias de outras. Pelo contrário, significa reconhecer a primazia da diplomacia diante dos estrondos das armas. O tráfico mundial das armas é tão vasto a ponto de ser subestimado. O tráfico ilegal das armas sustenta muitos conflitos no mundo. A “não violência” como estilo político, pode e deve fazer muito mais para superar este flagelo. Origem O Dia Mundial da Paz teve início por desejo do Beato Paulo VI e é celebrado todos os anos no dia 1° de janeiro. A Mensagem do Papa é enviada a todas as Chancelarias do mundo e assinala as diretrizes diplomáticas da Santa Sé. Fonte: Canção Nova

Na missa de envio da JMJ, Papa convida jovens a serem mais fortes do que o mal

“Poderão considerar-vos sonhadores, porque acreditais numa humanidade nova, que não aceita o ódio entre os povos, não vê as fronteiras dos países como barreiras e guarda as suas próprias tradições, sem egoísmos nem ressentimentos. Não desanimeis! Com o vosso sorriso e os vossos braços abertos, pregais esperança e sois uma bênção para a única família humana”, disse o pontífice para mais de 1,5 milhão de jovens reunidos no Campus Misericordiae na manhã deste domingo (30) O Papa Francisco presidiu hoje na Polônia à Missa final da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2016 e desafiou os jovens católicos a acreditar numa “humanidade nova”, sem ceder às aparências ou ao egoísmo. “Não vos deixeis anestesiar a alma, mas apostai no amor belo, que requer também a renúncia e um ‘não’ forte ao doping do sucesso a todo o custo e à droga de pensar só em si mesmo, nas próprias comodidades”, realçou, na homilia da celebração que, segundo a organização, reuniu mais de 1,5 milhões de participantes no ‘Campus da Misericórdia’, um espaço ao ar livre situado 15 km a sul de Cracóvia. Francisco partiu de um episódio narrado no Evangelho, em que um homem chamado Zaqueu sobe a uma árvore para ver Jesus e acaba por recebê-lo em sua casa, convertendo-se. “O encontro com Jesus muda a sua vida, como sucedeu ou pode sucede cada dia com cada um de nós”, observou. O Papa defendeu que os jovens católicos devem saber viver sem tristeza nem pensamentos negativos sobre si próprios, fugindo das “liturgias mundanas do aparecer, da maquilhagem da alma”. “Tu és importante! E Deus conta contigo por aquilo que és, não pelo que tens: a seus olhos, não vale mesmo nada a roupa que vestes ou o telemóvel que usas; não Lhe importa se andas na moda ou não, importas-Lhe tu. A seus olhos, tu vales; e o teu valor é inestimável”, apontou. A intervenção falou da tristeza como um “um vírus que infecta e bloqueia tudo” e apresentou o “segredo da alegria”: “Não apagar a boa curiosidade, mas colocar-se em jogo, porque a vida não se deve fechar numa gaveta”. “Perante Jesus, não se pode ficar sentado à espera de braços cruzados; a Ele que nos dá a vida, não se pode responder com um pensamento ou com uma simples SMS”, prosseguiu o Papa. Francisco afirmou depois que a fé na misericórdia e numa humanidade nova, “que não aceita o ódio entre os povos, não vê as fronteiras dos países como barreiras”, pode levar a que muitos se riam dos jovens católicos e os vejam como “sonhadores”, mas pediu-lhes que “não desanimem”. O Papa realçou depois a importância da Confissão na vida espiritual dos católicos. “Fiai-vos na recordação de Deus: a sua memória não é um disco rígido que grava e armazena todos os nossos dados, mas um coração terno e rico de compaixão, que se alegra em eliminar definitivamente todos os nossos vestígios de mal”, recomendou. No final da JMJ 2016, iniciada na terça-feira, Francisco disse que este evento deve continuar agora na casa de cada um. “Rezemos em silêncio, fazendo memória, agradecendo ao Senhor que aqui nos quis e encontrou”, concluiu. Antes da Missa, o Papa abençoou duas estruturas de solidariedade – um centro de dia para idosos e um centro da Cáritas – que vão ficar como testemunho da JMJ 2016, cujo tema foi a misericórdia. Já no início da celebração, foi anunciado que os participantes neste evento vão oferecer uma ambulância à Cáritas do Líbano, para ajudar no apoio aos refugiados sírios no país. Fonte: Ecclesia

Panamá sediará próxima Jornada Mundial da Juventude, em 2019

O Papa anunciou hoje que o Panamá vai acolher a próxima edição internacional das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), em 2019 Esta é a quarta vez que a JMJ é acolhida por uma cidade americana, mas a primeira em que vai decorrer na América Central. “A providência de Deus precede-nos sempre. Pensai que já decidiu qual será a próxima etapa desta grande peregrinação iniciada em 1985 por São João Paulo II. E, por isso, é com alegria que vos anuncio que a próxima Jornada Mundial da Juventude – depois das duas a nível diocesano – será em 2019, no Panamá”, disse Francisco, antes da conclusão da Missa de encerramento da JMJ 2016, que decorreu desde terça-feira na cidade polaca de Cracóvia. O anúncio foi saudado por uma delegação de jovens panamianos, com bandeiras do país, que estavam junto ao altar, para assinalar o momento. O Panamá é o país com maior percentagem de católicos na América Central: os cerca de 2,6 milhões de batizados representam 80% da população; a Igreja Católica está organizada, territorialmente, nesta nação, em oito dioceses. Em 2015, o Papa criou cardeal o bispo D. José Luis Lacunza Maestrojuán, de David (Panamá). O presidente panamiano, Juan Carlos Varela Rodriguez, marcou presença em vários dos eventos da JMJ em Cracóvia, incluindo a Missa conclusiva. No final da JMJ 2016, o Papa quis agradecer a todo os que contribuíram para o seu “bom êxito” e aos jovens que encheram Cracóvia com o “entusiasmo contagiante” da sua fé. “Foi uma oxigenação espiritual, para poderdes viver e caminhar na misericórdia quando voltardes aos vossos países e às vossas comunidades”, disse, no ‘Campus da Misericórdia’, espaço ao ar livre que acolheu os eventos finais da JMJ de Cracóvia. “Pela intercessão de Maria, invocamos o Espírito Santo para que ilumine e sustente o caminho dos jovens, na Igreja e no mundo, a fim de serdes discípulos e testemunhas da Misericórdia de Deus”, concluiu. As JMJ nasceram por iniciativa de João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude. Este é um acontecimento religioso e cultural que reúne jovens de todo o mundo durante uma semana. Cada JMJ realiza-se, anualmente, a nível diocesano no Domingo de Ramos, alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos numa grande cidade: em 1987, Buenos Aires (Argentina); em 1989, Santiago de Compostela (Espanha); em 1991, Czestochowa (Polónia); em 1993 em Denver (EUA); em 1995, Manila (Filipinas); em 1997, Paris (França); em 2000, Roma (Itália); em 2002, Toronto (Canadá); em 2005, Colônia (Alemanha); em 2008, Sidney (Austrália); em 2011, Madrid (Espanha); Rio de Janeiro (Brasil), em 2013; e Cracóvia (Polónia), em 2016. Fonte: Ecclesia

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