Quem quebrou a corrente?
De volta de uma viagem de quinze diasque encerra o ciclo de missões para pregação deste primeiro semestre,deparo-me, em lanche com D. Odilo Scherer, com a resposta para muitas noites deinquietação e angústia ante a constatação da destruição moral da juventude quetemos tentado evangelizar e formar: alguémquebrou a corrente! Não há como não sofrer imensa dor aover os jovens com padrões morais cada vez mais duvidosos, que vão muito além dotão batido “ficar” ou “pegar”, mas mergulham na acolhida das idéiasaterradoramente pagãs que acolhem como “adequadas” ou como “indicadoras defelicidade”. Esse amplo universo de pseudo modernidade abraça o desejo dopossuir cada vez mais e a todo custo, a cultura gay, a evidente e angustianteconfusão da identidade sexual, o hedonismo, a ...