Deixei tudo porque fui conquistada pelo verdadeiro Tudo

Faz sete anos da minha primeira experiência com o amor de Deus. Faz sete anos que a minha vida mudou completamente. Eu tinha 22 anos e tudo o que alguém nessa idade poderia desejar. Recém-formada, trabalhava na área que amava e fazia um curso de especialização, tinha um namorado maravilhoso, companheiro e tudo mais… tinha bens materiais, viagens, amigos. Fui fazer um encontro chamado Nova Vida apenas por curiosidade e, desde então, fui começando a dar nomes a alguns vazios que trazia dentro de mim. Sim, eu tinha tudo o que alguém na minha idade poderia querer, mas faltava algo que eu não entendia o que era. Havia um “buraco” dentro de mim que nada nem ninguém conseguia preencher. Foi então que neste dia, Deus se apresentou a mim. Sim, eu já ouvia falar Dele. Eu ia às Missas todos os domingos, participava de algumas atividades na igreja, mas ainda não O conhecia. Foi neste encontro que O vi pela primeira vez. Toquei-O. Senti-O. Deixei-me ser tocada por Ele. Ardi de amor. Faz sete anos da primeira vez que tive a experiência mais maravilhosa da minha vida. Uma experiência que se renova a cada dia, e por mais que tenha se passado tanto tempo, é sempre nova. Hoje sou missionária da Comunidade Católica Shalom, como Comunidade de Vida. Poderia cair na tentação de dizer que não tenho mais nada e sou mais feliz do que jamais fui. De fato, hoje eu não atuo na minha profissão e administro poucos bens materiais. Mas eu estaria sendo hipócrita se dissesse que não tenho nada. Eu tenho Aquele que dá sentido a tudo. Eu tenho Deus, e isso basta. Posso dizer que sou aquele personagem de Mt 13,44, que descobriu um tesouro muito precioso, e então vendeu todos os seus bens para ir atrás do que era mais valioso. Sim, eu deixei tudo porque fui conquistada pelo verdadeiro Tudo, por Aquele que tem o tamanho exato do meu vazio. E gostaria de te pedir uma coisa: deixe-se conquistar por Ele também! Você vai ter a experiência mais incrível da sua vida.   Caroline Silveira, postulante da Comunidade de Vida em Mossoró     

“Como gosto de dizer: Jesus me roubou”

“Cristo não nos tira nada, Ele nos dá tudo” Papa emérito Bento XVI Shalom! Eu me chamo José Whellinton Garcêz, tenho 20 anos, sou da cidade de Aquiraz (CE), e estou em missão em Curitiba como postulante da Comunidade de Vida. Venho partilhar por meio deste breve testemunho a grande alegria de ser amado ao ponto de não saber que ponto é esse. Conheci a Comunidade Católica Shalom em 2011, por convite de amigos da escola (que por sinal insistiram muito). Comecei participando de um grupo de oração que se chama Mirian e, então, tive meu encontro pessoal com Jesus Cristo. E como gosto de dizer: Jesus me roubou… Sentia cada vez mais o desejo de amá-lo de forma única e incondicional. A partir de então, fiz o vocacional durante dois anos. No primeiro ano, como um amigo, Ele me falava de um lugar fantástico. No outro ano, Ele me levou a este lugar… Posso dizer que ao ingressar na comunidade de vida, todas as ofertas e renúncias ganharam sentido único. Sempre desejei viver um amor radical, incondicional, real e provado. No postulantado, a alegria de servir gera em meu ser o Amor Esponsal, que provado pelos desafios e exigências do carisma, me torna pleno e muito feliz por ter encontrado o que eu sempre busquei, o que nasci para fazer: viver, ser Shalom! Este tempo me faz ver que cada novo dia é uma oportunidade nova de amar, de ser grato. Verdadeiramente grato por ter sido escolhido!

Por que sair à rua e falar de Deus para uma pessoa que nunca vi antes?

Olá, sou Marcele Vasconcelos, tenho 21 anos, sou vocacionada da Comunidade Católica Shalom e faço parte da melhor missão do mundo: a Missão de Maceió (risos). Há quase dois anos, fazendo parte da Obra Shalom, comecei a servir nos eventos promovidos pela Comunidade: Renascer, Acamps, Arraiá da Paz, Caia na Real. Eu já havia tido outras experiências muito boas em paróquias. Posso dizer que o meu serviço no Shalom começou quando ingressei no ministério ao qual Deus me chamou: o Ministério de Evangelização. No princípio, achei uma loucura, um verdadeiro “sair de mim”, e confesso que durante muito tempo me fazia perguntas do tipo: “Eu? Mas como assim?!” Logo eu, que não me sinto a vontade para falar com quem não conheço, que prefiro colocar um fone de ouvido a conversar com alguém!? Logo eu, que não tenho hábito de falar em público, que não faço uma leitura na missa! Logo eu, que não, que não e que não…”, mas mesmo assim, graças a Deus, eu disse “sim” e aceitei o que Ele me confiou. Aos poucos, mas aos poucos mesmo, fui me deixando moldar. Ainda sim, tinha aquele receio, “Por que sair à rua e começar a falar de Deus para uma pessoa que nunca vi antes?”, “Meu Deus, vou levar um fora”, “serei ignorada”, “é melhor deixar para uma próxima vez, quando estiver mais preparada”. Porém, para todas as perguntas que fazia, Deus me dava sempre a mesma, breve e simples resposta: “Por amor”. Foi por amor, que Deus enviou Seu filho ao mundo, para nos salvar. Foi esse amor misericordioso que eu conheci! É esse amor que me move e que eu desejo levar ao mundo, porque a misericórdia, verdadeiramente, muda o mundo. Aos poucos pude perceber, que em mim crescia a sede de doar-me sempre mais, a cada evangelização, principalmente com os jovens, quando por exemplo, saímos para “pescar no mar salgado” durante nossos “arrastões da evangelização” onde passamos a conhecer todos aqueles que não conhecem o amor que um dia eu conheci, e que se entrega a cada comunhão. Posso dizer que a experiência de sair e de evangelizar é um misto de sentimentos: compaixão, alegria, dor, esperança. Tudo isso me fez parar e perceber que nada eu poderia fazer com minhas próprias mãos. O mundo clama com emergência pelo amor de Deus. É nítido que o mundo grita por nós, jovens que tivemos uma experiência com esse amor, para levá-lo ao mundo! Mas, isto não é só para mim, porque para cada um de nós é dada essa missão. Somos cristãos, somos igreja, e não podemos permitir que o nosso irmão padeça diante de nossos olhos, omitindo-nos e nos escondendo por medo e extremo egoísmo. Para mim, toda essa experiência foi e continua sendo um “despertar”, porque por mais que eu visse tudo aquilo durante minha adolescência, o comodismo me cegava. Mas agora além de ver, eu ainda posso agir, e foi aí que decidi me comprometer ainda mais com o meu serviço a Deus, seja em minhas orações, no meu ministério, e na minha vida. É tempo de ser testemunha, e esse tempo é agora! Durante o último Seminário de Vida no Espírito Santo, o “Caia na Real”, que aconteceu em 19 e 20 de julho, pude, mais uma vez, beber do Carisma e experimentar a graça de poder estar em união com toda a comunidade, em unidade, dispostos a dar tudo de nós para todos aqueles jovens que lá se encontravam. O nosso serviço, por mais que tenha sido e seja, aparentemente, simples a nossos olhos, é uma grande oferta a Deus, é um serviço de gratidão. Ofertar o meu serviço a Deus é sempre uma grande graça, é a  felicidade de ser eleita para servir a Ele. Poder contemplar o mistério do amor de Deus na minha vida e na vida dos jovens que foram alcançados naqueles dias faz-me ser grata, e para isso, recorro à Virgem Maria, aquela que é exemplo de servidão e de humildade, a “Cheia de Graça”. Reconheço que não podemos permitir que nosso serviço se torne vazio. Pelo contrário, peguemos a nossa cruz e saiamos para anunciar ao mundo que Jesus, o Ressuscitado que passou pela cruz, é Aquele que nos faz felizes plenamente.

Papa aos jovens: Ter asas para sonhar coisas boas, para sonhar um mundo melhor

O Santo Padre encontrou na tarde desta quinta-feira, na Sala do Sínodo, no Vaticano, os participantes do III Congresso das “Scholas occurrentes”, que se realizou no Vaticano de 1° de setembro até esta quinta-feira, 4. A iniciativa reúne realidades educativas de culturas e religiões diferentes e nasceu pelo impulso e encorajamento de Bergoglio. Em seu discurso, o Papa reafirmou o que disse no avião ao concluir sua visita à Coreia, ou seja, de que estamos em guerra – fruto da cultura da desintegração e do desencontro. Nos dias atuais, se tornou recorrente a expressão “meninos de rua”, como se fosse possível crescer abandonado, sem um ambiente cultural, familiar e escolar. Francisco contou um episódio de sua infância, quando certa vez desrespeitou sua professora. Sua mãe foi chamada na escola e, ali, o pequeno Bergoglio teve que pedir desculpa pelo ato que cometeu – dando o caso por encerrado. Todavia, a cena foi diferente ao chegar em casa, pois Francisco teve que fazer as contas com sua mãe, sem a professora por perto. Hoje – disse o Papa – quando um filho é repreendido na escola, os pais querem processar os professores, resultado do pacto educativo que se rompeu. “Nesse sentido, é muito importante fortalecer os vínculos sociais, familiares e pessoais, porque todos – especialmente as crianças e os jovens – necessitam de um habitat realmente humano, em que encontrem as condições para seu desenvolvimento pessoal harmônico e para sua integração na sociedade.” Durante a audiência o Pontífice lançou a plataforma tecnológica de rede das “Scholas Occurrentes”, que prevê a possibilidade de usar as novas tecnologias para favorecer os encontros e as trocas entre estudantes e escolas de diferentes países. Neste contexto, o Papa participou de uma vídeo-conferência, via internet, com estudantes que aderiram à rede de ‘Scholas’, de El Salvador, África do Sul, Turquia européia, Israel e Austrália, representando assim os cinco continentes. O primeiro estudante, da Austrália, perguntou ao Papa como as Escolas podem avançar nesta comunicação e construir pontes. “Vocês – respondeu o Papa – podem fazer duas coisas opostas: construir pontes ou levantar muros. Os muros separam, dividem; as pontes aproximam”. Portanto – acrescentou – continuar a comunicar. Comunicar experiências”: “As experiências que vocês fazem. Vocês têm muito no coração e podem realizar muitas coisas… comunicá-las – para que outros se inspirem -, e escutar dos outros aquilo que dizem a vocês. E com esta comunicação ninguém comanda, mas tudo funciona! É a espontaneidade da vida: é dizer sim à vida! Comunicar é dar; comunicar é generosidade; comunicar é respeito; comunicar é evitar qualquer tipo de comunicação. Sigam em frente, jovens!”. “Me agrada aquilo que vocês dizem e fazem”. Ao responder a segunda pergunta, vinda de Israel, o Papa salientou como os estudantes se viram bem e sabem comunicar em diferentes línguas e com a identidade da própria religião. Já o estudante da Turquia falou de paz e diálogo inter-religioso. “Os jovens – disse o Papa – não querem a guerra, querem a paz! E isto vocês devem gritar com o coração, de dentro: ‘Queremos a paz!’”. “O futuro será melhor ou pior?” – havia questionado o estudante, a quem o Papa respondeu: “Sabes onde está o futuro? Está no coração, está na tua mente e está em tuas mãos! Se tu sentes bem, se tu pensas bem e se tu, com as tuas mãos, segue em frente com este pensar bem e este sentimento bom, o futuro será melhor. O futuro o tem os jovens! Porém atenção, jovens com duas qualidades: jovens com as asas e jovens com as raízes. Jovens que tenham asas para voar, para sonhar, para criar; e que tenham raízes para receber dos idosos o conhecimento que somente os maiores podem dar. Por isto o futuro está em vossas mãos, se tiverdes asas e raízes. Ter asas para sonhar coisas boas, para sonhar um mundo melhor, para protestar contra as guerras. Por outro lado, respeitar o conhecimento que vocês têm recebido dos anciãos, dos teus pais, dos teus avós; dos anciãos do teu povo. O futuro está nas vossas mãos. Apeguem-se a ele para que seja melhor”. Após, foi a vez de um estudante da África do Sul que falou do nascimento das ‘Scholas Occurrentes”. O Papa recordou que ‘Scholas’ nasceu em Buenos Aires como “uma rede de escolas próximas para construir pontes entre as escolas da Diocese. Foram construídas muitas pontes, “também algumas pontes transoceânicas! Começou como algo pequeno, como uma ilusão, como alguma coisa que não sabíamos quem seria atingido. Hoje podemos comunicar. Por quê? Porque estamos convencidos de que a juventude tem necessidade de comunicar, tem necessidade de mostrar e partilhar os seus valores”: “A juventude hoje tem necessidade de três pilares chaves: educação, esporte e cultura. Por isto ‘Scholas’ junta tudo: jogamos uma partida de futebol; se faz escola e se faz cultura. Educação, esporte e cultura. O esporte é importante porque ensina a jogar em equipe: o esporte salva do egoísmo, ajuda a não sermos egoístas! Por isto é importante trabalhar em equipe, estudar em equipe e seguir no caminho da vida juntos, em equipe”. “Sigam em frente neste caminho da comunicação, de construir pontes e de buscar a paz através a educação, o esporte e a cultura”. Respondendo a um estudante de El Salvador, o Santo Padre fez uma advertência: “Porque assim como existem pontes nas quais se pode subir, existem também comunicações que destroem! Estejam bem atentos! Quando existem grupos que procuram a destruição, que buscam a guerra e que não sabem fazer um trabalho de equipe, defendam-se entre vocês como equipe, como grupo, defendendo-vos daqueles que querem ‘atomizar-vos’ e tirar-lhes a força do grupo”. Por fim, o Papa lançou uma calorosa exortação aos jovens: “Uma coisa que não é minha, mas que Jesus dizia muitas vezes: ‘Não tenham medo!’…Sigam em frente. Construam pontes de paz. Joguem em equipe e tornem o futuro melhor, mas recordem-se que o futuro está em vossas mãos. Sonhem o futuro voando, mas não esqueçam a herança cultural, sapiencial

Assembleia Jovem e Acústico CJS

Shalom participa da Jornada Vocacional na Diocese de Camaçari

A Comunidade Católica Shalom de Salvador, que inicia um processo da implantação da Obra Shalom na Diocese de Camaçari (BA), participou da Jornada Vocacional, evento de encerramento do mês vocacional promovido pela Diocese. A Jornada reuniu cerca de 60 jovens. “Fomos convidados para falar sobre a Comunidade. Tínhamos uma tenda onde falei para os jovens sobre o carisma Shalom”, informa Tácio Sobrinho, membro da Comunidade de Aliança Shalom. A Comunidade Shalom foi indicada pela Pastoral Vocacional da Diocese para representar a vocação das Comunidades Novas. “Foi uma experiência de apresentar para os jovens aquilo que eu vivo em minha juventude e despertar neles esse desejo de buscar a vontade de Deus”, concluiu Tácio. O grupo de oração da Obra Shalom em Camaçari acontece todo sábado, às 17h, no prédio da Cúria no Centro de Camaçari. É coordenado por Fernanda Bittencourt, discípula da Comunidade de Aliança Shalom e responsável pela implantação da Obra Shalom na cidade.

Curso de Sexualidade e Namoro

180º para Universitários

    Uma virada de 180º, foi isso que os jovens universitários de Salvador experimentaram no final de semana de 9 a 11 de agosto e com certeza ficaram com um gostinho de quero mais. 180º foi o nome dado para o seminário que aconteceu em Camaçari cidade próxima a Salvador, onde 28 jovens universitários encontraram a felicidade que não passa, o próprio Deus. Contaram com dois dias de muita diversão, pregação e animação. As pregações próprias do seminário de vida no Espírito Santo foram dadas pelos membros da comunidade de vida e aliança durante o dia e às noites foram animadas com um lual e o espetáculo do canto das írias, que gerou um momento de partilha sobre a verdade e a liberdade do homem, baseados na história do espetáculo. Ser de Deus sem perder a juventude, sem perder a essência e a alegria característica de todo jovem. Querer estar preso a verdadeira videira e não mais como galhos secos, mas produzindo frutos e frutos de santidade. Esse foi o 180º que esses jovens viveram e desejam que você também viva, não percam tempo, queiram também dar a sua vida uma virada de 180º. Confira as fotos: https://comshalom.org/galleries/180o/

Jovens realizam vigília de orações em Brasília

A juventude católica de Brasília participará neste sábado, dia 30 de agosto, na Capela de Todos Os Santos, localizada em Ceilândia, da 2ª edição da vigília “Tem Que Ser Santo”. O encontro de jovens inicia-se às 19h, com uma Celebração Eucarística, seguindo até às 6h de domingo. Nesta ocasião, o encontro contará em sua programação com momentos de louvor, Adoração ao Santíssimo Sacramento, testemunhos e pregações. Segundo um dos organizadores do “Tem Que Ser Santo”, Lucas Alves, “o nosso objetivo é evangelizar os jovens, proporcionando, a cada um dos presentes, um momento com Deus”. Iniciativa idealizada pelo grupo que leva o nome do evento, a equipe é constituída por integrantes de diferentes pastorais e paróquias, além de contar com a direção espiritual do Padre Marcelo Vitorino, da paróquia Senhor Bom Jesus. A expectativa dos organizadores do encontro é atrair cerca de mil jovens, número esse atingido na primeira edição da vigília, realizada no dia 29 de março deste ano.   Fonte: Gaudium Press

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