Medicamentos, carnes, verduras e legumes, combustível. Todos esses itens sofreram aumentos expressivos no último mês e afetou diretamente o bolso das famílias brasileiras. Segundo economistas, produtos de primeira necessidade subiram mais de 10% e estão ocupando mais espaço no orçamento financeiro. Diante desse cenário, viver a fidelidade à devolução da Comunhão de Bens se torna um desafio ainda maior. Como devolver 10% dos rendimentos em um momento em que estamos com dificuldade de manter os itens básicos dentro de casa?
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De acordo com o ecônomo-geral da Comunidade Católica Shalom, Leandro Formolo, sem a dimensão espiritual do significado da Comunhão de Bens, é impossível ser fiel em meio a provações como a atual.
“Viver a Comunhão de Bens sempre será uma experiência de deixar-se crucificar com Cristo e esperar que o Pai das Providências me envolva no mistério da Ressurreição. Ou se tem uma visão espiritual da ação santificante da Comunhão de Bens ou seremos escravos das vozes do mundo que querem consumir até o fim aquilo que é devido a Deus”.
Como administrar melhor seus bens em períodos de recessão?
Ainda de acordo com Formolo, a Palavra de Deus indica o caminho a ser vivido em períodos como o atual: o planejamento orçamentário e o uso dos bens como um culto a Deus.
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“A administração dos bens deve ser entendida como culto a Deus ‘Honra a Iahweh com a tua riqueza, com as primícias de tudo o que ganhares’ (Provérbio 3,9) e também como uma ciência, um conhecimento chamado planejamento orçamentário ‘Quem de vós querendo fazer uma construção, antes não se senta para calcular os gastos que são necessários, a fim de ver se tem como acaba-la? Para que depois que tiver lançado os alicerces e não puder acabá-la, todos os que o virem não comecem a zombar dele, dizendo: Este homem principiou a edificar, mas não pode terminar’ (Lc 14, 28-30). Ambos são bíblicos e eu aconselharia estes dois aspectos.”
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Comunhão de Bens garante a evangelização e o socorro aos pobres
O missionário explica ainda que a Comunhão de Bens tem seu fundamento na dimensão pascal. “O mistério que envolve a Comunhão de Bens se revela a partir da encarnação do Verbo, isso é, no Novo Testamento. Em Filipenses 3, 10 diz ‘…para conhecê-lo, conhecer o poder da sua ressurreição e a participação nos seus sofrimentos…’ nós mergulhamos na dimensão Pascal da Comunhão”.
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“Sem dúvida, a partilha, a Comunhão de Bens existe para o anúncio do Evangelho e sua dinâmica missionária e socorro aos pobres. A união destes dois aspectos, que se entrelaçam na Comunhão de Bens, expressam o Novo Testamento, trazendo em si a experiência Pascal e Eucarística, a Paz, o Shalom”.
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