Cardeal-patriarca de Lisboa defende sociedade paliativa contra a eutanásia

  No passado dia 08 de dezembro de 2016 o cardeal-patriarca Manuel Clemente disse que a sociedade tem que se tornar uma “sociedade paliativa” para aliviar quem sofre, estando presente e próxima, reiterando que a Igreja Católica está contra a eutanásia. “Temos que nos tornar uma sociedade paliativa. Mais do que cuidados clínicos temos que prestar cuidados paliativos, temos de estar próximos, de estar presentes, de ser companheiros, porque é isso que diz o Evangelho”, disse Manuel Clemente em declarações à imprensa no final da homilia em que apresentou a Constituição Sinodal de Lisboa. O cardeal-patriarca lembrou que a vida humana “é inviolável”, conforme o artigo 24.º da Constituição da República Portuguesa e sublinhou que a eutanásia não elimina a dor. “A eutanásia elimina a vida e portanto a Igreja Católica não pode concordar com ela”, frisou. Diante da questão do Bloco de Esquerda  e sua da iniciativa legislativa para despenalização da morte assistida, Manuel Clemente invocou o documento emanado pela Conferência Episcopal Portuguesa em março de 2016, sublinhando que quando existem problemas estes não se resolvem abandonando as pessoas ou matando-as, mas sim estando próximo delas quando mais necessitam à luz dos ensinamentos de Jesus. O cardeal-patriarca referiu ainda que em países onde existe eutanásia, como a Holanda, há ainda um problema acrescido. “Porque se se utiliza a eutanásia para tudo, qualquer dia é questão para perguntarmos afinal quem fica”, questionou.     Fonte: Obervador.pt

Eutanásia: Parlamento português debate “despenalização da morte assistida” sob oposição da Igreja católica

Nessa quarta-feira(01 fev) a Assembleia da República vai debater uma petição do movimento cívico ‘Direito a Morrer com Dignidade’, que defende a “despenalização da morte assistida” em Portugal. Os responsáveis da Igreja Católica e movimentos da sociedade civil, tem expressado forte oposição, com destaque para a nota da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), divulgada em março de 2016, na qual os bispos rejeitam soluções que coloquem em causa a “inviolabilidade” da vida. “Não pode justificar-se a morte de uma pessoa com o consentimento desta. O homicídio não deixa de ser homicídio por ser consentido pela vítima: a inviolabilidade da vida humana não cessa com o consentimento do seu titular”, refere o texto do Conselho Permanente da CEP. O debate na reunião plenária do Parlamento vai ser acompanhada, no exterior da Assembleia, por uma manifestação do movimento cívico ‘Stop Eutanásia’, a partir das 12h30 Deu entrada ontem no Parlamento a petição ‘Toda a Vida Tem Dignidade’ que conta com mais de 14 mil assinaturas. Entre as causas estar a pedir “Rejeite toda e qualquer proposta que vá no sentido de conferir ao Estado o direito a dispor ou apoiar a eliminação de Vidas Humanas, ainda que com o alegado consentimento da pessoa”. “Em vez de perder tempo a discutir a morte ganhemos tempos a discutir a vida. Achamos triste que num país que tem tantos idosos abandonados estejamos a discutir a eutanásia em vez de discutir como é que devemos apoiar essas pessoas”, disse José Maria Seabra Duque, um dos mandatários da iniciativa, à Agência ECCLESIA. As associações católicas de enfermeiros e profissionais de saúde, de farmacêuticos, de professores, de juristas, de psicólogos e de médicos e ainda a ACEGE, assinaram um comunicado conjunto em que exprimem o seu apoio a esta petição. A Associação dos Médicos Católicos Portugueses classificou a discussão sobre a legalização da eutanásia como sinal de “uma perda de sentido da vida humana”. Fonte: AGENCIA ECLESIA

O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas

Há acontecimentos que nunca farão a manchete dos noticiários e que se arriscam a ser rapidamente esquecidos. O que vou contar a seguir aconteceu na Nigéria e é um desses casos Em Abril de 2015, por ocasião do congresso “Somos Todos Nazarenos”, que reuniu em Madrid cristãos perseguidos de todo o mundo, tive a oportunidade de conhecer Monsenhor Oliver Dash Doeme, bispo de Maiduguri, a diocese mais afetada pelo grupo terrorista “Boko Haram”. Durante o congresso, Mons. Doeme contou algo que silenciou a sala: “Tive uma visão de Jesus”, disse. “Nessa visão, o Senhor entregou-me uma espada. Quando essa espada tocou nas minhas mãos, transformou-se num Rosário.” “O Senhor falou então, dizendo três vezes: “Boko Haram is gone.” (“O Boko Haram desapareceu”). Mons. Doeme acrescentou: “Não precisei que nenhum profeta me explicasse a visão. Era óbvio que, com o Rosário, expulsaríamos o Boko Haram”. “Na Nigéria, temos o demónio do Boko Haram. Na Europa, vocês têm os vossos próprios demónios, que têm de ser eliminados: o demónio do secularismo, o demónio do casamento gay, o demónio do aborto.”, concluiu. Falei com ele pouco depois. Disse-lhe que era português, devoto de N. Senhora de Fátima, que estaria a rezar por ele. “Então, rezemos juntos à nossa Mamã Maria!”, acrescentou, com um grande sorriso. O sorriso era a sua imagem de marca, Mons. Doeme sabia que era uma questão de tempo e de confiança na ação de Deus. Não há como duvidar da intervenção divina, nos acontecimentos que se seguiram: em 2015, o grupo terrorista controlava um território semelhante ao da Bélgica; no dia 24/12/2016, o presidente da Nigéria anunciou que o exército tomara o último reduto dos terroristas islâmicos. As palavras de Mons. Doeme ficaram para sempre gravadas na minha memória. Associei-as ao que a Irmã Lúcia afirmou na sua última entrevista pública: “…a Santíssima Virgem, nestes últimos tempos em que vivemos, deu uma nova eficácia à oração do Santo Rosário. De tal maneira que agora não há problema, por mais difícil que seja, seja temporal ou, sobretudo, espiritual – que se refira à vida pessoal de cada um de nós; ou à vida das nossas famílias, sejam as famílias do mundo sejam as Comunidades Religiosas; ou à vida dos povos e das nações –, não há problema, repito, por mais difícil que seja, que não possamos resolver agora com a oração do Santo Rosário. Com o Santo Rosário nos salvaremos, nos santificaremos, consolaremos a Nosso Senhor e obteremos a salvação de muitas almas.” Neste centenário das aparições de Fátima, não cessemos de confiar na nossa Mãe, rezando o terço diariamente, como ela pediu. Porque, como afirmou o Padre Pio, “O Santo Rosário é a arma daqueles que querem vencer todas as batalhas”.   Links para as declarações do Bispo Doeme em Madrid: https://youtu.be/jpy0P6N0uxY https://youtu.be/sJcggJcLISE Nuno Capucha Almada/ Portugal

Louvado seja Deus que em mim, um vaso frágil de argila, confiou tão grande tesouro

Chamo-me Fernando, vivo há oito anos em Portugal. Com grande alegria posso dizer-vos que encontrei o verdadeiro caminho de e para a minha felicidade eterna na Comunidade Católica Shalom.  Tive o meu primeiro encontro pessoal com Jesus Cristo quando ainda estava a morar no Brasil, em 1997; a partir de então, o meu coração desejava conhecê-Lo mais e mais. Tinha sede e fome de Deus! Tinha necessidade de uma vida de maior intimidade com Deus. Os anos foram passando e eu continuava a não encontrar uma maneira, por assim dizer, de viver verdadeiramente o meu chamado enquanto filho de Deus na igreja. Após alguns anos em Portugal, soube que a Comunidade Católica Shalom estava estabelecida no Santuário de Cristo Rei. Participei num curso sobre a Lectio Divina, ministrado pela Comunidade. Durante a formação fui dando conta de que o meu coração se sentia feliz por estar ali… Os olhares fraternos, os sorrisos felizes de quem vivia verdadeiramente uma vida em Cristo iam, semana a semana, fazendo-me sentir encontrado.  O sentimento que eu tinha era o de uma pessoa que, após uma longa viagem, regressa ao lar. Fui aos poucos, através de cursos, momentos de convívio e do Grupo de Oração, identificando-me com a forma de ser Igreja, de servir a Deus e ao próximo. Ao ler os Escritos Shalom, fui profundamente tocado pelo testemunho do fundador, em cada parágrafo… em cada frase. Com alegria, o meu coração pode enfim exclamar: Encontrei o meu lugar de ser e servir a Deus na Igreja! Fiz, então, um ano de caminho vocacional para maior conhecimento do Carisma Shalom e da sua vivência, do ser igreja no Shalom. Foi um ano de descobertas, sobretudo da minha própria pessoa. Quanto mais eu conhecia o Carisma da comunidade, mais me ia conhecendo, e reconhecia-me criado desde sempre por Deus para o amar e servir. Hoje, sou Postulante da Comunidade Shalom e luto, diariamente, para viver a santa vontade de Deus na minha vida. Ao Senhor pertenço.  Hoje sou um homem que, mediante os desafios, de e para a felicidade, vive diariamente a renúncia de si mesmo. Hoje sou um homem que se reconhece pequeno e limitado pelo pecado, mas muito mais. Hoje, sou um homem que, pela vivência do Carisma, sabe que as imperfeições não são empecilhos para, dia após dia, poder alçar o livre voo dos filhos de Deus. Hoje, sou um homem que, com o coração inflamado do Amor Esponsal, se deixa consumir na busca de viver uma radicalidade evangélica. Hoje, sou o Fernando, filho de Deus, Shalom! “E pelos jovens, pelos homens, pela igreja… cada dia hei de viver !!!” Louvado seja Deus que em mim, um vaso frágil de argila, confiou tão grande tesouro: O de Ser, e viver o Carisma Shalom! Deus nos abençoe sempre mais em seu infinito amor e misericórdia! Shalom!  

Bispos lusófonos alertam para situações de instabilidade social e política

Responsáveis de sete países de língua portuguesa reuniram-se em Aparecida, no Brasil. Os representantes dos episcopados católicos de sete países lusófonos alertaram para as várias situações de instabilidade social e política nos seus territórios, no final de um encontro de cinco dias que decorreu no Brasil. Os participantes no 12.º encontro de Bispos Lusófonos manifestam “preocupação pela instável situação social, política e económica em quase todos os países, com consequências na vida dos cidadãos, famílias e instituições”. O comunicado final do evento, que reuniu 14 participantes na cidade brasileira de Aparecida, sublinha a necessidade de “diálogo com as instâncias políticas e governamentais”, procurando defender “os valores essenciais ligados à vida humana e ao bem comum, à democracia e aos direitos humanos”. O texto, enviado à Agência ECCLESIA, é subscrito por responsáveis católicos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. Os bispos lusófonos condenam “situações de corrupção, de exploração dos mais pobres, do tráfico de seres humanos”. O comunicado final apela à “cooperação, intercolaboração e solidariedade” entre as Igrejas dos países lusófonos, tendo em vista a “busca comum da paz e da tolerância, da segurança e do bem-estar”. Os trabalhos analisar dois textos do Papa Francisco, a começar pela encíclica ‘Laudato Si’, vista como “uma reflexão inovadora e uma mais-valia para a plena compreensão da ecologia”.Os participantes no encontro de Aparecida realçam a “urgência” de inserir esta temática na “iniciação cristã e formação contínua”. Outro documento pontifício em debate foi a exortação apostólica pós-sinodal ‘Amoris Laetitia’, sobre o matrimónio e a família. Os bispos lusófonos assumiram o objetivo de “propor o Evangelho da família e a pastoral do vínculo” face a outros “modos e conceitos de família” e como resposta a “uma cultura de descarte e de um mundo em desagregação”. Outras prioridades na ação da Igreja Católica passam por “acolher, preparar e acompanhar as famílias” e, em casos específicos, “atender mais a problemas como a poligamia e os casamentos com disparidade de culto” nos países de língua portuguesa. O comunicado conclui-se com uma evocação de “relevantes acontecimentos jubilares” que vão decorrer em 2017: a celebração dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, no Brasil; o Centenário das Aparições em Fátima; a comemoração de 150 anos de presença dos Missionários Espiritanos em Angola e Portugal; a celebração dos 40 anos da Diocese de Bissau, com a realização do seu primeiro sínodo diocesano. O 13.º Encontro de Bispos dos Países Lusófonos vai decorrer na Praia, Cabo Verde, de 27 a 29 de abril de 2018.   Fonte: Agencia Ecclesia

Aborto: «Tirado o direito a nascer» a mais de 15 mil crianças, alerta Federação Portuguesa Pela Vida

A Federação Portuguesa Pela Vida reagiu à divulgação dos números do aborto em Portugal relativos ao ano de 2015 e referiu que foram mais de 15 mil crianças a quem “foi tirado o direito a nascer”. “Dentro de 2 anos ,estas 15 873 crianças preencheriam 1000 salas de aulas de pré-escola e depois 1000 professores do 1.º Ciclo teriam emprego. São 1000 postos de trabalho que se atiraram ao lixo”, refere a Federação Portuguesa Pela Vida (FPV). Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a FPV lamenta o “drama humano” que esses números representam, em concreto, as crianças a quem “é tirado o direito a nascer” e as milhares de mulheres que, “sem apoio e, muitas vezes obrigadas pelas circunstâncias, acabam por recorrer ao aborto”. Para o organismo, enquanto existir uma mulher que diga ‘abortei porque não tive quem me ajudasse’, Portugal vai ser “sempre” um país que “nega a solidariedade, os direitos humanos e a paz”. Neste contexto, a FPV observa que o Apoio à Maternidade e Paternidade seria “um primeiro passo” para combater a “chaga social” que é o aborto mas, “infelizmente”, a atual maioria parlamentar “continua na luta ideológica e fecha os olhos aos mais carenciados”. “Estes 15 873 abortos não são fruto da liberdade, mas da recusa política em apoiar as mulheres na hora de carências e dramas humanas”, considera a Federação Portuguesa Pela Vida. A Direção-geral da Saúde (DGS) divulgou esta terça-feira o Relatório de Registos de Interrupção da Gravidez (IG) 2015 – janeiro a dezembro de 2015 – onde informa que as 15 873 interrupções, nas primeiras 10 semanas por opção da mulher, “correspondem a uma diminuição de 1,9% relativamente ao período homólogo de 2014”. No site de ‘Saúde Sexual e Reprodutiva’ da DGS, a entidade explica que os dados foram extraídos da base nacional a 22 de abril de 2016, de forma a reduzir o impacto dos registos tardios.     Fonte: Agencia Ecclesia

O meu coração tinha encontrado a forma de corresponder a este desejo de crescer no Amor de Deus

Em Junho de 2010, no âmbito de um evento organizado para jovens (A3 jovem), conheci e acolhi em nossa casa, alguns jovens missionários Shalom e pude ouvir o testemunho, absolutamente, inspirador do fundador desta comunidade, Moyzés Azevedo. Foram dias em que a casa esteve mais agitada, algo desarrumada e alvoroçada, mas com muita alegria, música e oração. Eu achei que era um presente, pois de repente, eu não tinha apenas os meus dois filhos, mas tinha ganho mais quatro, de quem tinha que cuidar e mimar. No meu coração, que havia sido desinstalado à pouquíssimo tempo, nasceu o desejo de ter como aqueles jovens, que testemunhavam Jesus, esse desassombro e essa capacidade de usar as palavras, para o louvor a Deus. Um ano depois, em Setembro de 2011, pela mão do Pe. Sezinando (Reitor do Santuário do Cristo Rei) e do Pe. Marco Luís (Pároco de Almada) chegaram os primeiros cinco missionários que instalaram-se na Quinta do Álamo (Seixal), provisoriamente, até as instalações do Santuário do Cristo Rei ficarem prontas. Mas só no dia 13 de março de 2012 iniciamos o grupo de oração . Foram apresentados os objectivos e foi proposto que depois de uma primeira fase inicial que durou poucos meses, deveríamos iniciar o “Caminho da Paz”. Tudo me atraia e muito. A alegria e a dedicação da jovem missionária que me era dada como responsável deste grupo, a simplicidade e humildade dos seus gestos e o cuidado que dedicava a cada retiro/ encontro, os cânticos que nos ensinavam e nos introduziam na oração, o louvor a Deus que brotava do mais intimo dos seus corações, a docilidade ao Espírito Santo, o amor a N. Senhora, os testemunhos, a partilha do que em oração nos interpelava, a formação adicional que muitas vezes complementava ou acrescentava tudo o que se passava no grupo, os momentos de lazer e as missas com oração de cura e libertação seguidas da Adoração Eucarística …enfim…tudo me fascinava e saciava o desejo de Deus em mim. O meu coração tinha encontrado a forma de corresponder a este desejo de crescer no Amor de Deus. A estes jovens missionários foram-se seguindo outros, e cada um traz com eles as suas historias e expectativas, mas carregam o mesmo amor a Deus e à Igreja, e o desejo de aqui em “terras de Santa Cruz” deixarem realizar a vontade de Deus nas suas vidas, doando-se e gastando-se por amor à evangelização. Revejo neles o testemunho do fundador que em Junho de 2010 dizia com um pé em cada cadeira. “Jovens é preciso decidir…não se pode querer estar nos dois barcos…é urgente escolher e escolher bem o barco que nos conduz à vida de santidade(…)”. A minha caminhada vai-se fazendo, em grupo, conduzidos e apoiados pelos livros de suporte à caminhada, somos convidados a esvaziar-nos das nossas certezas e seguranças para assim deixar crescer Deus em nós. Tento corresponder procurando a fidelidade na oração diária, a participação em mais do que a missa dominical, maior assiduidade ao sacramento da reconciliação, de ter mais momentos em adoração Eucarística, enfim…. não é fácil com os ritmos e as rotinas da vida, mas, com a Sua ajuda e amparo do grupo ….eu vou fazendo a experiencia de como Sua filha, ama-Lo e ser amada. Hoje, louvo em todas as minhas orações, o dom destas vidas doadas que se entregam e se consomem “pela igreja, pelos jovens e pelos Homens”. Shalom! Por: Sandra Matias – Grupo de oração Shalom

Missa em ação de Graças pelos 5 anos de missão em Setúbal

A Comunidade Católica Shalom convida para a missa em acção de graças pelos 5 anos de missão da comunidade na diocese de setúbal. A Celebração ocorrerá no dia 27/09 as 21h na Igreja Matriz da Cova da Piedade, após a celebração haverá convívio com lanche partilhado. Contactos: 936 541 221 setubal@comshalom.org

Deus está criando realidades novas!” e a Igreja não dever ter “medo do mundo”

D. José Ornelas, Bispo de Setúbal, presidiu em Fátima à Peregrinação Internacional aniversária de setembro. Na homilia da Missa na noite do dia 12, o bispo de Setúbal desafiou os peregrinos a não viverem com saudades do passado”, como se Deus fosse uma peça de museu: “Abram-se à força renovadora do Espírito e deixem-se guiar por Ele, que é mestre para criar nova vida e nova esperança. Não fiquem simplesmente a ver passar procissões nas igrejas, mas tomem ativamente parte nesse percurso de vida que ela é”, sublinhou. “Maria mãe da Igreja sugere-nos: Não tenham medo do mundo que muda tão radical e rapidamente. Deus e o seu Espírito estão constantemente a recriar a sua Igreja para que ela seja não apenas capaz de acompanhar, mas que se faça promotora de novidade e de vida em cada época da história” – disse D. José Ornelas. Os cristãos devem ser “portadores de vida” e não podem olhar “com indiferença para os milhões de refugiados e miseráveis” que ficam à margem das estradas da sociedade. “Que Maria do Sim, Maria da coragem, do caminho, da busca, guie a nossa Igreja por caminhos de fidelidade renovada e criativa, dê ânimo aos desencantados e nos torne ativos na construção de uma Igreja viva e renovada, que possa mostrar hoje ao mundo, a presença misericordiosa de Deus”, acrescentou D. José Ornelas. Fonte: Diocese de Setubal

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