Misssão Macapá em Afuá-PA

Círio de Nazaré em Macapá

Inaugurado Café Shalom em Macapá

 Foi inaugurado neste mês de outubro o espaço Café Shalom na Missão da Comunidade Católica Shalom de Macapá. O novo espaço, que integra a lanchonete e a livraria do Centro de Evangelização, foi idealizado para dar mais visibilidade e melhorar o acesso aos serviços da casa que está em processo de reforma gradativa até o final deste ano, como a capela que já foi reinaugurada recentemente. O Café Shalom conta com produtos alimentícios diversificados e as últimas novidades das Edições Shalom em livros, CD’s e DVD’s e outros artigos religiosos. Estão sendo implementadas também uma locadora de vídeo  e vendas de produtos do Círio de Nazaré. Tamara Teles, postulante da Comunidade de Vida ressalta a importância do novo espaço da casa. “Temos experimentado verdadeiramente da providência de Deus porque durante a semana que antecedeu a inauguração eu pude contemplar aquilo que o nosso fundador Moysés Azevedo viveu na fundação da primeira lanchonete. Perceber que Deus é Pai, Ele realmente não nos desampara, Ele dá aquilo que quer. Contemplei a vontade de Deus para nossa missão, que é este espaço que atrai novos jovens e novos casais. Um choque de evangelização em Macapá.” Horários: Segunda à sábado das 14h às 17:30h e das 19h às 22h Informações: 96 3223-9629/8119-7895  

Missões no Amapá

Homilia na Diaconia: Por que evangelizar?

  São Paulo ensina que o Evangelho deve ser anunciado por causa de uma missão, não para tirar proveito dessa tarefa. Clique aqui  e confira, na página “Liturgia”, o áudio da homilia de hoje feita por padre Denys Lima, que é missionário da Comunidade de Vida Shalom. Nesta página você pode buscar as  homilias por data (de segunda a sexta-feira), utilizando o calendário na lateral direita.

Por que sair à rua e falar de Deus para uma pessoa que nunca vi antes?

Olá, sou Marcele Vasconcelos, tenho 21 anos, sou vocacionada da Comunidade Católica Shalom e faço parte da melhor missão do mundo: a Missão de Maceió (risos). Há quase dois anos, fazendo parte da Obra Shalom, comecei a servir nos eventos promovidos pela Comunidade: Renascer, Acamps, Arraiá da Paz, Caia na Real. Eu já havia tido outras experiências muito boas em paróquias. Posso dizer que o meu serviço no Shalom começou quando ingressei no ministério ao qual Deus me chamou: o Ministério de Evangelização. No princípio, achei uma loucura, um verdadeiro “sair de mim”, e confesso que durante muito tempo me fazia perguntas do tipo: “Eu? Mas como assim?!” Logo eu, que não me sinto a vontade para falar com quem não conheço, que prefiro colocar um fone de ouvido a conversar com alguém!? Logo eu, que não tenho hábito de falar em público, que não faço uma leitura na missa! Logo eu, que não, que não e que não…”, mas mesmo assim, graças a Deus, eu disse “sim” e aceitei o que Ele me confiou. Aos poucos, mas aos poucos mesmo, fui me deixando moldar. Ainda sim, tinha aquele receio, “Por que sair à rua e começar a falar de Deus para uma pessoa que nunca vi antes?”, “Meu Deus, vou levar um fora”, “serei ignorada”, “é melhor deixar para uma próxima vez, quando estiver mais preparada”. Porém, para todas as perguntas que fazia, Deus me dava sempre a mesma, breve e simples resposta: “Por amor”. Foi por amor, que Deus enviou Seu filho ao mundo, para nos salvar. Foi esse amor misericordioso que eu conheci! É esse amor que me move e que eu desejo levar ao mundo, porque a misericórdia, verdadeiramente, muda o mundo. Aos poucos pude perceber, que em mim crescia a sede de doar-me sempre mais, a cada evangelização, principalmente com os jovens, quando por exemplo, saímos para “pescar no mar salgado” durante nossos “arrastões da evangelização” onde passamos a conhecer todos aqueles que não conhecem o amor que um dia eu conheci, e que se entrega a cada comunhão. Posso dizer que a experiência de sair e de evangelizar é um misto de sentimentos: compaixão, alegria, dor, esperança. Tudo isso me fez parar e perceber que nada eu poderia fazer com minhas próprias mãos. O mundo clama com emergência pelo amor de Deus. É nítido que o mundo grita por nós, jovens que tivemos uma experiência com esse amor, para levá-lo ao mundo! Mas, isto não é só para mim, porque para cada um de nós é dada essa missão. Somos cristãos, somos igreja, e não podemos permitir que o nosso irmão padeça diante de nossos olhos, omitindo-nos e nos escondendo por medo e extremo egoísmo. Para mim, toda essa experiência foi e continua sendo um “despertar”, porque por mais que eu visse tudo aquilo durante minha adolescência, o comodismo me cegava. Mas agora além de ver, eu ainda posso agir, e foi aí que decidi me comprometer ainda mais com o meu serviço a Deus, seja em minhas orações, no meu ministério, e na minha vida. É tempo de ser testemunha, e esse tempo é agora! Durante o último Seminário de Vida no Espírito Santo, o “Caia na Real”, que aconteceu em 19 e 20 de julho, pude, mais uma vez, beber do Carisma e experimentar a graça de poder estar em união com toda a comunidade, em unidade, dispostos a dar tudo de nós para todos aqueles jovens que lá se encontravam. O nosso serviço, por mais que tenha sido e seja, aparentemente, simples a nossos olhos, é uma grande oferta a Deus, é um serviço de gratidão. Ofertar o meu serviço a Deus é sempre uma grande graça, é a  felicidade de ser eleita para servir a Ele. Poder contemplar o mistério do amor de Deus na minha vida e na vida dos jovens que foram alcançados naqueles dias faz-me ser grata, e para isso, recorro à Virgem Maria, aquela que é exemplo de servidão e de humildade, a “Cheia de Graça”. Reconheço que não podemos permitir que nosso serviço se torne vazio. Pelo contrário, peguemos a nossa cruz e saiamos para anunciar ao mundo que Jesus, o Ressuscitado que passou pela cruz, é Aquele que nos faz felizes plenamente.

Banda Parresia fará show no aniversário de São Luís

A alegria contagiante da Banda Parresia marcará a programação cultural do aniversário de São Luís (MA). A cidade completará 402 anos em 8 de setembro e a partir do dia 5 terão início as atividades comemorativas, que se estenderão até dia 14. Com o intuito de gerar um sentimento de reconhecimento da identidade ludovicense, as comemorações apresentarão expressões da cultura local. Serão diversos shows com vários ritmos e representações religiosas que compõem o cenário local. A programação contará ainda com o Festival Internacional de Folclore, que contará com a presença de grupos nacionais e internacionais. “Para nós, da Banda Parresia, é uma imensa alegria participar das comemorações de aniversário da nossa querida cidade, terra que nos acolheu, a ilha do Amor, e como Deus é Amor, podemos dizer a ‘ilha de Deus’. Nós nascemos para evangelizar, para anunciar Jesus Cristo ao mundo com parresia , e poder fazê-lo e também festejar o aniversário de nossa ilha querida é motivo de grande louvor e gratidão a Deus que nos confia essa missão”, afirmou Ricardo Santos, vocalista do grupo. A Banda Parresia abrirá a programação deste sábado (6), na Praça Maria Aragão, junto a um espetáculo artístico musical, também católico, com início às 19h. Parresia De uma experiência com o amor de Deus em um Congresso de Jovens Shalom, há 7 anos nascia a Parresia, banda que hoje conta com 15 componentes e tem como vocalista o cantor e consagrado da Comunidade de Aliança, Ricardo Santos. A Banda Parresia é fruto do Projeto Juventude pra Jesus da Comunidade Católica Shalom (missão de São Luís), que nasceu com o objetivo de evangelizar através da música para, impulsionados pelo Espírito Santo, anunciar a pessoa de Jesus para o mundo contemporâneo dando o seu melhor, com alegria e muito suingão. Com um repertório muito jovem, o grupo se orgulha de ser uma banda “genuinamente maranhense”.

Nasci e entreguei minha vida para evangelizar

Há alguns meses, meu coração vinha se inquietando com a falta de evangelização de minha parte. O medo e o respeito humano me paralisavam. Perguntava-me como eu poderia ser Shalom, e não viver aquilo para o qual fui criada: evangelizar. As formações, as palavras de Moysés e Emmir pareciam rasgar meu coração, me consumiam por dentro. Cada pessoa na rua não era mais alguém por quem eu deveria apenas rezar o terço, a humanidade ganhava rosto. A inquietação tomava conta de mim e cada vez mais o medo e a vergonha se tornavam inimigos a serem vencidos. “Afinal, tô servindo para o quê? Apenas para pastorear minhas ovelhas? Ir à célula? Ir à universidade?”. Eu cantei, eu clamei, eu pedi para ofertar minha vida. Tudo isso (ok!) é ofertar a vida também, mas o principal alvo, o fim último, é só um: “levar ao homem de hoje a experiência com o Ressuscitado que passou pela cruz”. De uma forma mais simples, vivemos tudo o que vivemos, apenas para uma coisa: evangelizar. Peguei-me desviando o foco de tudo isso e me centrando no “eu ir para o céu”, mas percebi que de nada vale uma vocação que não arrasta para o céu uma multidão consigo. Participar do Ignition Party, para mim, foi isso: encontrar minha “utilidade”. Não foi simplesmente entregar panfletos, convidar para um evento ou “evangelizar” pessoas de paróquia, pois isso tudo é fácil. Foi uma experiência de ir ao encontro dos filhos que tantas vezes são rejeitados, tocar feridas da humanidade que ninguém quer tocar; foi sair de mim, rezar e conversar com uma humanidade que naquela noite ganhava não apenas rostos, mas nomes, histórias de vida, feridas e, acima de tudo, um coração que ansiava por algo para preenchê-lo. Meu papel nessa noite? Apenas ser um instrumento fraco e ineficaz, mas do qual o Senhor quis se utilizar para mostrar que não é algo, mas alguém, Ele, Jesus Cristo, quem vai preencher esse vazio. Ver jovens deixando suas bebidas, cigarros e afins, para nos permitir falar de Deus para eles, rezar com eles e por eles, fez tudo fazer sentido: cada célula, formação e grupo. A humanidade geme esperando a manifestação dos filhos de Deus e responder a esses gritos silenciosos de socorro fez tudo fazer sentido. Eu nasci e entreguei minha vida para isso, para evangelizar. Amanda Coimbra, 20 anos postulante da Comunidade de Aliança Shalom em São Luís

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