Vaticano, 8 de junho – capital da oração pela paz na Terra Santa

No próximo domingo dia 8 de Junho o Vaticano será a capital da oração pela paz na Terra Santa. Estarão na Santa Sé para rezar juntos pela paz o presidente palestiniano Mahmoud Abbas e o presidente israelita, Shimon Perez. Respondem, assim, afirmativamente ao convite do Papa Francisco, na sua Peregrinação à Terra Santa, para se unirem ao Santo Padre numa oração pela paz. Recordamos os principais momentos desta iniciativa do Papa Francisco que na tarde do próximo domingo de Pentecostes atrairá as atenções do mundo para as preces de uma oração inter-religiosa.   O Papa Francisco na sua viagem apostólica à Terra Santa apresentou-se como um peregrino da paz e recordou esse facto na primeira audiência geral de quarta-feira 28 de maio, logo após a peregrinação: “Fi-lo sempre como peregrino, no nome de Deus e do homem, levando no coração uma grande compaixão pelos filhos daquela Terra que há demasiado tempo convivem com a guerra e têm o direito de conhecer finalmente dias de paz!” Nesse mesmo momento na Praça de S. Pedro o Santo Padre reafirmou o convite que tinha formulado aos presidentes israelita e palestiniano para rezarem com ele no Vaticano pela paz: “… convidei o Presidente de Israel e o Presidente da Palestina, homens de paz e artífices de paz, a virem ao Vaticano rezarem juntos comigo pela paz.” No voo de regresso a Roma após a sua Peregrinação à Terra Santa, o Papa Francisco, em conferência de imprensa, referiu-se ao significado da sua iniciativa, afirmando que “será um encontro de oração. Não será um encontro para fazer uma mediação ou buscar soluções”. O Santo Padre sublinhou que se reunirão somente para rezar. Mas afirmou acreditar que “a oração seja importante e rezar juntos sem fazer discussões de outro tipo” é uma ajuda concreta. O Papa Francisco revelou rezar muito para que estes dois líderes políticos e estes dois governos tenham a coragem de andar em frente. O convite para a oração pela paz foi feito pelo Santo Padre ao presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, depois da Missa celebrada na Praça da Manjedoura, em Belém, no domingo 25 de maio e foi depois repetido ao presidente israelita, Shimon Perez, no dia seguinte, no encontro realizado na residência presidencial, em Jerusalém. Para melhor compreendermos o ambiente que rodeia esta oração pela paz do próximo domingo dia 8, recordemos as principais mensagens do Papa Francisco na sua Peregrinação à Terra Santa em que invoca e propõe caminhos para a paz entre Israel e a Palestina e para todo o Médio Oriente. Na tarde de sábado dia 24 e maio o Papa Francisco celebrou a Eucaristia no Estádio Internacional de Amã para cerca de 30 mil fiéis,1400 dos quais eram crianças que comungaram pela primeira vez. Logo aí o Papa Francisco apelou para a paz valorizando o valor testemunhal da paz e rezou para que o Espírito Santo cure as feridas dos erros, das incompreensões e das controvérsias: “Quanta necessidade tem o mundo de nós como mensageiros de paz, como testemunhos de paz! É uma necessidade que o mundo tem. Também o mundo pede-nos para fazermos isto: levar a paz, dar testemunho de paz!” “A Ele pedimos para preparar os nossos corações ao encontro com os irmãos para além das diferenças de ideias, língua, cultura, religião; para ungir todo o nosso ser com o óleo da sua misericórdia que cura as feridas dos erros, das incompreensões, das controvérsias; a graça de nos enviar com humildade e mansidão pelos caminhos difíceis, mas fecundos da procura da paz. Amén!” Ainda no dia 24 o Papa Francisco foi para Betânia para além do Jordão ao local onde foi batizado Jesus, onde se encontrou com refugiados e jovens portadores de deficiência. Ali voltou a fazer um forte apelo para a paz na Síria e para a conversão dos violentos: “Cessem as violências e seja respeitado o direito humanitário, garantindo a necessária assistência à população sofredora! Seja abandonada, por todos, a pretensão de deixar às armas a solução dos problemas e volte-se à via das negociações.” “Deus converta os violentos! Deus converta aqueles que têm projetos de guerra! Deus converta aqueles que fabricam e vendem armas e reforce os corações e as mentes dos operadores de paz e os recompense com a sua benção.” No domingo, dia 25 de maio, o Papa Francisco celebrou Missa em Belém, na Palestina, numa Praça da Manjedoura repleta de fiéis. De referir que no percurso para a Missa o Papa Francisco parou junto ao muro que separa Israel da Cisjordânia para rezar. A imagem desse momento correu todas as televisões internacionais e agências de notícias marcando um importante momento de atenção para a situação política na Palestina através da Peregrinação do Santo Padre à Terra Santa. Na sua homilia o Santo Padre comentou as palavras que os anjos dirigiram aos pastores, convidando-os a correrem a Belém a adorar o Menino Deus: “Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”. “Também hoje as crianças são um sinal – fez notar o Papa. Sinal de esperança, sinal de vida, mas também sinal de diagnóstico (disse), para compreender o estado de saúde duma família, duma sociedade, do mundo inteiro. Quando as crianças são acolhidas, amadas, protegidas, tuteladas, a família é sadia, a sociedade melhora, o mundo é mais humano”. No final da Missa e na sua mensagem antes da oração do Regina Coeli, o Santo Padre lançou um convite direto aos Presidentes da Palestina e de Israel, a invocarem juntos a paz, disponibilizando-se a acolhê-los no Vaticano para tal iniciativa. O Papa Francisco disse textualmente isto que passamos a ouvir: Neste Lugar, onde nasceu o Príncipe da Paz, desejo fazer um convite a Vossa Excelência, Senhor Presidente Mahmoud Abbas, e ao Senhor Presidente Shimon Peres para elevarem, juntamente comigo, uma intensa oração, implorando de Deus o dom da paz. Ofereço a minha casa, no Vaticano, para hospedar este encontro de oração. Todos desejamos a paz; tantas pessoas a constroem dia a dia com pequenos gestos;

Papa: “Igreja não é para uniformizadores, alternativos ou aproveitadores”

A Igreja “não é rígida”, “é livre”. Foi o que destacou o Papa Francisco na Missa desta manhã na Casa Santa Marta. Na sua homilia, o Pontífice advertiu para três grupos que se declaram cristãos: os “uniformizadores”, os “alternativos” e os “aproveitadores”. Para eles, a Igreja não é casa própria, mas vivem de aluguel: Jesus reza pela Igreja e pede ao Pai que entre os seus discípulos “não existam divisões e brigas”. Muitos afirmam que pertencem à Igreja, mas estão com um pé dentro e outro fora. Deste modo, se outorgam a possibilidade de estar em ambos os lugares, “dentro e fora”. “Para essas pessoas, a Igreja não é a casa deles. É um aluguel. E falou de três grupos, começando por aqueles que querem que todos sejam iguais na Igreja: “A uniformidade. A rigidez. São rígidos! Não têm aquela liberdade que o Espírito Santo dá. E confundem aquilo que Jesus pregou no Evangelho com a doutrina deles de igualdade. E Jesus nunca quis que a sua Igreja fosse rígida. Nunca. E essas pessoas, por esta atitude, não entram na Igreja. Declaram-se cristãos, católicos, mas sua atitude rígida os afasta da Igreja”. Outro grupo – prosseguiu – é formado pelos que sempre têm uma ideia própria, “que não querem que seja como a da Igreja, têm uma alternativa”. O Papa os definiu alternativos: “Eu entro na Igreja, mas com esta ideia, com esta ideologia. E assim sua pertença à Igreja é parcial. Também eles têm um pé fora da Igreja. Também para eles a Igreja não é casa própria. Alugam a Igreja a um certo ponto. Eles não estavam presentes no início da pregação evangélica! Pensemos nos gnósticos que o Apóstolo João repreende fortemente ‘Somos… sim católicos, mas com essas ideias’. Uma alternativa. Não compartilham aquele sentimento próprio da Igreja”. O terceiro grupo, disse, é formado por aqueles “que se dizem cristãos, mas não entram no coração da Igreja. São os “aproveitadores”, que querem tirar vantagem, que acabam fazendo “negócios na Igreja”. “Aproveitadores, nós os conhecemos bem, existem desde o início: Simão o mago, Ananias e Safira, que aproveitavam da Igreja para seus interesses próprios”. Nós os vimos em comunidades paroquiais, dioceses, congregações religiosas, em benfeitores da Igreja… são muitos! Vangloriam-se de serem benfeitores, mas do outro lado da mesa, fazem seus negócios. Eles também não sentem a Igreja como mãe, como sua. Jesus disse: “Não, a Igreja não é rígida, uma ou única: a Igreja é livre!”. Francisco prosseguiu assim sua reflexão: “Existem muitos carismas, há uma grande diversidade de pessoas e dons do Espírito!”. O Senhor nos diz: “Se quiser entrar na Igreja, que seja por amor, para dar todo o coração e não para fazer lucrar com seus negócios”. “A Igreja não é uma casa para se alugar, é uma casa onde se vive, como uma mãe”. O Papa reconhece que isso não é fácil, porque “as tentações são muitas”, mas evidenciou que “a unidade na Igreja, na diversidade, na liberdade e na generosidade, é dever exclusivo do Espírito Santo, que faz unidade, que é harmonia na Igreja”. “Todos somos diferentes: não somos iguais, graças a Deus, senão seria um inferno!”. Continuando, Francisco lembrou que “somos chamados à docilidade ao Espírito Santo, e esta docilidade é a virtude que nos salva de sermos rígidos, interesseiros ou aproveitadores na Igreja”. “A docilidade, explicou finalizando, é o que transforma a Igreja de casa de aluguel em casa própria”. “Que o Senhor – invocou o Pontífice – nos envie o Espírito Santo para trazer esta harmonia em nossas comunidades, paróquias e movimentos, porque como dizia um Pai da Igreja: é o Espírito a própria harmonia”. Fonte: Rádio Vaticano 

Papa na Audiência Geral: ter piedade não é fazer cara de santo, mas servir os irmãos

Segundo o Papa Francisco, a piedade ajuda-nos a viver como irmãos, tornando-nos capazes de alegrar-nos com quem se alegra, chorar com quem chora, estar próximo de quem está só ou angustiado, corrigir quem está no erro, consolar quem está aflito, acolher os mais necessitados Cerca de 40 mil fiéis lotaram a Praça S. Pedro esta manhã para a Audiência Geral. Sob um sol de verão, o Papa percorreu toda a Praça a bordo do seu papamóvel por cerca de 30 minutos para saudar a multidão em festa. Nesta quarta-feira, o pontífice retomou sua catequese sobre os dons do Espírito Santo, para falar desta vez sobre a piedade – “dom que muitas vezes é incompreendido ou considerado de modo superficial”, disse o Papa. É preciso esclarecer logo que este dom não se identifica com sentir compaixão por alguém, mas indica a nossa pertença a Deus e o nosso elo profundo com Ele – um elo que dá sentido à nossa vida, explicou. Longe de ser um dever ou imposição, a piedade garante que a nossa relação com Deus brote genuinamente do nosso coração: o Espírito Santo nos leva a perceber a presença de Deus e todo o seu amor, o que suscita em nós gratidão e louvor, e nos faz viver como seus filhos. Por outro lado, se a piedade nos faz crescer na relação e na comunhão com Deus, ao mesmo tempo nos ajuda a dirigir este amor também aos outros. E então seremos movidos por sentimentos de piedade – não de pietismo! – Por que não digo pietismo? Porque algumas pessoas pensam que ter piedade é fechar os olhos e fazer cara de santo. Fazer de conta que é um santo. Mas este não é o dom da piedade. É o que nos torna capazes de alegrar-nos com quem se alegra, chorar com quem chora, estar próximo de quem está só ou angustiado, corrigir quem está no erro, consolar quem está aflito, acolher quem passa necessidade. Há uma relação muito estreita entre o dom da piedade e da mansidão, que nos faz tranquilos, pacientes, em paz com Deus: a serviço com mansidão dos outros. O Papa então concluiu: Peçamos ao Senhor que o dom do seu Espírito possa vencer o nosso temor e as nossas incertezas, e também o nosso Espírito inquieto, impaciente. E possa nos tornar testemunhas alegres de Deus e do seu amor, adorando o Senhor em verdade e também nos serviços ao próximo, com mansidão e com o sorriso que sempre nos dá na alegria o Espírito Santo. Que Ele nos dê a todos este dom da piedade. Entre os inúmeros fiéis e peregrinos oriundos de várias partes do mundo, do Brasil havia grupos de Brasília e do Caminho neocatecumenal de São Carlos e Jundiaí (SP), que assim foram saudados por Francisco: Queridos amigos vindos de Angola, do Brasil e outros países de língua portuguesa: sejam bem-vindos! Diante dos desafios e dificuldades da vida, peçamos ao Senhor o dom da piedade, para que possamos permanecer sempre firmes no testemunho alegre da nossa fé cristã. Que Deus vos abençoe! O Pontífice saudou de modo especial os jovens poloneses reunidos em Lednica, para renovar sua adesão a Cristo e à Igreja. “Queridos jovens, sejam corajosos! Respondam com entusiasmo ao amor de Deus como filhos prediletos. Que S. João Paulo II, que iniciou com vocês o caminho de Lednica 18 anos atrás, os guie e lhes obtenha todas as graças necessárias para que suas vidas sejam plenas e generosas.” Fonte: Rádio Vaticano

Shalom participa de evento arquidiocesano do Dia das Comunicações Sociais

Em alusão ao 48º Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Comissão para a Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de São Luís promoveu neste domingo (1) uma manhã de atividades. O encontro reuniu cerca de 50 participantes, entre eles, membros do Setor de Comunicação da Comunidade Católica Shalom em São Luís. A programação do evento, realizado no Salão Paroquial da Igreja de São José e São Pantaleão, no Centro, trouxe momentos de oração, partilha de experiências, palestras sobre a relação ‘Igreja e Comunicação’ e sobre a Carta do Papa Francisco para a ocasião. O encontro foi encerrado com Missa pelos comunicadores, presidida por dom José Belisário, arcebispo de São Luís. Apesar da greve do transporte coletivo de São Luís, o evento conseguiu reunir membros das Pastorais da Comunicação de diversos pontos da arquidiocese, como santuários e paróquias. Para a coordenadora do Setor de Comunicação Shalom em São Luís, Adriana Garros, a comunicação se tornou muito importante, não só para a Comunidade Shalom, mas para toda a Igreja. “Com o avanço do uso das redes sociais, a evangelização ganhou novo impulso: hoje conseguimos alcançar pessoas que antes para nós parecia impossível. Enquanto Sistema de Comunicação Shalom, buscamos a profissionalização, para que a evangelização seja cada dia mais eficaz, a fim de que mais e mais pessoas tenham acesso à Verdade do Evangelho”. “O evento foi muito oportuno, pois colocou em destaque a importância das iniciativas de comunicação da Igreja para o anúncio da Boa Nova, além de ter promovido a unidade de todas essas iniciativas no seio da arquidiocese, contando com o apoio do arcebispo de São Luís, dom Belisário. Espero que encontros como esse se repitam em nosso Estado”, destacou a jornalista Zaíra Almeida, também do Setor de Comunicação do Shalom. Carta – A “Comunicação a serviço de uma autêntica cultura do encontro” foi a temática proposta pelo Papa Francisco para o Dia Mundial das Comunicações Sociais deste ano. No Concilio Vaticano II, a data ficou instituída, mais precisamente pelo Decreto Conciliar Inter Mirifica, de 1963. Durante o encontro, a reflexão da carta do papa foi conduzida pelo padre Gutembreg Feitosa, membro da Comissão para a Pastoral da Comunicação da arquidiocese e pároco solidário do Santuário de São José de Ribamar. Padre Gutemberg convidou os participantes a relembrarem momentos e atitudes do Papa Francisco que remetessem à proposta da ‘Cultura do Encontro’, tão pregada pelo pontífice. Em sua carta, o Papa convoca todos os cristãos a uma reflexão sobre meios de comunicação, especialmente acerca das mídias sociais. Os temas Internet e Redes Sociais têm sido, nos últimos anos, frequentes nas mensagens promulgadas para essa ocasião. O Papa Francisco dá continuidade à temática, chamando a atenção para o uso dessas novas ferramentas, que “podem ajudar a sentir-nos mais próximos uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade”. Missa – O evento foi encerrado com a celebração da Missa pelos Comunicadores, na Igreja de São José e São Pantaleão. Dom Belisário estava em visita pastoral à Paróquia de São José do Bonfim, porém, fez questão de celebrar a missa junto aos comunicadores da arquidiocese. Na homilia, falou sobre a relação entre a festa litúrgica da Ascensão do Senhor e os Meios de Comunicação, frisando a importância dos meios de comunicação para a sociedade atual. Segundo o arcebispo, “estamos vivendo um tempo privilegiado em que o mundo está interligado, porque nos comunicamos com facilidade. Mas quando andamos nas ruas ainda encontramos uma desigualdade de condições muito grande”. Dom Belisário destacou também a ‘Cultura do Encontro’, pregada e vivida pelo Papa Francisco, como alternativa para a unidade dos cristãos. Ao fim da celebração, a Comunicação da Arquidiocese de São Luís foi consagrada a Nossa Senhora Aparecida. Articulações – Ainda para este ano, a Comissão para a Pastoral da Comunicação prevê o início de encontros que devem refletir sobre o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que foi lançado em maio deste ano. Além dessa atividade, deve acontecer no período de 24 a 26 de outubro o I Encontro Arquidiocesano de Comunicadores, reunindo representantes de todas as paróquias, institutos e comunidades para um momento de articulação e reflexão sobre as diretrizes de atuação da Pastoral da Comunicação e grupos semelhantes na arquidiocese. Com informações da Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de São Luís  

Papa responde cartas de 500 jovens detentos americanos

“É na escolha de se ajoelhar até a população que a sociedade tem negligenciado que encontramos a presença de Deus”, disse o Papa. Nos Estados Unidos, 500 jovens que se encontram em prisão perpétua escreveram uma carta ao Papa Francisco. Em sua resposta, o Papa disse que ficou “profundamente comovido” com o que os jovens detentos tinham contado e prometeu acompanhá-los na oração. O Pe. Michael Kennedy, americano e jesuíta, diretor executivo do Jesuit Restorative Justice Initiative, foi quem recolheu as 500 cartas para enviar ao Papa. O mesmo padre levou, na última Quinta-Feira Santa, os noviços para lavarem os pés dos menores detentos no reformatório de Los Angeles, seguindo o exemplo do Papa Francisco, que lavou os pés dos detentos de Roma em 2013. Com o ato do sacerdote, os detentos escreveram cartas para o Papa e, para a surpresa do Pe. Kennedy, o Papa respondeu. Na carta, Francisco escreveu: “Fiquei muito emocionado ao ler as cartas que você me enviou dos jovens do reformatório, e por saber que estávamos próximos em espírito durante a noite do lava-pés, na Quinta-feira Santa”. “Quando li a carta do Papa, fiquei muito emocionado. Pensei no que Dorothy Day (jornalista estadunidense, ativista social, anarquista, que posteriormente se converteu ao catolicismo), disse enquanto trabalhava nas periferias: ‘O trabalho com os pobres é um amor severo e terrível’. Muitas vezes sentimos como se estivéssemos perdendo. Estar nas periferias traz seu próprio isolamento”, escreveu Pe. Kennedy ao jornal americano The Tidings. Assim que recebeu as cartas dos detentos, o Papa Francisco comunicou que as tinha recebido e determinou que cada preso receberia uma cópia de sua resposta ao Pe. Kennedy. Em uma carta simples, o Papa Francisco afirmou que “é na escolha de se ajoelhar até a população que a sociedade tem negligenciado que encontramos a presença de Deus. Com seu gesto, ele mostra onde nós devemos servir. Ao invés de fugir daqueles que não estão saudáveis, devemos correr até aqueles que precisam de cura”. Fonte: Aleteia

Francisco nesta manhã: Jesus reza por nós, mostrando ao Pai as suas chagas

Jesus reza por cada um de nós , mostrando ao Pai as suas chagas – esta foi a mensagem principal do Papa Francisco na Missa em Santa Marta na manhã desta terça-feira. As leituras do dia ofereceram ao Santo Padre uma ocasião para abordar a oração de intercessão. A leitura dos Atos dos Apóstolos, quando Paulo deixa Mileto fazendo um discurso intenso e comovente e o Evangelho de S. João que nos revela a oração sacerdotal de Jesus no Getsemani antes de começar a sua Paixão foram os estímulos de reflexão do Papa Francisco na sua homilia, na qual afirmou que Jesus reza por nós e nos defende perante o Pai: “O apóstolo João, pensando nestas coisas e falando de nós que somos tão pecadores, diz: ‘Não pequeis, mas se algum de vós peca, sabeis que temos um advogado perante Deus, alguém que reza por nós e que nos defende perante o Pai, justifica-nos’. Creio que devemos pensar tanto nesta verdade, nesta realidade: neste momento Jesus está a rezar por mim. Eu posso andar para a frente na vida porque tenho um advogado que me defende e se eu sou culpado e tenho tantos pecados… é um bom advogado defensor este e falará ao Pai de mim.” “Não fala: ama. Mas há uma coisa que Jesus faz, hoje, estou seguro que a faça. Faz ver ao Pai as suas chagas e Jesus, com as suas chagas, reza por nós como se dissesse ao Pai: ‘Mas Pai este é preço deles! Ajuda-os, protege-os. São os teus filhos que eu salvei com isto’. De outra forma, não se percebe porque Jesus depois da Ressurreição teve este corpo glorioso, belíssimo – não tinha escoriações, feridas de flagelação, todo lindo – mas tinha as chagas. As cinco chagas. Por que é que Deus as quis levar para o céu? Por quê? Para rezar por nós. Para fazer ver ao Pai o preço: ‘Este é o preço, agora não os deixes sós. Ajuda-os.” O Papa Francisco sublinhou no final da sua homilia que devemos ter esta fé de que Jesus intercede por nós, por cada um de nós: “ ‘Jesus reza por mim. Faz ver ao Pai as tuas chagas que também são minhas, são as chagas do meu pecado. São as chagas do meu problema neste momento’. Jesus intercessor apenas mostra ao Pai as suas chagas. E isto sucede hoje, neste momento. Tomemos a palavra que Jesus disse a Pedro: ‘Pedro, eu rezarei por ti para que a tua fé não diminua’.” Fonte: Rádio Vaticana

Discurso do Papa para 37ª Convocação Nacional da Renovação Carismátia Católica

DISCURSO Papa Francisco fala aos participantes da 37ª Convocação Nacional da Renovação Carismática Católica Domingo, 1º de junho de 2014 Boletim da Santa Sé Tradução: Liliane Borges Queridos irmãos e irmãs ! Eu os agradeço pela acolhida. Certamente alguém falou para os organizadores que eu gosto muito dessa música, “Vive Jesus, o Senhor”. Quando eu celebrava na catedral de Buenos Aires a Missa com a Renovação Carismática, após a consagração, e depois de alguns segundos de adoração em línguas, cantávamos esta canção com tanta alegria e com força, como vocês cantaram hoje. Obrigado! Senti-me em casa! Agradeço a Renovação no Espírito, o I’CCRS e a Fraternidade Católica,  por este encontro com vocês, que me dá tanta alegria. Agradeço também a presença dos primeiros que tiveram uma forte experiência do poder do Espírito Santo, creio que a Paty esteja aqui… Vocês, Renovação Carismática, receberam um grande presente do Senhor. Vocês nasceram de um desejo do Espírito Santo como “uma corrente de graça” na Igreja e para a Igreja. É isto que os define: “uma corrente de graça”. O primeiro dom do Espírito Santo, qual é? O dom de si mesmo, que é amor e te faz apaixonar-se por Jesus.  E este amor muda a  vida. Por esta razão, se diz “nascer de novo para a vida no Espírito”. Como Jesus disse a Nicodemos. Vocês  receberam  o grande dom da diversidade dos carismas, a diversidade que leva à harmonia do Espírito Santo, ao serviço da Igreja. Quando penso em vocês carismáticos, me vem a mesma imagem da Igreja, mas de um modo particular: penso em uma grande orquestra, na qual, cada instrumento é diferente do outro, e também as vozes são diferentes, mas todos são necessários para a harmonia da música. São Paulo nos diz, no capítulo 12 da Primeira Carta aos Coríntios. Portanto, como é uma orquestra, ninguém na Renovação pode pensar em ser mais importante ou maior que o outro, por favor ! Porque, quando alguém de vocês pensa que é mais importante que o outro, maior que o outro, começa a peste! Ninguém pode dizer: “Eu sou o chefe”. Vocês, como toda a Igreja, tem um só chefe, um só Senhor: o Senhor Jesus. Repitam comigo: Quem é o chefe da Renovação? O Senhor Jesus! Quem é o chefe da Renovação? (Os participantes repetem) O Senhor Jesus! E podemos dizer isso com a potência que nos dá o Espírito Santo, porque ninguém pode dizer: “Jesus é o Senhor”, sem o Espírito Santo. Como vocês devem saber – porque as notícias correm – nos primeiros anos da Renovação Carismática, em Buenos Aires, eu não amava muito esses carismáticos. E eu dizia a eles: “Parecem uma escola de samba!”.  Eu não partilhava da maneira deles rezarem  e  tantas coisas novas que estavam acontecendo na Igreja. Depois disso, eu comecei a conhecê-los e eu finalmente entendi o bem que a Renovação Carismática faz a Igreja. E essa história, que vai desde “escola de samba” para a frente, termina de uma forma especial: alguns meses antes de participar no Conclave, fui nomeado pela Conferência Episcopal,  o assistente espiritual da Renovação Carismática na Argentina. A Renovação Carismática é uma grande força no serviço do Evangelho, na alegria do Espírito Santo. Você receberam o Espírito Santo que os fez descobrir o amor de Deus por todos os seus filhos e o amor pela Palavra. Nos primeiros tempos diziam que vocês carismáticos estavam sempre com uma Bíblia, o Novo Testamento … Vocês ainda  fazem isso? [A multidão] Sim! Eu não tenho tanta certeza! Se não, voltem a este primeiro amor, sempre levar no bolso, na bolsa, a Palavra de Deus! E ler um trecho. Sempre com a Palavra de Deus. Vocês, o povo de Deus, o povo da Renovação Carismática, tenham cuidado para não perder a liberdade que o Espírito Santo vos deu! O perigo para a Renovação, como costuma dizer sempre, o nosso querido padre Raniero Cantalamessa, é a organização excessiva: o perigo de organização excessiva. Sim, vocês precisam de organização, mas não percam  a graça de deixar Deus ser Deus! “No entanto, não há maior liberdade do que deixar-se guiar pelo Espírito, renunciando a calcular e controlar tudo, e permitir que Ele nos ilumine, nos guie, nos oriente, nos impulsione para onde Ele quer. Ele sabe o que é necessário em todas as épocas e em todos os momentos. Isso significa ser misteriosamente fecundo!” (Exortação Evangelii Gaudium, 280). Um outro perigo é o de tornarem-se “controladores” da graça de Deus. Muitas vezes, os responsáveis (eu gosto mais do nome de “servos”) de algum grupo ou algumas comunidades tornam-se, talvez inconscientemente, os administradores da graça, decidindo quem pode receber o oração da efusão no Espírito e quem não pode. Se alguém faz assim, por favor, não façam mais isso, não faça mais isso! Vocês são dispensadores da graça de Deus, e não controladores! Não imponham uma alfândega ao Espírito Santo! Nos Documentos de Malines, vocês têm um guia, um percurso seguro para não errar o caminho. O primeiro documento é: Orientação teológica e pastoral (1). O segundo é: Renovação Carismática e Ecumenismo, escrito pelo Cardeal Suenes, grande protagonista do Concílio Vaticano II. O terceiro é: Renovação Carismática e serviço ao homem, escrito pelo Cardeal Suenes e por Dom Helder Câmara. Este é o percurso de vocês: evangelização, ecumenismo espiritual, cuidado com os pobres e necessitados e acolhida dos marginalizados. E tudo isso tendo como base a adoração! O fundamento da Renovação é adorar a Deus! Me pediram para dizer o que o Papa espera da Renovação. A primeira coisa é a conversão ao amor de Jesus que muda a vida e faz do cristão uma testemunha do Amor de Deus. A Igreja espera esse testemunho de vida cristã e o Espírito nos ajuda a viver a coerência do Evangelho para a nossa santidade. Espero de vocês que partilhem com todos, na Igreja, a graça do Batismo no Espírito Santo (expressão que se lê nos Atos dos Apóstolos). Espero de vocês uma evangelização com a

Papa à Renovação Carismática: não percam a graça de deixar Deus ser Deus

Uma multidão em festa acolheu na tarde deste domingo o Papa Francisco no Estádio Olímpico de Roma, para celebrar os 37 anos da Renovação Carismática italiana. O Presidente do Movimento, Salvatore Martinez, deu as boas-vindas ao Pontífice, afirmando que o Olímpico hoje não é palco de um jogo de futebol, com os times da Roma, da Lácio ou do São Lourenço (da Argentina). Mas há sempre uma equipe, a dos discípulos de Jesus, cujo técnico é o Espírito Santo e o capitão é o Papa Francisco. “A estratégia de jogo é maravilhosa. Colocando em campo a fé, a vitória de Jesus está garantida”, disse ele. Tomaram a palavra representantes dos sacerdotes, dos jovens, da família e dos enfermos, que deixaram seu testemunho, intercalados por palavras do Santo Padre, que porém fez notar aos organizadores que faltava um representante dos avós. Confira aqui o discurso do Papa na íntegra. “Aos sacerdotes, me vem uma única palavra: proximidade. Proximidade a Jesus Cristo, na oração. Próximos ao Senhor. E proximidade às pessoas, ao povo de Deus que lhes é confiado. Amem sua gente”, disse Francisco. Aos jovens, suas palavras foram: “Seria triste um jovem que protege sua juventude num cofre. Assim, esta juventude se torna velha, no pior sentido da palavra. Torna-se pano velho. Não serve para nada. A juventude serve para arriscar: arriscar bem, com esperança. Apostá-la em coisas grandes. Deve ser doada para que outros conheçam o Senhor. Não a poupem para vocês, avante!” Para as famílias presentes, o Pontífice recordou que são a Igreja doméstica, onde Jesus cresce, cresce no amor dos cônjuges, na vida dos filhos. Por isso o inimigo a ataca tanto: o demônio não a quer! E tenta destrui-la. “O Senhor abençoe a família e a fortifique nesta crise na qual o diabo quer destrui-la.” Em seu pronunciamento, Francisco definiu a renovação carismática “uma corrente de graça na Igreja e para a Igreja”. Como em uma orquestra, nenhum movimento pode pensar em ser mais importante ou maior que o outro. “Quando isso acontece, a peste tem início. Ninguém pode dizer: eu sou o chefe. Como toda a Igreja, há um só chefe, um único Senhor: Jesus.” Como na entrevista que concedeu voltando do Brasil, Francisco repetiu que não amava muitos os “carismáticos”, mas depois se tornou o assistente espiritual da Renovação Carismática, nomeado pela Conferência Episcopal Argentina. “Trata-se de uma força”, afirmou o Papa, pedindo que renovem o amor pela palavra, carregando no bolso o Evangelho. E advertiu: “Cuidado para não perder a liberdade que o Espírito Santo nos doou. O perigo para a Renovação é a da excessiva organização. Sim, ela é necessária. Mas não percam a graça de deixar Deus ser Deus. Não há graça maior que deixar-se guiar pelo Espírito Santo”. O Pontífice identificou ainda outro perigo, que é se tornar controlador da graça de Deus. “Muitas vezes, os responsáveis (gosto mais da denominação ‘servidores’) por alguma comunidade se tornam, sem querer, administradores da graça, decidindo quem pode recebê-la. Vocês são dispensadores, não controladores. Não sejam a alfândega ao Espírito Santo”. E indicou três obras como guias seguros para não errar o caminho, sendo uma delas “Renovação Carismática e serviço ao homem”, escrita pelo Card. Suenens e por Dom Hélder Câmara. “Este é o percurso, sintetizou: evangelização, ecumenismo espiritual, cuidado pelos pobres e necessitados e acolhida dos maginalizados. E tudo isto baseado na adoração!” Por fim, Francisco disse o que espera da Renovação. Em primeiro lugar, a conversão ao amor de Jesus. “Espero de vocês uma evangelização com a Palavra de Deus que anuncia que Jesus está vivo e ama todos os homens.” Em segundo lugar, dar testemunho de ecumenismo espiritual, de permanecer unidos no amor que Jesus pede a todos os homens. A seguir, a aproximação aos pobres e aos necessitados, para tocar em sua carne a carne ferida de Jesus. “Aproximem-se, por favor.” O Pontífice concluiu com um apelo: “Busquem a unidade da Renovação, porque a unidade vem do Espírito Santo. A divisão vem do demônio. Fujam das lutas internas, por favor.” Fonte: Rádio Vaticano

Francisco: matrimônio cristão é fiel, perseverante e fecundo

Fiel, perseverante, fecundo. São estas as três características do amor que Jesus nutre pela Igreja, sua Esposa. E estas são também as características de um autêntico matrimônio cristão, afirmou o Papa Francisco na homilia da missa matutina celebrada na Casa Santa Marta. Quinze casais, quinze histórias matrimoniais, de família, começadas 25, 50, 60 anos diante de um altar e que diante do altar do Papa Francisco se encontram reunidos para agradecer a Deus pelo tempo em comum. O Papa refletiu sobre três pilares, que na visão da fé, devem sustentar um amor esponsal: fidelidade, perseverança, fecundidade. Modelo de referência, explica, são os “três amores de Jesus” para com o Pai, para com sua Mãe, para com a Igreja. “Grande” é o amor de Jesus por esta última, afirma o Papa Francisco: “Jesus esposou a Igreja por amor”. É “a sua esposa: bela, santa, pecadora, mas a ama assim mesmo”. E seu modo de amá-la revela, diz o Papa, as “três características” deste amor: “É um amor fiel; é um amor perseverante, não se cansa nunca de amar sua Igreja; é um amor fecundo. É um amor fiel! Jesus é o fiel” São Paulo, em uma de suas Cartas diz: “Se tu confessares Cristo, Ele te confessará, a ti, diante do Pai; se tu renegares Cristo, Ele te renegará, a ti; se tu não for fiel a Cristo, Ele permanecerá fiel, porque não pode renegar a si mesmo!. A fidelidade é própria do amor de Jesus. E o amor de Jesus pela sua Igreja é fiel. Esta fidelidade é como uma luz sobre o matrimônio. A fidelidade do amor. Sempre”. Fiel, sempre, mas também sempre incansável em sua perseverança. Próprio como o amor de Jesus por sua Esposa: “ A vida matrimonial deve ser perseverante, deve ser perseverante. Porque caso contrário o amor não pode andar para frente. A perseverança no amor, nos momentos bonitos e nos momentos difíceis, quando surgem os problemas: problemas com os filhos, problemas econômicos, problemas aqui, problemas lá. Mas o amor persevera, vai adiante, sempre procurando resolver as coisas para salvar a família. Perseverante: se levantam cada manhã, o homem e a mulher, e levam adiante a família”. Terceiro ponto, a “fecundidade”. O amor de Jesus, observa o Papa Francisco, “faz fecunda a Igreja com novos filhos, pelo Batismo, e a Igreja cresce com esta fecundidade nupcial”. Em um matrimônio esta fecundidade pode ser às vezes colocada à prova, quando os filhos não chegam ou estão doentes. Nestas provas, sublinha o Papa, existem casais que “olham para Jesus e buscam a força da fecundidade que Jesus tem para com a sua Igreja”. Enquanto, por outro lado, conclui, “existem coisas que não agradam a Jesus”, ou seja os casamentos estéreis por escolha: “Estes casamentos que não desejam filhos, que querem ficar sem fecundidade. Esta cultura do bem estar de dez anos atrás nos convenceu: É melhor não ter filhos! É melhor! Assim tu podes conhecer o mundo, em férias, pode ter uma casa de campo, fica tranqüilo”… Mas é melhor talvez – mais cômodo – ter um cãozinho, dois gatos, e o amor se dirige aos dois gatos e ao cãozinho. É verdade ou não? E por fim este casamento chega à velhice na solidão, com a amargura de uma solidão difícil. Não é fecundo, não faz aquilo que Jesus faz com sua Igreja: a faz fecunda”. Fonte: Rádio Vaticano

Dia Mundial das Comunicações Sociais

O Papa Francisco recordou este domingo a celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais, pedindo que a comunicação esteja a serviço da cultura encontro. “Que os meios de comunicação social possam favorecer um sentido de unidade da família humana, a solidariedade e o compromisso por uma vida digna para todos”, afirmou Francisco, após a recitação da oração do Regina Caeli. A celebração, em sua 48ª edição, tem como tema: “Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro”. “Rezemos para que a comunicação, em todas as suas formas, esteja efetivamente ao serviço do encontro entre as pessoas, as comunidades, as nações: um encontro fundado no respeito e na escuta recíproca”, declarou Francisco. Leia a mensagem na íntegra: «Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro»  

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