Renascer transborda alegria eterna em toda a Arquidiocese de Fortaleza

De Aracoiaba a Antônio Diogo, de Eusébio a Redenção, de Água Verde a Pindoretama, entre outros, muitos foram encontrados pela alegria eterna da experiência com o Amor de Deus e a efusão do Seu Espírito Santo.

Renascer: um convite a viver o carnaval de forma diferente

Em meio ao barulho do carnaval, Deus continua chamando corações para uma alegria que não passa. No Renascer, muitos jovens fazem a experiência de descobrir um sentido novo para esses dias, encontrando na oração, na adoração e no serviço um caminho de vida diferente. Adriano, 21 anos, da Obra Shalom Olinda, é um desses jovens. Depois de viver um contraste marcante entre o carnaval de rua e o Renascer, ele testemunha como Deus o conduziu a escolher uma alegria verdadeira e a se sentir pertencente a essa família espiritual. A seguir, ele partilha como conheceu o Renascer e o que essa experiência tem transformado em sua vida. Adriano, como você conheceu o Renascer? Conheci o Renascer por meio do pessoal do pessoal da Obra Shalom Olinda. Eles me apresentaram a missão e me convidaram para participar do grupo de oração. Eu fui sem saber muito bem o que era. No primeiro dia já me colocaram para apresentar o Canto das Írias lá, e eu nem sabia direito o que fazer. A partir daí comecei a conhecer o Shalom, participei do Acampamento, e foi ali que começaram a falar comigo sobre o Renascer. Você veio ao Renascer já com alguma experiência anterior de carnaval? Sim. Antes de vir para o Renascer, um amigo me chamou para ir ver o Homem da Meia-Noite, em Olinda. Eu fui sem muita intenção, mas no caminho vi muita confusão: muita gente, barulho, palavrões, tumulto. Foi uma sensação ruim. Parecia que, em um dia, eu tinha ido “do inferno ao céu”: num dia estava no bloco, no outro estava no Renascer. A diferença era muito grande. Lá fora era pesado, e no Renascer era paz, alegria, dança e adoração. Como foi sua experiência no Renascer do ano passado? No ano passado eu não tive uma experiência tão profunda. Mesmo assim, aquilo ficou em mim. Este ano, porém, está sendo diferente. Estou servindo mais e também vivendo a adoração de forma mais intensa. Tenho sentido um chamado de Deus para viver isso de verdade, para assumir o grupo de oração e estar mais presente. O que te fez escolher permanecer e voltar? Foi uma escolha minha. Eu senti esse chamado de Deus no meu coração. Depois daquela experiência no carnaval de rua, eu percebi que aquilo não era o que eu queria para a minha vida. Aqui eu encontrei algo diferente: uma alegria que não passa. Como você descreve o que sentiu na adoração? Foi muito forte. Senti como se Deus estivesse me chamando de novo para viver isso de verdade. Eu ainda tenho dificuldade de expressar em palavras o que sinto, mas foi algo muito profundo. Me senti pertencente. Aqui eu sinto uma felicidade verdadeira, uma alegria que é eterna. O serviço teve um papel importante nessa experiência? Sim, muito. Gosto de ser útil, gosto de ajudar no que for preciso. Tudo o que precisam, eu tento estar lá. No serviço, eu consigo me encontrar, me sentir parte. Sua vida de oração e sua evangelização mudaram depois disso? Mudaram sim. Hoje eu falo mais com Deus do que antes. E também não consigo guardar isso só pra mim. Acabo chamando outras pessoas, trazendo elas para conhecer. Deus vai dando a graça aos poucos, e isso vai transbordando na gente. Se você tivesse que resumir o Renascer em três palavras, quais seriam? Amor, alegria e serviço. 📍 Ainda dá tempo de viver essa experiência! O Renascer 2026 acontece nos dias 15 a 17, no Colégio ETEPAM. ✔️ Evento totalmente gratuito ✔️ Não precisa de inscrição prévia ✔️ Aberto a todos que desejam um carnaval diferente     CONTATO: @shalomrecife | 81 98399-6561

Diácono Rogério Gomes: chamado e vencido pelo amor de Deus

Me chamo Rogério Gomes, sou missionário da Comunidade Católica Shalom e seminarista. É com grande felicidade que partilho com você a alegria de ser escolhido por Deus para viver esta vocação. Nunca imaginei essa possibilidade de vida consagrada na minha vida, eu já tinha planos e projetos bem nítidos para mim até eu ser seduzido e apaixonado por Deus. Tudo começou no Acampamento de Jovens Shalom em 2002, foi o início da obra de Deus em minha vida, mas neste caminho, apesar de ter tido uma experiência com Deus eu me perdi e acabei ficando 10 anos afastado de Deus e da Igreja. O sofrimento e o vazio da falta de sentido da minha vida, em viver para mim mesmo me corroíam e, tendo chegado no fundo deste vazio, eu precisei de Deus e ele me encontrou quando me atraiu para participar do Renascer em 2010. Eu havia ouvido na pregação da Emmir uma profecia que dali sairia muitos santos para a Igreja, fiquei chocado porque eu estava incluído naquele universo de possibilidades. Senti que naquele momento algo despertou em mim e após a efusão do Espírito Santo, saí com muito desejo de ser santo, sentia-me arrastado por uma graça que me levava por novos e belos caminhos, fui seduzido, atraído e apaixonado por Deus e pelo carisma Shalom. Caminhando num grupo de oração no Shalom de Fátima o que eu mais desejava era ouvir a voz de Deus e ser amigo dele. Persistente na vida de oração, ele não tardou de manifestar sua vontade na minha vida por meio de Nossa Senhora. Fui sendo atraído pelo modo de viver da Comunidade de Vida e, movido por essa voz que me falava na oração, eu me decidi por buscar sua vontade. Pouco tempo depois, ainda na Obra Shalom, fui surpreendido por uma voz que me chamava ao sacerdócio e insistentemente me dava muitos sinais. Eu, porém, não me achava digno e, por isso, resistia, e por um tempo eu lutei contra esse chamado e usei diversos argumentos com Deus para não ser padre e quanto mais eu me acusava, mais ele me amava e insistia dizendo: “Eu te escolhi!” Depois de um tempo eu parei de resistir e como um barco à vela, deixei o vento do Espírito me conduzir, foram muitas lutas até me moldar ao carisma. E, livremente, todos os dias reescolho o carisma em minha vida, que é essa via de santificação para que eu possa ser um padre santo e apaixonado por Cristo e sua Igreja. Hoje colho os frutos da minha escolha por Deus que é sempre fiel. Sou um Consagrado feliz e realizado, terminei os estudos em 2024 e no dia 22 de dezembro de 2025 serei ordenado Diácono e conto com sua oração para que eu seja fiel. Seja você também um instrumento de Deus para a vida e formação dos seminaristas. Deus te abençoe! Shalom!

Mais do que a construção de um templo, participar das obras da Igreja é “deixar-se construir”, define arquiteta

No Jantar Beneficente da Igreja do Ressuscitado, a arquiteta Janice Dantas revela que a maior construção do templo não é feita de concreto, mas da obra interior que Deus realiza em quem se deixa transformar durante o tempo da edificação.

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