Música do Missionário Shalom resume o meu coração

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. E o testemunho de hoje é de Kátia Larisse. Ela teve uma experiência como verdadeiro amor por meio de uma música da banda Missionário Shalom. Para evangelizar cada vez mais pessoas através da música, a banda Missionário Shalom está em campanha para a gravação do DVD “180 Graus”. E com sua doação, esse grande sonho pode ser tornar possível! Acesse e participe: catarse.me/missionarioshalom Acompanhe nas Redes: Instagram @missionarioshalom, Facebook /missionarioshalomoficial Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: “Oi! Eu me chamo Kátia Larisse, tenho 17 anos. Em minha vida, o Missionário Shalom foi muito importante. Em 2013, eu me afastei de Deus, saí do ministério de música e dos coroinhas e não saía nem de casa. No começo de 2014, eu não tinha mais motivos para viver, não tinha amigos, e minha família só brigava comigo, pensei muitas vezes em me suicidar, mas Deus não permitiu. No dia 8 de março de 2014, minha avó se foi, e isso foi o fundo do poço pra mim. Três semanas depois eu completei 16 anos e foi aí que Deus começou a mudar minha vida. Uma semana depois do meu aniversário, fui à Missa e, em uma simples oração, pedi a Deus pra que Ele me ressuscitasse porque eu já não aguentava mais aquela vida. Quando eu saí da Missa, uma amiga minha me convidou pra conhecer o Shalom. Uma semana depois eu fui, e minha vida mudou completamente,  eu já não era mais a mesma pessoa. Continuei indo para o grupo de iniciantes. Veio o Acamp’s, e no dia de ir, minha mãe não deixou que eu fosse. Nos outros seminários também aconteceu o mesmo, e isso foi criando uma ferida no meu coração, mas Deus a fechou. Em todas as vezes que eu sofria por isso, Deus me mandava a música do Missionário Shalom, ‘Em teu braços’. Essa música me consolava e me consola até hoje. Mas a que me fez entender o Carisma que eu vivo hoje foi ‘Inigualável Comunhão’. Essa música resume o meu coração. Passei nove meses no grupo de iniciantes e no dia 11/01/2015 eu fiz o Seminário de Vida no Espírito Santo. E eu renasci. Hoje sou muito feliz, hoje sou Shalom.  Muito obrigado pela oferta de vida de vocês, Missionário Shalom. Sou da Missão de João Pessoa, mas moro em Santa Rita, cidade vizinha a João Pessoa. Em breve será aberto um Centro de Evangelização Shalom aqui, se Deus quiser. E sobre minha vocação, em primeiro lugar eu sou Shalom, busco a santidade a cada dia. Deus me arrasta desde que eu o reencontrei, por meio do Shalom, para a comunidade de vida. Tentei por várias vezes fugir, e uma vez perguntei a Ele porque Ele me quer para deixar tudo se eu sou tão miserável. Por que eu? E Ele me respondeu com o refrão da música nova casa: ‘Porque eu te amo, te quero e não vou voltar atrás. Te espero, abre o peito, nova casa tu terás’. Hoje sou muito grata a Deus por tudo, por essa resposta. Meu sim, minha oferta pela humanidade é deixar tudo e ir ao encontro da humanidade que precisa de mim. Enquanto não chega o tempo que Deus quer que meu perfume se derrame por inteiro, eu vou rezando, evangelizando e amando os jovens. Não sou vocacionada ainda, pois não é ainda a vontade de Deus, mas quando for a hora e vontade Dele eu irei sem medo ao encontro da humanidade. E sobre a Comunidade de Vida, Deus me tocou muito durante o retiro de carnaval ‘Reviver’, foi como se a chama se alastrasse  e tomasse conta de todo meu ser. Continuo rezando para fazer a vontade de Deus e rezo pela Comunidade, pela humanidade.  Agradeço a Deus por vocês, pelo Moysés e pela Emmir, por aqueles cinco jovens do começo, por terem salvo minha vida. Eu sou Kátia, sou Shalom, sou completamente apaixonada por Deus e amante da vontade Dele. Muito obrigado por tudo! Shalom! Que Deus abençoe vocês!”

Por meio da música, Deus me puxou para Si

Chamo-me Zé Guilherme, tenho 24 anos, tenho formação em Música e sou Discípulo da Comunidade de Aliança. Tive a minha primeira experiência com Deus em meados de 2005 no Crisma, quando despertei que havia uma vida “sobrenatural”, que o Espírito Santo de fato era real. E vivendo numa fase de bastante curiosidade e dúvidas na adolescência, decidi conhecer o mundo, mesmo tendo conhecido o verdadeiro Amor, fui recorrer aos prazeres carnais. Nessa época, entre 2008 e 2009, tocava em bandas e conheci o mundo da música secular e comecei a gostar do que me era oferecido, tudo era permitido, ninguém me julgava por fazer o que queria. Ao subir no palco sentia uma necessidade imensa de ir ali o mais limpo possível, enquanto alguns amigos bebiam e se drogavam, naquele momento em especial era apenas eu e a música, era minha transcendência. Mas logo me senti um estranho naquele meio, perdeu o sentido tocar para os outros beberem, usar drogas e ficarem “chapadões”. Eu sabia em meu coração que poderia dar algo melhor àquelas pessoas. E foi quando decidi não mais tocar no mundo. Quando também deixei de ir a shows, boates, e vários lugares que frequentava, pois não me via mais ali. Eu também não ia a shows da Igreja, mas por insistência de um amigo meu fui ao show do Anjo de Resgate e me impressionei com a banda. Por ser guitarrista me apaixonei pelos riffs e solos de guitarra, e ao ver a minha alegria meu amigo me levou para falar com o guitarrista da banda. Mesmo sem querer fui, e ao nos aproximarmos dele meu amigo perguntou: “O que ele precisa para tocar igual a você?”. E ele sorrindo, olhou em meus olhos e falou: “Toque para Deus meu jovem”. Mal eu sabia a profecia que tinha sido lançada sobre mim… Conheci o Shalom em 2009 em um show e decidi por mim mesmo ir à Comunidade. E tudo foi acontecendo pouco a pouco. Em 2010, entrei em um grupo de oração e comecei a criar uma vida de intimidade com Deus. Em 2011, ingressei no vocacional e foi o ano que de fato Deus me puxou para si. Marcou-me bastante um episódio em que ia ter um show da banda que me impulsionou a ser guitarrista, o Red Hot Chili Peppers. Eu estava certo de ir ao Rock inRio para vê-los,  havia decidido não mais ir ao Congresso de Jovens, pois cairia na mesma data. Enfim, certo dia olhando o céu através da janela do meu banheiro senti meu coração queimar e Deus a falar: “Vá para o Congresso!”. Foi incrível, pois por mais que eu achasse loucura, meu coração estava em paz. Nesses anos de Comunidade tenho aprendido a amar, a respeitar, a ser paciente, a encontrar meu sentido pleno e realização ofertando a minha vida a Deus e aos homens. Não foi, não é, e nunca será fácil, mas a alegria de viver o céu já aqui na terra me faz ao acordar sempre dizer SIM a Deus. Que Ele nos proteja. Shalom!

Sou de Deus para sempre

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Jefferson Lazaro da Silva. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Jefferson Lazaro da Silva, tenho 30 anos, nasci na cidade de Recife (PE), no dia 14/05/1984. Fui uma criança normal, sem problemas de saúde, graças a Deus. Acredito que tive tudo de que precisei até os meus três anos. Por que falo isso? Porque não tenho lembranças nenhuma de antes desse tempo. E então, começa minha história. Fui adotado aos três anos por uma família formada por quatro irmãos: duas mulheres e dois homens. Minha mãe adotiva chama-se Rosilda da Silva. Rosilda trabalhava em um local que tinha várias atividades sociais, entre elas um orfanato. Minha mãe biológica, que se chama Sandra Maria, conhecia uma mulher que tomava conta de mim e trabalhava nesse orfanato. Então, minha mãe tinha suas atividades, e todos os dias me deixava com a babá e ia trabalhar, voltava do trabalho e me pegava. Até que um dia, nessas suas idas e vindas de trabalho e casa, minha mãe não chegava para me pegar com a babá, assim os dias foram se passando. Todos muitos preocupados, começaram a realizar uma busca por minha mãe, e começaram a tentar encontrar minha família. Aí estava o problema: minha mãe tinha saído de sua cidade natal para tentar a vida em Recife, e ninguém sabia de sua origem. Só se sabe que ela era do interior de Surubim. Então, começaram a tentar falar com alguém de Surubim, porém não se tinha sucesso, porque não se sabia nem como procurar minha família lá. Os dias se passaram, descobriu-se que minha mãe estava morta, ela tinha sido atropelada por um ônibus ao sair do trabalho. A babá, sem saber o que fazer, começou a me levar para o trabalho, o local de que falei no início, onde minha mãe adotiva trabalhava. Ela contou a minha situação, então a direção do orfanato me deixou ficar com as crianças, até que alguém da minha família fosse me procurar. Porém, os dias se passavam e ninguém aparecia. Foi quando a Rosilda começou a me levar para a casa e lá me apresentou aos seus quatro filhos. Fiquei indo por vários dias para casa com a ela, até meses. Então a filha mais velha pediu para que eu ficasse morando com eles. Ela falou que ajudaria a tomar conta de mim, então, não sem resistência, Rosilda aceitou a ideia. Algum tempo passou e as dificuldades na família começaram. Chegou ao ponto de Rosilda me devolver para o orfanato, quando sua filha, que havia pedido para que eu ficasse, chegou em casa e não me viu. Ela correu ao orfanato e perguntou por que eu não estava em casa. Rosilda falou que eu não iria ficar mais na casa, porque não teria condições de ela criar cinco filhos. A filha mais velha então falou que me criaria. No dia seguinte, sem que Rosilda soubesse, a filha foi ao orfanato e me trouxe de volta para casa. Minha vida começa aí, quando oficialmente fui adotado por essa família. Quando tinha seis anos, comecei a ver as diferenças da minha mãe com os irmãos, tudo eles podiam, tudo era deles e eu só podia o que ela me oferecia e ponto. Então, achava que isso era normal e fui vivendo assim, até que chegou ao ponto em que comecei a viver com alguns traumas. Por tudo eu chorava e tinha medo. Levei muita surra da minha mãe. Levava surra até por não ter feito coisas que eu achava que era errado eu fazer, e eu tinha que fazer porque era minha mãe. Tinha diferença nas comidas, se tinha uma comida boa, e eu pedia para repetir um pouco, ela falava que não podia, porque era dos filhos. E dizia que eu já tinha comido, dizia para eu “deixar de ser olho grande”. As diferenças só aumentavam, conforme eu crescia. Comecei a ter que lavar todas as minhas roupas, fazer minha comida e assim por diante. Começaram a vir as responsabilidades. Minha mãe sempre fazia alguma coisa para ganhar dinheiro: abria bar, pastelaria, vendia batatinha frita na feira. Eu sempre estava lá ao lado dela, ajudando. Até que eu gostava muito, sentia-me útil para alguma coisa, então pensei que estava fazendo alguma coisa boa para ela, foi quando tudo começou a piorar. Como falei, eram quatro filhos. Um dos filhos, meu irmão, era muito problemático, brigava com todos, inclusive com minha mãe. Batia na minha mãe, roubava a ela e aos outros irmãos, e assim vivia. Ele sempre roubava o caixa do que vendíamos, e no final do dia, quando eu ia prestar contas, minha mãe achava que eu estava roubando. Eu dizia que não roubava, mas não falava que era ele quem pegava o dinheiro. Então eu levava uma boa surra e ficava trancado no quanto, de joelhos no milho e pelado. Ficava por três dias nessa condição, só saía para trabalhar ou ir à escola. Isso só piorava a cada dia, e eu ia crescendo. Meu irmão, o problemático, começou a abusar sexualmente de mim e ameaçava me bater até me matar. Ele me obrigava a ficar tocando nele e ele ficava se esfregando em mim. E me batia quando eu pensava em gritar. Vivi essa situação até uns 12 anos, até que fiquei mais velho e ameacei contar ao meu outro irmão. Esse era o equilibrado de família e, digamos, o “orgulho”. Esse, o da igreja batista e policial, tinha sérios problemas com o outro irmão, o que fazia as coisas erradas. Eu nunca falei nada, porque minha mãe não acreditaria e isso geraria até uma tragédia na família. Quando

O Senhor se fez presente em minha história e arrastou-me para Ele

Sou Camila Almeida, tenho 26 anos e sou postulante da Comunidade Católica Shalom, como Comunidade de Aliança na Missão de Recife (PE). Venho, agora, partilhar com você acerca do meu (re)encontro com Deus e de como a vocação que o Senhor me confiou protagonizou todo esse enredo. De que Deus tem um plano de amor próprio para cada pessoa e que o guarda fielmente eu já sabia, mas hoje, olhando para a minha história, posso ter certeza de que, ainda nas minhas inconstâncias e ausências, o Senhor se fez presente e interviu, Ele mesmo, conduzindo-me e, no fim das contas, arrastando-me para Ele. Conheci a Comunidade Shalom em setembro de 2003, aos meus treze anos, quando participei de um seminário cujos pregadores foram dois missionários da Comunidade. Lembro ver naqueles irmãos aquilo que eu desde sempre havia procurado. Neles eu enxergava algo diferente, cheio de sentido, algo que também eu queria experimentar e encarnar. A intensidade foi tamanha que cheguei a me corresponder com uma das pregadoras, através de cartas, e quando me recordo deste fato é que percebo quantos anos se passaram desde a minha primeira experiência com a Comunidade e com o Amor Esponsal, com o qual, naquela época, Deus feriu meu coração. Seguiu-se a vida, ingressei na universidade e não tardou o meu engajamento no movimento estudantil, nos debates marxistas e no feminismo, que, profundamente revanchista, deturpa a missão da mulher e, também em mim, forjou uma série de mentalidades que não me permitiam compreender o valor da minha feminilidade. Em um breve espaço de tempo, vi-me envolvida por um emaranhado de ideologias e com a vida preenchida por falsas verdades. Minha espiritualidade era corroída “por dentro” e “por fora”, pelos pensamentos dos quais eu me alimentava, pelas “amizades” que comecei a nutrir e ambientes que passei a frequentar. Posso afirmar que deixei escapar aquela experiência primeira com Deus e com a Comunidade, permiti que o mundo me seduzisse e me fizesse vivê-lo profundamente. Embora imersa no afastamento de Deus, quase sempre esquecida de sua existência, a mão dEle jamais soltou a minha, mesmo nos piores lugares para os quais minha liberdade me levou. O Senhor quis estar comigo, decidido que estava pela minha vida, foi Ele que segurou minha mão fortemente. Assim, graças à infinita fidelidade de Deus, em 2010, aproximei-me da Comunidade Shalom e tenho experimentado, dia a dia, a Suprema Verdade, o Amor Perfeito, que afugentou as trevas das vãs ideologias que outrora alimentei e curou as feridas que uma vida no mundo e para o mundo causaram em mim. De fato, quando eu estava longe, o Senhor esteve perto, preservando aquele primeiro amor que experimentei em 2003, resguardando a minha vocação, pois Ele jamais esqueceu o chamado que desde então já me havia feito. Reconquistou-me, apaixonou-me outra vez e arrastou-me de volta, mas dessa vez para sempre, pois, tendo provado de tantas outras coisas, hoje vejo que nada é tão pleno e cheio de vida quanto Seu amor. Com todo conhecimento de causa posso, portanto, como São Pedro, dizer: “A quem iremos, Senhor? Só tu tens palavras de vida eterna”, com a alegria de ter encontrado A resposta, A certeza, O sentido. Camila Almeida  

O CJS me surpreendeu!

Em 2013, tive a oportunidade de ir ao Congresso de Jovens Shalom, em Fortaleza, com a Missão de São Luís. Mal esperava as graças que seriam derramadas nesse evento. É realmente fantástico estar perto do fundador e da cofundadora, de jovens de diversas missões, ainda mais na cidade onde o Carisma Shalom brotou. O CJS foi, para mim, uma experiência concreta com a missionariedade e com a universalidade que compõem o ser Shalom. Como membro da obra, vocacionado, pude tocar de maneira mais intensa naquilo que Deus, por misericórdia, convidava-me a viver no grupo de oração e no serviço. A cada oração, o Senhor ia me inserindo, dando-me dimensão da grande obra de amor que Ele desejava (e deseja) realizar, principalmente no que se referia ao tema do Congresso: “Ide e fazei discípulos”. Nesse sentido, ficou muito forte a moção de que nada devia ser retido em favor da evangelização, tudo devia ser ofertado, mesmo quando este “tudo” parece nada, pois o Senhor sempre estará a multiplicar a nossa oferta e os nossos esforços para corresponder ao Seu chamado de amor. À medida que iam acontecendo as pregações, os momentos de animação e louvor, as adorações, as apresentações artísticas; à medida que o Senhor ia nos fazendo um convite à oferta de vida, meu coração ia se enchendo de um misto de alegria e temor. Alegria pelo se saber eleito, se saber amado, mesmo sem merecimento; temor porque a obra se mostrava grandiosa demais diante dos meus olhos. Mas a fidelidade do Senhor ia me fazendo perceber que, diante de tudo aquilo que me convidava a viver, Ele estaria sempre perto, auxiliando, amparando, capacitando. Além de tudo isso, pude experimentar como a fraternidade com meus irmãos de missão é parte importante da minha relação com Deus. Estar mais próximo deles nesses dias me fez crescer a partir do que Deus ia fazendo também nas suas vidas. Na verdade, não só na vida dos jovens de São Luís, mas de todos os que estavam no Congresso. Perceber que o Senhor unia a tantos jovens, tão diferentes, por meio de um chamado, de uma vocação à missão, me fez encarar de modo diferente a missão que ele me confia hoje, na minha faculdade, na minha família, entre meus amigos. O Congresso foi, portanto, um divisor de águas na minha vida e na descoberta dos planos de Deus para mim. Por fim, gostaria de dizer que, se você está em dúvida acerca de ir ou não ao CJS, confie plenamente na Providência e na Voz de Deus. Ele seguramente tem grandes coisas a realizar na sua vida! Marcus Dimas, 18 anos

Mães que ofertam a vida

Meu nome é Arlene, tenho 55 anos, sou mãe de duas filhas e avó de um menino lindo de 4 anos. Venho de uma família católica de 10 filhos, meus pais nos ensinaram que deveríamos ir à missa aos domingos e rezavam o terço conosco todos os dias. Eduquei minhas filhas nestes mesmos ensinamentos, dando a elas a certeza da existência de Deus e de Suas maravilhas. Em julho de 2012, do nada, minha filha mais velha me convidou para conhecer o Shalom. Chegamos lá em uma noite de vigília jovem, lembro que me senti um peixe fora d’água no meio deles, mas fomos bem acolhidas e convidadas a participar de um grupo misto às quartas-feiras à noite. Começamos a frequentar o grupo na semana seguinte, onde tivemos como pastor o Diogo, que muito bem conduzia a oração, eu olhava para ele muito admirada daquele jovem e da ação de Deus na vida dele. Poucos meses depois, chegou o tempo do vocacional, eu não sabia do que se tratava, mas meu pastor me incentivou a participar do encontro chamado “vocacional aberto”, como forma de descobrir o meu papel na Igreja. Assim, participei do vocacional no Shalom durante 2 anos, no final do segundo ano, Jesus falava ao meu coração que Ele desejava fazer uma obra nova em mim. Durante esse tempo, servia na Obra, fazendo bolo para vender na lanchonete e salgados para os eventos, fui descobrindo que há mais alegria em dar que em receber. Hoje me sinto chamada a uma vida fraterna, a entender com sensatez a realidade de cada irmão. Contemplo a beleza de ser escolhida por Deus para uma vocação específica. Ele me escolheu, fraca, pecadora, um vaso de argila, Ele incomodou o meu coração para viver algo maior. Um dia, em minhas orações, pedi uma palavra a Deus e recebi uma que dizia: “quem põe a mão no arado e olha para trás, não é digno de mim”. Só me restou dizer: Senhor, eis-me aqui. Depois de todo esse processo, esse ano ingressei no postulantado da Comunidade de Aliança, com a graça de Deus, e passarei a servir no ministério de promoção humana, evangelizando nos hospitais e onde mais o Senhor nos chamar. Como mãe, convido todas as mães a participarem desta Obra de Deus e desejo a todas a sabedoria e a docilidade para entender a vontade de Deus para os seus filhos, e também quero dizer a elas que “quem a Deus tem, nada lhe falta, porque só Deus basta”. Shalom!

Sou grato a Deus pelo seu amor fecundo na minha história

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Dyego da Silva. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Sou Dyego da Silva Ferrreira, tenho 19 anos, sou da missão da Comunidade Católica Shalom do Rio de Janeiro da Obra de São Gonçalo. Diante da grandeza do Amor de Deus venho hoje partilhar com vocês a minha experiência com o Ressuscitado que Passou pela Cruz. Quando minha mãe estava grávida de mim ela sofreu muito, pois apanhava do meu pai com chutes na barriga. Quando ela foi me ter, os médicos falaram que só por um milagre que eu ia nascer, porque não tinha como, só rezando mesmo. A minha família era toda espirita e só sabia a Ave-Maria. Os médicos vieram correndo quando nasci, pois realmente foi um milagre da vontade de Deus. Hoje o meu coração só tem um único desejo: dar a Deus aquilo que naquele parto ele me deu, a minha própria vida! Sei que mesmo nas minhas misérias, desejo me consumir e ofertar a minha vida a humanidade que sofre e geme esperando a manifestação dos filhos de Deus. Com um coração grato a voz que me chama, a voz que me fala a cada dia: “Meu filho sei que e difícil, mas o que tenho para ti é um algo mais e mais profundo do que você pensa, um caminho de decisão, um caminho para sempre!!!” Ele me deu como passagem aquilo que ele deseja pra minha vida: “Moisés apascentava o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madiã. Um dia em que conduzira o rebanho para além do deserto, chegou até a montanha de Deus, Horeb. O anjo do Senhor apareceu-lhe numa chama {que saía} do meio a uma sarça. Moisés olhava: a sarça ardia, mas não se consumia.”Vou me aproximar, disse ele consigo, para contemplar esse extraordinário espetáculo, e saber porque a sarça não se consome.”Vendo o Senhor que ele se aproximou para ver, chamou-o do meio da sarça: “Moisés, Moisés!” “Eis-me aqui!” respondeu ele. E Deus: “Não te aproximes daqui. Tira as sandálias dos teus pés, porque o lugar em que te encontras é uma terra santa. Eu sou, ajuntou ele, o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”. Moisés escondeu o rosto, e não ousava olhar para Deus. O Senhor disse: “Eu vi, eu vi a aflição de meu povo que está no Egito, e ouvi os seus clamores por causa de seus opressores. Sim, eu conheço seus sofrimentos. E desci para livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir do Egito para uma terra fértil e espaçosa, uma terra que mana leite e mel, lá onde habitam os cananeus, os hiteus, os amorreus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus. Agora, eis que os clamores dos israelitas chegaram até mim, e vi a opressão que lhes fazem os egípcios. Vai, eu te envio ao faraó para tirar do Egito os israelitas, meu povo”. Moisés disse a Deus: “Quem sou eu para ir ter com o faraó e tirar do Egito os israelitas?” “Eu estarei contigo, respondeu Deus; e eis aqui um sinal de que sou eu que te envio: quando tiveres tirado o povo do Egito, servireis a Deus sobre esta montanha”. Moisés disse a Deus: “Quando eu for para junto dos israelitas e lhes disser que o Deus de seus pais me enviou a eles, que lhes responderei se me perguntarem qual é o seu nome?” Deus respondeu a Moisés: “EU SOU AQUELE QUE SOU”. E ajuntou: “Eis como responderás aos israelitas: {Aquele que se chama} EU SOU envia-me junto de vós.”  Deus disse ainda a Moisés: “Assim falarás aos israelitas: É JAVÉ, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, quem me envia junto de vós. Este é o meu nome para sempre, e é assim que me chamarão de geração em geração”. “Vai, reúne os anciãos de Israel e dize-lhes: o Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó apareceu-me. E disse-me: eu vos visitei, e vi o que se vos faz no Egito, e disse: tirar-vos-ei do Egito onde sois oprimidos, para fazer-vos subir para a terra dos cananeus, dos hiteus, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus, terra que mana leite e mel.” (Êxodo 3:1-17)   Sou grato a Deus pelo seu amor fecundo na minha história. Sou Shalom e o meu sim é eterno! Gratidão à Deus pela minha vida.

Sou fruto do grandioso amor de Deus

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Gilmara. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Eu me chamo Gilmara Maria, tenho 21 anos de idade, moro em Granja, no interior do Ceará. Vou testemunhar como Deus entrou na minha vida de maneiras impactantes. Venho expor duas experiências que me marcaram muito, decisivas: a surpresa da minha primeira conversão; a retomada de minha caminhada em Deus com ajuda da Comunidade Shalom. Ainda não faço parte da Obra Shalom, mas me interesso muito por seu jeito de ser e estou estudando sobre seu Carisma, pois neste ano busco fazer o vocacional em Sobral. Bem, tudo começou com minha mãe. Ela cantava em um coral da cidade e uma das senhoras que cantava com ela orava em línguas. Em um dia de ensaio do coral, minha mãe me chamou para onde estavam ensaiando. Ela insistiu muito, mas eu não queria ir, não estava a fim. Então veio esta senhora rezando, orando e cantando em línguas em alto e belíssimo tom pelo corredor e me chamou para entrar também, então eu entrei, foi espontâneo. Estranho, não é? Não atendi minha mãe, mas a ela sim. A senhora olhou sorridente para minha mãe, do jeito que ela tinha me chamado e falou: “É, minha irmã, no grito não vai, não, tem que ser na oração”. E seguiu caminho adentro, sorrindo e cantando em línguas, e eu atrás dela. Minha mãe estava boquiaberta. Fiquei encantada, nunca tinha ouvido aquilo antes. Então, passado o ensaio, todas reunidas, ela me chamou para ir à casa dela no dia seguinte, pois me achou “pra baixo”, e eu estava mesmo. No dia seguinte, fui até lá. Durante algum tempo, eu ia lá e ela me explicava sobre a fé católica, sobre Deus, sobre o “encardido”. Ela me punha para ler a Bíblia e livros da Igreja e eu achava legal. Foi como minha primeira diretora espiritual depois da Crisma. Até que… Momento Bomba! Em um dos dias de partilha, estávamos assistindo à homilia de um padre da TV Canção Nova. E ele falava sobre a masturbação. Nossa, fiquei perturbada, mas não demonstrei muito, continuei assistindo. O padre ainda estava falando quando a senhorinha vira da TV para mim e diz: “Olha, isso que você está fazendo é muito feio, isto é errado!”. E eu me espantei. Pensava: “Ãn?!” Ela disse mais: “E quem está falando isso não sou eu, é o Espírito Santo!” Pasmei. Eu não tinha dito nada, mal pensei, ela logo puxou a Bíblia e mostrou a passagem de 1 Cor 6, 12- 20. E vi que realmente era o Espírito Santo. Eu vivia no pecado da masturbação, e isso estava acabando comigo. Via muitos filmes pornográficos na internet, vivia uma falsa vida, tinha um fake, orkut fake, onde me passava por outra pessoa e lá que nem eu, tantas pessoas viviam neste mundo de imoralidade, satisfazendo os prazeres da carne, tentando se preencher e ficando cada vez mais vazios, sedentos. Eu buscava Deus e não sabia. A partir dessa palavra e desse fato, lutei para sair disso, mas as quedas aconteciam. Eu não queria desistir, pelo contrário, quanto mais pecava, mais aos pés de Cristo eu me jogava e me lançava, como alguém que corre para ter o que quer, e eu desejava Cristo. Essa foi a minha primeira conversão, quando Deus me alcançou, na minha lama. Conheci um grupo de oração da Renovação Carismática Católica e dele participo até hoje, mas no meu início, tive uma grande provação. Emagreci muito, sentia-me rejeitada por meus colegas de escola, chorei um dia pro meu pai, contando uma situação em que me senti desprezada por eles. Depois entendi que de tanto eu dizer “não” aos passeios, ninguém mais me convidava. Essa foi a situação. Meus pais não sabiam o que fazer, então um amigo que orava apareceu e me levou consigo à sua cidade a fim de me ajudar, mas na época, fomos a um local de candomblé ou algo do tipo e a um centro espírita, ao qual chegamos, pois o “encardido” mandou um sequaz dizendo que tinha sido mandado por Deus para ajudar uma pessoa. Nós, ingênuos, acreditamos e fomos, buscando a “cura”. No entanto, Deus pôs conosco um outro irmão da Renovação dessa cidade que nos disse que a cura não estava ali, e que aquele não era o local certo, na presença do outro que nos guiava ao centro. Mas eu, com raiva, dizia que este, o irmão carismático, estava errado. Eu não sabia o que estava dizendo. Deus agia mais, desviando-nos o caminho para não acertarmos o local. Eu ficava com raiva e ainda rogava a Deus para ir, mal compreendia a encrenca. O irmão carismático, junto com o que me levou só ao primeiro local, desceu em uma Igreja, o santuário de Nossa Senhora de Fátima. Eles disseram que iam orar por mim. E eu, obstinada e enraivada, continuei o caminho. Mas não me saía bem. Quando ia ao centro, invés de curada, cada dia ficava pior. Eu estava no grupo de perseverança do grupo de oração, mas minha ficha não tinha caído. Só entendia por alto que tinha algo de estranho e errado, pois eu já não era a mesma, estava pior, ruim, sentindo e ouvindo o que não estava em Deus, mas nas trevas. Então, na formação da perseverança chegou o tema “Falsas Doutrinas”. E nosso coordenador nos falou tudo e mostrou a passagem de Dt 18, 9-14, entre outras. Então vi que estava errada. Esperei terminar o encontro e, em conflito, e em lágrimas, desesperada para dizer a verdade, abri o jogo para ele, que me falou: “Fuja! Se quiserem lhe levar amarrada, corra, não vá! Não vá!” Ele me deu mais

Nunca é cedo demais para se doar a Cristo

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Carla Millena. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Olá, me chamo Carla Millena, sou da obra Shalom – Missão São Luís MA (grupo de oração Adonai Roni). Confesso, e Deus sabe, o quanto quero ofertar minha vida. Mas as vezes me considero incapaz de tanto. Não por não confiar no Senhor, pois sei que Dele só vem coisas boas, mas por me achar tão pequena, tão imatura diante de Deus. Também confesso que minha vida de oração não é das melhores, eu falho, deixo de rezar e muitas vezes deixo em segundo plano. Meu coração se entristece, pois sei que meu Amado também se entristece. Busco e peço forças parar continuar, porém continuo a falhar. Queria ser igual a minha Santa Teresinha do Menino Jesus. Dizia-se tão pequena, mas era tão grande. Não fazia grandes coisas, mas essas coisas se tornavam grandes, apenas por serem feitas por amor e pelo Amor. Também me digo pequena, pois sei que sou, mas perto da minha Santinha, me considero um átomo (tão pequeno que ninguém nunca viu). Chamo Santa Teresinha de “minha santinha”, pois em meu coração Deus me deu ela, para me acompanhar e estar comigo. Penso que Deus fez uma ótima escolha, em alguns aspectos sou igual a ela, como o fato de querer ofertar minha vida muito cedo. Não sei se ela também pensava como eu penso mas acho que nunca é cedo demais para se doar a Cristo. Se aquela é a hora que Ele te chama, diga sim, “nada a reter, tudo doar”. É difícil para mim também “tudo doar”, é imaturo e infantil o que eu penso mas acho necessário colocar aqui: se Deus quiser demais e eu não puder dar? Eu sei que Ele dá forças aos seus amigos (sim, somos amigos de Deus), mas acho que para mim falta a total confiança. Não que eu não confie em Nosso Senhor, mas há algo no meu coração que não sei explicar. Talvez só meu Amado entenda e nem eu tenha noção dos meus próprios pensamentos. Essas situações me impedem de ser igual a Santa Teresinha. Não quero ser igual a ela por inveja, mas eu sinto que Deus me presenteou com a vida dela, então uso como exemplo. Se eu pudesse conversar com minha santinha face a face, perguntaria para ela como amar tanto Jesus, pois ela o amou de tal forma que me surpreende. É um amor tão grande mas tão simples. A simplicidade de ser, agir e amar de Santa Teresinha me deixa encantada. Meu Jesus me ama tanto, uma vez Ele me revelou através de uma efusão no Espírito Santo, que o amor Dele por mim é o amor que um pai tem para com seu filho. Mas eu imagino como Ele ama tanto, mas tanto uma filha tão desobediente e imatura. Imagino o amor que meus pais têm para comigo multiplicado pelo infinito. Esse é o amor que Nosso Senhor tem por mim. Eu não entendo um amor tão grande. Mas afinal, não devo entender a “cabeça de Deus”. Queria poder dar a Deus um amor igual. Queria amá-lo na mesma intensidade. Mas ser igual a Deus é impossível e também não é desejo do meu coração me igualar ao Senhor. “Quem é esse Deus para me amar assim…” Sempre achei que Deus tem um certo cuidado comigo. Deus comigo é como uma criança que tem o maior cuidado com sua boneca predileta. Não a deixa cair, nem sujar, mas sempre esta em suas mãos para que nada de mal aconteça com ela. Ele sempre me conservou, por isso eu tenho a total certeza que o futuro que Deus planejou para mim é um futuro belo e fantástico. Talvez não aconteçam grandes coisas, mas a simplicidade de Deus é o suficiente. Acho lindo demais aquilo que minha santinha diz sobre sua pequena alma: “O que agrada à Deus em minha pequena alma é que eu ame minha pequenez e minha pobreza, é a esperança cega que tenho em Sua Misericórdia” Quando tento trazer essa citação para meu coração, eu penso como Deus quer que eu ame essa minha pequenez, que muitas vezes me atrapalha de amá-lo mais e me doar mais. Porém, o que vem em meu coração quando penso isso é que, mesmo que meu amor seja pequeno comparado ao Dele por mim, mesmo que esse amor tenha falhas, eu sei que Ele ama esse meu amor e continua me tendo como sua filha e ainda guarda o meu pequeno coração em seu imenso coração!

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