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A Autoridade na Igreja

    Quando lemos os Evangelhos, não é raro nos depararmos com trechos que destacam que, Jesus em Sua vida pública, em Suas pregações e em Seus feitos gozava de uma autoridade singular, que o distinguia dos demais mestres da época: "Aconteceu que, ao terminar Jesus estas palavras, as multidões ficaram extasiadas com o seu ensino, porque as ensinava com autoridade e não como os escribas" (Mt 7,28-29).     Desde cedo, os primeiros discípulos compreenderam que a autoridade de Jesus não se fundamentava nas palavras e opiniões de rabinos eminentes, mas que sua autoridade estava ligada ao Pai e à Sua própria pessoa. Não foi à-toa que Pedro disse a Jesus, quando, juntamente com os outros apóstolos, foi interrogado sobre seu ...

O que o Senhor quis dizer com o maremoto?

Acervo Shalom Maná – 2005<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}h1 {mso-style-next:Normal; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; text-align:justify; text-indent:35.4pt; mso-pagination:widow-orphan; page-break-after:avoid; mso-outline-level:1; font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-font-kerning:0pt; mso-bidi-font-weight:normal;}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:2.0cm 42.55pt 42.55pt 2.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}–> <!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}–>    Não podemos permanecer indiferentes diante desseacontecimento tão desastroso que ceifou milhares de vidas e destruiu de formatão violenta tantas cidades na Ásia e na África. Devemos colocar-nos perguntassimples e ao mesmo tempo questionadoras. Deus falou-nos através dos profetas enestes últimos ...

A oração Litúrgica

O universo da oração é tão vasto como as estrelas do céu ou como a areia da praia, cujos grãos são incalculáveis. Entre tantas formas de oração, vale destacar a litúrgica como algo muito significativo, maravilhoso, onde sentimento, fé e arte se mesclam com a sabedoria da mente e do coração, formando o mundo espiritual dos gestos e do sagrado. Mas o que é liturgia? Na tradução grega do Antigo Testamento, chamada dos Setenta, a palavra "liturgia" significa serviço religioso prestado em favor do povo, dirigido a Deus. Portanto, algo sagrado. É um "culto público feito em nome da Igreja"; podemos dizer também que é um caminho, um meio mais fácil e eficaz para entrar em comunhão com Deus e ...

Objetos Litúrgicos

Água: Trata-se de água natural. É usada para purificar as mãos do sacerdote e para ser misturada com o vinho, simbolizando a união da Humanidade com a Divindade em Jesus. Também é usada para purificar o cálice e a âmbula. Âmbula: É semelhante ao cálice, mas possui uma tampa. Nele se colocam as hóstias. Após a missa, é guardada no sacrário, juntamente com as hóstias que foram consagradas. Cálice: É uma taça geralmente revestida de ouro ou prata. Nele se deposita o vinho a ser consagrado. Corporal: É uma toalhinha quadrada. Chama-se corporal porque sobre ela coloca-se o Corpo do Senhor (cálice e âmbula), no centro do altar. Crucifixo: Sobre o altar ou acima dele, existe um crucifixo para lembrar que a Ceia do Senhor ...

Por que as prostitutas vos precederão no Reino dos céus?

«Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, disse-lhe: – Meufilho, vai trabalhar hoje na vinha. Respondeu ele: – Não quero. Mas, emseguida, tocado de arrependimento, foi. Dirigindo-se depois ao outro,disse-lhe a mesma coisa. O filho respondeu: – Sim, pai! Mas não foi.Qual dos dois fez a vontade do pai? O primeiro, responderam-lhe.». O filho da parábola que diz «sim» mas não faz representa aqueles queconheciam Deus e seguiam sua lei, mas depois, em sua atuação prática,quando se tratava de acolher Cristo, que era «o fim da lei», deram umpasso atrás. O filho que diz «não» e faz representa aqueles que antesviviam fora da lei e da vontade de Deus, mas depois, com Jesus, searrependeram e acolheram o Evangelho. Daqui ...

Movimentos Eclesiais e as Novas Comunidades: Dom para acolher e v

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}–> Moysés Louro de Azevedo Filho Fundador e Moderador Geral da Comunidade Católica Shalom   Movimentos eclesiais e Novas Comunidades: respostaprovidencial do Espírito para a Igreja hoje. Vivemos as dores de parto de uma nova época (Docum. departicipação, 94 ). No século XX vimos o ruir das ideologias que tanto impactoe atração exerceram e, de outras formas, ainda exercem na América Latina. Noinício deste novo milênio enfrentamos o pensamento relativista que quer seimpor como único. Estas propostas não são capazes de responder à necessidade deplenitude da pessoa, como também são incapazes ...

O missionário como peregrino

 Toda a história do povo de Israel é marcada pelo ato de caminhar: Abraão deve deixar sua própria terra; o povo escravo no Egito caminha por mais de quarenta anos através do deserto; o próprio Yahweh é percebido como uma presença intima e móvel. Mais tarde, as celebrações rituais retomam o tema do êxodo transformando-o  em peregrinação . No Novo Testamento, Jesus é o peregrino que não somente participa da peregrinações ao templo, mas que faz de toda a sua vida uma longa peregrinação para Jerusalém, onde será preso e crucificado.Aos discípulos é pedido que percorram o mesmo caminho até o sofrimento e morte.A experiência da morte e da ressurreição de Jesus converterá os peregrinos galileus amedrontados (Mc 14,27) em verdadeiros missionários que vão para ...

Como se forma a espiritualidade de uma vocação?

Vinte e cinco anos! Tempo de Jubileu. Tempo de grandes graças. Tempo decontemplar o que Deus fez apesar de nossa fraqueza. Tempo de colher. Tempo depodar, de preparar novas mudas e replantar. Tempo de louvar, louvar, louvar. Nesteespírito de Jubileu, a Shalom-maná abre este precioso espaço para que, olhandoos passos de Deus em nosso caminho, conheçamos melhor alguns aspectos daespiritualidade do Carisma Shalom. Comovocê sabe, a espiritualidade de um Carisma não é algo pronto. Não é algo que ofundador resolveu um dia escrever por achar bonito, por querer que todos vivamo que escreveu. Pelo contrário, é uma conjunção de elementos humanos,acontecimentos históricos, inspirações divinas que, pouco a pouco vãodelineando a forma de uma vocação relacionar-se com Deus e, a partir daí, ...

Parreira de uvas

Ostextos bíblicos muitas vezes apresentam ensinamentos e verdades atravésde comparações elucidativas. A da videira é uma delas. O profeta Isaíasadmoesta o povo judeu por ser qual uma parreira produtora de uvasselvagens ou azedas. Deveria ser arrancada para o plantio de frutas demelhor qualidade (conferir em Is 5, 17). Jesus fala das árvores queproduzem frutos bons ou ruins. Na parábola da figueira, que não davabons frutos, mostra também o comportamento de quem não realiza o bem. Opróprio Jesus conta o caso dos vinhateiros que arrendaram a terra masnão quiseram pagar o arrendamento com o produto do plantio (Cf. Mt 21,33-43). Tudo isso indica o ensinamento sobre a necessidade de se usar odom da vida e de tantas oportunidades outorgadas por Deus ...

A vida consagrada, «transformados pelo esplendor de sua beleza»

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}–> Discurso aos superiores e superioras gerais dos institutosde vida consagrada e sociedades de vida apostólica – 2006   Senhor cardeal, Venerados irmãos no episcopado e no presbiterado, Queridos irmãos e irmãs:   Para mim é uma grande alegria participar deste encontroconvosco, superiores e superioras gerais, representantes e responsáveis da vidaconsagrada. Dirijo a todos minha cordial saudação. Com afeto fraterno, saúdo emparticular ao senhor cardeal Franc Rode, e lhe dou graças por ter manifestadovossos sentimentos, junto a outros representantes vossos. Saúdo ao secretário eaos colaboradores da Congregação para os Institutos de ...
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