Tenda Eletrônica – Ressuscitou 2017 – 1° e 2 ° Dia
“Vale a pena esperar o tempo que for, eu quero é dançar e viver o amor de Deus”, disse uma jovem bem ansiosa.
#osomdaesperaça #ressuscitou2017
“Vale a pena esperar o tempo que for, eu quero é dançar e viver o amor de Deus”, disse uma jovem bem ansiosa.
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Para comprometer-se com as pessoas, é preciso ter algum grau de maturidade humana. Hoje, percebemos um fenômeno no meio de nossos jovens, que é o retardamento da adolescência. Ou seja, a maturidade, que deveria existir aos 18 anos, demora mais para chegar. A prova é a indecisão da maioria ao ter de escolher o curso superior na hora do vestibular. Não são poucos os que mudam de curso depois de dois anos. Outros concluem o curso (quase forçados pelos pais), mas nunca exercem a profissão. Por quê? Estão indecisos e têm medo de fazer compromissos definitivos. Pior é a situação no casamento. Para alguns de nossos jovens, esse assunto é uma verdadeira tortura. Aquela jovem chega aos 30 anos de idade e ainda não está muito segura se quer ou não casar. Outros preferem a fórmula popular do “ficar”. A paquera seria até normal, dentro de alguns limites, aos 14 anos, mas convenhamos que um “jovem” de 35 anos, que passa os fins de semana nas baladas “ficando”, alguma coisa não está certa. No fundo, é o medo do compromisso. Alguns são até sinceros e dizem logo no início do namoro: “Já vou avisando: não estou preparado para um namoro sério”. Imaturidade afetiva O mesmo se dá na vida dos seminaristas. Estamos assustados com o número de padres que deixam o ministério logo nos primeiros anos. É o receio de ficar preso e comprometer-se. Outros pulam de galho em galho. Ou seja, tornam-se padres, depois fazem um curso de psicologia e abrem consultório; mais tarde, mudam para a vida política, tornam-se advogados; e o povo perdeu mais um sacerdote. No fundo desse problema, também está o medo de comprometer-se, cuja raiz é a imaturidade afetiva. Os políticos do país deveriam ser mestres do compromisso com o povo. Mas é isso que acontece? Os recentes escândalos no país mostram que o povo não é a maior preocupação de alguns deles. Um desses políticos, com fama de popular e operário, teve coragem de gastar R$ 15.000,00 (quinze mil reais) em uma garrafa de vinho num jantar de negócios. Nossa cozinheira do convento fez as contas rapidinho e concluiu que levaria mais de ano para comprar uma dessas garrafas com seu salário (que não é baixo!). Conclusão: falta compromisso. Vemos padres, cantores, artistas, advogados e todo tipo de profissionais desmarcando compromissos de sua agenda. Muitos se sentem sufocados em ter de ser fiéis a alguns horários. Expediente? Nem pensar! Da mesma forma, isso é medo dos compromissos. Precisamos mudar essa situação. Nosso Deus é um Deus que faz aliança com Seu povo, ou seja, é comprometido conosco. Precisamos, no entanto, embarcar nessa aliança e nos comprometer também com Deus e os irmãos. É bonito ver uma pessoa que se compromete. Quem encontrou um amigo assim encontrou um tesouro. Padre Joãozinho, scj Fonte:Canção Nova
Vem saber aqui tudo o que aconteceu no Arraiá da Paz
O tempo da espera… eis um tempo tão questionado, cheio de desafios e oportunidades. A questão é: enquanto se espera a realização das promessas de Deus, como se comportar diariamente diante da voz que um dia se ouviu? Aqui, é necessário um cuidado especial para não se enganar com as falsas oportunidades e as falsas vozes que seduzem o olhar e a mente. Aqui, para todas as perguntas a resposta é uma só: a oração. É no relacionamento pessoal com Deus que se reavivam as suas promessas e se reacende o dom da fé, que é possuir aquilo que ainda não se vê. Mais, é no relacionamento com Deus que nossos olhos se abrem para contemplar o que realmente nos leva para Ele, o que nos leva para a santidade e trocar os critérios humanos pelos critérios divinos. Bem, em um mundo que constantemente tenta nos convencer de que é necessário ter alguém, que esperar é bobagem, no meu coração ecoa o desejo de anunciar como é belo confiar nas promessas do Senhor, especialmente quando o tema é Estado de Vida. Como diz a música: “E mesmo que o mundo queira me enganar, e mesmo que os homens queiram me calar, quero com minha vida anunciar…”. Quero anunciar que é feliz esperar em Deus! Ao esperar pela realização das promessas de Deus com relação ao meu Estado de Vida, percebo o cumprimento de várias profecias, a realização de muitas curas e o crescimento no desejo pela salvação – minha e dos homens ao meu redor, aqueles que Deus me confia na missão de comunicar a Sua Paz. E, a verdadeira Paz, sem dúvida, é permanecer na Vontade de Deus. Em um mundo que constantemente fere nossos sentimentos e expectativas de amor verdadeiro, nos enchendo de ilusões imediatistas, permanecer na vontade de Deus é o grande bálsamo para todas as feridas e expectativas. Permanecer na vontade de Deus é a grande certeza de que não se escolhe errado e de que o melhor está por vir e o melhor virá porque Deus não é homem para mentir[1]. Ao contrário, Deus é Amor, que tudo crê, tudo espera e se alegra com a vida vivida na verdade, sem outra intenção que não seja agradar a Deus[2]. Quando o assunto é Estado de Vida, acreditar nas mentiras de Satanás é entrar em um grande labirinto sem saída, o qual se percorre com intensidades diversas chegando sempre ao mesmo lugar: a frustração, decepção e a crença de que o homem não é capaz de amar. É isto que gera uma generalizada falta de esperança. No entanto, Deus é aquele que nos faz crer contra toda descrença e esperar contra todas desesperança[3] Há que se dizer que é desafiante manter-se no propósito de esperar em Deus e haverão tentações de variadas formas. Apesar disso, é gratificante perceber a companhia do Criador em cada passo no caminho. Deus não desampara aqueles que Nele se confiam! Vale ressaltar que, ao final, ainda que não obtenhamos o que gostaríamos, com certeza, seremos cumulados de riquezas bem maiores, que não passam, pois Deus é Amor eterno! Amor incondicional! Amor verdadeiro que sacia toda sede e preenche todo vazio! Por fim, o maior auxílio na espera, sem dúvida, é a Virgem Maria. E, aqui, lembro da Virgem do Silêncio! O silêncio vivido em Deus é fecundo e Maria é aquela que nos conduz calmamente pelos caminhos mais sinuosos quando nos sentimos incapazes de continuar esperando. Recebê-la como mãe de Deus e mãe dos homens, que tudo guardou e refletiu no seu coração, em um sincero relacionamento com o Pai das Misericórdias, nos ensina a permanecer atentos à Voz do Senhor e confiar, certos de que tudo que Deus prometeu se realizará. Foi nela que se iniciou o cumprimento de toda a profecia salvífica de Deus. É ela que nos insere no mistério da confiança! Então, quando se esperam respostas de Deus, ou milagres em certas áreas das nossas vidas, especialmente quando se espera pela voz de Deus quanto ao Estado de Vida (matrimônio, celibato ou sacerdócio), o que ordinariamente se pode esperar é que no fim das contas o que se recebe é o Amor de Deus. E, este Amor, supera todas as coisas! Este Amor supera toda a espera! É o Amor que está no início e o que está no fim, mas sobretudo o que está no meio do caminho, sustentando cada passo na decisão de viver apenas a vontade de Deus, caminho seguro de felicidade eterna! Que possamos, com Maria, consagrar nossas vidas ao Senhor e Nele esperar, certos de que cantaremos a realização dos seus maravilhosos e incontáveis feitos de Amor! Shalom! [1] cf. Números 23, 19: Deus não é homem para mentir, nem alguém para se arrepender. Alguma vez prometeu sem cumprir? Por acaso falou e não executou? [2] cf. 1 Coríntios 13, 6-7: Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. [3] cf. Romanos 4, 18: Abraão, crendo, esperou contra todos os prognósticos desfavoráveis, tornando-se, assim, pai de muitas nações, como ficou registrado a seu respeito: “Assim será a sua descendência”. Texto: Evyne Marina
Devemos viver bem cada momento de nossa vida! Muitas vezes, ao ouvir – ou dizer – esta frase, imaginamos que “viver bem” é levar a vida sem compromissos, “curtindo na boa”, fazendo tudo o que “dá na telha”… Porém, não é bem assim; ao contrário, é ter a consciência de que só temos uma vida à nossa disposição, por isso não podemos nos aventurar em gastá-la de qualquer maneira, irresponsavelmente. É preciso realizar bem nossas tarefas, desempenhá-las da melhor forma que nos é possível. Nós, jovens, porque sabemos ter “a vida pela frente”, nem sempre aproveitamos bem o momento presente da nossa vida. Muitas vezes adiamos o que devemos fazer agora. É claro isso quando olhamos para nossa vida estudantil: a maioria de nós deixa para “estudar” na véspera da prova. Até vamos ao colégio – ou à Universidade – todos os dias, mas não lemos nossos textos, não compramos nem alugamos livros para aprofundar o conteúdo visto em sala; fugimos das conversas com professores ou pessoas mais maduras e mais experientes… Adiamos o quanto podemos os cursos de computação, língua estrangeira, música etc. E isso é muito sério! Vivendo assim, não estamos cumprindo a vontade de Deus para nós, e chegaremos à vida adulta de malas vazias. Outro dia, conversando com uma amiga, ela dizia o quanto se arrependia por não ter se dedicado como devia aos estudos, por ter feito estudos rasos, contentado-se com pouco na Universidade; essa pouca dedicação hoje rendia-lhe muitas vezes uma atuação profissional medíocre. Essa conversa mexeu muito comigo, pois acredito que devemos dar testemunho de cristianismo também na vida profissional, sendo capazes e bem preparados. Na juventude, compete-nos estudar – esta é a vontade de Deus a nosso respeito! – encher as malas a fim de chegar à vida adulta preparados, capazes de dar nosso contributo para o desenvolvimento da humanidade e progresso do mundo. Muitas vezes, quando os pais nos cobram a quantas anda nossa vida estudantil, chateamo-nos e ignoramos a “cobrança”. Entretanto, devemos refletir sobre isso. Como você se sentiria, por exemplo, se fosse a um consultório médico e não sentisse segurança naquele profissional? Confiaria sua saúde a ele? Ou quando começa um curso e percebe que o professor não está bem preparado? O que você faz? Assim é com todos os profissionais: quando procuramos os serviços de alguém, queremos o melhor; queremos sentir que ele sabe o que faz, para, assim, poder confiar-nos a ele. Penso nisso sempre que vou ao consultório de minha dentista – há algum tempo faço um tratamento ortodôntico e uma vez por mês vou “visitá-la”. Converso com ela sobre o tratamento, pergunto e ela sempre sabe o que está fazendo; isso me faz confiar inteiramente nela. E como é bom estar nas mãos de um profissional desse gabarito! Em contrapartida, quando vou a um consultório e percebo o profissional inseguro não volto mais lá. Com certeza, os bons profissionais investiram em suas vidas desde cedo, levando a sério os estudos, lendo, pesquisando, conversando com outras pessoas, viajando… A maioria de nós, infelizmente, acha que estudar é chato. E falta-nos versatilidade para dedicar-nos a muitas coisas: então, só escuto música, ou só rezo, ou só namoro, ou só estudo. Porém, em nossa vida deve haver espaço para cultivar a espiritualidade, o lazer, os estudos. Devemos também aprender a romper com os estigmas que são criados entre nossos próprios colegas. Por exemplo, se chegamos na sala de aula com um livro de poesia, nossos colegas dizem logo: “Tu vai lê isso? Isso é muito chato!”. Quando nos vêem com um livro de literatura: “Cara, tu é doido mesmo”. Leitura, só as que são “obrigadas”. Entretanto, devemos saber encontrar prazer naquilo que nos enriquece intelectual e humanamente e, em tudo o que fazemos, devemos preparar-nos para o futuro. Isto é, viver bem o presente! E aprender a pensar, a olhar além das aparências e daquilo que está óbvio. Se vivemos bem o presente, construímos melhor ainda o futuro. Disse há pouco que estudar é a vontade de Deus para nós. Todavia, seu maior desígnio ao nosso respeito é o amor: fomos criados por amor e para amar. Estudar é também um ato de amor a Deus e à humanidade. Devemos ter sempre diante de nós o sentido do nosso estudo: É para ganhar muito dinheiro? É para saber mais que os outros? É para tirar notas boas? É para passar de ano? Ou é para dar um contributo à construção de um mundo mais humano, mais justo, mais cristão? Com certeza, Deus aposta muito em nós e espera que correspondamos à altura. Portanto, devemos ter sempre como meta e mola propulsora do nosso estudo o amor. Marisa, uma das primeiras focolarinas, falando sobre os estudos às jovens do Movimento dos Focolares, disse: “Se permanecerem na caridade, o que acontecerá? Algumas das ideias que preencheram a mente de vocês durante o estudo, cairão; permanecerão as mais válidas. Não só o amor que vocês continuarão a viver organizará as ideias dentro de vocês. Talvez, vocês nem percebam isso”. A sociedade em que vivemos, que super valoriza o ter em detrimento do ser, faz-nos viver como vegetais, que não pensam, não sentem, não sabem o que querem, não sabem por que vivem: a mídia que dê o “ponto de vista” para eu absorver; a propaganda que me diga o que devo comprar; o marketing que me diga quais são as minhas necessidades e por aí vai. Acostumados que somos a não pensar, concordamos com tudo o que lemos, não refletimos diante de um filme que assistimos, mas apenas absorvemos o que nos é apresentado. Eu, particularmente, criei o hábito de fazer um resumo de todos os livros que leio, resumindo a história e dando meu ponto de vista a respeito. Posso afirmar que, além de fazer-me entender melhor o que o autor diz e ajudar-me a posicionar-me diante disso, é também um exercício muito gostoso! Também tenho o hábito de “colher” uma mensagem dos filmes que assisto, analisar o
A Campanha terá atuação em áreas de risco da cidade, encaminhando jovens para projetos da comunidade A Comunidade Católica Shalom realiza neste mês de junho, em São Paulo, a Campanha “Vida Quero Mais”, iniciativa que busca combater as drogas, por meio das artes, do entretenimento, de palestras, evangelização e formações diversas. As ações se estendem até o dia 26 de junho, Dia Internacional de Combate às Drogas. A programação inclui ações de evangelização e noites de vigílias para os jovens usuários da Cracolândia. O objetivo é fazer o encaminhamento desses jovens a iniciativas de tratamento terapêutico de combate às Drogas. Para isso, a Comunidade apresenta também o “Projeto Volta Israel”, que é promovido pelo ministério de Promoção Humana e direcionado aos usurários de drogas. Outra proposta é encaminhar alguns desses jovens ao “Acamp’s”, o “Acampamento de Jovens Shalom”, que reúne jovens de todo o Estado para vários dias de oração, pregações, esportes radicais, shows e celebrações eucarísticas, com o intuito de oferecer uma experiência nova e apresentar a eles um tipo de diversão duradoura. A Campanha apresenta, ainda, iniciativas de prevenção, por meio de visitas a escolas e universidades, com apresentações artísticas e teatrais, bem como realização de palestras. “Vida Quero Mais” é um sinal concreto de acolhimento para esses jovens, que podem encontrar na Igreja a esperança para uma reintegração na Sociedade. Palavras do Papa Francisco ao fundador da Comunidade Shalom Durante encontro em 2016, o fundador e moderador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, ouviu do Santo Padre, o Papa Francisco, que “os jovens nos chamam a despertar e a aumentar a esperança, porque trazem consigo as novas tendências da humanidade e abrem-nos ao futuro, de modo que não fiquemos encalhados na nostalgia de estruturas e costumes que já não são fonte de vida no mundo atual”. Este apelo leva a Comunidade Shalom a estar ainda mais comprometida com a evangelização dos jovens e, principalmente, com os mais afastados de Deus e da Igreja. Apadrinhe um jovem Quem tiver interesse em ajudar os jovens a participarem do acampamento de inverno que possui caráter primordial de evangelização, pode contribuir com o valor da inscrição, que inclui alimentação e hospedagem para todos os dias. Mais informações pelo telefone (11) 94941-3053.
Estamos acostumados a ver casais de namorados que se ferem, terminam e reatam da noite para o dia. Estamos acostumados a ver pessoas que engatam um namoro atrás do outro. Gente que sai à caça nas baladas e nos aplicativos de relacionamento. Quem aceita receber muito menos do que sabe que merece. É. O problema é este: Acostumamos demais. No descompasso da vida, as frustrações acumuladas fazem com que muitos se tornem suscetíveis a aceitarem qualquer coisa. O interessante é que nos questionamos diariamente onde está o amor de verdade. Quando foi a última vez que recebemos flores? Um cartão com frases que não foram copiadas da internet? Um gesto de delicadeza mínimo e singular? Do tipo sem preço e elaborado sem pressa. Endurecemos tanto assim? Há também quem fique presa ao tipo que vive em cima do muro. Aquele homem que não se decide. A questão é: não se brinca com sentimentos alheios, e quem não é capaz de tomar uma decisão, já está tomando uma. Relacionamento de verdade inclui esforço, escolhas e renúncias, e quem não sabe que rumo tomar, precisa ter o mínimo de respeito e consideração para não empacar a vida da outra pessoa. É necessário atitude e delicadeza para deixar tudo em pratos limpos. O amor inclui esperas, sim, mas não queremos esperar eternamente. Não devemos. Lindo mesmo é olhar para o lado e encontrar alguém que escolheu ficar. Alguém para quem valha a pena doar seu tempo e seu afeto. A quem você não tenha que se esforçar demais para caber no mundo dele. Em uma parceria de verdade, ganhamos flores e aconchego. É justo que seja assim. Com manifestações concretas de carinho. Amor não se implora. Existem os conflitos, é claro, e existem todas as alegrias e frustrações de uma vida a dois. Vem no pacote. Por isso mesmo, tem que colocar terra no vaso e regar todo dia. Os dois. É assim: É aprendizado, ninguém chega pronto. O que não dá é pra ficar economizando mimos, ter medo de expressar sentimentos, ou viver em uma eterna espera, que te anula, que te fere. Não. Temos que viver o relacionamento com o outro em toda a sua imensidão. Tão humana. Tão divina. Sabe o que? Seja a pessoa que Deus te chama a ser. Só aceite o amor que vier do tamanho que merece. E nunca mais se contente com migalhas. ** Marília Saveri (Redação, Shalom São Paulo).