Missa das Primeiras Promessas – 2015

Retiro da Grande Comunidade

No Brasil descobri minha vocação

Como alguém pode descobrir sua vocação? Na verdade, todos nós devemos perguntar a Deus “o que quer de nós”.  São as sábias palavras do Papa Francisco. É verdade. O que realmente Deus quer de nós? Pode ser que sejamos chamados ao sacerdócio, à vida religiosa, a ser missionários ou a estudar na faculdade, para conseguir um trabalho e formar uma família. Existem muitos tipos de vocações. A história da minha viagem foi para descobrir minha vocação. Eu sou do Equador. A meu ver, minha vida estava boa no serviço a Deus. Eu ia à missa todos os domingos, falava com sacerdotes e freiras, participava dos grupos de oração. Mesmo fazendo tudo isso, eu não havia perguntado a Deus o que Ele queria de mim. Comecei a estudar na faculdade em agosto de 2010. Para mim, o curso de Comunicação era a melhor opção que eu poderia fazer. Durante o curso, tive altos e baixos nas classificações, mas não era um impedimento para que eu continuasse estudando. A universidade era boa, eu estudava o que gostava e ainda tinha boas amizades. Achava que fosse alguém que podia fazer tudo. Mas as dificuldades normalmente chegam no momento em que não estamos esperando. Para resumir toda a história, acabei sendo expulsa da universidade. Já devem imaginar o sentimento que eu tinha. Minha vida estava desestruturada e eu me sentia uma pessoa boba. Via como meus amigos e colegas começavam a sair e a triunfar na vida e eu fiquei sem saber o que fazer com a minha. Naquele momento, pude me dar conta de uma coisa: eu havia deixado de lado o Amor de Deus. Com tantas coisas que aconteceram, decidi viajar ao Brasil, mudar de ambiente, conhecer novas pessoas e aprender um novo idioma. Minha ideia não era começar uma nova relação com Deus. Na verdade não tinha nenhuma intenção de retomar minha relação com Ele. Tentei viajar a Curitiba por muito tempo, mas as coisas não deram certo, por vontade de Deus, e terminei indo a uma cidade completamente diferente das minhas ideias. Mas Deus sabe como fazer as coisas. Foi então que fui para a cidade de Maceió. Conheci a Comunidade Católica Shalom e participei do Seminário de Vida no Espírito Santo, ”180 Graus”. Nesse encontro, pude verificar que o Amor de Deus por mim não havia mudado, mas que eu havia mudado. Lembro que quando estava no retiro, o Espírito Santo começou a falar para mim muitas coisas. Entre elas, que fui levada a Maceió para descobrir minha vocação. Finalmente, eu a descobri. Fui falar com um sacerdote e contei toda a minha história. Ele me falou sobre Santa Teresinha e disse uma frase que me marcou muito: “Minha vocação é o amor”. Foi então que eu compreendi que minha vocação é amar a Deus, a Maria e a meus irmãos aqui na Terra… Minha vocação é o amor! A partir daquele momento intenso, decidi amar a Deus no meu dia a dia, deixando que Ele fizesse parte de todas as minhas decisões, na verdade, que Ele tomasse as decisões por mim, porque Ele sabe o que é melhor para seus filhos. Aprendi a abrir meu coração e meus ouvidos para aceitar Sua vontade em minha vida. Agora vou esperar para saber como ficarão as coisas. Talvez tenha que fazer outro curso, ou quem sabe aceitar este chamado para fazer parte da Comunidade Shalom. O que sei é que quero trabalhar para Deus em qualquer coisa que Ele escolher para mim, porque aprendi que devo ter confiança Nele, e, também, que tudo o que eu fizer em minha vida quero fazer com amor. E você? Já perguntou a Deus o que Ele quer que você faça? Ani    

Deus merece todo o amor do mundo

Em meio a algumas idas e vindas durante quatro anos na Obra Shalom, meu coração já se encontrava cansado de tanto errar, não mais queria estar ancorado em outras coisas, mas definitivamente queria tomar algo para si, ou melhor, desejava ser tomado por algo, ter uma identidade verdadeira. Durante o Renascer de 2014, em meio a algumas obras de misericórdia que Deus realizou, tive uma experiência com o Amor Esponsal, experiência da qual jamais esquecerei, pois foi gerando em mim a necessidade de corresponder verdadeiramente ao que Deus já havia posto em meu coração. Lembro-me de que dizia nas adorações: “Toma a minha vida, faz o que Tu quiseres”, após tudo isso percebi que era hora de trilhar o caminho vocacional. Em março, fui ao encontro vocacional aberto e pude tocar o Carisma Shalom mais concretamente. Foi algo apaixonante e que ia me dando cada vez mais a certeza de que aquele era o meu lugar. Entrei no vocacional e logo pude ver o quanto esse realmente é um tempo de escuta, o quanto Deus realmente tem sede dos homens. Fui deixando-me seduzir cada vez mais, e gradativamente de mim também iria sendo exigidas respostas ao que Deus me chamava. O ano vocacional proporcionou-me um autoconhecimento sem igual. Pude conhecer-me e ver no que precisava mudar, para que Cristo pudesse viver em mim e não mais deixar que minhas imperfeições e as coisas velhas me dominassem. Fui vivendo intensamente cada experiência e começava a sentir dentro de mim a urgência de anunciar o Ressuscitado que passou pela Cruz. Para mim, isso não era mais obrigação como via antes, tornava-se necessidade, era necessário dizer ao homem que a liberdade não nos aprisiona a ideologias. Era necessário gritar ao mundo que a paz é concreta e tem nome, chama-se Jesus. Além de tudo isso, fui provando da vivência da radicalidade evangélica, da mortificação para viver a felicidade plena. Fui vivendo as renúncias por amor e para o Amor em favor de outros. O Senhor concedeu-me a experiência com a Cruz e foi mostrando-me o quanto ela é presente na Vocação. A Cruz que não é somente sofrimento, mas sim caminho de e para a felicidade, a Cruz que gera almas para Deus, que é fecunda! Aos poucos, via o quanto precisava configurar-me a Cristo, ser como Ele, ter a Sua radicalidade, ter a Sua ousadia. Ficava cada vez mais difícil, pois a partir do momento em que nos entregamos livremente a Ele, sem nada reter nem hesitar, as dificuldades passam a ser constantes. Porém, Deus nos capacita e está sempre conosco, dando-nos coragem. Não termina aqui, esse é apenas o começo. Deus merece todo o amor do mundo e para Ele sempre ofertarei o melhor de mim. Mesmo com as mãos, por diversas vezes, vazias, lembrarei de como Ele se fez homem, lembrarei de cada Missa, quando nos unimos através da comunhão, lembrarei que é necessário fazer-me, assim como Ele, eucaristia para os homens que precisam ser saciados. Tudo dar para o TUDO ter. Isso requer conhecer as mazelas do homem, isso exige decisão concreta, exige coragem de ir ao encontro do homem e não mais esperá-lo. Sou eu que preciso amar, já que conheço o Amor, sou eu que, inflamada e impulsionada pelo Espírito Santo, devo dar de graça aquilo que de graça recebi. “O ingresso nos pecados dos outros é descida ao inferno, não somente, como em Dante, como espectador, mas tomando-o sobre si e, em um sofrimento transformador, convertendo os infernos e abrindo as portas do abismo.” (Bento XVI) Confiante e decidida digo: Sim, Pai, não é fácil, mas eu desejo, eu quero, eu vou! Cassandra Cutrim, 18 anos, vocacionada à Comunidade Católica Shalom

O Reviver foi a continuação de uma grande obra em minha vida

O Reviver foi a continuação de uma grande obra em minha vida. Em 2011, Deus foi me chamando. Chamou-me para ser ministra da Sagrada Comunhão. Vim até aqui porque senti um chamado de Deus, um tempo de me abrir para o novo, uma ideia diferente daquela que acho que é felicidade. Acho que Deus quer uma família para mim além da minha família. Vou participar do vocacional aberto, pois tenho 41 anos e ainda não sei qual a minha vocação. Sinto que Deus quer que eu me abra para uma missão. Estive sempre preocupada com meu filho também, e Deus me disse que devo aproximá-lo de Deus, que Ele irá cuidar do Arthur. No início do retiro, ele não queria muito vir e hoje já me perguntou quando haverá outro Reviver.   Carla Costa Ribeiro, 41 anos, projetista  

Assessor de Imprensa do Shalom: “Resolvi deixar tudo para ser padre”

Vanderlúcio Souza, que esteve à frente da Assessoria de Imprensa da Comunidade Católica Shalom durante quatro anos, deixa o cargo e a carreira de jornalista bastante atuante na imprensa cearense, para iniciar formação rumo ao sacerdócio. Ele ingressará no Seminário Propedêutico da Arquidiocese de Fortaleza neste domingo (25). “Deixo tudo pelo Tudo. Deixo minha família, que por primeiro ensinou-me a amar a Deus e à Igreja e hoje me devolve para seus braços; deixo minha função de assessor de imprensa na Comunidade Shalom, esse local de Paz que ajudou na minha formação integral. Nas pessoas de seu fundador Moysés Azevedo e de sua cofundadora Emmir Nogueira, deixo registrada minha gratidão”, escreveu em seu perfil no Facebook. Natural de Morrinhos (CE), Vanderlúcio participava da Obra Shalom havia vinte anos. Desde 2010, quando assumiu a Assessoria de Imprensa, servia a Comunidade através do relacionamento com os veículos de comunicação. É reconhecida sua grande contribuição na comunicação e divulgação de eventos importantes para a evangelização da Igreja no Brasil, como o Festival Halleluya Fortaleza, que reúne mais de um milhão de pessoas, anualmente na capital cearense. Através de seu serviço, a Comunidade tornou-se mais conhecida e a evangelização segundo o Carisma Shalom certamente pôde alcançar a muitos. Ele agradeceu à imprensa local e fez votos de que a busca pela verdade seja sempre o caminho a ser seguido. Pediu orações por si; pelos outros 25 rapazes, que darão início aos estudos seminarísticos no ano em que a Arquidiocese comemora centenário; pelo reitor, padre Rafhael Maciel; e pelo vice-reitor, padre Vicente Oliveira. “Deixo a possibilidade de construir uma família biológica para abraçar a todos como irmãos e irmãs através da feliz e livre opção pelo celibato. Enfim, deixo tudo pelo Tudo, graças Àquele que me criou, amou e chamou para servi-Lo como sacerdote, uma graça que não posso atribuir a mim, pois mérito algum possuo para tal”, concluiu. Em seu perfil na rede social há várias manifestações de carinho por parte de jornalistas de vários veículos de comunicação e de membros da Comunidade Shalom.   Emanuele Sales

O melhor lugar para se estar é onde o Senhor desejar

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Felipe Felinto. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Olá! Sou Felipe, tenho 22 anos, moro em João Pessoa (PB) e hoje trilho o caminho vocacional na Comunidade Shalom. Trilhar esse caminho é uma grata surpresa de Deus, daquelas em que as coisas vão acontecendo e você nem percebe como, mas tem plena certeza de que é Deus que está conduzindo. A primeira vez em que ouvi falar sobre a Comunidade foi em um retiro de carnaval em minha paróquia, em 2009. Eu estava servindo nesse retiro e só consegui acompanhar uma única pregação, que foi de um membro da Comunidade Shalom. Eu não sabia o que era “aquilo”, mas percebi algo de diferente nele, que só poderia ser da “tal comunidade”, e pensei: “Se for pra ser de Deus, quero ser de Deus assim”. O tempo foi passando e fui adquirindo responsabilidades no grupo de que fazia parte, mas a inquietação permanecia ali! Queria participar de grupos de oração no Shalom, mas os horários sempre coincidiam com algum serviço na paróquia. Como a inquietação e os sinais de Deus foram ficando mais fortes, vi que não tinha mais como resistir àquilo que Deus me pedia. Eu tinha a intenção de participar de um grupo de oração na comunidade em 2014, após o carnaval, e assim o fiz. Atendendo ao convite de uma amiga que conhecia toda essa história, fui ao encontro vocacional aberto. Fui mesmo sem saber o que era o ‘vocacional’, nem mesmo queria entrar logo de cara, eu só queria mesmo participar do grupo de oração. Pensei que o Vocacional Aberto fosse acontecer somente pela manhã, mas seria o dia todo. Pensei: “E agora?!” Mas acabei ficando e preenchendo um papel. Imaginei que aquele papel serviria só para a Comunidade ter o meu contato, mas era a lista para o ‘plantão vocacional’. Não sabia nem o que era isso, e me explicaram, e de novo eu dizia: “E agora?!” Acabei indo para o plantão. Lembro que disse: “Se é pra alguém rezar por mim, não é ruim, então eu vou”. Fui ao plantão e fiz questão de falar que não queria entrar no vocacional, que só queria mesmo participar do grupo, que até então nem tinha começado. Enquanto isso, Deus foi quebrando toda essa resistência em mim, e em menos de 20 dias provei de uma imensa alegria ao receber a ligação de um membro da equipe vocacional dizendo que estava no Vocacional Shalom 2014. Durante esse tempo de discernimento, pude provar de grandes graças em minha vida. Deus ia fazendo questão de mostrar que eu não estava só e, mais ainda, que era Ele quem conduzia e conduz todos os meus passos, afinal, até para trilhar esse caminho, prevaleceu a vontade Dele e não a minha. Em 2014, o principal ensinamento foi deixar Deus assumir o Seu devido lugar em minha vida e me conduzir por sua Santa Vontade. Só assim, quando não atrapalhei, pude experimentar uma felicidade plena. No início do ano, Deus já me convidava a isso em João 9, 1-7. Jesus poderia ter curado o cego onde ele estava, mas preferiu enviá-lo à piscina de Siloé, para que o milagre acontecesse. Nesse tempo de vocacional, eu fui o cego e tenho a certeza de que o melhor lugar para se estar é onde o Senhor desejar. Shalom!

Deus realizará Seu projeto

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de José Ivaldo. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Eu sou José Ivaldo, tenho 27 ano, sou da Cidade de Barueri (SP). Com muita alegria, venho falar um pouco da minha experiência com Deus. Pela graça de Deus, faço parte da Renovação Carismática (RCC). Venho da cidade de Ouro Branco (AL), onde tive meu encontro pessoal com Cristo. Desde o meu primeiro retiro da RCC, nunca mais fui a mesma pessoa. Depois dessa experiência, eu e mais outros jovens passamos a tem um desejo muito forte no coração de criar o grupo de oração em nossa comunidade. Passamos, então, a nos reunir todos os sábados para rezar o Santo Terço, com música. Não havia RCC na comunidade, mas havia o desejo maior em nosso coração. Então, decidimos não fazer mais grupo de jovens e sim grupo de oração. Alguns jovens que não estavam no retiro não aceitaram que houvesse essa renovação, mesmo assim não desistimos. Houve muitas dificuldades, passamos por um momento muito difícil, pensamos em desistir. Quando Deus quer, ninguém e nada pode impedir de caminhar, pois a Palavra de Deus nos diz: “Eu estou contigo, eu sou Senhor, teu Deus, não há outro Deus”. Os anos foram passando e o grupo de oração passou a realizar orações nas casas. Eu tinha muita vontade de pregar. Um dia, fui a um encontro e vi uma criança pregando. Então, me veio o desejo muito grande de ser como ele, de pregar o Evangelho de Cristo. Prometi para Deus que um dia eu também iria pregar o Evangelho. Comecei a cantar no ministério de música e logo mais comecei a pregar no grupo oração, pela graça de Deus. Queria muito conhecer a Comunidade Canção Nova, mas eu morava longe e não tinha condições. Uma família veio a passeio a São Paulo, fiquei sabendo e resolvi ir com eles. Despedi-me do grupo e falei: “Em 15 dias, eu volto”, mas dentro de mim, o Senhor falava: “Você vai e não volta. Eu tenho um projeto na sua vida”. Chegando a São Paulo, era outra realidade longe dos pais, irmãos do grupo de oração. Eu senti muita saudade, chorava muito, entrava em site procurando grupo de oração, encontros da RCC. Trabalhava todos os domingos, não conseguia ir ao grupo de oração. Comecei a clamar a Deus e já estava para voltar a minha cidade, quando Deus falou: “Meu filho, se entrares para o serviço do Senhor, permanece firme na justiça e no termo, prepara tua alma para a provação”. Depois de alguns dias, mandei o e-mail para caminho vocacional Canção Nova, falando que queria fazer o vocacional. Todos os dias, quando chegava a casa, a primeira coisa que eu fazia era abrir o e-mail para saber a resposta. Foi tudo muito rápido, recebi a resposta da equipe vocacional, pedindo para eu ir à comunidade. Fiz a entrevista, a pessoa responsável pela equipe vocacional falou da sua experiência e falou do carisma Canção Nova. Deixei tudo para fazer minha experiência, meu trabalho, a namorada… Marquei muitas vezes para conversar com minha namorada, mas nunca dava certo, quando estava vindo da Missa ela falou: “Ivaldo, tenho uma coisa para te contar”. Eu respondi: “Eu também”. Ela falou: “Vou para Bahia”. Eu respondi: “Eu também vou fazer caminho vocacional na Comunidade Canção Nova”. Ela olhou para mim e falou: “Quem você vai escolher?” Eu, meio com medo, falei: “Meu chamado na Canção Nova”. Eu poderia muito bem fazer essa experiência na minha comunidade, mas Deus tem seu projeto para nossa vida. Se você se sente chamado a uma comunidade, não perca tempo, ouça o que Deus fala ao seu coração. Não sei como você está neste momento, mas não desista, o Senhor está com você. Talvez eu falando da minha história, você se identifique, talvez esteja vivendo isso na sua vida. Procure seu padre e converse com ele. De sua vocação nenhum homem pode fazer você desistir, Deus estará sempre ao seu lado, Nossa Senhora o ajudará em sua vocação. Passei um ano e oito meses no caminho vocacional na Canção Nova. Tive muitas experiências boas, umas delas foi viver da Palavra de Deus, fazer estudo, ver as promessas de Deus, viver a confissão, o terço de Nossa Senhora, jejum, adoração ao Santíssimo Sacramento. Hoje percebo como sou uma pessoa realizada por Deus. Todos os dias, tenho meu encontro com Jesus na adoração. Participo das missas e faço meu estudo da Palavra de Deus. Não consigo viver sem isso. Você só consegue sair das provações, seja elas de pecado ou de outras situações, através da Missa, da adoração, do terço, jejum, confissão, estudo da palavra. Faça essa experiência com Deus. Eu já estava no segundo ano de caminho vocacional. Quando recebi da equipe vocacional a resposta de que eu não tinha o carisma Canção Nova. Para mim, no momento, houve o susto. Parecia que tinha pedido uma parte do meu corpo, porque era meu desejo viver em comunidade. Mas o desejo de Deus era outro, era ser de Deus na minha comunidade. Fui percebendo que eu poderia viver o carisma de Deus na minha comunidade. Voltei chorando, mas na certeza de que Deus tinha outro projeto, como ele já havia falado. Foi preciso passar pela Canção Nova para me tornar mais próximo de Deus. Não estou falando que todos tem que passar por uma comunidade, mas seria muito bom ter essa experiência. Aceitei o “não” da comunidade e o “sim” de Jesus. Quando recebi a resposta, a primeira pessoa que procurei foi minha ex-namorada. Qual foi a resposta dela? “José, eu também estou fazendo caminho vocacional em uma comunidade”. No momento eu só chorei e

Shalom participa de feira vocacional em Novo Hamburgo

Testemunhos vocacionais, show do Missionário Shalom e apresentação do espetáculo “O Canto das Írias” foram algumas das atrações da Comunidade Shalom na Vocare 2014, feira vocacional da Diocese de Novo Hamburgo (RS). O evento aconteceu no dia 13 de dezembro, em Nova Hartz. Várias famílias, jovens e adultos passaram pelos quiosques, participaram de Seminário de Vida no Espírito Santo, da Missa e da adoração ao Santíssimo Sacramento. Também houve confissões. Distribuídos em três pavilhões, os estandes se tornaram verdadeiros locais de encontro com o Senhor e com o Seu chamado de Amor expresso em diversos carismas da Igreja. Membros da Comunidade e de grupos de oração Shalom da Missão de Florianópolis e das obras de difusão de Porto Alegre, São Leopoldo, Caxias do Sul e Campo Grande estiveram presentes no estande Shalom.   Emanuele Sales / Silmara Aparecida

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