Uma experiência que não tem fim no Halleluya

Numa arena de  muitos m² ninguém fica desapercebido quando Jesus passa pelo Halleluya. O seu olhar de amor e misericórdia alcança muitos corações vazios e feridos. Foi assim que, em 20 de julho de 2013, o auxíliar administrativo Edilson Júnior, 27, foi encotrado por Jesus. Membro de torcida organizada na época, o jovem conta que o milagre começou a acontecer quando ele aceitou o convite para curtir o sábado no Halleluya. “Eu era um jovem que tinha como centro da vida as torcidas organizadas, o que trazia muito ódio ao meu coração. Mas eu buscava nessas torcidas um meio de colocar para fora a raiva que eu tinha da minha família que vivia o alcoolismo. Era uma família totalmente desordenada”, conta. Mesmo sem compreender o que se passava na arena do festival, foi durante a adoração ao Santíssimo que Júnior se sentiu completamente tocado pelo Senhor. “Eu estava sentado ao lado de uma árvore que tem no meio do espaço do evento. Eu não tinha ideia do que ia acontecer alí e no momento da adoração a Emmir Nogueira falou que Jesus libertava um jovem de muitas cadeias que o prendiam. Naquele mesmo instante o Santíssimo passou por mim e senti Jesus confirmando que aquele jovem era eu. E então eu compreendi que essas cadeias tinham nome: o ódio e a castidade, porque eu também vivia um namoro totalmente fora da vontade de Deus”, partilha. A frase “a festa que nunca acaba” fez todo sentido na vida desse jovem. Após essa experiência, o seu desejo era de se aproximar ainda mais de Jesus que cura, liberta e salva. O auxiliar administrativo iniciou uma caminhada em um grupo de oração na Comunidade Católica  Shalom, e a partir disso foi colhendo os frutos dessa escolha. “Hoje minha família se libertou do alcoolismo e trilham um caminho de santidade também. Por meio do meu sim, Deus resgatou minha família!”, conta emocionado.  Edilson Júnior hoje é Postulante da Comunidade de Aliança do Shalom na célula Flor do Carmelo, que se reúne na Paróquia do Carmo. Serve no ministério de Oração e Aconselhamento, onde Deus o dá a oportunidade de tocar na vida de muitos outros jovens. Há um mês, trilha um caminho de namoro santo com Adriele Pereira, membro da Obra Shalom. Priscila Macêdo  

No Acamp’s descobri que sou Shalom

Oi, me chamo Nicole Fernandes e tenho uma grande história para contar, e não, ela não começa aqui. O que vou descrever, hoje, é uma parte de um todo bem imenso. O Acamp’s 2017, acampamento de jovens da Comunidade Católica Shalom de João Pessoa, foi de início um desejo que se tornou um concreto agir de Deus (na Sua infinita misericórdia!). No qual me tocou durante os quatro dias. E o que vivi ali está marcado para todo o sempre. Bom, nas férias do ano passado pude provar de muitas graças, a partir do Acamp’s, e uma delas foi a providência divina. Minha vontade em participar desse evento surgiu em 2016 a partir dos meus amigos, já que todos foram, e eu fiquei. Como também, senti-me ressentida no momento. Até que me consolei em esperar e tentar participar em 2017. Contudo, entre o mês de julho e agosto haviam dois retiros: o Acamp’s e o de aprofundamento. E claro, eu tinha que escolher, né? O primeiro era optativo, e o segundo faz parte do meu vocacional. A partir disso, já dá para sentir o peso de cada um. Então, sem dúvidas e pensamentos excessivos iria para o segundo retiro.   Sendo que ao tomar uma decisão, Deus fica lhe testando, sabe? Pra saber se o “serumaninho” está realmente decidido. E foi isso que aconteceu. Minha irmã chegou pra mim e disse: “Fiz minha inscrição do Acamp’s“. Eu: “Valeu, Jesus. Já entendi”. Até que uns dias depois ( já estava esquecida do acampamento, mas Ele não), recebi de presente de aniversário a inscrição! Gente, a minha primeira reação foi rir. Eu ri muito, e logo pensei: “O Senhor quer mesmo que eu vá, né?”. Ótimo, porque as nossas vontades coincidiram. E quando pensei que a providência havia ficado por ali mesmo me enganei. Porque consegui muitos materiais que eram necessários levar. E eu jamais teria tipo: uma cabana (risos). O retiro não havia começado, mas a graça do Amado sim!   Com isso, chegou o dia 13 de 2017 e todos partiram rumo as surpresas de Deus. Não vou me ater ao que aconteceu em todos os dias, especificarei o último, domingo (mas, em qualquer oportunidade partilho os demais). No primeiro dia entreguei tudo. No segundo comecei a pensar: “Não está fazendo muito sentido está aqui”. Esse pensamento foi gerado porque um dos objetivos do Acamp’s é: proporcionar uma verdadeira experiência com Cristo. E eu já havia vivenciado esse momento. O terceiro dia não foi diferente nesse aspecto. Haviam muitas dúvidas no porque Deus fez tanta questão de me levar até ali. E no decorrer desse mesmo dia fui enxergando o que vinha fazendo sem perceber: evangelizando. E isso foi me preenchendo aos poucos. Mas, o ápice dessa felicidade foi após um momento de pregação. Ao sair do ginásio, o Espírito Santo me conduziu até um amigo e o abracei fortemente. Sem precisar de explicações. Neste exato momento pude sentir gratidão. Porque, eu o conheci ali e vi que ele desejava Deus. Mais uma vez o Espírito Santo age, e pergunto: “O que tu tá achando?”. Foi apenas uma pergunta, mas saímos do ginásio e continuamos conversando, conversando. Sentamos e conversamos, conversamos. Ele relatou a sua vida pra mim em 6 minutos. Eu fiz apenas uma pergunta, porém era tudo que ele precisava para desabafar. E antes mesmo dos servos nos chamarem para o retorno, veio em meu coração: “Senhor, essa evangelização já valeu o meu retiro! Tu podes não fazer mais nada que já estou satisfeita”. E assim, voltamos ao o ginásio. Levar Cristo a alguém, escutar as dores do próximo… Nada se compara a isso. E eu estava realmente feliz. O acampamento me proporcionou muitas coisas, e uma delas foi amizades! Além disso, pude aprender que Deus só age comigo nos 3 minutos do segundo tempo. Digo isso porque Ele se mostrou concreto na manhã de domingo, 16 de julho de 2017. A efusão do EP. O que é isso? Um encontro pessoal e espontâneo com o Amado, através do Seu santo Espírito. Antes dele iniciar, percebi que o condutor da oração era o Adler e com isso já senti o quão forte seria tudo aquilo. Então, a gente se organiza em fileiras, e eu decidi ficar na frente de uma delas; com o intuito de recordar a minha primeira efusão. Assim fiz, e antes mesmo de tudo começar as palavras de Adler eram convertidas em minhas lágrimas. Enquanto a oração vai ocorrendo há um momento em que algumas pessoas vem rezar em quem está nas fileiras. E o meu primeiro pensamento foi: “Vão demorar para chegar aqui”. Trinta segundos depois chega alguém e reza em mim. Era uma mulher, e Deus a teve como canal para dizer a Sua vontade, falando: “Este momento será marcado para sempre em sua vida”. Ouvi aquilo e só confirmei. Porém, naquele instante não parecia nada demais. Era algo muito óbvio. Então pensei: “Pronto. Acaba aqui a efusão, porque ninguém mais vai rezar em mim”. No mesmo instante chega outra mulher e reza novamente. Passou um bom tempo até que ela pudesse dizer algo. Mas, hoje, posso dizer que esperaria o tempo que fosse para ouvir aquelas palavras. Por meio dela, Ele lhe mostrou uma visualização, e disse: “Há um coração.” Ela falava pausadamente, e enquanto isso, eu pensava e não achava nada surpreendente, porque eram confirmações dos outros dias. Em seguida, ela fala: “Esse coração arde em chamas. Ele está inflamado pelo poder do Espírito Santo”. Os meus pensamentos eram os mesmos: Sim, isso é bem óbvio. Estou em uma efusão… Até que ela completou as frases dizendo: “E dentro desse coração ardente há…” Nesse mesmo instante imaginei: Bem que poderia ter algo dentro ou escrito, seria ótimo”. E interrompendo minhas viagens, ela continuou e disse: “Há escrito o nome Shalom. O seu coração arde em chama e está marcado com o nome Shalom“. Ela repetiu isso três vezes (Pai, Filho e Espírito Santo), e a cada repetição eu mergulhava em

Acamp’s: “Vá! Esse é seu momento!”

Bom como posso começar!? Me chamo Adalberto e  estava só com alguns meses na Comunidade Católica Shalom em João Pessoa e nunca tinha ouvido falar no Acamp’s. Mas com o decorrer do tempo acabei sendo convidado para servir no ministério de música, tocando bateria. Então comecei a ensaiar com os outros músicos que iriam tocar, e isso causava muita animação, afinal tudo para mim era novo. Mas com o tempo vieram as dificuldades e acabei ficando desempregado, e já não tinha dinheiro para pagar minha inscrição. Fiquei muito preocupado, pois eu era o único baterista que poderia ir servir naquele período de Janeiro,  fora as grandes dificuldades que passava em minha vida, me deixando extremamente desmotivado. Então os dias se passavam, o dinheiro não aparecia e eu já me sentia fora do Acamp’s. Já não aguentava tamanha aflição e comecei a partilhar com pessoas da Comunidade, falando que não teria condições de estar no acampamento, e então eles me pediram para rezar e ouvir de Deus se realmente eu deveria ir. Enfim, chegou a semana do Acamp’s, e somente na noite anterior ao início do acampamento, quarta-feira à noite, consegui resolver minha inscrição tudo graça a misericórdia e providência de Deus. E foi depois avaliando tudo isso que fui percebendo que Deus já estava trabalhando em minha Vida antes mesmo de chegar no Acamp’s. Fui servir para jovens que nunca tinha visto, jovens que eu jamais sonhava que virariam grandes amigos na caminhada. E chegando no local do Acamp’s, foi aí que Deus me deu um presente que seria melhor que qualquer inscrição. Ele me deu vários Filhos para cuidar. Deus me deu a “Família Assis”, e mesmo sem saber como funcionavam as coisas, só fiz me doar, dar o meu Sim mais uma vez. E assim viver as alegrias que com palavras não tenho como descrever, foi algo do coração, eu sentia que cada momento seria único em minha vida e na vida daqueles jovens. As horas iam se passando, as amizades, alegrias e a sede pelo amor de Deus só aumentavam a cada Missa, a cada momento de Adoração que tínhamos juntos de Deus, nos tocava de uma forma diferente, era Ele nos moldando. Então é chegado o grande dia, dia da Efusão do Espírito Santo. Nunca irei esquecer desse momento. Estava tocando bateria na Adoração, e olhava para Jesus e para cada jovem que estava tendo seu momento. Eles se entregavam de corpo e  alma para Deus e no meu coração só agradecia a Deus pela oportunidade de viver esse momento nos últimos 4 dias. Estava tocando e louvando na hora da  Adoração quando meu corpo começou a parar e não conseguia mais tocar. Os músicos se olharam, e percebemos que estávamos todos chorando pelas maravilhas que Deus tinha feito na vida de todos durante o  Acamp’s. Mas Deus queria mais de mim, então em um momento da efusão, um do Servos olhou para mim e disse: “Vá! É seu esse momento!”. Rapidamente comecei a chorar como uma criança  não conseguindo parar, pois sabia que era Deus falando comigo e me mostrando o caminho que eu tanto procurava. Ali encontrei as respostas de perguntas que me fazia. Essa foi uma experiencia inesquecível do meu Primeiro Acamp’s. Adalberto Fernandes

Deus sempre nos surpreende!

Sabe quando você já não acredita mais nas pessoas e nem em si, mas Deus te propõe um caminho desafiante e completamente novo, e você aceita? Eu aceitei e fui surpreendida com uma vida nova e muito mais feliz! Me chamo Maria, tenho 21 anos e sou uma jovem (feliz) postulante da Comunidade de Aliança da Comunidade Shalom da missão de São Paulo. Eu conheci o Renato, meu namorado, logo depois que começamos a servir como pastores no mesmo grupo de oração: O Israel (o melhor, rs). Nossa amizade surgiu de uma forma única, porque embora sempre discordássemos um do outro, levávamos na brincadeira e isso era motivo de muita risada entre a gente e também entre aos jovens da obra. Tudo isso não passava de amizade, até o dia que o Renato começou a me olhar diferente e os “barracos” foram diminuindo. Ele já não reclamava mais da música brega de fraternidade que eu escolhia para coordenar a oração do grupo, só aceitava (Pasmem!). Minha primeira reação, contudo, foi querer me distanciar. Acontece que, exatamente nessa época, muitos compromissos do grupo de oração nos faziam estar juntos: era crisma de ovelha, retiro do pastoreio, aniversário de outra ovelha, convivência do grupo e etc. É claro que naturalmente nos aproximamos e fomos nos tornando mais amigos! Como eu já comentei, eu vivia uma fase de desconfiança nas pessoas exatamente nesse período. Essa foi a barreira mais difícil de superar pra realmente deixar o Renato se aproximar de um jeito diferente de mim. Isso porque eu tinha a sensação que sempre iria “quebrar a cara”, como já tinha acontecido antes (quem nunca? Rs). Eu acreditava, portanto, que “aquilo” não era mim. Foram nessas circunstâncias que nos aproximamos. E não foi uma escolha minha. Deus realmente me surpreendeu! À luz da oração diária e de muitos acompanhamentos, fui compreendendo que era através desse novo que Deus desejava me curar e me fazer voltar a acreditar que “tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus”. Hoje sei que a verdade divina é inabalável e que nenhuma experiência ruim é capaz de atrapalhar os planos de Deus pra nossa vida. Mesmo assim tudo era muito novo! Por isso muitos sentimentos confusos surgiam dentro de mim: medo, insegurança, receio, dúvida… Guiada pela Palavra de Deus e com muito desejo de fazer a vontade dEle, resolvi arriscar e me aventurar nesse tempo novo na minha vida, mesmo diante de carga de insegurança que as feridas traziam em mim. Hoje eu e o Renato já estamos com um ano e oito meses de namoro. Desde o começo trilhamos esse caminho juntos, sempre nos apoiando um no outro, como fazemos até hoje. A cada dia nos decidimos mais ainda a ajudar a carregar o peso que o outro carrega nas costas, independente da carga que ele tem. Dividimos o fardo: isso é essencial. Esse é o nosso lema! Convicta de que a vontade de Deus é sempre o melhor lugar, mais uma vez posso dizer que, rendida ao Amor, dei espaço pra Ele vencer – mais uma vez – na minha história. Foi assim que eu fui extremamente surpreendida por Deus! * Pastores de grupo de oração são os coordenadores, que tem como função levar as ovelhas, ou os participantes do grupo, ao amadurecimento na fé e experiência com Deus.

Deus sempre nos surpreende!

Sabe quando você já não acredita mais nas pessoas e nem em si, mas Deus te propõe um caminho desafiante e completamente novo, e você aceita? Eu aceitei e fui surpreendida com uma vida nova e muito mais feliz! Me chamo Maria, tenho 21 anos e sou uma jovem (feliz) postulante da Comunidade de Aliança da Comunidade Shalom da missão de São Paulo. Eu conheci o Renato, meu namorado, logo depois que começamos a servir como pastores no mesmo grupo de oração: O Israel (o melhor, rs). Nossa amizade surgiu de uma forma única, porque embora sempre discordássemos um do outro, levávamos na brincadeira e isso era motivo de muita risada entre a gente e também entre aos jovens da obra. Tudo isso não passava de amizade, até o dia que o Renato começou a me olhar diferente e os “barracos” foram diminuindo. Ele já não reclamava mais da música brega de fraternidade que eu escolhia para coordenar a oração do grupo, só aceitava (Pasmem!). Minha primeira reação, contudo, foi querer me distanciar. Acontece que, exatamente nessa época, muitos compromissos do grupo de oração nos faziam estar juntos: era crisma de ovelha, retiro do pastoreio, aniversário de outra ovelha, convivência do grupo e etc. É claro que naturalmente nos aproximamos e fomos nos tornando mais amigos! Como eu já comentei, eu vivia uma fase de desconfiança nas pessoas exatamente nesse período. Essa foi a barreira mais difícil de superar pra realmente deixar o Renato se aproximar de um jeito diferente de mim. Isso porque eu tinha a sensação que sempre iria “quebrar a cara”, como já tinha acontecido antes (quem nunca? Rs). Eu acreditava, portanto, que “aquilo” não era mim. Foram nessas circunstâncias que nos aproximamos. E não foi uma escolha minha. Deus realmente me surpreendeu! À luz da oração diária e de muitos acompanhamentos, fui compreendendo que era através desse novo que Deus desejava me curar e me fazer voltar a acreditar que “tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus”. Hoje sei que a verdade divina é inabalável e que nenhuma experiência ruim é capaz de atrapalhar os planos de Deus pra nossa vida. Mesmo assim tudo era muito novo! Por isso muitos sentimentos confusos surgiam dentro de mim: medo, insegurança, receio, dúvida… Guiada pela Palavra de Deus e com muito desejo de fazer a vontade dEle, resolvi arriscar e me aventurar nesse tempo novo na minha vida, mesmo diante de carga de insegurança que as feridas traziam em mim. Hoje eu e o Renato já estamos com um ano e oito meses de namoro. Desde o começo trilhamos esse caminho juntos, sempre nos apoiando um no outro, como fazemos até hoje. A cada dia nos decidimos mais ainda a ajudar a carregar o peso que o outro carrega nas costas, independente da carga que ele tem. Dividimos o fardo: isso é essencial. Esse é o nosso lema! Convicta de que a vontade de Deus é sempre o melhor lugar, mais uma vez posso dizer que, rendida ao Amor, dei espaço pra Ele vencer – mais uma vez – na minha história. Foi assim que eu fui extremamente surpreendida por Deus! * Pastores de grupo de oração são os coordenadores, que tem como função levar as ovelhas, ou os participantes do grupo, ao amadurecimento na fé e experiência com Deus.

Arraiá da Paz em BH – Deus nos surpreende nos detalhes

Deus anseia por nós, mas muitas vezes não conseguimos notar sua presença. Por isso, Ele se aproxima sutilmente, respeita nosso tempo e espaço e fica aguardando a melhor oportunidade para se deixar encontrar. É um Deus que não desiste de nós, que não se cansa de nos surpreender e que se manifesta nas pequenas coisas.

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