Testemunho do Renascer
Anastácia fala da sua primeira experiência no Renascer.
Anastácia fala da sua primeira experiência no Renascer.
Sou fruto do Reviver! Com 16 anos estive no retiro de carnaval, antigamente Renascer e lá tive a minha primeira experiência com Jesus vivo e Ressuscitado, experiência esta que revolucionou minha vida numa idade de muitos desafios e descobertas que é a adolescência. No ano seguinte, fui novamente ao Reviver e lá, durante a adoração ao Santíssimo, Deus me revelou Sua santa vontade. No intervalo do Reviver, meu irmão (Pe. Rômulo dos Anjos – CV Shalom) recebeu seu discernimento vocacional que havia ingressado na Comunidade de Vida Shalom e iria em missão para Fortaleza/CE. Logo em seguida aconteceu a adoração ao Santíssimo e foi neste forte momento de oração, que o Senhor me chamou a amá-lo e serviço nesta magnífica vocação. Este encontro de amor me impulsionou a deixar terra, casa, família, amigos e estudos e partir em missão, onde vivi intensamente durante 7 anos a vida missionária. Em 2003 fiz minhas primeiras promessas ao Senhor e ano e ano passado fiz minhas promessas definitivas no carisma Shalom como Comunidade de Aliança na missão de Salvador, minha atual terra de missão. Como Comunidade de Aliança, vivo o grande desafio e graça de conciliar vocação, família, estudos e trabalho. Curso o 9º semestre de Psicologia e gerencio a Livraria de Shalom reconheço que meu primeiro dever é pelo poder e sabedoria do Espírito, testemunhar e anunciar Jesus Cristo. Em tudo em minha vida ganha sentido no encontro diário com Jesus Eucarístico, nos constantes momentos de oração, no estudo oracional da Palavra, na experiência materna com a Virgem Maria e na grande afeição à Santa Teresinha do Menino Jesus e o Beato João Paulo II. Aproveito a oportunidade para convidar você a participar do Reviver | Renascer em sua cidade, pois pode ser a experiência mais marcante que seu coração almeja. Ainda dá tempo. Clique aqui e confira as cidades onde acontece. Robervânia Silva – Comunidade de Aliança Shalom
No Reviver, nos entregamos de corpo e alma a Deus. Ele está derramando suas graças em nós. Aqui, também aprendemos a rezar melhor. Nestes dias, com muita persistência, Deus tem me falado de sua providência, que devo confiar mais nele. Ele fala em vários momentos, especialmente na adoração. Jociane Quaresma, 26, Serrinha. No Reviver, vim em busca de uma resposta para minha vocação. No momento da adoração, tive essa resposta, vivi uma profunda experiência com o amor de Cristo. Por isso, amanhã, vou trazer toda a minha família para ter essa mesma experiência. Igor Martins, 19, seminarista. Fico muito feliz em ver que as pessoas deixaram de ir ao carnaval, festa muitas vezes de prostituição, para virem ter uma experiência com Cristo. Com certeza Deus também se alegra com a iniciativa do Shalom em evangelizar as pessoas. Bruno Ghize, 16, participa pela primeira vez do Reviver, servindo na liturgia.
Dizia para mim mesmo: “Descobri o meu lugar na Igreja!” Chegado o ano de 1995, após muito tempo engajado na Paróquia Senhora Santana, em Serrinha, interior da Bahia, após a experiência do Batismo no Espírito Santo vivido na RCC da minha cidade, recebi o feliz convite para o Renascer em Fortaleza (CE), no carnaval. Aos 19 anos, viajei com uma turma de irmãos para o início de uma caminhada de permanente entrega da minha vida ao Senhor. Naquele ano, a Comunidade Católica Shalom vivia a Páscoa do nosso irmão Ronaldo Pereira. Eu via nos pregadores a intrepidez do “novo” que o Evangelho realiza em quem vive com radicalidade um chamado de Deus. Via, ao mesmo tempo, a profunda dor e as muitas lágrimas de tantos irmãos. Dentre as muitas marcas que o Senhor deixou impressas em mim, ficou a alegria dos servos que carregavam água em baldes, subindo e descendo escadas no Ginásio Paulo Sarasate, pois faltara água na hospedagem. Fazendo uma leitura atual, algo parecido com Emaús, Caná e por que não a escada de Jacó, onde o céu e a terra se unem? Em certo momento do evento, assistíamos a um vídeo sobre a vida do Ronaldo e fui tomado de uma dor, como de quem perde um irmão. Sofria a dor dos meus irmãos de Comunidade, sofria por não tê-lo conhecido antes, sofria por não ter conhecido a comunidade antes… sofria a saudade do que não conhecia e que fazia parte de mim! Nos momentos finais do Renascer de 1995, chorei muito ao ver que chegava a hora de partir, de retornar e dizia para mim mesmo: “Descobri o meu lugar na Igreja!”. Em 1997, caminhei no vocacional Shalom, ingressando na Comunidade em 1998. Hoje após 16 anos de Comunidade, 13 de consagração, casado e pai de três filhos, posso dizer para mim mesmo: “Descobri o meu lugar na Igreja! Espero você no Reviver 2014! É bom demais… Wedson Araujo missionário da Comunidade de Vida Shalom
Meu nome é Jailson dos Santos Soares, tenho 21 anos e venho por meio deste testemunho contar a vocês a minha experiência com Deus, no Renascer, e o contato direto que tive com o Carisma Shalom. Eu morava em outra cidade do estado, Pedro II (PI), e nunca tinha ouvido falar da Comunidade Shalom. Em 2012, passei no vestibular para Enfermagem na cidade de Parnaíba, mas meus pais não tinham condições de custear minha hospedagem e despesas. Foi então que meu primo, que era Pároco da Igreja Nossa Senhora das Graças (catedral), me ajudou na chegada à Parnaíba. Ele disse que tinha um quarto sobrando na casa onde residem os rapazes da Comunidade de Vida Shalom e que era na casa paroquial, ao lado da catedral. Então, aceitei o convide. Assim, tive um primeiro contato com a Comunidade Shalom, mas não sabia muito bem o que era a comunidade. Fui recebido pelo Gabriel na casa e tive uma boa acolhida. Comecei a observar a forma como eles viviam, o jeito de rezar, de se comportar, achava meio estranho, pois não era a forma como eu vivia na minha cidade, não era ligado à Igreja tinha uma vida totalmente desregrada. Foi um choque conviver com eles. Essa época era fevereiro, mês do carnaval. Os meninos da casa começaram a falar do Renascer pra mim, mas eu não estava querendo ir. Um seminarista da Comunidade, o Douglimar, que era o pregador do Renascer, me fez o convite e explicou o que era o Renascer, me incentivando muito. Meus planos eram voltar para minha cidade Pedro II e curtir o carnaval. Foi então que recebi uma ligação dos meus amigos dizendo como estava sendo o carnaval lá, aí eu tive a ideia de ir, arrumei minhas malas e fui direito para a rodoviária. Saí e não avisei a ninguém. Chegando à rodoviária, fui ao guichê para comprar a passagem, mas o último ônibus já tinha partido. Parei no banco da rodoviária, sentei e fiquei pensando “Por que aconteceu isso comigo? Por que tenho que ficar aqui nesta cidade onde não conheço ninguém?”. Foi aí que pude perceber a mão de Deus agindo na minha vida. Da rodoviária fui direto para o Renascer. Lembro quando cheguei ao local, disse assim: “Olha, Deus, estou aqui!” Tudo foi novo e diferente ao passar um carnaval num retiro de uma comunidade. Mas foi neste evento que tive uma grande experiência com o amor e a misericórdia de Deus, e puder ser tocado e podado conforme Sua vontade em minha vida. O Renascer marcou muito, digo que foi o meu melhor carnaval. Experimentei de uma alegria que não passa e ainda experimento a cada dia, pois sou feliz. Depois do Renascer, veio o vocacional aberto. Participei e comecei a trilhar um caminho de discernimento da vocação, fiz meu retiro final em São Luís, mandei carta para a Comunidade de Aliança e ingressei em 2013. E tudo isso que ocorreu em um ano não foi por acaso. E, sim, através da mão de Deus agindo e cuidando. Posso afirmar aqui que Deus quis que eu “Renascesse”. Através deste testemunho, faço um apelo a todos: não tenham medo, vale a pena renascer. Shalom! Jailson dos Santos Soares
Em fevereiro de 2013, tive uma experiência que mudou a minha vida. Antes disso, eu era mais um jovem que buscava a felicidade, e buscava nas coisas do mundo, festas, shows… Pensava que aquela era a única felicidade que poderia ter, que poderiam me oferecer. Questionava-me sobre a existência de Deus: onde Ele estava? Por que o mundo não O conhecia direito? Acreditava que Ele era distante, que não estava “nem aí” para nós. Então recebi um convite para ir ao Renascer (retiro de Carnaval promovido pelo Shalom em várias cidades. Clique aqui e saiba mais). A princípio não me falaram como seria, só me disseram que seria fantástico e que eu gostaria muito. Eu havia recebido muitos outros convites para o carnaval, todos da forma que o mundo oferece. Não sabia o que estava fazendo ao certo, mas recusei todos os outros convites e resolvi ir para o Renascer, mais por causa da pessoa que me convidou, na época, minha namorada. Chegando lá, a primeira pergunta que me fiz foi: o que estou fazendo aqui? Mas continuei e, logo no primeiro dia, através de algumas moções, profecias e proclamações, fui me rendendo. Tudo inundava meu coração: era um misto de emoções, pois eram coisas que achava que só eu sabia. No segundo dia, a mesma coisa. Quando o Santíssimo Sacramento vinha, eu olhava as pessoas se ajoelhando e não entendia o porquê, alguns orando em línguas, outros repousando… Perguntava-me se era verdade! Veio então um forte desejo de me confessar, fazia uns dois anos que não o fazia. E quando estava me confessando, o padre só me falava de São Francisco: Deus estava me preparando para o grande dia. Então, chegado o dia da efusão do Espírito Santo, eu estava morrendo de medo, porque no fundo sabia que minha vida iria mudar, que eu experimentaria algo grandioso. Ao começarem os preparativos para a efusão, eu disse: Deus, se não for hoje que experimentarei de Ti, não será nunca mais! Assim que eu fechei a boca, uma pessoa veio rezar por mim, eu caí, e suas palavras foram: “Filipe, acredite! Não tenha medo de não trabalhar, de não passar no vestibular. Não tenha medo de não casar, não tenha medo de perder sua namorada, ela não é o centro da sua vida. Deus lhe dá a graça da castidade! Tu és perfeito, não aos olhos humanos, mas aos olhos do Pai”. Quando levantei, comecei a orar em línguas. Eu não podia acreditar! Quando abri os olhos, o mundo já não era mais o mesmo para mim, tinha descoberto um Deus que me chamava pelo nome, um Deus que sempre esteve comigo e que me amava. Tinha que me deixar ser amado e tinha que amá-Lo assim como tinha sido amado! Eu tinha experimentado do Cristo Ressuscitado, e minha vida nunca mais foi a mesma. Filipe Moraes, 19 anos, vocacionado da Comunidade Católica Shalom em São Luís
Você já se perguntou por que segue a sua religião, tal qual ela seja? Foi exatamente esta pergunta que eu me fiz quando as coisas começaram a mudar em minha vida. Em um dado momento, há uns dois anos atrás, eu participei do acampamento da Comunidade Shalom, e me descobri. Descobri a minha fé e desde aí venho me conhecendo inspirada, com toda certeza, pela ação do Santo Espírito de Deus. A minha vida foi transformada, tudo mudou, minhas atitudes, minha forma de ver o mundo, mas principalmente a única e verdadeira forma de ver e reconhecer a face de Cristo, nosso salvador. Depois de um tempo tentando solidificar esta fé em obras e fugindo das tentações que foram e são muitas, claro, eu me deparei com uma tal situação. Eu, meus pais, minha avó, minhas irmãs e alguns outros membros da minha família seguimos o catolicismo desde crianças. Porém, há alguns meses (ou anos), alguns tios e primos, anunciaram a notícia de que “mudariam” de religião. Deixariam de ser católicos e buscariam Jesus em um templo protestante cristão. Sim, eu coloco aspas quando digo que “mudariam” de religião. Porque eu não acredito que alguém que realmente viva a sua religião e conheça a beleza da Igreja Católica e não a julgue erroneamente, a deixe para contemplar qualquer outra religião. Mas enfim, foi algo que abalou a família inteira, porque eles agiram com radicalidade e tudo aquilo parecia muito estranho. É fácil comparar a radicalidade deles com a minha após o acampamento. Mas eu digo que é diferente. Porque quando encontramos o verdadeiro sentido da vida temos que reconhecer ao mesmo tempo que nós vivemos nesse mundo de pecado, de erros, de que falar de Jesus, às vezes, é uma ofensa para aqueles que não crêem. Mas é como diz São João: “Estamos no mundo, mas não somos do mundo” (Jo 17, 14). E temos que saber organizar a nossa vida com a nova vida que Deus nos propõe, e principalmente compreender que há pessoas que não estão vivendo o mesmo momento que nós. E foi exatamente o que eles não souberam fazer, queriam de qualquer forma transformar as nossas vidas, mas com as próprias mãos. Uma tia chegou ao extremo de quebrar imagens de vários santos e de Maria para tentar convencer a dona delas de que aquilo não prestava. Com isso, nós entendíamos cada vez menos toda aquela situação. E daí mais e mais parentes meus “mudaram” de religião, e assim adquiriram novos valores, novos princípios e novos propósitos para suas vidas. Foi aí que nós, ainda firmes na fé católica, começamos a nos aprofundar mais nas obras da Igreja, na oração, na vida cristã. Nossas atitudes nos fizeram muito bem. Entramos no círculo bíblico da nossa comunidade (São Roque). Em um encontro minha mãe disse, enquanto comentávamos sobre este assunto a tal mudança de religião, que no momento em que nossa família começou a ser tomada por esta atitude, nós que somos católicos desde sempre, começamos a entender nossa religião de verdade. E a nos questionar, por que éramos tão atacados pelo protestantismo, que vêm crescendo no Brasil e no mundo? Porque a Verdade é tão questionada? E a pergunta que mais rondou meu coração: “Será que estamos tão errados assim? E será que tanta gente estaria tão errada? Afinal, o catolicismo ainda é a maior religião do mundo. E nós começamos a traçar respostas para estas perguntas. Todo amor que sentimos vivenciando tudo o que Deus fez, faz, e fará por todos nós, é verdadeiro e não podia ser mentira. Então, a consequência desse acontecimento na nossa família serviu para nos firmar na fé. Acreditar que Maria deve ser venerada como todos os santos, porque cada um tem valor inestimável para Jesus, e deve ter para nós também. Entender a importância da Eucaristia, porque é o Corpo e o Sangue de Jesus, é o maior dos milagres. Compreender o valor do perdão principalmente entre sacerdote e o fiel (Deus e sua criatura), no sacramento da reconciliação. E descobrir acima de tudo o quão é grande o Amor de Deus por nós. Ianne Natália Souza, 16 anos
Sou Sara, tenho 19 anos e, depois de 3 anos tentando, passei no vestibular para Medicina. Durante esses anos, aprendi muito, cresci muito, principalmente, espiritualmente. Devido aos estudos, saía pouco, me afastei de muitos amigos, morei longe da família e acabava me sentindo só, uma solidão, às vezes, extremamente dolorosa. Passava noites tentando entender o que me faltava, tentando descobrir o que preencheria esse vazio… No começo, achava que era a Medicina, a tão sonhada aprovação, mas descobri que existe algo maior por trás disso tudo, que existe um amor que me guia e que me traz felicidade, o amor de Deus. Tudo começou em 2012, quando começou o grupo de oração no Colégio Luciano Feijão (S0bral-CE). Os estudos sempre foram desculpa para não frequentar uma igreja e dedicar um tempo a Deus, mas com o grupo no colégio facilitou muito, frequentava sempre, mas ainda não tinha me entregado totalmente. No final do ano, outra decepção: mais uma vez não tinha conseguido passar. 2013 começou muito mal, mais questionamentos, mais tristezas e mais solidão. Muitas vezes, achava que nem Deus se importava comigo e me perguntava qual era o sentido da vida aqui… Em maio, tive uma grande perda, o que me abalou mais ainda. Comecei a querer me afastar do grupo, não tinha mais vontade de ir, porém, o amor de Deus é tão grande que Ele sempre dá um jeito de nos trazer de volta e em um momento de crise e angústia procurei a Thamires Martins, que faz parte do Shalom, para me ajudar. Fui ao Shalom e ela me ajudou a entender o tamanho do amor de Deus por mim, o quanto Ele me queria perto Dele… Entendi que em todos os momentos Ele está ao meu lado, e se algo não tinha dado certo é porque Ele estava preparando algo maior na minha vida. Depois disso, minha relação com meu Pai ficou mais estreita, nós ficamos mais amigos, conversamos sempre e tudo na minha vida começou a fazer sentido, a fluir naturalmente, sem muitas angústias, pois Ele sempre me acalmava e me mostra o caminho. Agora, consegui realizar meu sonho e eu sei que foi tudo devido a Ele. Só tenho a agradecer ao Shalom por ter dado a oportunidade de termos esse grupo tão acessível, que faz tão bem pra nossa alma e pra nossa vida. Hoje eu sei que Deus faz morada no meu coração e que Ele é, parafraseando Maria Emmir Nogueira, o grande e único amor da minha vida. Sara Aguiar (Passou em Medicina agora na UFC!)
Minha experiência com Deus aconteceu no Reviver 2000, ano jubilar da Graça do Senhor. Todos sabemos que o carnaval é o maior evento popular aqui em Salvador. Sou baiana e sempre curti essa festa. Saía todos os dias para pular o carnaval. No ano de 1999, o slogan do carnaval era “o último carnaval do milênio”, então, tudo na cidade voltava-se para isso, inclusive eu, “claro”! Combinamos uma turma de amigas de sair em bloco, já estava juntando dinheiro. Ao se aproximar o evento, um amigo me convidou para viver um carnaval diferente no Renascer (nesta época o Reviver de Salvador tinha este nome). Eu nem sabia o que era, mas prontamente disse convicta “NÃO! Você acha que eu vou passar cinco dias de carnaval rezando? Que eu vou perder o último carnaval do milênio? Jamais!” Não sabendo eu que Deus havia preparado tudo para mim, continuei com meus planos. De repente, “deu tudo errado”. Minhas amigas foram desistindo por diversos motivos e eu não tinha com quem ir. “E agora o que eu vou fazer?” Tinha que encontrar uma solução logo. Mais uma vez, meu amigo veio me convidar pro tal Renascer. E eu? Eu disse novamente que não, pois eu jamais iria desistir de pular este carnaval! Mas eu não contava com a intervenção de Deus. Claro que eu não achava que era isso, mas hoje vejo que Deus me salvou. Voltando ao assunto, deu tudo errado, mas eu, Miriane Pedral, não iria ficar em casa chupando dedo, então resolvi ir pra esse Renascer, com o intuito de não ficar em casa chateada e também com um plano mirabolante de encontrar alguma companhia pra pular o carnaval, pois o evento acontecia no centro da cidade, onde tem um dos circuitos do carnaval. Minha grande ideia era essa! Ledo engano! Os planos de Deus eram outros para mim. Quando cheguei lá, achava estranho aquele povo que não me conhecia vindo me abraçar, rindo demais, feliz demais. E ali num retiro? Então, Deus me fez experimentar logo no primeiro dia o Seu amor. Não entendia nada do que estava acontecendo, um homem no palco dizendo algo para mim, mas quem tinha dito a ele? O povo se prostrando diante da “hóstia”. E a hóstia me atraía tanto por que? Santa ignorância a minha, apesar de ser crismada, não sabia que ali era O Cristo Vivo Ressuscitado. De fato, algo mudou em mim naquele primeiro dia de evento, pois percebi que quebrava um muro de resistências dentro de mim, voltei pra casa cantando as músicas do folheto e nem tive vontade de ir pro carnaval no outro dia. Pura ação da graça! Os outros dias foram para Deus completar a primeira fase da Obra Dele em minha vida. Tive uma forte experiência na efusão do Espírito Santo, busquei a confissão coisa que só havia feito duas vezes em minha vida: na 1ª comunhão e no Crisma, mas esta foi diferente pois reconhecia a minha condição de pecadora. O Renascer, foi a porta de entrada para uma vida restaurada, uma vida na Igreja, como Igreja, uma vida feliz! E bendito amigo que insistiu em me chamar, senão, onde eu estaria hoje depois daquele último carnaval do milênio? No Renascer encontrei meu lugar na Igreja, encontrei a minha vocação. Olhava para aquelas pessoas e dizia “se não for aqui, não será em outro lugar”. Deus preparou tudo para mim! Hoje sou membro com promessas da Comunidade de Aliança Shalom, na missão de Salvador (BA), minha cidade natal. Obrigada, Senhor, por me salvar neste Renascer do ano Jubilar da Graça! O último Renascer do milênio que marcou definitivamente a minha vida e o primeiro de muitos “Renasceres”, agora servindo! Tinha que ser no ano da graça. Shalom! Miriane Pedral