Festa da Unidade encerra o Ano da Fé na Arquidiocese do Rio de Janeiro

Com união e alegria, a Arquidiocese do Rio celebrou Cristo, Rei do Universo, na tarde deste sábado, dia 23, na Catedral de São Sebastião. A ideia da Festa da Unidade Arquidiocesana, que surgiu no coração do arcebispo Dom Orani João Tempesta, foi plenamente acolhida pelos mais de seis mil fiéis que, vindos de todos os vicariatos, lotaram a catedral. A Comunidade Shalom teve participação ativa neste evento que encerrou o Ano da Fé.

No encerramento do Ano da Fé, Papa Francisco entregará Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho” (Evangelii gaudium)

Na Missa a que presidirá domingo, dia 24, na Praça de São Pedro, para encerrar o Ano da Fé, Papa Francisco fará a entrega da Exortação Apostólica “Evangelii gaudium”. Se Bento XVI tinha publicado, em outubro de 2011, a Carta Apostólica “Porta fidei”, a ilustrar as razões e objectivos da iniciativa que agora chega a termo, o novo texto papal deverá antes relançar as conclusões da assembleia do Sínodo dos Bispos, de outubro do ano passado, sobre “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. Nesta celebração de domingo participam especialmente uns 500 catecúmenos, de 47 diferentes nacionalidades, dos quatro cantos do mundo, da China e Mongólia à Rússia, do Egipto e Marrocos a Cuba. Os responsáveis do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização (que coordenaram também as iniciativas, em Roma, do Ano da Fé), ilustraram segunda-feira, em conferência de imprensa, os principais momentos que o caracterizaram e os acontecimentos desta última semana. D. Rino Fisichella, presidente daquele dicastério romano, referiu os mais de oito milhões e meio de peregrinos que ao longo destes doze meses rezaram junto do túmulo de São Pedro. Um pequeno dado, apenas, da multiplicidade de iniciativas que decorreram em todo o mundo, neste Ano da Fé. Na celebração deste próximo domingo, o Santo Padre fará a entrega simbólica da “Alegria do Evangelho” a 36 pessoas, de 17 diferentes países, representando a diversidade de situações no interior da Igreja e na sociedade: um bispo, um padre e um diácono; um religioso e uma religiosa; um seminarista e uma noviça; uma família; pessoas recentemente crismadas; catequistas; jovens; representantes de confrarias e de movimentos eclesiais; e finalmente, dois artistas (um escultor japonês e uma pintora polaca) e dois jornalistas. A um invisual, o Papa entregará a Exortação Apostólica em versão auditiva – um CD-rom. Em Roma, nestes dias, de sublinhar a visita que o Papa fará ao Mosteiro das Monjas Camaldolesas, na colina do Aventino, na tarde de quinta-feira, 21 de novembro, Dia “Pro orantibus”, Jornada das Religiosas de Clausura. O Santo Padre deter-se-á em oração com aquelas religiosas, rezando Vésperas, que integrarão um tempo de adoração eucarística. Sábado, de tarde, na basílica de São Pedro, Papa Francisco terá um encontro com os catecúmenos, acompanhados dos respectivos catequistas. No âmbito de uma liturgia da Palavra, o Santo Padre falará do significado da vida nova em Cristo e do ser discípulo seu. Realizará também o rito de admissão ao Catecumenado de novos candidatos ao Baptismo. Na missa de domingo, na Praça de São Pedro (esperando que não chova), participarão os Patriarcas e Arcebispos Maiores das Igrejas (católicas) de rito e tradição oriental que tomam parte esta semana, no Vaticano, na Assembleia plenária da Congregação para as Igrejas Orientais, que tem como tema “A situação dos Cristãos orientais” (tendo presentes três áreas – Médio Oriente, Europa oriental e Índia, e as respectivas comunidades da diáspora). Estes Patriarcas e Arcebispo terão um encontro com o Papa na quinta-feira de manhã. Entretanto entrou em funções o novo Secretário de Estado, D. Pietro Parolin, ao qual um inesperado problema de saúde tinha impedido de participar, a 15 de outubro, na cerimónia da passagem de responsabilidades da parte do cardeal Tarcisio Bertone, com a participação do Papa. Operado de urgência em Pádua, D. Parolin regressou a Roma ao fim de um mês de convalescença. Fica a morar com o Papa Francisco na Casa de Santa Marta. Já nesta segunda-feira exerceu as suas funções recebendo o primeiro-ministro das Bahamas, que acabava de ser recebido pelo Papa.   Fonte: news.va

Papa encoraja a apoiar a família na visita ao Presidente italiano

O Santo Padre deslocou-se nesta quinta-feira, às 11 horas, ao Quirinal, Palácio Presidencial da República italiana, para uma visita ao Presidente Jorge Napolitano, em reconhecimento da visita que o Chefe de Estado italiano fizera ao sucessor de Pedro em Junho passado no Vaticano. No seu discurso o Papa Francisco sublinhou que esta troca de visitas é antes de mais um sinal de amizade, mas também do excelente estado das relações entre Estado e Igreja em Itália. Bergoglio recordou a visita do seu predecessor, Bento XVI ao Quirinal em 2008, saudando-o, e retomando a sua definição – nessa ocasião – do Quirinal como “Casa simbólica de todos os italianos”. E deste “lugar cheio de símbolos e de história – disse Francisco – “desejo bater à porta de cada habitante deste país, onde se encontram as raízes da minha família terrena, e oferecer a todos a palavra curadora e sempre nova do Evangelho”. No que toca estritamente às relações entre o Estado italiano e a Santa Sé, o Papa salientou a inserção na Constituição da República italiana dos Pactos de Laterão e do Acordo de revisão da Concordata assinado há trinta anos – instrumentos – prosseguiu o Papa Francisco – para o desenvolvimento sereno das relações entre Estado e Igreja em Itália, a favor da pessoa humana e do bem comum. Pondo depois em realce as numerosas questões que preocupam tanto o Estado como a Igreja e em que as respostas podem ser convergentes, Jorge Mário Bergoglio disse que é necessário multiplicar os esforços para aliviar as consequências da crise económica e do desemprego, e para captar e intensificar todo e qualquer sinal de retomada do crescimento económico.    O Papa frisou ainda que a missão primária da Igreja é dar testemunho da misericórdia de Deus e de encorajar generosas respostas de solidariedade a fim de levar a um futuro de esperança; esperança que é fonte de energia e empenho para a construção de uma ordem social e civil mais humano e mais justo e de um desenvolvimento sustentável e são. Por fim o Papa recordou as visitas pastorais que já realizou à Itália, a começar por Lampedusa, Cagliari, Assis, visitas em que – disse – “viu de perto as feridas que afligem hoje em dia muita gente”. No centro das dificuldades e esperanças está a família que a Igreja continua a apoiar com convicção, convidando indivíduos e instituições a fazerem o mesmo, pois que a família precisa de estabilidade para poder desenvolver-se plenamente e realizar a sua missão de célula primária de formação e crescimento da pessoa humana. O Papa despediu-se do Presidente Napolitano exprimindo o desejo de que a Itália se sirva do seu património de valores civis e espirituais para promover o bem comum e a dignidade da pessoa humana, dando também o seu contributo para a paz e a justiça no mundo.   (Fonte: Rádio Vaticana)

Filipinas: Papa Francisco envia ajuda para as vítimas do tufão Haiyan

O Papa Francisco enviou 150 mil dólares, através do Pontifício Conselho Cor Unum, para ajudar as vítimas do tufão Haiyan que atingiu as Filipinas, na última sexta-feira. A tormenta matou pelo menos 10 mil pessoas, vítimas de afogamento, deslizamentos de terra e desmoronamentos de casas e edifícios, em particular nas ilhas de Leyte e Samar. Em Tacloban, cidade situada na ilha de Leyte, a tormenta deixou uma paisagem de destruição total, após atingir a cidade com rajadas de vento de até 315 km/h e provocar ondas de até 6 metros de altura. A soma enviada pelo Santo Padre será distribuída pela Igreja local nas regiões mais afetadas pelo tufão, a fim de ajudar nos trabalhos de assistência aos deslocados e afetados pelas inundações. Com esse gesto, o Papa Francisco manifesta concretamente seu sentimento de proximidade espiritual e paternal, além de encorajar as pessoas e territórios devastados pelas enchentes.   Fonte: Rádio Vaticano

Papa Francisco : Os pobres de saúde são um precioso tesouro para a Igreja

Há que “valorizar realmente a presença e o testemunho das pessoas frágeis e sofredoras, não só como destinatários da obra evangelizadora , mas também como sujeitos activos desta mesma acção apostólica”. Palavras do Papa Francisco, recebendo neste sábado de manhã, na vasta Sala Paulo VI, no Vaticano, milhares de membros, voluntários e colaboradores da UNITALSI – associação italiana criada há 110 anos para o transporte de doentes a Lourdes (e outros santuários marianos, incluindo Fátima). O Santo Padre congratulou-se com o “estilo tipicamente evangélico” desta associação, sublinhando que a sua “obra não é assistencialismo ou filantropia, mas genuíno anúncio do Evangelho da caridade, mistério de consolação”. “Sois homens e mulheres, mães e pais, tantos jovens, que, levados pelo amor de Cristo e a exemplo do Bom Samaritano, perante o sofrimento, não voltais a cara para o outro lado. Pelo contrário, procurai ser um olhar que acolhe, uma mão que levanta e acompanha, palavra de conforto, abraço de ternura.” Papa Francisco convidou os membros da UNITALSI a não desanimarem perante as dificuldades ou o cansaço, mas a continuarem a dar tempo, sorriso e amor aos irmãos e irmãs que disso têm necessidade. Que cada pessoa doente e frágil possa ver no vosso rosto o rosto de Jesus. E também vós possais reconhecer na pessoa sofredora a carne de Cristo. Os pobres, também os pobres de saúde, são uma riqueza para a Igreja; e vós – juntamente com tantas outras realidades eclesiais – recebestes o dom e o empenho de recolher esta riqueza, para ajudar a valorizá-la, não só para a própria Igreja, mas para toda a sociedade. Dirigindo-se também aos “queridos irmãos e irmãs doentes”, o Papa Francisco convidou-os a não se considerarem apenas objecto de solidariedade e de caridade, mas a inserirem-se plenamente na vida e missão da Igreja. “Vós tendes o vosso lugar, um papel específico na paróquia e em todos os meios da Igreja. A vossa presença, silenciosa mas mais eloquente do que tantas palavras, a vossa oração, a oferta quotidiana dos vossos sofrimentos em união com os de Jesus crucificado para a salvação do mundo, a aceitação paciente e também jubilosa da vossa condição, são um recurso espiritual, um património para cada comunidade cristã. Não vos envergonheis de ser um tesouro precioso da Igreja.”

Pesar do Papa Francisco pelas vítimas do tufão nas Filipinas

O Papa Francisco manifestou seu pesar pelas vítimas do supertufão Haiyan-Yolanda que atingiu as Filipinas, nesta sexta-feira (09), deixado pelo menos 1.200 mortos, segundo a Cruz Vermelha no país. O Santo Padre foi informado sobre a trágica situação que a nação está vivendo e num tuíte em inglês manifesta sua proximidade aos filipinos e pede para rezar pelas vítimas: “Peço a todos para que rezem comigo pelas vítimas do tufão Haiyan-Yolanda, especialmente nas Filipinas”. A localidade mais afetada é Tacloban, onde segundo a Cruz Vermelha morreram mil pessoas. As outras duzentas morreram na província de Samar.   Fonte: news.va

Papa responde ao grito de dor da África

Chama-se Trinity Mission Hospital. Construído em Leseru, no Quênia, é a única estrutura na qual podem encontrar assistência os mais de 21 mil habitantes da área rural de Turbo, na Diocese de Eldoret, que conta quase dois milhões de habitantes, distribuídos em uma superfície de mais de 9.000 quilômetros quadrados. O hospital foi inaugurado no final do mês de outubro passado, pelo Cardeal Robert Sarah, Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, – entre os promotores do projeto -, inspirado pelas Irmãs Missionárias do Catecismo e pelo médico sardo Dr. Giovanni Sanna, que trabalha naquela região. Presente, entre outros, o Núncio Apostólico no Quênia, Arcebispo Charles Daniel Balvo, o Bispo de Eldoret, Dom Cornelius Kipng’eno Arap Korir, e as mais altas autoridades locais e nacionais.   Fonte: Rádio Vaticano

Audiência pontifícia na conclusão da Plenária da Família

Papa Francisco recebeu, na manhã desta sexta-feira, na Sala Clementina, no Vaticano, cerca de 150 participantes na XXI Assembléia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, que se conclui, hoje, com a audiência pontifícia. No discurso que pronunciou aos presentes, o Santo Padre se deteve sobre três pontos principais: “família, comunidade de vida, com consistência autônoma”; “família fundada no matrimônio” e “fases da vida familiar: infância e velhice”. Falando sobre o primeiro ponto “a família é uma comunidade de vida, que tem uma sua consistência autônoma”, o Papa recordou a exortação apostólica Familiaris Consortio de JPII: “A família não é a soma de pessoas que a constituem, mas uma comunidade de pessoas”. E definiu a família: “A família è o lugar onde se aprende a amar; é o centro natural da vida humana. Ela é composta de rostos e de pessoas que amam, dialogam, se sacrificam e defendem a vida, sobretudo a mais frágil e fraca… a família é o motor do mundo e da história”. Na família, esclareceu o Bispo de Roma, cada um constrói a própria personalidade, cresce, respira o calor da casa; é o lugar dos nossos afetos, da nossa intimidade, de aprendizagem; nela, a pessoa toma consciência da própria dignidade, da educação cristã e dos respeito aos outros, sobretudo os enfermos e marginalizados. Depois, o Papa Francisco apresentou o segundo ponto da sua reflexão: “a família se funda no matrimônio”. Mediante um ato de amor livre e fiel, os esposos cristãos testemunham que o matrimônio, como Sacramento, é a base sobre a qual se funda a família e torna mais sólida a união dos cônjuges e a doação recíproca. O amor esponsal e familiar revela claramente a vocação da pessoa a amar, de modo único e constante; as provações e os sacrifícios representam uma fase de crescimento no bem, na verdade e na beleza. E o Santo Padre completou: “No matrimônio, os esposos fazem uma doação completa de si, sem cálculos e nem reservas, compartilhando tudo, dons e renúncias, confiando na Providência divina. Eis a experiência que os jovens devem aprender de seus pais e avós: experiência de fé em Deus, de confiança recíproca, de profunda liberdade e de santidade”. Por fim, o Pontífice expôs seu terceiro ponto de vista sobre a família: as duas fases da vida familiar: “a infância e a velhice”. As crianças e os idosos representam os dois pólos da vida, os mais vulneráveis e até esquecidos. Uma sociedade que marginaliza as pessoas idosas renega as suas raízes e obscura o seu futuro. De fato, explicou o Papa, todas as vezes que uma sociedade abandona uma criança e exclui um idoso, comete, não apenas um ato de injustiça, mas proclama a própria falência. E acrescentou: “A Igreja que cuida das crianças e dos anciãos se torna a mãe das gerações de fiéis e, ao mesmo tempo, presta serviço à sociedade humana. Somente assim, mediante o espírito de amor, a familiaridade e a solidariedade, pode-se ajudar todos a redescobrir a paternidade e a maternidade de Deus”. A família, concluiu o Santo Padre, é parte importante da evangelização: os cristãos comunicam a todos a Boa Nova através do testemunho da família. E seu segredo é a presença de Jesus no seio da família humana. Papa Francisco exortou os participantes, que concluem a Plenária do Pontifício Conselho para a Família, dizendo: “Sejamos solidários, atenciosos e afetuosos, com as famílias em dificuldade e em crise; com as obrigadas a deixar suas terras, as que estão divididas, que não têm casa ou trabalho e as sofredoras. Enfim, o Santo Padre fez votos de que os trabalhos da Assembléia, que hoje se concluem, no Vaticano, possam contribuir para a realização do próximo Sínodo extraordinário dos Bispos, que será dedicado precisamente às famílias. Fonte: Rádio Vaticano

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