Portuguesa fala de sua experiência com o amor de Deus

Olá, Shalom para todos, Chamo-me Elisa, vivo em Almada/Portugal, e desde sempre me lembro ser católica. Recebi todos os sacramentos da Santa Igreja ao longo da minha vida, ia a missa, “lia” a palavra de Deus, enfim, pensava que eu já sabia muito sobre a nossa Igreja e as coisas de Deus, até que em setembro de 2012 durante uma missa fiquei a saber que haveria um curso dado pelos missionários da comunidade Shalom que residem no Santuário de Criso Rei, isso despertou-me logo uma curiosidade de imediato, e lá fui eu fazer o curso sobre Lectio Divina. Quando dei por mim estava já a fazer parte do grupo de oração da comunidade na Paróquia do Seixal e fiz o seminário de vida no Espirito Santo. No grupo a oração é fervorosa porque estamos reunidos na alegria do Senhor e isso tem tido muito impacto na minha vida. Neste momento estou também a fazer orientação vocacional, tem sido uma experiência rica e maravilhosa, um saber mais profundo sobre Deus e a vocação Shalom. Desde já louvo a Deus e lhe dou graças por nos ter mandado estes meninos e meninas que vieram de tão longe em missão para nos falar de Deus e de Nossa Senhora, de forma tão intensa que nos enche o coração. Obrigada Senhor!

A Vocação não é uma opção, é uma escolha de Deus

Quem recebe em seu coração o chamado de Deus e compreende esse chamado, nunca mais será a mesma pessoas. Pois o chamado de Deus não se escuta com o ouvido, se escuta com o coração. O chamado de Deus para nós não vem por meio do barulho, Ele nos chama no silencio. É no silencio que Deus nos fala as melhores coisas de nossa vida. Isso me faz lembrar um pouco da história do Papa João Paulo I, também conhecido como ‘O sorriso de Deus’. Ele descobre sua vocação ainda jovem, quando caminhava pelo campo com os amigos e em um descuido cai em um penhasco. Desesperado pede socorro a Jesus, ao olhar para o lado vê um crucifixo, naquele olhar em silencio na beira do abismo, Jesus o chama a vocação sacerdotal. Não aceitando a decisão do filho, o pai pergunta como foi que Jesus o chamou, ele responde “assim em silencio sem dizer nada’, afirma. No Evangelho de São Marco (Mc3,13-19); na eleição dos apóstolos, podemos observar que Jesus começa a ter ao seu redor pessoas que se sentem atraídas pelas suas palavras e, aos poucos, essa palavra que você não escuta em outro lugar vai te dando vida. A palavra de Jesus quando cai em nosso coração é como a água corrente de um rio, quanto mais você a escuta mais ela te santifica e limpa o coração. Por tudo isso podemos afirmar que, a vocação é uma escolha de Deus, Ele chama os que Ele quer, tira os seus do meio da multidão. Quando Deus faz a sua escolha, ele não seleciona pessoas, mas escolhe os que Ele quer. Por isso, talvez para alguns a escolha de Deus seja injusta, mas dentre os batizados Ele escolhe algumas pessoas para ficar com Ele, através de uma vocação específica, esses vão colaborar com o anuncio do Evangelho. Quem é chamado por Deus a uma vocação específica, é chamado também a uma entrega maior. Os escolhidos, Ele os chama a uma intimidade maior, a ser mais próximo de Deus, e o que vai nos identificar com esse chamado de Deus é o louvor e a vida de Oração. Que o senhor nos dê a graça de entender o que Ele nos diz hoje, que ninguém fique triste ou pense em desistir com o que ouviu pelo caminho. Jesus quando fala aos seus discípulos que vai chagar a hora em que Ele terá que sofrer e morrer para depois ressuscitar, Pedro contesta. Quando Jesus fala isso ele está nos dizendo: “ até aqui você caminhou do seu jeito, mas daqui para frente sou Eu quem vou orientar tua vida”, a ressurreição é a luz que nós, antes de entendermos o chamado de Deus, não víamos.    É como se você fosse um atleta “preguiçoso”. Quando a gente corre em cima de uma esteira, a impressão é que estamos indo longe mas, na verdade, nos cansamos sem sair do lugar. Que Jesus não ocupe o lugar da visita em vida. Shalom! Deus nos abençoe.

Halleluya Quero +: jovens confirmam presença na festa que nunca acaba

Com a presença confirmada de mais de 300 jovens, o reencontro da “festa que nunca acaba” será cheio de novas descobertas sobre o Amor de Deus, através de muito louvor, animação, oração, adoração, entre outras atividades. O “Halleluya Quero +” será realizado neste fim de semana, 29 e 30 de novembro, no Centro de Evangelização Shalom na capital maranhense, no bairro do Cohajap, a partir de 9h. Durante os três dias do Festival Halleluya, a Comunidade Católica Shalom reservou um espaço especial para os que desejarem prolongar essa festa. No espaço “Halleluya Quero +”, membros da Comunidade convidaram os participantes para aprofundar o que Deus realizou em suas vidas durante o festival.  Na tenda montada durante o festival, a música eletrônica chamou a atenção dos participantes, que se inscreveram para participar do “Halleluya Quero +”, reencontro do Festival,  e aprofundar a experiência com o Amor e a Misericórdia de Deus. Durante os intervalos entre as atrações, a música na tenda manteve o público animado. Para a coordenadora do Projeto Juventude para Jesus da missão Shalom São Luís, Letícia Lopes, o objetivo foi alcançado. “O objetivo desse espaço é justamente este: atrair os jovens para que eles, por meio da curiosidade, possam querer mais e descobrir que a vida é muito mais do que eles pensam que é. Pegamos os contatos dos jovens que se interessaram para podermos ligar e reforçar o convite durante a semana”, afirmou.

Noite Vocacional

Deixei tudo porque fui conquistada pelo verdadeiro Tudo

Faz sete anos da minha primeira experiência com o amor de Deus. Faz sete anos que a minha vida mudou completamente. Eu tinha 22 anos e tudo o que alguém nessa idade poderia desejar. Recém-formada, trabalhava na área que amava e fazia um curso de especialização, tinha um namorado maravilhoso, companheiro e tudo mais… tinha bens materiais, viagens, amigos. Fui fazer um encontro chamado Nova Vida apenas por curiosidade e, desde então, fui começando a dar nomes a alguns vazios que trazia dentro de mim. Sim, eu tinha tudo o que alguém na minha idade poderia querer, mas faltava algo que eu não entendia o que era. Havia um “buraco” dentro de mim que nada nem ninguém conseguia preencher. Foi então que neste dia, Deus se apresentou a mim. Sim, eu já ouvia falar Dele. Eu ia às Missas todos os domingos, participava de algumas atividades na igreja, mas ainda não O conhecia. Foi neste encontro que O vi pela primeira vez. Toquei-O. Senti-O. Deixei-me ser tocada por Ele. Ardi de amor. Faz sete anos da primeira vez que tive a experiência mais maravilhosa da minha vida. Uma experiência que se renova a cada dia, e por mais que tenha se passado tanto tempo, é sempre nova. Hoje sou missionária da Comunidade Católica Shalom, como Comunidade de Vida. Poderia cair na tentação de dizer que não tenho mais nada e sou mais feliz do que jamais fui. De fato, hoje eu não atuo na minha profissão e administro poucos bens materiais. Mas eu estaria sendo hipócrita se dissesse que não tenho nada. Eu tenho Aquele que dá sentido a tudo. Eu tenho Deus, e isso basta. Posso dizer que sou aquele personagem de Mt 13,44, que descobriu um tesouro muito precioso, e então vendeu todos os seus bens para ir atrás do que era mais valioso. Sim, eu deixei tudo porque fui conquistada pelo verdadeiro Tudo, por Aquele que tem o tamanho exato do meu vazio. E gostaria de te pedir uma coisa: deixe-se conquistar por Ele também! Você vai ter a experiência mais incrível da sua vida.   Caroline Silveira, postulante da Comunidade de Vida em Mossoró     

Sim, eu vou em missão para Madagascar

Meu nome é Thamires, tenho 24 anos, e sou postulante da Comunidade Católica Shalom. Tive minha experiência com o amor de Deus no ano de 2008, em um acampamento de jovens, desde então comecei a trilhar um caminho de discípula de Cristo. Em meio às dúvidas e tentações da juventude, decidi não desistir de trilhar este caminho de santidade ao qual Deus me chamava. Muitas quedas e lutas vieram, mas Deus estava sempre ao meu lado a me levantar. Em 2010, comecei a trilhar um caminho vocacional para discernir melhor o que Deus queria da minha mísera alma. Foi então que, em um dos encontros do vocacional, assistimos a um vídeo que mostrava algumas missões da Comunidade. Dentre todas aquelas cidades, aqueles países, apaixonei-me pela missão de Madagascar, na África. Daí em diante, em todas as minhas orações, sempre rezava pela missão de ‘Mada’. Dois anos depois, tornei-me postulante da Comunidade de Aliança. Foi durante meu postulantado que Deus me fez um pedido muito forte, chamando-me a partir em missão, fazendo-me recordar daquele primeiro chamado de um tempo atrás. Tive medo e me senti muito pequena diante de tão grande chamado, mas Deus me dizia que existia um povo que precisava do meu ‘sim’, um povo que necessitava da minha oferta. Foi muito difícil decidir fazer a vontade de Deus, doando-me para um povo, deixando meus planos, emprego e um futuro profissional. Mas, ao mesmo tempo em que meu coração doía pela oferta, uma grande alegria brotava, pois eu estava fazendo a vontade de Deus, que também é a minha vontade. Costumo dizer: Deus não é incoerente e nunca irá nos armar ciladas. Foi então que escrevi uma carta ao Conselho da Comunidade, dispondo-me a ir em missão para onde o Senhor quisesse me mandar. Recebi o parecer, que questionava-me se eu estava disposta a partir em missão para a África, e lá permanecer por no mínimo três anos. Foi uma grande surpresa, ao mesmo tempo uma grande felicidade, pois vi que tudo era uma grande profecia de Deus. Com plena alegria, respondi: ‘Sim, eu vou em missão para Madagascar!’ São Francisco diz: ‘Quem a tudo renuncia, tudo receberá!’ Nessa certeza, sou muito feliz por poder ser sal e luz nesse mundo, por poder ofertar minha juventude a um povo que necessita, não só de pão, mas, acima de tudo, de amor.

Fazendo Barulho: profissão e vocação

O programa Fazendo Barulho desse domingo (31) abordou o tema “Vocação”. Os convidados foram o médico e missionário da Comunidade Shalom Roger Valim, a psicóloga Joana Barroso e a banda de reggae E3. O discernimento profissional deve ser feito levando em conta somente a autorrealização? Confira a resposta dessa e de outras perguntas no “Fazendo Mais Barulho”, conteúdo exclusivo para web: https://www.youtube.com/watch?v=72YiDEJctWc Serviço Programa Fazendo Barulho Todo domingo, de 14h às 18h Curta nossa página no Facebook: fazendobarulhosh Assista: www.redevida.com.br/ao-vivo Fazendo Mais Barulho, conteúdo exclusivo para web:  www.youtube.com/FazendoBarulhoShalom

Nasci e entreguei minha vida para evangelizar

Há alguns meses, meu coração vinha se inquietando com a falta de evangelização de minha parte. O medo e o respeito humano me paralisavam. Perguntava-me como eu poderia ser Shalom, e não viver aquilo para o qual fui criada: evangelizar. As formações, as palavras de Moysés e Emmir pareciam rasgar meu coração, me consumiam por dentro. Cada pessoa na rua não era mais alguém por quem eu deveria apenas rezar o terço, a humanidade ganhava rosto. A inquietação tomava conta de mim e cada vez mais o medo e a vergonha se tornavam inimigos a serem vencidos. “Afinal, tô servindo para o quê? Apenas para pastorear minhas ovelhas? Ir à célula? Ir à universidade?”. Eu cantei, eu clamei, eu pedi para ofertar minha vida. Tudo isso (ok!) é ofertar a vida também, mas o principal alvo, o fim último, é só um: “levar ao homem de hoje a experiência com o Ressuscitado que passou pela cruz”. De uma forma mais simples, vivemos tudo o que vivemos, apenas para uma coisa: evangelizar. Peguei-me desviando o foco de tudo isso e me centrando no “eu ir para o céu”, mas percebi que de nada vale uma vocação que não arrasta para o céu uma multidão consigo. Participar do Ignition Party, para mim, foi isso: encontrar minha “utilidade”. Não foi simplesmente entregar panfletos, convidar para um evento ou “evangelizar” pessoas de paróquia, pois isso tudo é fácil. Foi uma experiência de ir ao encontro dos filhos que tantas vezes são rejeitados, tocar feridas da humanidade que ninguém quer tocar; foi sair de mim, rezar e conversar com uma humanidade que naquela noite ganhava não apenas rostos, mas nomes, histórias de vida, feridas e, acima de tudo, um coração que ansiava por algo para preenchê-lo. Meu papel nessa noite? Apenas ser um instrumento fraco e ineficaz, mas do qual o Senhor quis se utilizar para mostrar que não é algo, mas alguém, Ele, Jesus Cristo, quem vai preencher esse vazio. Ver jovens deixando suas bebidas, cigarros e afins, para nos permitir falar de Deus para eles, rezar com eles e por eles, fez tudo fazer sentido: cada célula, formação e grupo. A humanidade geme esperando a manifestação dos filhos de Deus e responder a esses gritos silenciosos de socorro fez tudo fazer sentido. Eu nasci e entreguei minha vida para isso, para evangelizar. Amanda Coimbra, 20 anos postulante da Comunidade de Aliança Shalom em São Luís

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