Na Quaresma, morto, perdido, essa Luz voltou a brilhar
O Protagonista amor de nossas vidas
O Protagonista amor de nossas vidas
Só poderia ter sido Deus a colocar essa semente dentro de mim e a cultivá-la para que, no momento certo, eu pudesse colher o fruto do meu sim.
Seguindo as comemorações do Dia dos Professores no Colégio Shalom, o aluno João Gabriel do 5º ano do Ensino Fundamental utilizou um texto conhecido e o escreveu numa carta homenageado sua professora Janeth Mary. Como estas palavras encantaram o coração daqueles que a leram, o Colégio Shalom decidiu propagá-las. Que as palavras usadas por nosso aluno traduzam a gratidão que temos por você professor, que dedica sua vida à bela missão de educar colaborando assim para a construção de um mundo novo. Afinal educar é missão,né? Parabéns! “Feliz Dia dos Professores Tia Janeth!” Penso que esta é a oportunidade ideal para agradecer por tudo aquilo que você faz por mim. Por tudo o que me ensina em aula e também por tudo de bom que a sua postura séria, honesta e ética sugere a mim e a todos os meus colegas de classe. Acredito que sua vida seja bastante complicada com tantas coisas a ensinar, com tantas provas a corrigir e com toda preocupação em saber se os seus ensinamentos foram assimilados…. Creio que sejam poucas as profissões que exijam tanto de alguém como o magistério, pois sua tarefa não termina quando o sinal sonoro indica o fim da aula e isso torna a sua função um verdadeiro sacerdócio, não é? Sei que às vezes não sabemos reconhecer o seu esforço e a sua dedicação e, assim peço-lhe desculpas em meu nome e em nome dos meus colegas também. Não é por mal, acredite! Este dia me parece uma boa oportunidade para que todos nós façamos uma promessa para nos comportarmos melhor durante as aulas, para sermos mais atentos e para retribuirmos sua dedicação com a nossa dedicação. A gente ouve dizer que a vida do professor é muito sacrificada: muito trabalho, muito stress, pouco respeito e pouco dinheiro …. No entanto, quero que esta mensagem toque o seu coração e a sua mente como uma luzinha no fim do túnel, como uma renovação desta sua esperança latente de quem um dia, finalmente, o mundo saberá reconhecer o valor das suas palavras, da sua abnegada dedicação, do seu árduo, nobre e sagrado trabalho. Eu já estou fazendo isso, acredite!” João Gabriel Sousa e Silva
Os anjos são servidores e mensageiros de Deus, porque contemplam constantemente a face de Deus que esta nos céus. A presença deles nas Escrituras, é muito clara, e é uma verdade de fé. Estão presente desde a criação, e ao longo de toda a Historia da Salvação, anunciando de longe ou de perto esta salvação e servindo ao desígnio divino da sua realização , como nos diz o Catecismo da Igreja (p 87) A vida da Igreja se beneficia da ajuda misteriosa e poderosa dos anjos. Desde a infância, até a morte, a vida humana é cercada pela sua proteção e pela sua intercessão. Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida. Os santos são testemunhos desta verdade. Em suas narrações sempre estão presentes estas Criaturas sobrenaturais,como nos narra Pe.Pio, São São D.Bosco, São Martinho de Poris, e tantos outros.Emmir, cofundadora da Comunidade Católica Shalom em seu livro, “Anjos nossos de cada dia”, narra fatos concretos acontecido com ela por meio do Anjo daGuarda. Se prestarmos atenção, como fizeram os santos, veremos coisas inacreditáveis acontecendo conosco, no dia a dia, e muitas vezes não nos damos conta que é o nosso anjo da guarda agindo. Gostaria muito de poder citar vários fatos ocorridos com pessoas que se encontraram em situações difíceis e diante delas, viram e sentiram a presença destas criaturas celestes vindo em seu auxílio. Como não é possível, cito aqui três casos, dois deles acontecido comigo. Uma amiga, hoje ministra da Eucaristia, me contou que uma vez foi levar Eucaristia, para uma pessoa doente. “Eram 8h da noite, estava só, e dirigia o seu carro. No caminho foi atingida por uma fortíssima chuva, quase impedindo de dirigir. Passando por um lugar sem asfalto e um pouco deserto, o carro atolou-se. Ao seu redor não havia ninguém, só mato, e a uma certa distância uma academia. Diante dessa situação um pouco preocupante, mesmo porque trazia consigo o próprio Cristo, viu que a melhor coisa a fazer era pedir socorro e proteção ao próprio Cristo, fazendo-o assim imediatamente. Foi quando derepente sentiu que o seu carro estava sendo erguido, e olhando pelos vidros embaçados do carro, viu em cada extremidade do carro homens vestidos de brancos com a faixa amarrada na cintura, erguendo o carro do atolamento. De onde surgiu esses homens?Perguntava ela. E não se continha de felicidade, pensando que talvez fossem rapazes da academia, que vendo-a teriam tido compaixão e ido ao seu socorro. Ela pensou em agradecer essas gentis pessoas,mas não conseguia mais vê-los, pois a chuva impedia. Assim da mesma forma que apareceram, também desapareceram. E agradecendo a Deus ela seguiu o seu caminho. Ai eu pergunto: Quem numa chuva desta ia ver de longe um carro atolado no meio do mato e ido ao encontro para ajudar? “O Céu que envia os seus anjos.” Pude muitas vezes observar econtemplar esses acontecimentos em minha vida, que edificou mais a minha fé nestas Criaturas. “Um deles aconteceu comigo há uns três anos atrás quando fui chamada a encontrar urgentemente minha mãe, que estava muito mal, já a beira da morte, na cidade de Uberlândia –MG Precisei sair de Brasília de ônibus a meia noite do dia 30 de dezembro para chegar as 5h da manhã. Nesse dia senti que Jesus me preparava para alguma coisa que iria me acontecer, e rezando eu escutava fortemente a sua voz no interior do meu coração dizendo; “Tenha confiança, não tenha medo. Eu estou com você” Eu me perguntava: o que vai acontecer?Será que não encontrarei mais minha mãe viva? Mas resolvi entregar tudo a Ele e viajar. Entrando no ônibus percebi que a minha companheira de poltrona, era uma senhora bem idosa, e estava sempre rezando. No cansaço que me encontrava adormeci, acordando a poucos km de Uberlândia, com o ônibus sendo assaltado por três rapazes encapuzados. No momento lembrei-me daquela voz que me falava através da Palavra de Deus: “Não tenha medo, confia em Mim, eu estou com você”, e me senti tranquila, mesmo diante daquele quadro assustador;enquanto a minha companheira sobriamente, rezava mais intensamente. Eles, armados, foram mandando que jogássemos tudo o que tínhamos no corredor do ônibus, e dois iam de cadeira em cadeira verificando se tínhamos obedecido e nos ameaçando. E por incrível que pareça, quando chegaram perto da cadeira onde me encontrava com a senhora, eles pareciam não nos ver, e seguiram. Adiante com suas ameaças. A minha companheira estava com sua bolsa debaixo dos pés, e do jeito que estava continuou. A mim parecia viver mais um dos filmes dramáticos de Hollywood, na certeza de que Deus estava comigo e Ele não ia deixar nada grave acontecer. Para resumir, aqueles foram momentos curtos mas que pareceram longos deixando todas as pessoas tensas e até com um pouco de pânico. Eles carregaram tudo de todos que estavam dentro do ônibus, menos a minha bolsa e da senhora. Foi inacreditável!! E eu me perguntava: Quem é esta senhora,que de certa forma com suas orações parecia me proteger, e proteger todos os passageiros de algo pior? Depois de um ano, ouvi no noticiário que um ônibus teria sido assaltado no mesmo lugar, e jogado no precipício. Seria meu anjo da guarda em forma humana? Poderia ter sido sim, como poderia ter sido um anjo da terra, guiado pelo nosso anjo da guarda a interceder.” “Outro fato, foi na posse de D.Claudio Hummes em São Paulo. Sai de Aparecida ,calculando chegar em Santo Amaro as 20 h para participar das celebrações no dia seguinte. Mas aconteceu que calculei errado e já tarde da noite, ainda me encontrava dentro do ônibus que dirigia para este bairro. Não sabendo direito onde descer, dei as referências ao trocador pedindo que ele me avisasse quando chegasse no local. Aconteceu que ele esqueceu, e passou do ponto onde eu deveria descer, parando bem mais distante, em um lugar estranho, cheio de matagal, enfrente a um motel . Isto depois das 23 h e no meio
Cheio de entusiasmo, fui em busca de cultura, arte e história! A cada esquina encontrava um monumento. A cada edifício, vislumbrava marcas de uma arquitetura esquecida em trabalhos contemporâneos, mas lembradas a cada olhar lançado a elas. Vez por outra, no aeroporto, no shopping, nas calçadas, nas passarelas, em qualquer lugar a céu aberto, artistas tocavam os mais variados instrumentos: piano, violão, violino, cajón. Além disso, cantavam e recebiam gratificações conforme os transeuntes decidissem dar. Com o coração cheio dessas impressões, achava que minhas descobertas continuariam nesse terreno tão precioso! Mal sabia que estava prestes a encontrar outro tesouro, que não se gasta, nem se consome e jamais acaba (cf. Mt 6, 19)! Já no início da minha “visita turística” à Basílica de São Pedro, fui impactado com a presença de um corpo. Sim, um corpo; digo corpo porque já não havia vida nele, estava morto, alí, diante de mim, dentro de um caixão, em uma basílica, cheia de pessoas. Não era um cemitério, era uma basílica. Pode parecer bobagem, afinal é algo muito comum nas igrejas de Roma, deparar-se com caixões, com pessoas mortas dentro, muito, muito mortas. O fato é que, por mais morto que aquele corpo estivesse, ao permanecer de frente a ele, nunca me sentira tão vivo! Meu corpo ganhava vida, meu coração batia mais forte, pulsando um sangue diferente. Enquanto este sangue percorria meu corpo, sentia que ganhava outro corpo. Junto com as lágrimas que surgiam incontrolavelmente, a vida também surgia, a esperança também surgia (cf. Jo 3, 5)! Este corpo novo que eu recebia era batizado (cf. At 2, 1-4) pelas lágrimas que se derramavam sobre ele. A divisão que havia antes entre meu corpo e o Criador deste corpo, que fizera dele Sua morada (I Cor 6, 19-20), tornava-se menor. Este corpo que vê, escuta, fala, sente, pensa, ama, também fecha-se em si mesmo, busca somente os próprios prazeres e chama de voz de Deus aquilo que na verdade são suas próprias paixões, frutos de uma má educação e dos pecados vividos até ali (cf. Obra Nova, Escritos – Comunidade Católica Shalom). Relacionamentos, trabalho, oração, afetividade, sexualidade, tudo era transformado. Aquele corpo (cf. Teologia do Corpo) diante de mim, morto, viveu, cansou, gastou-se, sempre cheio de sentido, de vigor, por mais fraco que estivesse, se deu, até o fim. Também não era alguém distante. Viveu enquanto eu vivia, e estava alí, na minha frente, bem vivo, no céu, com Deus, intercedendo por mim, enquanto eu lhe pedia socorro, na certeza do novo corpo que recebia. Foi tudo Graça. A Graça fez sua parte. Eis o meu corpo (cf. Hb 10, 5-7), Deus. Quero fazer Tua vontade! São João Paulo II, rogai por nós! William Rodrigues da Rocha 28 de setembro de 2017
Oi, meu nome é Bianca Cavalcanti, tenho 21 anos e vim partilhar um pouco da minha experiência com Deus pela Comunidade Shalom. Tudo começou em um retiro do crisma, o qual algumas pessoas me chamaram para ir para um show católico, o 180 Graus Fest 2016. Na hora, fiquei um pouco indecisa porque não conhecia nenhuma banda e aí falaram: “Vai ter Missionário Shalom, eles são muito bons”. Respondi que não mudava em nada, uma vez que não os conhecia, mas iria. Eu comecei a escutar algumas musicas para não ir pro show sem saber de nada. Chegado o dia do 180 Graus, contudo, continuava sem saber muito e desisti de ir. O evento começava às 19h e, quando estava perto da hora do início, comecei a sentir uma coisa forte em meu coração que eu não sabia o que era. Foi então que resolvi ir em cima da hora mesmo. Ao chegar lá, me senti um ser de outro mundo; fiquei só observando a galera lá cantando, pulando e eu sem saber literalmente de nada. Algum tempo depois conheci o missionário Michael, que me falou um pouco do carisma Shalom e também me convidou para o Acamp’s, que seria um mês depois, em janeiro de 2017. Tudo que ele me falava do Shalom tocava muito forte em meu coração. Depois da conversa, minha noite foi mudando; comecei a me divertir mais, mesmo sem conhecer as bandas. E no show do Missionário Shalom fui começando a me animar, a dançar, porque cantar não dava, né? Mesmo sem conhecer nada, cada música me tocava muito e a alegria em tantos outros jovens também. Mas foi a adoração ao Santíssimo, no meio da apresentação deles, o momento mais marcante pra mim naquele dia. Eu sentia a presença de Deus e que ele me queria cada dia mais perto Dele. E depois desse momento de adoração eu saí do 180 Graus com a certeza de que queria viver mais esse momento com Deus, momento de amor, felicidade, de verdade. Porém o tempo foi passando e as tentações do mundo sempre tentando me afastar de Deus, daquela alegria que eu vivenciei, e então até a vontade de ir pro Acamp’s foi passando. Até que o Padre da paróquia em que frequento falou que a comunidade Católica Shalom iria apresentar um espetáculo, o Filho de Deus menino meu. No dia da apresentação, mais uma vez Deus falava e no fim da apresentação recebi o panfleto do Acamp’s. Ali, mais uma vez, Deus tocou em meu coração de que me queria perto dele, também me relembrando tudo que vivi no 180 Graus Fest. Passei por algumas batalhas para ir pro Acamp’s, mas Deus sempre tão perfeito não desistiu de mim e eu fui. Sem dúvida alguma, foi a melhor experiência que eu poderia viver! Cada dia, momento, música, dança, pregação, adoração ficaram marcados na minha vida de uma maneira que não se explica, apenas se sente. Um amor único, misericordioso, que mesmo nas minhas fraquezas, mesmo nos meus erros, Deus está ali e não desiste de mim. Uma experiência apaixonante, única, que mudou minha vida pra melhor, que deu sentido, sentido de felicidade, de verdade, de amor.
Oi, meu nome é Joana Araújo, tenho 27 anos e venho aqui contar um pouco de como Deus me alcançou. Com o passar do tempo, e algumas experiências de vida, a gente vai vendo o MARAVILHOSO agir de Deus! Ano passado foi meu primeiro 180 Graus Fest, e as surpresas foram imensas desde o momento em que pisei no Cais da Alfandega, no Recife Antigo. Deus me levou através de algumas amigas – em especial uma que não desiste de mim e que, é sem dúvida, a razão de eu ter essa história para contar – para lá me surpreender com o seu amor. As revelações foram paulatinas, desde o momento em que cheguei ao local do show. Ver o Santíssimo ali exposto, irradiante com sua luz infinita a nos iluminar, foi arrepiante. O carinho de todos que fazem a Comunidade Shalom, nos mínimos detalhes do evento, desde a decoração, estrutura, disponibilidade e acolhida, só aumentaram a certeza de que eu deveria de fato estar ali naquela noite. O ponto máximo daquela noite foi uma mensagem da Virgem Maria. Eu sei que não é todo dia que somos tocados com uma mensagem tão linda e tão pessoal de nossa Mãezinha. E por isso sou tão grata. Um dos membros da Comunidade Shalom rezou por mim e tive muitas revelações, coisas muito íntimas. Ao passo que me trouxeram inúmeras memórias, me deram a certeza de que EU TENHO UMA MÃE que intercede por mim junto ao seu filho, e que acompanha o meu caminhar, mesmo sem eu merecer. Eu só posso agradecer a Deus por ter me colocado no local certo, no dia certo, ao lado das pessoas certas e, mais ainda, agradecer seu infinito amor por mim, tão miserável e pecadora; agradecer pela vida de todos que fazem parte da Comunidade Shalom, que não medem esforços para realizar esse evento e levar a Boa Nova a tantas pessoas. Esse ano tem mais, e eu estarei lá!
Meu nome é Rafael, tenho 22 anos e moro em Recife. Sou vocacionado da Comunidade Católica Shalom e venho partilhar sobre a minha experiência vocacional na Comunidade de Vida. O ano vocacional é, sem dúvidas, um dos anos mais importantes de nossas vidas. Tempo de escutar a Vontade de Deus para nós e, livremente, aderi-la. Todos me diziam que era um ano muito intenso, de grandes descobertas e de autoconhecimento, mas eu não tive noção até de fato vivê-lo. Vocação, estado de vida, família, afetividade, sexualidade, trabalho, estudo, são alguns dos principais pontos que este ano nos faz questionar: Qual é a vontade de Deus pra mim? Como o processo vocacional pede, fiz uma experiência na Comunidade de Vida, na cidade de Curitiba-PR, durante exatos 30 dias. Confesso que escolhi tão longe de minha cidade justamente para viver ao máximo esse novo e todos os desafios que ele com certeza traria (distância da família, sem dúvidas, o maior deles). Ao chegar, uma surpresa: tudo igual e ao mesmo tempo tudo diferente. Como assim? Tudo igual porque o carisma é o mesmo em Recife, Curitiba, EUA ou China. E ao mesmo tempo tudo diferente, por ser outra cultura, outro povo, outros costumes, outro clima (pense num frio! rsrsrs). O Senhor me fez entender que não foram 30 dias, mas um só grande dia em que eu pude perceber e questionar, apesar de anos juntos ao Senhor, como São Francisco: ‘pouco ou nada eu tinha feito por Cristo!’ Tive a consciência do quanto eu ainda era um jovem mimado, fechado em mim mesmo, que dava sempre ao Senhor 99%, mas 1% prendia com toda a minha força. Nesse tempo, como sempre, o Senhor me pede TUDO! Aprendi a sair de mim e a enxergar o outro que sofre e espera que eu vá anunciar a força da Ressurreição de Cristo. Dentre tantas experiências, tantas graças, tem uma em particular que foi talvez a mais simples, mas uma das mais marcantes pra mim. Era 9 de julho, dia em que a Comunidade celebrava os 35 anos, dia de festa! Caso estivesse em Recife, cantaria no coral, as novas e maravilhosas músicas do novo Cd ‘Divino Coração’, confesso que estava empolgado e animado. Mas como caiu no tempo da minha experiência em Curitiba, no dia, estava servindo na Lanchonete. Como foi um dia muito importante, acabamos nos descuidando quanto ao número de salgados prontos para vender, e a casa estava lotada, muita gente nova! A fila ia do caixa (onde eu estava servindo) até a entrada do Shalom. O desespero chegou! Começamos a correr para fazer mais salgados, o troco estava acabando, algumas pessoas impacientes, e essa impaciência estava quase tomando conta de nós. Na lanchonete, tinha um quadro de giz, onde tinha escrito “Uma lanchonete para evangelizar.” Foi como um estalo! Percebemos que no dia 09 de Julho de 2017, estávamos vivendo a mesma experiência, e porque não ousar em dizer, um pouco da mesma graça daquele 09 de Julho de 1982. Jovens ofertados, com pouca ou nenhuma experiência, mas com a vontade entranhada de “dar de graça o que de graça tínhamos recebido”. Não sei quanto a Comunidade de Vida ou de Aliança, matrimônio, celibato ou sacerdócio. Sei que este ano vocacional, este tempo dos 35 anos, ou melhor, hoje, é o que eu tenho para gastar a minha vida pela Igreja, pelos jovens e pelos homens! A toda Comunidade de Vida, Aliança e Obra Shalom Curitiba, o meu muito obrigado por mostrarem concretamente que minha vida não é pra mim. Contem sempre com as minhas pobres orações! Shalom!
José “Pepe” Rodríguez Rey é um famoso chef espanhol, vencedor de duas estrelas Michelin – um dos principais reconhecimentos gastronômicos do mundo –, dono de dois restaurantes e, há alguns anos, jurado do programa de culinária MasterChef. Entretanto, confessa: “Comungar é o que mais me alimenta”. Receber a Eucaristia, assegura Rodríguez Rey em uma entrevista recente à revista ‘Misión’, o alimenta “como nenhuma outra coisa”. “Comungar é o que mais me alimenta, Às vezes, algumas pessoas me dizem depois de comer: ‘Você me emocionou, quase levitei’. E penso: ‘Isto é estúpido’. Eu adoro comer e comi nos melhores restaurantes, mas nunca fiquei emocionado ao comer. Mas sim ao comungar. O alimento espiritual não tem comparação”. O júri do MasterChef na Espanha desde 2013 também confessa que, “para muitos cristãos, eu em primeiro lugar, temos dificuldade de dizer que sou um pouco mais feliz pelo que creio”, e adverte que “o mundo da televisão é Babel, Sodoma e Gomorra, e às vezes é difícil mostrar-me, então eu prefiro agir”. “Em certos ambientes, se você explica as coisas não entendem, mas as pessoas entendem o exemplo. Não há uma única forma de evangelizar”, destaca o chefe de 49 anos. Rodríguez Rey também diz que aparecer na televisão não lhe causou mais felicidade do que a que ele tinha há alguns anos. “Sou tão feliz quanto há cinco anos, quando não trabalhava na TV. Tento ser feliz porque tenho todos os ingredientes para isso”, sublinhou. Esses ingredientes são: “Tenho três filhos maravilhosos, estou felizmente casado, tenho saúde e meus familiares estão bem”. “Agora, além disso, está tudo bem no trabalho. Mas, quando não estava bem, porque passei por momentos ruins, também era feliz pois não baseio tudo no trabalho, nem baseio a minha vida em ser famoso. As pessoas me veem na televisão, mas eu vivo na minha cidade, Illescas, frequento os mesmos lugares de sempre… Mudei somente o necessário”. O chef espanhol também destacou durante a entrevista os valores transmitidos pelo MasterChef. “Não sei se os meus chefes na produtora estavam tão preparados para buscá-lo, mas na verdade o programa exalta o sacrifício, o companheirismo, o trabalho, recompensa quem é bom e se esforça, castiga quem faz mal”, assinala. “Quando você vê, pergunta-se: por que não fazem mais programas bons, saudáveis ??e atraentes, que podem ser assistidos por um homem de 80 anos com o seu neto sem problemas, e que ensinem a fazer algumas coisas?”, questiona. Apesar dos seus prêmios, Rodríguez Rey afirma: “Não me levanto todos os dias pensando em qual prêmio quero ganhar, mas em alimentar muito bem a pessoa que irá à minha casa. E fazer isso melhor todos os dias”. “Coleciono os reconhecimentos porque são para toda a equipe, mas me dura um minuto o ego de pensar que sou alto e bonito. Durante um minuto e meio, sei que meu sucesso é estar aqui, à vontade com as pessoas, e nos amar como somos. E essa não é uma meta, isso é um trabalho de cada dia”. Trocaria as estrelas Michelin que ganhei “por qualquer coisa que valesse a pena. Se amanhã a Michelin falir, o que devo fazer? Não dou comida? O meu sorriso desaparece? Então! Estamos aqui para nos divertir e divertir as pessoas, não para ganhar prêmios”. Para o jurado do MasterChef, foi fundamental na sua vida participar de um Cursilho de Cristandade. “Sempre fui um cristão de Missa de 12 e vermú (tipo de bebida), mas um Cursilho é algo muito poderoso. Nesses três dias percebi o que é ser cristão e quem é Deus”, destacou. “Quando eu saía com meus amigos em Illescas, muitas vezes à noite, via o Sr. José Soriano, um desses professores da velha escola, que alternava com dependentes químicos. Ficava admirado ao ver esse homem de 65 anos ajudando os dependentes químicos, então, depois de participar de um Cursilho, encontrei-o um dia e disse que gostaria de ajudá-lo. Estivemos durante anos ajudando jovens que estavam envolvidos com todos e fizemos coisas importantes para eles”, recordou. “O Sr. José tinha uma fé muito grande, deixava tudo nas mãos de Deus. Dizia: ‘O Senhor nos trouxe aqui e Ele nos levará. Há muitas coisas para fazer, então não comece a filosofar. Comece a fazer o que deve fazer e confie nele’. Isso é uma escola de vida”, sublinhou. Para ele, precisou, Deus “é a força, o motor de tudo. Aquele que faz você estar bem, ruim e no regular”. “Eu não sei se às vezes eu fico muito para trás e não explico que sou cristão, mas é que não me vejo dando explicações, mas demonstrando no que estou fazendo”, assinalou. Acidigial
Depois de uma vida desregrada, Eric Hess, ativista gay de Wisconsin, Estados Unidos, encontrou-se com um homem de fé – o Cardeal Raymond Burke – e com a misericórdia divina. Em agosto de 1998, ele decidiu abandonar o pecado do homossexualismo e viver a castidade. É o que Eric conta em um testemunho publicado na revista Celebrate Life Magazine, no ano de 2011. “Enquanto alguns criticam o arcebispo Burke por sua fidelidade a Deus, à Igreja e às almas, eu digo que ele é um verdadeiro pastor dos fiéis e um Atanásio dos nossos dias”. Por Eric Hess Minha atração homossexual começou, para ser sincero, como reação ao meu pai, que era um alcoólatra violento. Ele bebia com frequência, chegava para espalhar coisas pela casae abusar da minha mãe, além de ameaçar a mim e a meu irmão. Eu achava que ele nos odiava. Em consequência, não queria ser nenhum pouco parecido com ele. Na minha mágoa, comecei a procurar pelo amor do meu pai nos braços de outros homens. Aos 17 anos, um predador se aproveitou de mim sob a dinâmica professor/aluno e eu fiquei completamente confuso em relação à sexualidade humana. Com o passar dos anos, uma coisa levou a outra até que eu fui morar com um homem 20 anos mais velho que eu. Antes de ir mais longe, é importante entender uma das principais causasda desordem da atração por pessoas do mesmo sexo. Como um ex-membroda comunidade, eu posso dizer que os chamados direitos homossexuais – e o direito ao aborto – são um resultado imediato da mentalidade contraceptiva predita há 40 anos pelo Papa Paulo VI, na Humanae Vitae. Pessoas abusando umas das outras como objetos sexuais trouxeram à tona uma cultura de morte que tolera e defende todos os tipos de adultério e abuso infantil, incluindo o aborto. Essa mentalidade egoísta levou também às pesquisas com células-tronco embrionárias e à eutanásia. Retorno ao meu Pai De 1990 a 1994, eu ia à Missa de vez em quando. Em 1995, eu disse ao meu “parceiro” que não podia ir mais porque estava muito bravo com a Igreja. Eu coloquei todos os meus crucifixos e Bíblias em caixas e deixei-os no escritório do bispo de La Crosse, Wisconsin, com uma carta renunciando à fé católica. Para minha surpresa, o bispo Raymond Burke respondeu com uma carta amigável, expressando sua tristeza. Ele escreveu que respeitava minha decisão e notificaria a paróquia onde eu havia sido batizado. Sempre muito gentil, Burke disse que rezaria por mim e esperava ansiosamente pelo dia em que eu me reconciliaria com a Igreja. Como um dos mais francos ativistas “gays” de Wisconsin, eu pensei: “Que arrogância!” Então eu respondi ao bispo Burke com uma carta acusando-o de preconceito. Eu disse a ele que suas cartas eram desagradáveise perguntava como ele se atrevia a escrever-me. Meus esforços de pará-lo foram em vão. Burke enviou-me mais uma carta, assegurando-me que não escreveria de novo – mas que se eu quisesse reconciliar-me com a Igreja, ele me acolheria de volta de braços abertos. De fato, o Pai, o Filho e o Espírito Santo nunca desistiram de mim. Dentro de alguns anos, eu conversei com um bom padre, que se uniu intensamente às orações do bispo Burke em agosto de 1998. Em 14 de agosto, festa de São Maximiliano Maria Kolbe e vigília da Assunção de nossa Bem-aventurada Mãe, a misericórdia divina penetrou a minha alma, em um restaurante chinês – de todos e entre tantos lugares. Eu mal sabia, ao entrar naquele restaurante com o meu companheiro de mais de oito anos, que o Senhor me tomaria para Si naquela mesma tarde e me levaria a outro lugar, fora de Sodoma, para o juízo de Sua misericórdia, o santo Sacramento da Penitência. O padre que eu tinha consultado estava lá. Assim que eu olhei do outro lado da sala para ele, uma voz interior falou ao meu coração. Era suave, radiante e clara em minha alma. A voz me disse: “O padre é uma imagem do que você ainda pode tornar-se, se voltar para Mim.” No caminho para casa, eu seriamente disse ao meu companheiro: “Eu preciso voltar à Igreja Católica”. Mesmo em lágrimas, ele amavelmente respondeu: “Eric, eu sabia disso há muito tempo. Faça o que você precisa fazer para ser feliz. Eu sempre soube que esse dia chegaria.” Depois, eu liguei para o escritório do bispo Burke. A sua secretária já me conhecia bem, então eu lhe disse que queria que o bispo Burke fosse o primeiro a saber que eu estava voltando para a Igreja e me preparando para o Sacramento da Penitência. Ela me pediu para esperar. Quando voltou, anunciou que o bispo Burke queria agendar uma conversa. Mais tarde, eu confessei meus pecados a um devoto e humilde pastor de almas local e recebi a absolvição. Como parte essencial de meu restabelecimento, uma boa família católica deu-me proteção até que eu pudesse encontrar minha própria casa. Um mês depois de minha reconciliação com Deus e com a Igreja, eu fui ao escritório do bispo Burke, onde ele me abraçou. Ele perguntou se eu me lembrava dos pertences que havia deixado com ele junto com minha carta de renúncia. É claro que eu me lembrava e o bispo Burke os tinha guardado nos arquivos da diocese porque acreditava que eu retornaria. Por dois anos eu me pergunteise a mensagem mística significava que eu deveria me tornar padre. Finalmente, eu percebi que não era chamado ao sacerdócio. Afinal, o Vaticano determina que homens que têm uma inclinação homossexual bem estabelecida não podem ser admitidos às Ordens Sagradas ou às comunidades monásticas. Mais do que isso, o padre que eu vi no restaurante era uma imagem de que eu poderia me tornar santo e fiel através dos Sacramentos. Como todas as pessoas – solteiras, casadas e religiosas –, eu sou chamado à castidade. Para mim, é o bastante tentar e chegar ao Céu. Por isso, eu me esforço para viver fielmente minha vocação