Capital da Paz

Para celebrar os 55 anos da cidade, a Comunidade Shalom traz para Brasília uma fórmula que arrastou 1 milhão de pessoas em sua última edição, realizada no Ceará.

Em abril, o maior festival de artes integradas da América Latina, Halleluya, visita o planalto central para celebrar o aniversário de Brasília, e aqui recebe um novo nome: Capital da Paz. Artes, jovialidade, alegria, solidariedade e radicalidade são os valores que compõem a receita que, desde 1997 (em Fortaleza/CE), movimenta milhares de pessoas que buscam por um mesmo ideal: a felicidade. O Capital da Paz acontece nos dias 25 e 26 de abril no Parque da Cidade. A entrada é franca.

Desejo dizer que não sou eu quem vive, e sim Cristo que vive em mim

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Magna Gois Pereira. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Eu seria completa em felicidade se, ao parafrasear nosso grande apóstolo Paulo quando disse “Não sou eu que vivo, mas Cristo que vive em mim”, também já vivesse assim. Bom, mas então por que não sou completamente feliz e como posso dizer que não é Cristo que vive em mim se hoje nas pequeninas coisas eu procuro estar fazendo como Ele faria? É simples, para não mais viver e sim viver o meu Amado em mim eu teria de não mais estar aqui na minha casa, no meu trabalho, na minha faculdade. Eu desejo ardentemente dizer que não sou mais eu quem vive, e sim que Cristo vive em mim. Mas para tanto ainda devo traçar um longo caminho até me dar inteiramente a Ele. Não tem como definir para que vocês achem lindo e emocionante como foi meu primeiro encontro pessoal com a Pessoa de Cristo. Não caberia porque isso acontece todas as vezes que saio de mim para ir ao encontro Dele em uma adoração ou na Eucaristia. Também não acho que eu precise contar em detalhes a minha história. Mas quero contar um pouco do que tem me fascinado até aqui. Por vezes, me pego no grupo de oração pensando: Estou mesmo aqui? Por onde andei? Eu me lembro até do Nando Reis que, sem ele mesmo saber, pergunta pra Jesus em uma de suas músicas: ‘’Por onde andei enquanto você me procurava?” Cheguei a cantar essa música pensando em para quem um dia eu cantaria, porque para um rapaz não seria, já que meus relacionamentos, se é que posso chamar de relacionamento, nunca os tive com o real compromisso de dizer “tenho um namorado”. E confesso, isso não me preocupava e não me preocupa. Pensei algumas vezes, como alguém normal: “Nossa já tenho 26 anos e nunca ‘namorei sério’. Existe algo de errado comigo?” Umas de minhas onze irmãs e três de meus seis irmãos chegaram a me perguntar se eu gostava mesmo de homens e usaram dessas palavras mesmo. Mas não me doeu. Na verdade, eu sorri quando eles me perguntaram, porque o que estava dentro de mim sempre me dava a certeza de que existia algo certo. Por que eu tinha que ser normal somente se eu tivesse um relacionamento? Ainda com alguns pequenos vestígios de uma caminhada que tive na paróquia onde participei de um grupo aos quinze anos, algo pulava dentro de mim quando eu ia à Missa ou a algum evento da mesma. Mas eu não entendia. Uma última irmã que me sobrara depois de todas as outras que já tinham ido cumprir seus papéis de esposas, disse-me: “Magna, Deus tem um grande plano em sua vida.” Ela dizia isso me fazendo o convite de ir à igreja que ela frequentava, de outra denominação. Fui algumas vezes aqui em Fortaleza, outras muitas morando em Aracaju. Por três meses, estive assiduamente indo aos domingos. E então veio a pergunta: quando será o batismo? Como o sol dá licença à chuva quando ela tem que cair, eu pedi licença e saí de lá imediatamente. Nunca aceitei o negócio de ser batizada porque sempre tive a convicção de que já tinha tido o meu quando meus pais me apresentaram diante do padre. E agora, as lágrimas caem porque isso ainda me dá uma alegria imensa misturada à gratidão pela vida de meus pais por terem praticado a obediência a Deus, fazendo-me ser parte do céu ao me batizarem. Naquele momento comecei a ter vida. Não voltei mais à casa onde ia aos encontros no domingo e isso entristeceu minha irmã. Não pude fazer nada, mas Deus fez como sempre faz, e ela aceitou sem querer dizer que entendia. Ela era uma grande devota de Santa Teresinha do Menino Jesus, de fazer a novena das rosas, receber confirmação e tudo. Eu não entendi naquela época o porquê de ela estar abandonando tudo e indo ao batismo que ela acreditava e acredita ser a salvação. Mas respeitei e depois ela me explicou: “Magna, lá na Igreja ninguém cuidava de mim, ninguém via o que eu fazia e existia um grande vazio em mim.” Escutei e ficou tudo certo. Também estive lá por um tempo e por isso, também me afastei. Então, por que a julgaria? O tempo passou. Noites em claro, sem entender o que tanto gritava dentro de mim e eu não entendia… Em um dia nada legal, que não preciso descrever, tive mais uma das grandes brigas com minha mãe. Mas nessa, em especial, consegui me destruir por dentro. Quando ela me disse: “Não quero mais você aqui em casa, Magna. Você é minha filha caçula e meu maior desgosto”. Pronto, bastou. Nada tinha me paralisado até então, como ouvir aquilo de quem eu mais amava. A convite de um colega de trabalho, que hoje é meu pastor de grupo de oração, fui ao Halleluya, obedecendo a voz que dessa vez eu estava ouvindo. Missa, Efusão do Espírito Santo e passagem de Jesus no meio da multidão, e lá estava eu. No meu auge da destruição interna, levantei os olhos e foi lá que fui enxergada pelo mais belo olhar de Amor. Aquele que via todas as misérias que eu já tinha vivido e as que continuo vivendo, só soube me olhar e me disse: “Vem!” Halleluya 2014. Até hoje não sei mais viver como um dia vivi. Sabem aquela frase que um dia minha irmã me disse:  “Magna, Deus tem um grande plano em sua vida”? Eu ainda não entendo. Mas vivo! Eu vivo todos os dias tentando entender como pode o Amor querer algo

O Social também está presente no Halleluya

O Festival Halleluya que começa na próxima sexta (05) sendo aberto pela Banda Rosa de Saron e que prossegue até o dia 07, fechando com o show de Adriana, não é só música.  Além de apresentações de dança e peças teatrais, o evento tem ainda uma preocupação com o social. A Comunidade Católica Shalom, organizadora do evento, também está antenada com o social e prova disso é que este ano, além da arrecadação voluntária de 1 kg de alimento, que é motivada para que todas as pessoas que não pagam nada pelo evento, levem, firmou uma parceria com o Hemonorte que estará com a estrutura montada para receber doadores das 15h às 19h. Segundo a coordenadora geral do evento, Márcia Cavalcante, a iniciativa é mais que uma contrapartida social, é uma preocupação com o próximo mesmo, porque quem doa sangue, ajuda concretamente a salvar vidas. Com entrada franca, o evento terá ainda a participação do Missionário Shalom e Cosme como atrações nacionais e as bandas Swing do Alto e Forró Obra Nova como atrações locais.  O Festival Halleluya tem o patrocínio do Governo do RN, através da Lei de Incentivo a Cultura e do Café Santa Clara, Comjol, Alesat e Miranda Computação. Por Luiz Eduardo Andrade

Rosa de Saron chega a Natal com Cartas ao Remetente

Com o patrocínio do Governo do Rio Grande do Norte através da Lei Câmara Cascudo, Café Santa Clara, Comjol, Alesat e Miranda Computação, a Comunidade Católica Shalom está finalizando os detalhes para mais um Festival Halleluya, o maior Festival de Artes Integradas do Rio Grande do Norte. Um dos shows mais aguardados é o da banda Rosa de Saron. O Rosa traz pela primeira vez à capital potiguar o show Cartas ao Remetente. Viajando há seis meses com a turnê, o grupo desembarca em Natal no próximo dia 5 e se apresenta logo após o Canto das Írias, espetáculo que abre o Halleluya. O festival tem entrada é gratuita e segue até 7 de dezembro, no anfiteatro da UFRN. “Esse CD começou a ser gravado em dezembro de 2013. Houve uma pausa de dois meses e retomamos. Essa pausa nos deu tempo para analisar o que já estávamos fazendo e possibilitou uma releitura das nossas experiências anteriores. O resultado foi um CD completo, musicalmente bom e liricamente muito intenso”, conta o vocalista Guilherme de Sá, que divide a produção do disco Cartas ao Remetente com Ricardo Domingues. O lançamento oficial do CD aconteceu em 1º de junho e a nova turnê estreou em julho, após a Copa do Mundo. “Quem vive a vida entre o sonho e a dificuldade, dificilmente deixará de se emocionar com esse trabalho”, finaliza Rogério Feltrin, baixista e fundador da banda. Também passarão pelo palco principal do Halleluya Natal as bandas Missionário Shalom, Forró Obra Nova e Swing do Alto, e os cantores Cosme, Ana Gabriela e Adriana Arydes.   Kassandra Lopes

Halleluya Quero +: jovens confirmam presença na festa que nunca acaba

Com a presença confirmada de mais de 300 jovens, o reencontro da “festa que nunca acaba” será cheio de novas descobertas sobre o Amor de Deus, através de muito louvor, animação, oração, adoração, entre outras atividades. O “Halleluya Quero +” será realizado neste fim de semana, 29 e 30 de novembro, no Centro de Evangelização Shalom na capital maranhense, no bairro do Cohajap, a partir de 9h. Durante os três dias do Festival Halleluya, a Comunidade Católica Shalom reservou um espaço especial para os que desejarem prolongar essa festa. No espaço “Halleluya Quero +”, membros da Comunidade convidaram os participantes para aprofundar o que Deus realizou em suas vidas durante o festival.  Na tenda montada durante o festival, a música eletrônica chamou a atenção dos participantes, que se inscreveram para participar do “Halleluya Quero +”, reencontro do Festival,  e aprofundar a experiência com o Amor e a Misericórdia de Deus. Durante os intervalos entre as atrações, a música na tenda manteve o público animado. Para a coordenadora do Projeto Juventude para Jesus da missão Shalom São Luís, Letícia Lopes, o objetivo foi alcançado. “O objetivo desse espaço é justamente este: atrair os jovens para que eles, por meio da curiosidade, possam querer mais e descobrir que a vida é muito mais do que eles pensam que é. Pegamos os contatos dos jovens que se interessaram para podermos ligar e reforçar o convite durante a semana”, afirmou.

Praça da Misericórdia recebeu centenas de pessoas durante o Halleluya São Luís

Entre todos os espaços do Festival, a Praça da Misericórdia foi o lugar ondes os participantes puderam viver uma forte experiência com o Amor de Deus, através de confissões, adoração eucarística, oração e aconselhamento. Além ter sido o maior espaço do Festival, a Praça foi, sem sombra de dúvidas, a principal parte da “Festa Que Nunca Acaba”. Com 6 equipes de oração e aconselhamento, estrutura para 6 sacerdotes realizarem confissões simultâneas e uma média de 100 confissões e 50 aconselhamentos por dia, a Praça da Misericórdia proporcionou um verdadeiro reencontro do amor do Pai e do filho durante os dias do Festival. Além disso, no Espaço da Misericórdia, como também é chamado, funcionou a capela com equipes de intercessão formadas exclusivamente para o serviço no Halleluya. Apesar da grande procura pelos serviços oferecidos no espaço, a equipe organizadora cumpriu bem o seu papel, como afirmou a jovem Ilziane Silva, que participa pela primeira vez do Festival Halleluya. “O espaço está muito bem organizado, apesar da fila, a espera tem sido um momento especial e de reflexão”, contou. Segundo Isabel Medeiros, coordenadora do Espaço, a característica mais marcante na Praça era o retorno dos que estavam distantes do Amor de Deus. “As pessoas que estão procurando pela confissão são, principalmente, aquelas que estavam distantes de Deus e que foram sensibilizadas por algum momento dos shows e que, tocados pelo Amor do Pai, resolveram retornar”, afirmou Isabel. Outra característica marcante no Espaço foi o serviço de acompanhamento contínuo, oferecido aos participantes que após serem aconselhados no festival, desejassem se aprofundar mais na experiência com o Amor de Deus. Para isso, eles só precisavam deixar seus contatos com a equipe organizadora e esta os contataria, a fim de promover essa proximidade e continuidade.

Centena de pessoas visitam a Praça da Misericórdia durante o Halleluya São Luís

Entre todos os espaços do Festival, a Praça da Misericórdia foi o lugar ondes os participantes puderam viver uma forte experiência com o Amor de Deus, através de confissões, adoração eucarística, oração e aconselhamento. Além ter sido o maior espaço do Festival, a Praça foi, sem sombra de dúvidas, a principal parte da “Festa Que Nunca Acaba”. Com 6 equipes de oração e aconselhamento, estrutura para 6 sacerdotes realizarem confissões simultâneas e uma média de 100 confissões e 50 aconselhamentos por dia, a Praça da Misericórdia proporcionou um verdadeiro reencontro do amor do Pai e do filho durante os dias do Festival. Além disso, no Espaço da Misericórdia, como também é chamado, funcionou a capela com equipes de intercessão formadas exclusivamente para o serviço no Halleluya. Apesar da grande procura pelos serviços oferecidos no espaço, a equipe organizadora cumpriu bem o seu papel, como afirmou a jovem Ilziane Silva, que participa pela primeira vez do Festival Halleluya. “O espaço está muito bem organizado, apesar da fila, a espera tem sido um momento especial e de reflexão”, contou. Segundo Isabel Medeiros, coordenadora do Espaço, a característica mais marcante na Praça era o retorno dos que estavam distantes do Amor de Deus. “As pessoas que estão procurando pela confissão são, principalmente, aquelas que estavam distantes de Deus e que foram sensibilizadas por algum momento dos shows e que, tocados pelo Amor do Pai, resolveram retornar”, afirmou Isabel. Outra característica marcante no Espaço foi o serviço de acompanhamento contínuo, oferecido aos participantes que após serem aconselhados no festival, desejassem se aprofundar mais na experiência com o Amor de Deus. Para isso, eles só precisavam deixar seus contatos com a equipe organizadora e esta os contataria, a fim de promover essa proximidade e continuidade.

Atrações agitam público no encerramento do Halleluya São Luís

Após três noites de shows, espetáculos de dança, missas, adoração e louvor, o Festival Halleluya encerrou na noite deste domingo (23), consagrando-se mais uma vez como o maior evento católico do Maranhão. Ao todo, subiram ao palco 11 atrações artísticas entre bandas e cantores católicos e DJ’s.  A programação da terceira e última noite do evento teve início com a missa presidida pelo Pe. Heitor Morais. Logo após, subiu ao palco a Banda Parresia com o melhor da swingueira católica. O grupo genuinamente maranhense colocou o público para dançar muito ao som de “Jovem de Deus”, “Pororó” e “Trindade Santa”.  O jovem Francisco Márcio Cunha, que veio participar do Halleluya com a caravana de Bacabal, contou sobre a sua experiência de participar do Festival pela 1ª vez. “O Halleluya traz para todos nós a experiência de encontrar o amor de Deus. Para mim está sendo fantástico”, afirmou.  A grande surpresa da noite foi a cantora Olívia Ferreira, que trouxe um repertório de músicas já conhecidas pelo público, no ritmo do melhor pop rock católico, com as canções de seu álbum “Tudo passa pela Cruz”.  Já o cantor Cosme, sempre presente nas edições do Festival Halleluya, com sua total irreverência, trouxe em seu repertório uma mistura de forró, rock, pop, axé, calypso, carimbó, balada, samba e muitos outros ritmos para o Festival.  “Estou muito feliz em retornar a São Luís e, mais uma vez, contar às pessoas que estão aqui um pouco da minha história, do que Deus fez na minha vida de benção e de graças. E a partir dessa minha história de vida, fazer as pessoas experimentarem o amor desse Deus maravilhoso por nós”, contou Cosme. Helena Amaral falou sobre o que viveu nos três dias de Halleluya. “Foi uma experiência ótima, transformadora, onde realmente eu senti a presença de Jesus nos três dias de festa, saio daqui renovada na fé”, contou a jovem. SOLIDARIEDADE A 13ª edição do Festival Halleluya veio com novo formato. Além da estrutura do evento, que cercou toda Praça Maria Aragão conferindo mais segurança aos participantes, a já tradicional campanha “Sou um Doador Oficial do Halleluya” coletou 44 bolsas de sangue, nos dois dias que o serviço de coleta foi disponibilizado pelo Centro de Hematologia do Maranhão (Hemomar). Claudete Pletsch, que já é doadora oficial do Festival Halleluya, contou o que a motiva todos os anos a ajudar o próximo. “O simples fato de saber que você, com essa ação, pode ajudar a salvar outras vidas. Como cristã, eu cumpro, com essa atitude, meu compromisso de amar ao próximo. Já sou doadora oficial e todos os anos, desde que foi iniciada essa parceria com o Hemomar, eu venho preparada para doar”, explicou.  Foram arrecadados também cerca de 200 kg de alimentos e cadastrados 43 de doadores de medula óssea.  A auxiliar administrativa Sandra Cristina da Costa disse estar satisfeita de ter tido a oportunidade de, no festival, se cadastrar como doadora de medula. “Eu sempre tive vontade de ser doadora de medula óssea e encontrei aqui a oportunidade de ajudar a quem precisa. Era o que eu queria e o Halleluya foi o caminho para me cadastrar como doadora de medula óssea”, contou. ESTRUTURA O Festival Halleluya destinou um espaço especial para as crianças que foram participar do evento. O Halleluya Kids recebeu durante os três dias de festival mais de 350 crianças, que participaram de brincadeiras e momentos de adoração. Outro espaço bem visitado foi a Praça da Misericórdia. No local, foram realizadas cerca de 300 confissões.  A Comunidade Católica Shalom também reservou um espaço especial para os que desejarem prolongar o clima de festa vivido nos dias de Festival Halleluya. No espaço Halleluya Quero +, membros da comunidade convidaram os participantes para aprofundar o que Deus realizou em suas vidas durante o festival. O evento, realizado tradicionalmente após o festival, acontecerá no próximo fim de semana, sábado (29) e domingo (30), no Centro de Evangelização, no Cohajap.

Segunda noite do Festival Halleluya arrasta milhares de pessoas à Maria Aragão

A segunda noite do Festival Halleluya foi marcada pela animação e energia dos participantes e atrações. Os shows de Gil Monteiro, Ana Gabriela e Missionário Shalom agitaram o público do festival e levaram uma multidão na noite deste sábado (22), à Praça Maria Aragão. O evento teve início com a missa celebrada pelo Pe. Osvaldo Vieira, da diocese de Guarulhos e que atualmente está em missão no Amazonas. Na homilia, ele afirmou que “aquele que vive em Deus não deseja outra coisa senão evangelizar”. E motivados por estas palavras, deu-se início a mais uma noite de muita festa no Festival Halleluya. Logo após a missa quem subiu ao palco para abrir os shows foi o cantor Gil Monteiro.  Apesar de já ter participado de outras duas edições do evento, este ano Gil trouxe novidade ao palco do Halleluya, lançando seu novo CD Respirar e conduziu o público a momentos de espiritualidade e louvor. O jovem Murilo Sérgio, que participa do Festival pela quinta vez afirma que a experiência de renovação é o que o motiva a participar todos os anos do festival. “Aqui, no Halleluya, eu sinto uma experiência de renovação com o amor de Deus. Cada vez que venho me sinto uma nova pessoa e pronta para enfrentar a vida”. O segundo show da noite foi da revelação do pop católico, Ana Gabriela. A cantora também esteve lançando seu primeiro CD solo no palco do Halleluya, fazendo as público dançar e louvar ao som de suas músicas, em especial os singles “Eu Vou Gritar” e “Vou me Entregar”. Para encerrar a noite de shows, a banda Missionário Shalom fez o público inteiro dançar e cantar com suas música, com a marca da juventude espiritual, da ousadia e criatividade próprias da ação evangelizadora da Comunidade Católica Shalom. “O Halleluya de São Luís é sempre uma experiência maravilhosa, o povo conhece nossas músicas, nossas coreografias e participam todos os anos de nosso show. Mas esse ano, em especial, vivemos uma novidade que foi o momento de oração, um dos mais bonitos que a banda viveu”, afirmou Débora Pires, vocalista da banda. A segunda noite do evento ainda teve como novidade o espaço para cursos rápidos, onde os jovens puderam aprofundar-se em temas como o “O que Deus pensa de mim?”, a “Radicalidade do Evangelho”, “Qual o Sentido da minha vida?” e qual a experiência do namoro cristão. Além disso, durante os intervalos das apresentações do Festival, o público pode aproveitar o show de “Earles e Banda” e dançar ao som de muita música eletrônica com o DJ Claudinho Polary no stand do Projeto Juventude para Jesus. SOLIDARIEDADE Ainda na noite deste sábado, o Centro de Hematologia do Maranhão (Hemomar) esteve pela primeira vez no Festival Halleluya coletando amostras de sangue daqueles que manifestaram interesse em ser doador de medula óssea. Os interessados coletaram uma amostra de sangue e tiveram os dados pessoais e resultados dos testes armazenados no Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea. Ao todo 43 pessoas foram cadastradas no banco de dados. FESTIVAL HALLELUYA O Festival Halleluya encerra neste domingo (23), com a Santa Missa iniciando às 17h30. Subirão ao palco a banda local Parresia, trazendo o melhor da swingueira católica, além dos cariocas Cosme, com toda sua irreverência em um show cheio de animação, e Olivia Ferreira com seu pop católico.

Muita alegria na primeira noite do Halleluya São Luís

Na noite desta sexta-feira (21), milhares de pessoas participaram da primeira noite do Festival Halleluya, que foi marcada por festa, louvor e adoração. Entre as atrações do primeiro dia do evento estiveram a banda Shalom Roots e os cantores Davidson Silva e Diego Fernandes. Os artistas contaram como foi a experiência de participar da 13º edição da festa em São Luís. O evento teve início com a celebração da missa e logo após quem subiu ao palco para animar o público foi a banda local Shalom Roots. Ao som do reggae, a banda fez a sua estreia nos palcos e agitou o público. João Júnior, vocalista do Shalom Roots, contou como foi a experiência. “A sensação foi maravilhosa. Estávamos preocupados com o que o público ia achar e como ia interagir com a gente, mas a resposta foi muito positiva”, disse. O Shalom Roots já possui planos para o futuro. “Vamos divulgar mais o nosso trabalho nas redes sociais, sempre com o objetivo de evangelizar por meio das letras que falam do amor de Deus”, completou João Júnior. Depois quem conduziu a festa foi o mineiro Davidson Silva. O cantor lançou o seu novo CD Desperta. “Para mim é sempre bom participar do Halleluya. As graças sempre se renovam. Saio daqui muito feliz em confirmar que Deus age independente das adversidades que passamos, porque ele conta é com a estrutura do nosso coração”, afirmou. A surpresa da noite foi o cantor Diego Fernandes, que fez o público dançar e,inclusive, se jogou nos braços da multidão. Ele destacou a singularidade desta edição do evento. “Procurei ser o mais sincero possível com Deus e com o público. Faço show em São Luís desde 2009 e esse foi um dos shows mais marcantes que eu já fiz no Halleluya. Do palco, pode observar e sentir as pessoas se entregando de coração”, disse. Rafael Duarte, servidor público, 25 anos, foi participar do Halleluya junto com os amigos da comunidade Ebenézer. Ele contou o que achou da experiência. “Me senti chamado a participar do Halleluya, assim como ocorreram nas edições anteriores. É muito bom poder estar na presença de Deus e principalmente poder compartilhar disto com nossos irmãos de comunidade, é um fortalecimento mútuo da fé”, declarou. O encerramento do Festival Halleluya será realizado neste domingo (23). Além das atrações, o evento reforça seu caráter social por meio da doação de sangue, cadastro de doadores de medula óssea e doação de alimentos. Outros espaços como o Halleluya Kids e Espaço juventude atraíram a atenção dos que participaram da primeira noite do evento. O primeiro, com brincadeiras específicas, garante a participação das crianças no evento. Já o espaço juventude, com música eletrônica convida os jovens a permanecerem animados durante os intervalos entre as atrações.

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