Eu desejo o que o Amor deseja pra mim

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Larissa Santos. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Olá, eu me chamo Larissa e sou vocacionada da Comunidade Shalom. Sempre na minha vida eu busquei um “algo a mais”, algo que me completasse. O meu erro foi ter procurado em lugares errados, vivendo um conjunto de coisas que só me afastavam cada vez mais do Amor. Um alguém que eu não conhecia, mas, que desde sempre esteve presente, à minha espera. Ao olhar para a minha vida, percebo fielmente o cuidado de Deus para comigo, me preservando de muitas coisas, mas também permitindo que eu conhecesse as “felicidades” que o mundo tinha a me oferecer. Porém, tinha uma certeza…nada era capaz de saciar o vazio do meu coração. Foi então que conheci uma paz inexplicável, um sentimento único! Eu havia conhecido o amor de Deus. Aquele que a tanto tempo me esperou, a quem eu mesmo sem saber pedi a herança que me cabia, O declarando morto dentro de mim. Ele, o meu Pai, que me acolheu sem questionar as minhas atitudes. Estava certa do meu lugar e pela primeira vez, disposta a me perder inteiramente em Deus. No fim de 2013, muitas dores de cabeça, desmaios, despertaram a preocupação de todos ao meu redor, fui obrigada a me afastar. Depois de alguns exames uma alteração no lado esquerdo do meu cérebro veio a aparecer. O médico não sabia ao certo o que era, mas, como um profissional  pediu exames e receitou alguns medicamentos ao longo do dia,  mal sabíamos nós que eles só agravariam ainda mais a situação. Depois de um tempo eles fizeram efeito me paralisando, vivi imóvel em minha cama, dormia o dia todo e não lembrava de nada e nem ninguém. Foi ai que Maria, a mãe do silêncio se fez presente. Ela que foi indispensável para o meu caminho de descoberta e vivência do amor de Deus.  Intercedeu por mim,  me ensinou que  por amor, mantendo o olhar fixo em Deus o meu silêncio se torna um grito de evangelização para a humanidade. Nenhum de nós poderá recomeçar sem o apoio de Maria, tendo ela como meio seguro e fiel para santidade. Quedas, provações, enfermidades, fizeram parte desse caminho de descoberta e de conversão. Hoje, sou membro ativo da obra shalom, ainda faço exames de rotina que nunca mais mostraram nada. Sirvo como ministra de música, anunciando a Boa Nova aqueles que ainda não se permitiram morrer para ganhar a vida. Não foi fácil deixar o meu “homem velho”, mudar os meus costumes. Mas, quando se ama verdadeiramente, não existem barreiras que nos impeçam de amar. Quando decidimos nos abandonar fielmente nos braços do Amado, Ele nos dá coragem pra continuar e pra enfrentar com sabedoria os obstáculos que venham a aparecer no decorrer da caminhada. Hoje, tenho a plena certeza que só fazendo a vontade de Deus, permanecendo na sua vontade eu serei plenamente feliz. Não sei o que Ele há de me pedir, mas, por amor, eu desejo o que o Amor deseja pra mim. Santa Teresinha, rogai por nós!

Deus sempre tem um propósito para nós

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Monique July. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Monique July, tenho 16 anos, moro na cidade de Serrinha (BA). Fui batizada aos dois anos, fiz a primeira comunhão em Amélia Rodrigues (BA), onde morava, aos onze anos. Depois desse período, fiquei bastante desligada da Igreja. Foi então que em setembro de 2013, alguns amigos da escola de freiras onde eu estudava me convidaram para ser coroinha. Inicialmente, eu me dediquei e servi a Deus de todo o coração, mas em 2014, quando completei 15 anos, decidi que queria “ser livre”, que queria curtir, sair e “ficar” com vários meninos. E assim eu fiz. Envolvi-me com várias pessoas, misturei-me com tudo o que era mundano, meu pensamento virou mundano, minhas palavras e meu jeito eram mundanos. Eu achava que era feliz, mas, sempre no fim do dia, eu me sentia só, com um grande vazio. Desesperada, sempre chorava, mas não sabia o que acontecia. Na madrugada de 28 de agosto de 2014, tive um pesadelo e, assustada, comecei a chorar e dizer “Deus, eu confio em Ti”. Foi então que fui imobilizada e vi uma luz linda descer e iluminar meu quarto, senti a presença de Jesus, Ele estava ao meu lado, eu senti uma paz imensa. No outro dia, contei para todos, alguns acreditaram, outros, infelizmente, não. Depois disso, envolvi-me com outra pessoa, deu super errado, e decidi esperar em Deus, esperar a pessoa certa. No final do ano, um diácono, orientador espiritual dos coroinhas, disse que sentiu que Deus mandou dizer que  aconteceria algo ruim na minha família e, sim, aconteceu. Mudei-me para Serrinha, e em fevereiro o Shalom realizou o evento Renascer. Inicialmente, iria para acompanhar minha tia, estava bem desanimada. Dessa vez, sim, eu conheci a verdadeira liberdade. No primeiro dia, no momento da adoração, uma missionária da Comunidade Vida chamada Brígida proclamou que uma jovem que teve a sexualidade ferida e que se sentia indigna de Deus estava sendo perdoada. Deus estava me chamando de volta. Na hora, chorei e senti que era para mim. No terceiro e último dia, pela primeira vez, tive a graça de repousar no Espírito Santo. Levantei-me revigorada e com apenas um pensamento: EU QUERO VIVER PARA DEUS! Após o Renascer, fui convidada para participar da Obra Shalom em Serrinha, algo que eu desejava muito. Fiquei bastante feliz e fui sem pensar duas vezes. Lá tenho tudo o que eu gosto: música, diversão, alegria, amizades, e oração. Tudo o que nós jovens precisamos. Sou apaixonada pelo Shalom e não me vejo mais fora da Igreja depois disso tudo. Entrego minha vida a Jesus, e em todas as áreas da minha vida, peço que seja feita sempre a vontade d’Ele, sei que é a melhor. O orientador espiritual sentiu outras coisas, mas como não poderia falar por agora, adiantou-me que serei grande sinal de evangelização, testemunha de Jesus para muitas pessoas, principalmente jovens e que agora minha resposta sempre tem que ser “sim” para Deus. Em minhas orações, sempre peço que, se for Sua vontade, Ele me use para transmitir a palavra aos que não O conhecem. Não há nada mais prazeroso do que falar de Deus para outras pessoas, isso renova minha fé. Hoje sei que sou livre, feliz e preenchida, e que sem Jesus nada sou, apenas um ser sem sentido. Hoje sei entender os propósitos de Deus, entender que a melhor escolha é a Dele, aprendi a esperar o Seu tempo, e até hoje espero a pessoa certa. Aprendi a rezar o terço e ler a Bíblia todos os dias. Excluí todas as músicas mundanas do meu celular, e hoje só escuto músicas que me levam para Deus. Ele sempre tem um propósito para nós, basta nos entregarmos e nos deixarmos ser guiados por Ele. Tenho feito isso e, sim, é a melhor escolha que já fiz na vida. Agradeço a Ele por ter me resgatado e me tirado do mundo. Com Ele sou mais que vencedora, independentemente das provações. Sempre falo do Shalom para outras pessoas. Sou muito grata a essa Comunidade que vem recuperando a vida de muitos jovens. É com emoção que digo: “Obrigada, Shalom, eu amo esta Comunidade”.

Nunca pensem que Deus esqueceu de vocês

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Monica Magalhães. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Mônica, tenho 18 anos. Sou de um grupo de oração do Shalom da Parquelândia, em Fortaleza. Diferente de muita gente por aí, Deus me mostrou mais uma vez que não desistiu nem de mim e nem das pessoas a minha volta. Digo isso porque no último Retiro de Semana Santa no Ginásio Paulo Sarasate, Deus me disse que devo querer cada vez mais ofertar minha vida, como diz a música do Missionário Shalom: “Eu quero tudo ofertar por que eu te amo, Me comprometer, me doar meu Amado, Sim deixo-me podar, deixo me formar por Ti, esvazia-me Oh, Vem me modelar, desenhar Teu rosto em mim e pra sempre assim serei Teu.” Venho sendo agraciada por um amor único, fiel, recíproco e acima de tudo verdadeiro. Por isso que cada vez mais eu tenho o desejo de querer ofertar minha vida. Muitas vezes confesso que já aconteceram tribulações que me fizeram desistir da minha caminhada, mas quando isso aconteceu fiz só o que mais precisava, rezei bastante. Nesse final de semana que tudo aconteceu, nunca rezei tanto e ainda pedi a poderosa intercessão de Maria, porque quando pedimos algo a Deus, temos que reforçar pedindo mais força para a Virgem Maria. Falaram-me isso e eu provei dessa sede de amor. Muita gente me chama de santa, mas santa não sou. Dizem isso porque sou uma boa pessoa, que tenho diversos “filhos”, pois muita gente pede pra eu rezar por elas, até mesmo a minha pastora do grupo de oração ou minha núcleo. Às vezes ligo no intuito de pedir orações por mim, mas resolvo deixar pra lá e ser comovida pelo pedido de oração delas e de todos os irmãos de grupo. Recentemente aconteceu algo no meu grupo de oração chamado Magnificat. Uma irmã pediu para eu interceder a Deus por ela, por certo fato em sua vida. Na mesma semana, ela ficou na minha cabeça e eu sentia algo diferente. Na semana posterior foi sua formatura na faculdade, pedi por ela e um passarinho me contou que ela estava muito chorona, porque ficou agradecida por minhas orações. Quando me disseram isso ninguém imagina o quanto fiquei comovida, porque antes eu só sabia pedir as coisas ao Amado, nada de agradecer só pedir, agora não, agora é diferente. Deus vem me mostrando a cada dia que eu devo ter sede Dele. Ultimamente aconteceram umas perdas em minha vida, as quais foram muito dolorosas. Uma delas foi um amigo que tinha apenas 18 anos, uma morte trágica, sofri e sofro muito ainda. Peço todos os dias a graça a Deus de tentar superar isso, mas está sendo bem doloroso. Com a fé em Deus, vai dar tudo certo e aos poucos vai se amenizando. Sempre tem uma música que me lembra ele: “Nosso Cristo Redentor”, do Missionário Shalom. Nessa foto descreve exatamente o que eu sou: mochila nas costas, com tudo que tem direito: bíblia, caderno de oração, toalha, uma mão que serve de abraço, chocolate, essas coisas, terço no braço e um biscoito. Todos me perguntam pra que essas tantas coisas, vou responder agora: Nunca se sabe o que vai acontecer. Tenho uma irmã de grupo que é chorona, o nome dela é Magna, sempre levo a toalha e essa mão pra ajudá-la ou até mesmo os outros irmãos. Na maioria das vezes deixo minha dor de lado e carrego a do meu irmão. É pesado? Claro que é, mas não me importo com isso, o importante é vê-lo bem. Tem pouquíssimo tempo que sou da Comunidade, só 10 meses, mas não importa o tempo e sim a intensidade. Felizmente a vida é assim mesmo, quero cada vez mais ser serva para o Amado, tentar retribuir pelo menos uma parte do que Ele faz por mim. Nunca pensem que Deus esqueceu de vocês, mas sim que Ele está fazendo com capricho o que for melhor. Deus abençoe cada um! Shalom. Naquele dia, vocês dirão: “Louvem o Senhor, invoquem o seu nome; anunciem entre as nações os seus feitos, e façam-nas saber que o seu nome é exaltado. Isaías 12:4

O início de um sonho que, antes de ser meu, já era de Deus

“Se o teu coração não está mais aqui, Se teu coração anseia por algo maior do que te cerca Corre atrás do teu coração Há um personagem que aqui não serás Se a dor do mundo te inquietas melhor que tu vás Se é o que precisas, corre atrás do teu coração. Vai procurar onde ele se encontra, Pois onde Ele estiver lá estará teu verdadeiro tesouro, lá estará quem tu és… Tenhas coragem de tentar, Não tenhas medo de errar nem vergonha de recomeçar A vida é assim…. seja coerente com teu coração… “ – Musical Lolek.   24.11.13 – O início Olá, me chamo Xênia Macedo e com essa música, eu dei meu SIM a Deus em novembro de 2013! Antes do meu ano vocacional, antes de saber ao menos qual seria a vontade Dele para a minha vida, Ele falou ao meu coração que tinha um plano de maturidade para mim aqui no Rio de Janeiro e eu simplesmente confiei. Natural de Minas Gerais, larguei tudo: meus planos, desejos, vontades, para aderir aos planos, desejos Dele e à vontade Dele por meio de um Carisma. Um carisma que me foi apresentado em um momento muito propício e que se mostrou totalmente coerente com meu coração, que salvou a minha vida e que hoje Deus me chama a, por meio Dele, dar de graça o que de graça recebi! Foram 15 meses de busca de um total abandono da minha vida nas mãos de Deus. Foram várias as lutas, as vitórias, mas também várias as derrotas. Porém o desejo de ser fiel a Ele permaneceu até o fim! Buscando fazer a vontade Dele, me conduziu por um caminho de perfeição que nem olhos viram nem ouvidos ouviram! Eu já tinha dado a minha resposta, mas faltava a Dele! Hoje, Ele me chamou a mergulhar em águas mais profundas, a “ofertar a minha vida, gastar os meus dias, minha juventude, por amor! Pela Igreja, pelos jovens, pelos homens”! E com o testemunho de uma cega que Ele fez enxergar, de uma surda que Ele fez ouvir e de uma muda que Ele fez falar, eu acolho, agora, o Seu SIM! SIM, ao postulantado da Comunidade de Aliança Shalom! O início de um sonho que, muito antes de ser meu, já era de Deus!!!! Assim, o que poderia dizer senão: “Obrigada Senhor por me teres escolhido!” Obrigada pelo dia mais feliz, até agora, de Toda a minha Vida! Shalom!!! Se Deus quiser… PARA SEMPRE!!!!!

Hoje compreendo e sei que Ele é o amor concreto

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Bruno Araújo. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Olá, meu nome é Bruno Mendes Oliveira, tenho 19 anos e sou da Missão de Garanhuns, PE. Acredito eu, que como aconteceu comigo, o que precisa acontecer na vida de muitos jovens que estão lá fora, vivendo suas vidas de qualquer forma, desperdiçando-as com coisas pequenas e sem importância, é tocar a Deus e sentir-se tocado por Ele. Eu não compreendia esse Deus que todos falavam: muitos amavam, outros não acreditavam e muitos o consideravam o verdadeiro amor. Para mim existiam muitas coisas as quais não se podiam explicar. Eu acreditava em tudo e desacreditava também. Achava interessante a cultura do candomblé, amava a teologia espirita e a estudava, acreditava em algumas coisas que vinham do protestantismo e do catolicismo, mas não era fiel a nenhuma. Estava sempre me esquivando para evitar compromissos e para ser o que eu achava que era naquele tempo: “livre”. Fui criado em um lar onde até os meus 7 anos minha mãe era católica. Ao casar-se pela segunda vez tornou-se evangélica, no entanto nunca me atrai por aquela forma de seguir a Deus. Certo dia fui a um retiro da paróquia da minha cidade, em São João- PE, motivado por uma amiga e um amigo próximo ao TLC – Treinamento de Liderança Cristã. Foram três dias ótimos, nos quais me senti em outro mundo. Saí de lá diferente, passei duas semanas nas nuvens, porém ainda não compreendia a Deus, ainda não O conhecia. Não que isso fosse culpa do retiro e que ele tenha deixado a desejar, mas lá eu não O tinha encontrado e nem Ele me tocado, foram apenas emoções passageiras. Sete meses depois, esse mesmo amigo me chamou para um retiro de Carnaval chamado RENASCER. Eu nem sabia o que era isso! Quando ouvi o nome, pensei que deveria ser igual o TLC. Como não gosto de carnaval decidi ir e meu amigo disse: “Bruno, a gente vai precisar ir no Shalom para fazer a tua inscrição”. Eu concordei. Marcamos o dia e fomos até o Centro de Evangelização Shalom. Ao entrar já senti algo diferente, uma acolhida calorosa, pessoas que nunca tinham me visto antes me abraçavam como se fossemos amigos íntimos. Era uma casa normal esse tal de Shalom, mas tinha algo diferente: jovens cantando, jovens trabalhando, jovens rezando, tinha uma capela onde Jesus era adorado por jovens. Quis o destino que eu fosse ao Shalom no dia da Tarde da Misericórdia e lá eu vivenciei uma missa diferente, com a cara da juventude! Uma missa alegre e nesse Shalom, que até então eu nunca tinha ido, me senti em casa. O tempo passou, chegou o dia do Renascer e foi demais! Eu ainda não tinha tido a minha experiência com Deus, entretanto uma semente tinha sido plantada. O Senhor criou em mim um desejo de estar no Shalom sempre que fosse possível e eu continuei indo, até que chegou o retiro de Semana Santa. Em uma das orações, a pregadora Fernanda, uma irmã da Comunidade Aliança de Recife, pediu para que o ministério tocasse uma musica do Davidson Silva, que fala: “Sim, eu vou Onde ninguém vai, eu vou À mansão da morte Eu sou teu salvador Não desisto de ti. Sim, eu sei O que ninguém sabe, eu sei E não te condeno, eu vim Para te salvar, te devolver a paz Segura a minha mão Aqui não é o teu lugar.” Eu era a mansão da morte, a qual o Senhor tinha descido e que ninguém, nem nada, conseguia ir. Ele era o meu Salvador e naquele dia eu comprovava que Ele não desistia de mim. Sim, Ele sabia de todas as minhas falhas, todos os meus erros, todos os caminhos errados no qual andei e não me condenava. Ele desceu ali para me salvar, estendeu-me a mão, tocou-me e permitiu que eu O tocasse. Ele olhava nos meus olhos e dizia que eu não era um lixo. Ele estava ali para me levantar e quando minhas forças acabassem, Ele me levaria no colo e onde estivesse estaria com Ele. Hoje compreendo e sei que Ele é o amor concreto, o amor vivo e depois dessa minha experiência verdadeiramente de Tomé, eu sei que Ele existe. Ele está comigo, eu posso toca-lo, confiar sempre Nele e lançar-me nos Seus braços.

Não hei de morrer; viverei para narrar as obras do Senhor

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Clayton Souza Dias. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Olá, me chamo Clayton Souza Dias. Em 2012, eu estava com uma enfermidade rara, chamada Síndrome de Behçet. Os médicos diziam que era incurável, com risco de amputação, cegueira permanente e até morte. No santuário Santa Terezinha, em Taboão da Serra, minha esposa recebeu uma rosa durante a missa e escreveu em um papel a data e a intenção da missa naquele dia. Juntou o papel e as pétalas de rosa e guardou na carteira! No papel já amarelado, junto com as pétalas, está escrito: “01/10/2012 Rosa recebida de uma moça no Santuário Santa Terezinha do menino Jesus no dia 01/10/2012. Dia de muita emoção, pois fui pedir cura e libertação para o Clayton e minha família. Recebi esta rosa em sinal de que meus pedidos serão atendidos… Santa Terezinha do menino Jesus rogai por nós, Amém!” Hoje, três anos depois, não tenho mais nada. Os médicos não sabem explicar como vivo sem nenhuma dor de cabeça, mas eu tenho a resposta: Jesus Cristo de Nazaré, por intercessão de Santa Terezinha tirou minha enfermidade e ainda nos deu a honra de trabalhar com Ele. Comecei a tocar violão nas missas, e hoje sou pregador e minha esposa catequista! Hoje, leio o papel e reflito sobre o Salmo 117:17, digo com muito amor e gratidão: “Não hei de morrer; viverei para narrar as obras do Senhor”. Obrigado Senhor Jesus pela cura e pelo chamado, obrigado Santa Terezinha pela intercessão e obrigado a minha amada esposa por rezar por nós! Rezem pelos seus maridos e suas esposas. Uma mulher com um terço na mão e a confiança cega no Senhor edifica seu lar. Confie no Senhor suas vidas e verão a obra de Deus na sua casa! A Paz de Jesus e amor de Maria.

A mim restava o terceiro, o feliz terceiro lugar

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Adriane Sousa. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Louvado seja Deus que, misericordiosamente, olhou para sua pobre serva e tirou dela o adorno de tristeza e as vestes de luto! E fez dela uma pessoa nova e extremamente amada. Eu sou Adriane Sousa, a Drica, da missão de São Luís do Maranhão. Trilhei o Vocacional 2014 e hoje me preparo para viver meu postulantado na Comunidade de Vida em Sobral – CE. Conheci o Shalom através de uma amiga da faculdade que no meu primeiro dia de seminário de vida partilhou comigo que estava caminhando no vocacional fechado para a CV. A medida que ela falava o que sentia e me explicava o que viveria caso ingressasse na comunidade, meu coração se inquietava. Fiquei muito aflita por não conseguir entender porque estava tão mexida com aquilo tudo. Ao mesmo tempo que ficava feliz por ver o entusiasmo da minha amiga eu ficava assustada diante da tamanha loucura que aquilo parecia. Era uma confusão de sentimentos. Hoje eu consigo ver que já naquela época meu coração já tinha descoberto aquilo que eu demoraria para reconhecer conscientemente. O Seminário de Vida foi uma experiência maravilhosa mas que não mudou, de imediato, os rumos que a minha vida estava tomando na época. Um dia depois do encontro eu continuava no mesmo mundo fechado, nos mesmos pecados, nos mesmos medos. Deus ainda teria um grande trabalho pela frente. Por graça de Deus, perseverei no grupo de oração e o estudo bíblico começou a fazer parte da minha rotina, graças a muita insistência dos meus pastores, o que me permitiu viver experiências muito fortes na descoberta do amor de Deus, fazendo-me desejar experimentar daquele amor cada vez mais. Ao longo dos encontros vocacionais e acompanhamentos, o Senhor foi mostrando a vontade dele para minha vida e eu me vi cada vez mais rendida ao chamado que me estava sendo feito. Mas admito que foi enorme a surpresa ao perceber que eu, que fui criada para ser autossuficiente, estava sendo chamada a viver a obediência; eu que adorava ser notada, deveria agora me colocar em terceiro, viver a castidade e deixar que Deus fosse visto em tudo e eu em nada, logo eu que adorava o mundo consumista e capitalista precisava agora viver a pobreza. Fiquei ainda mais surpresa ao perceber que tudo isso não era só um chamado de Deus para mim, mas era sim um forte desejo do meu coração. Eu agora desejava aquela loucura que tanto me inquietava de início. Pedagogia de Deus 1 X Drica 0 O trabalho dos sonhos, a faculdade tão desejada, a independência tão almejada desde cedo, já não ocupavam o primeiro lugar em minha vida. Nem eu mesma ocupava o primeiro lugar. A mim restava o terceiro, o feliz terceiro lugar. Rendida ao chamado de amor que atraiu meu coração, parto rumo a vontade de Deus com a certeza de que sozinha nada posso e que, com Ele, nenhum fardo é pesado demais. Deus que ao me ver fraca, ferida pelo mundo, pequena e muito medrosa, não me abandonou como humanamente faríamos, mas, ao contrário disso, me amou imensamente e resolveu escolher a mim para levar a alegria que é ser d’Ele a todos os jovens. ”Pedro era um pescador rude, grosso, ignorante, impulsivo, inconstante, com arroubos de medo e de covardia. Nada disso, porém, era um obstáculo para a graça de Deus, que já tinha chamado um Moisés gago e conflituoso, um Jonas assustadiço, um Davi mulherengo e mentiroso, um Noé que se embriagava e tantas outras pessoas que, por si mesmas, não tem grandes condições de guiar um povo e, muito menos, de ”salvar o mundo”. É que não são esses eleitos que guiam o povo de Deus. É o Espírito Santo através deles. Não são esses eleitos que salvam o mundo. É Deus, e Deus parece escolher reiteradamente homens e mulheres normais, cheios de virtudes e defeitos para agir através e apesar deles.” – Aleteia Louvado seja, Senhor, por me teres escolhido mesmo sem que eu tenha mérito algum. Que Deus nos dê a graça da fidelidade e de nunca esquecermos a voz que nos chamou. Que Maria nos guarde para sempre. Shalom.

Hoje sou mais feliz

Vanda Figueiredo é vocacionada da Comunidade Shalom em Braga, Portugal. A jovem partilha sobre como conheceu a Comunidade e o que mais a atrai na vocação. Vanda também testemunha o que Deus mudou em sua vida durante esse tempo de caminhada e anima a outros jovens a não terem medo de descobrir o que Deus quer para si. Um convite numa conversa casual Há quatro anos, minha vida mudava. Conheci uma comunidade oriunda do Brasil com 30 anos, a Comunidade Católica Shalom. Foi um convite numa conversa casual, alguém que viu nas minhas conversas uma vontade de conhecer mais Deus, aquilo que na verdade todo o homem procura, mas foge. Serei sempre grata a essa pessoa. De repente, descobri que é possível ter amigos com quem se possa divertir, ‘brincar’, rir, chorar, partilhar ideias, experiências e crescer com isso, e isso é Deus. É possível juntos lutarmos por um mundo melhor. É possível conhecer vidas que se transformaram completamente por amor, e claramente conseguiram passar de burro para cavalo e são felizes por isso! E isso dá-lhes uma vivacidade e persistência que não se encontram facilmente por aí. Reconciliei-me com meus defeitos e limitações Hoje sou bem mais compreensiva comigo mesma e com os outros, sou bem mais leve, reconciliei-me com meus defeitos e limitações sabendo que eles não ditam a pessoa que sou. Aprendi a conhecer aquilo que faz de mim uma pessoa melhor e, por isso, mais alegre. De repente percebemos que Deus nos faz ir além e faz destruir as nossas limitações ou pelo menos ser mais fortes do que elas. Elas não têm a ultima palavra. De repente comparamos nossa vida hoje com a que era há tempos atrás e reconhecemos as incríveis mudanças que diariamente nem nos apercebemos que aconteciam. Tal como o corpo, inteligência e psíquico de uma criança muda, e, dia após dia, nem se nota, mas comparando anualmente se percebe o crescimento, espiritualmente acontece o mesmo. É necessário trabalhar para isso, caso contrário, corremos o risco de permanecermos crianças para sempre, espiritualmente, e assim sempre carentes e sempre dependentes de um mundo no qual não iremos existir para sempre. Assim vemos que, reconhecendo as nossas fragilidades diante de Deus e mesmo sem saber o que fazer, como arranjar forças ou mesmo sem merecer, Ele ama-nos na mesma pois vivenciamos o quanto Ele nos cura e muda para melhor e o faz sem nosso mérito, faz só porque nos ama, mas precisa do nosso ‘abaixar’ não por humilhação mas por reconhecimento, pois o amor dEle é tão perfeito que não se impõe, mas escolhe esperar por nós, demore o tempo que demorar. É por isso um ‘abaixar’ que nos eleva. Sim, às vezes, a espiritualidade parece contra-sensual, porque na verdade leva-nos a ir além das nossas compreensões humanas limitadas. Aí vamos conhecendo o Seu amor, aquele que procuramos em todo o lado mas nada nos sacia. Mas quando conhecemos esse amor, sim aquele que não se vê a olhos humanos, mas apenas com os olhos do coração (esse é o desafio possível) aí queremos corresponder e de repente a nossa vida ganha mais sentido. Apesar de paralelamente passarmos a lidar de frente com as nossas resistências e medos ao que é espiritual percebemos a grandeza de Deus pois vemos o quanto Ele é mais forte que as nossas ‘fortes’ fraquezas. E isso é crescimento, isso é Amor, é aquilo que procuramos desenfreadamente. E aí percebemos ‘ Senhor, para onde iremos se só Tu tens palavras de vida eterna?’ “A Igreja será jovem quando o jovem for Igreja” Assim sou impulsionada hoje, por gratidão a testemunhar e isso é para mim uma honra. Testemunhar que a vida de cada um importa, cada um faz diferença no mundo e tem algo para ensinar desde que encontre. Mais do que fazendo coisas é sendo e descobrindo-se a si próprio (‘Deus não nos criou para sermos perfeitos, mas únicos) dando ao mundo esse dom de ser único e assim aprender a fazer diferença no trabalho, na escola, família, amizades, namoro… Jovens, não sejamos preconceituosos. Tem gente que muda a sua vida para testemunhar isto e acaba transbordando essa felicidade para nós. Podem vir de outros países mas porque não surgirem aqui também pessoas assim. Se nos queixamos que a Igreja é arcaica, não tendo espírito jovem, não atrai… por quê não a tornamos nós mais atrativa (“a igreja será jovem quando o jovem for igreja”). No meu caso, por exemplo, com a Comunidade Católica Shalom pude perceber que é possível transmitir esperança, amor e sentido de vida através da arte, da música, da dança, da convivência e também da oração alegre, viva e comunitária. Com a partilha de experiências de vida. Por isso esta Comunidade me chamou a atenção, sinto que é claramente uma resposta às necessidades dos jovens (hoje em dia tão afetados por dependência e desestruturação familiar) e da igreja dos dias de hoje, daí a razão do meu empenho! Nós precisamos! E já vejo ser possível e esta é a minha motivação. Cresci num tempo em que uns diziam da juventude: ‘esta é uma geração rasca’ ou ‘eles são a esperança de um mundo melhor’. Eu escolho a segunda opção e vejo claramente que somos uma geração cheia de força para isso. O que escolhem vocês? Existe uma vontade para a tua vida Jovens, não tenhamos medo nem preconceito, foi-nos dada a coragem para isso. Não desperdicemos este tempo mais abençoado da nossa vida. Numa geração em que é tão fácil experimentar coisas novas, em que muitas nos levam mais ao fundo do poço que outra coisa, por quê não ter a coragem de conhecer Deus, uma pontinha que seja apenas. Pelo menos o efeito que Ele tem em nós apesar de parecer mais demorado e trabalhoso. Os seus efeitos não passam jamais, são para sempre e não nos deixam vazios e dependentes e desfigurados de nós próprios como tantas dependências (drogas, sexo, …) que apenas exploram as nossas fragilidades e as levam mais

Missão Jovem na Amazônia

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Patrícia Guimarães Vieira. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Eu me chamo Patrícia Guimarães Vieira e faço parte do Shalom em Juazeiro do Norte (CE). “Ditosos os olhos que veem o que vós vedes, pois vos digo que muitos profetas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não ouviram.” Lc 10, 23b-24 Escolhidos por Deus para irmos à Primieira Missão Jovem na Amazônia, organizada pela CNBB, reunimo-nos no dia 30 de novembro de 2014 em Manaus. Jovens de todos os lugares do Brasil, além de Argentina, Paraguai e Uruguai, saímos do conforto e segurança de nossos lares durante 15 dias porque ouvimos uma voz que nos inquietou e nos enviou. Não nos conhecíamos, mas a alegria e a presença de Deus nos fez família, unindo-nos em profunda comunhão fraterna. Entre vários sinais de Deus, percebemos um que nos chamou bastante atenção: éramos exatamente 72 missionários. Estávamos vivenciando a Palavra de Deus! Como em Lc 10,1, o Senhor nos havia escolhido e nos enviado em número de 72. Sim, Ele nos olhou e desejou cada um de nós, de forma particular. A partir daí, já esperávamos muita graça, Ele havia planejado tudo. Ele estava no comando. O grupo foi dividido para visitarmos três dioceses: Coari, Parintins e Boa Vista em Roraima, e a prelazia de Borba. Tive a imensa alegria de ser enviada para Parintins e conhecer a realidade das comunidades ribeirinhas, que vivem à margem do rio, na Floresta Amazônica. O Senhor nos falou o que queria de nós: não iríamos em missão para levar Cristo, mas para encontrar o Cristo que já estava lá presente nos irmãos. O Senhor, como sempre, nos surpreende e nos dá em abundância. Nesta experiência pude contemplar o rosto de Cristo em cada um dos pequeninos. Foi uma das experiências mais belas e concretas que tive com o Cristo ressuscitado. A Amazônia me ensinou que ela não se resume a rios, florestas, onças, jacarés… a Amazônia tem um rosto, é um povo forte, batalhador, humilde e muito dedicado em manter viva a fé católica. Encontrei uma fé pura, simples, mas profundamente comprometida. Aprendi uma grande lição de amor à Igreja e a Deus. Na Comunidade de Pari, durante todo o ano de 2014 iriam ter 3 missas. No entanto, todo domingo, famílias se deslocavam de canoa ou “voadeira” para se reunirem na capela simples e pequenina para celebrar a Palavra de Deus, participar de cursos de catequese e  grupos de jovens. Da Amazônia não voltei só nem voltei inteira. Deixei parte de mim lá, e trago em meu coração e nas minhas orações Elias, meu afilhado de batismo com que Deus me presenteou nessa missão. Tesouro que me une à Amazônia diante do Eterno. Em comunidades isoladas e esquecidas na Amazônia, em capelas simples e pequeninas, nos corações abertos e sedentos por Deus descobri a verdadeira riqueza, pude contemplar a face de Deus em cada irmão que lá encontrei. Volto dessa experiência missionária com coração transbordante de alegria e gratidão a Deus. Convencida que minha vida não pertence a mim. Ela pertence a cada pequenino filho de Deus que está à espera de um olhar, de um sorriso ou de uma simples presença. Há um mundo que sofre lá fora, que espera o “sim” de cada um de nós. Volto mais rica do amor de Deus e mais fortalecida na fé, pois ofertando o meu nada, Deus me devolveu em abundância. “Ninguém há que tenha abandonado, por amor do Reino de Deus, sua casa, sua mulher, seus irmãos, seus pais ou seus filhos que não receba muito mais neste mundo e no mundo vindouro a vida eterna.” Lc 18, 29-30 Posso dizer que esta Palavra se cumpriu e se fez viva hoje no meio de nós, 72 discípulos e irmãos! Repito as palavras do Papa Francisco: “Jovens, não tenham medo de ser felizes!” Pude comprovar que a felicidade plena está no encontro com Deus, e este encontro se dá quando decidimos partir, sair de nós mesmos. Ao levarmos Deus, encontramos o próprio Deus.    

Desde a primeira consagração, já era para sempre

Muitas pessoas da Comunidade têm me perguntado como estou depois de ter feito as promessas definitivas no Carisma Shalom, qual a sensação. E então comecei a me perguntar também, porque parecia que dentro de mim estava tudo igual. E eu estava estranhando isso. Mas depois, ao rezar, percebi que é porque a minha consagração no fundo nunca foi temporária. Minha decisão desde a primeira, nunca foi pensando que um dia eu iria voltar atrás. Mesmo com minhas fraquezas, desde a primeira consagração, já era para sempre! Pois sabia em Quem estava depositando minha confiança e a Quem estava entregando minha vida. Sem falar do amor que tenho pela vocação, pela comunidade desde o primeiro segundo que tive contato com ela. É óbvio, que graças particulares são derramadas sobre nós nesse tempo em que optamos viver o eterno. Estaria mentindo se dissesse que nunca pensei em desistir. Isso aconteceu algumas vezes, faz parte da nossa fraqueza. O medo também esteve presente em alguns momentos. Porém, uma vez quando rezava, Deus disse: “Porque você insiste em viver o provisório enquanto quero te dar o eterno, o que não passa?” Diante de tal pergunta, que resposta dar a não ser: “Sim, Senhor! Eu quero o eterno! Quero estar para sempre nesse lugar seguro que é a Tua Vontade e como São Felipe Neri dizer: ‘Eu prefiro o paraíso!” E isso, essa certeza de que agora também estou protegida até mesmo das minhas inconstâncias, dá uma alegria grande demais.  Porque acho, que as promessas definitivas, no fim das contas, nos protegem de nós mesmos. Coloca-nos plenamente nas Mãos de Deus. Somos Dele. Pertencemos efetivamente a Ele já aqui nesta terra, para sempre! E tem coisa melhor? Gizelly Aragão – Missionária da Comunidade de Aliança. Missão de Teresina.

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