Acima de tudo, a fidelidade de Deus

No dia 3 de novembro de 1991 iniciou-se uma feliz caminhada rumo à vontade de Deus, que conta com nossa pequenez e com o desejo de sermos verdadeiramente felizes, afinal de contas, este plano inicial é Dele: a felicidade de todo homem. Com uma pequena frase, “Ah, se timidez não existisse!”, eu e Luciana iniciamos nosso namoro em Serrinha, no interior da Bahia. Desde então, o Senhor começou a escrever uma história de conhecimento mútuo e gratas surpresas, encontros e desencontros, aprendizados e desafios. Tudo isso fortaleceu a escolha de um pelo outro. Em 1995, tivemos nossos primeiros contatos com a realidade das Comunidades Novas (Canção Nova, Comunidade Shalom, dentre outras). Chegado 1997, passamos a caminhar mais de perto: começamos a fazer o Vocacional Shalom, uma caminhada bela e uma constatação de que o que mais desejávamos era viver a Vontade do Senhor. Ingressei na Comunidade em 1998. Certo. E a Luciana? Os desígnios de Deus, que são amor, convenceram-nos de que, para nós, seria melhor o término do noivado. Foram exatamente cinco anos de namoro e um ano e meio de noivado ofertados ao Senhor. Após quatro anos e meio afastados de vínculos afetivos Deus nos fez uma surpresa, unindo-nos em uma nova etapa do caminho que Ele escolhera para nós. Em fevereiro de 2005, casamos. Celebramos na Igreja do Cristo Ressuscitado, no dia 26, nosso matrimônio. Celebramos em uma noite de sábado a certeza de que, acima de tudo, Deus é sempre fiel! Celebramos a vitória do amor sobre a pressa deste mundo que passa e dos modismos atuais de viver o que é precioso sem querer comprometer a vida. Celebramos o novo de Deus para nós e para nossos filhos que viriam logo depois: Gabriel (7 anos), Ioseph (5 anos) e Matheus (2 anos). Hoje cantamos a glória de Deus que superou o tempo, as intempéries, os desafios pessoais e comunitários, as diferenças conhecidas e acolhidas. Hoje testemunhamos que vale a pena esperar o tempo da Vontade de Deus. Hoje testemunhamos que o que vence, de fato, é o amor. Para melhor poetizar esta história permanente de salvação, segue o Canto de Ação de Graças da cerimônia de núpcias: É de ouro, é de história, é de vida e memória… é de luta e de glória! É de vida é real, amor tão natural, tua escolha, minha escolha. Viram-te meus olhos, amo-te és bela. Oh, vem! Minha pomba perfeita, minha vida te aceita. És bela, és a minha eleita. Assim se dá o perfeito amor que experimenta a pobreza do ser para ser mais riqueza a não mais se esquecer da história, da memória, da vida, da vitória… O que vence é o amor! Te amo, te escolho, te quero, te aceito, te espero, te elejo. Te esperei e vou cantar louvores ao Senhor, pois assim é o amor: Fiel! Te esperei e vou cantar louvores ao Senhor, pois assim é o amor: Real! Te esperei e vou cantar louvores ao Senhor, pois assim é o amor: Vencedor… Wedson  e Luciana Araujo Missionários da Comunidade de Vida Shalom

Ele me chama a dar uma resposta gratuita, como gratuito é o Seu Amor

Na segunda-feira (23), os diáconos Jean Fernandes e Leonardo Donelles, membros da Comunidade de Vida Shalom serão ordenados sacerdotes na Arquidiocese de Fortaleza. Confira a seguir o testemunho do diácono Leonardo Donelles: “Tendo amado os seus, amou-os até o fim” Jo 13,1 Foi essa a frase escolhida como rhema para a minha ordenação diaconal, que aconteceu em 5 de julho deste ano. Ela introduz o lava-pés, revelando o coração de toda a obra de Jesus. Começo testemunhando sobre minha vocação ao sacerdócio com este versículo, pois foi este amor o princípio, o meio e o fim da minha caminhada como seminarista. Comecei a estudar Filosofia em 2003, depois de ter lido em minha história este belo chamado. Pouca não foi a luta no meu interior, ao perceber minha fraqueza e juventude diante de um chamado que não estava no “script” dos meus projetos e planos. Antes, pensava em casar e constituir uma família. Mas, como diz o profeta Jeremias: Ele “foi mais forte que eu”, me convencendo de que essa era a Sua Vontade e, portanto “meu lugar”, o lugar que Ele preparou para mim. Viver a paternidade espiritual pelo dom do sacerdócio. Estudei um ano no seminário de Fortaleza e em seguida fui enviado pela Comunidade para Toulon, na França. Lá, tive de aprender o francês e recomeçar a filosofia. Foi um tempo em que Deus foi purificando o meu chamado para que fosse mais livre. Passei dois anos de estágio pastoral na missão do Shalom em Avignon, onde pude retomar a vivência normal dos horários, da vida comunitária e apostólica. Chamo esse tempo de “Transfiguração”, pois recebi a força para continuar e renovar a alegria de ser Shalom, antes de tudo. Voltei para Toulon onde estudei também a Teologia. Nesses últimos anos, o Senhor, pela Comunidade, me ajudou a estar mais consciente de quem eu sou e de que Ele me chama a dar uma resposta gratuita, como gratuito é o Seu Amor. Em 2012, voltei ao Brasil para morar na Diaconia, o coração da Obra. Nesse último ano antes, da ordenação diaconal, entendi que Deus me colocou no Ventre de Maria para ” nascer do alto”. Hoje, testemunho as muitas maravilhas que o Senhor fez e faz em minha vida. Bendito seja Deus por ter me escolhido para ser alegre instrumento de Seu Amor e de Sua misericórdia! Agradeço também a todos que me ajudaram a acolher de Deus esta graça para uma feliz oferta de amor. Ecoa ainda dentro de mim o Salmo cantado na hora da vestição da estola e da dalmática: “Felizes, Senhor, os que habitam em vossa casa!” Partilho com você esta felicidade que é servir a Deus neste caminho para o Sacerdócio! Muito Obrigado! Diácono Leonardo Donelles *O Shalom conta atualmente com 47 membros em formação para o sacerdócio. A formação e o acompanhamento dos seminaristas são promovidos por benfeitores que contribuem financeiramente e por meio da intercessão. Envie um e-mail para seminaristas@comshalom.org ou curta a fanpage Seminaristas Shalom e saiba como ajudar.

O “mais” que Deus queria

Confira entrevista com Noé Santos, jovem em missão na Cia de Artes Shalom: – Como foi o despertar do desejo de evangelizar por meio das artes? Primeiramente, o desejo que ardia no meu peito era o de evangelizar, de ofertar minha vida e testemunhar o Amor de Deus que tinha me tirado da falta de sentido de vida, do egoísmo e de muitas outras coisas. Eu já fazia parte do Ministério de Dança, mas sentia o desejo de também no meu ministério me doar mais, sentia que Deus queria mais de mim. Então, quando vi a forma de evangelizar da Cia de Artes Shalom, entendi que esse era o “mais” que Deus queria. Mesmo me achando incapaz de responder ao chamado de Deus, enviei material com minhas habilidades artísticas e uma carta de pedido de ingresso na Cia e hoje estou aqui e sou muito feliz. – Sobre a experiência missionária de um ano na Comunidade Shalom, como tem sido? Deus tem se revelado muito a mim durante esse tempo e, consequentemente, revelado quem eu sou. Isso, às vezes, é difícil mas, ao mesmo tempo, é uma grande graça porque me amadurece profundamente. Ofertar a vida é cansativo, doloroso, mas extremamente gratificante, não porque recebemos algo em troca, mas unicamente porque quando esgotamos as nossas forças, Deus é todo em nós e nós somos todo nEle. Nas pequenas coisas, percebemos o quanto essa oferta é fecunda para nós e para a vida daqueles que estão ao nosso redor. A oração e a vida comunitária me fazem um homem mais pleno e feliz! – Qual a principal motivação de um jovem que dedica um ano de sua vida nesta missão? Eu vi Deus! Eu toquei o Senhor! Eu tive uma experiência com Ele e renovo essa experiência a cada dia! Essa é a motivação que levo e levarei pra sempre, mesmo nas descobertas e dificuldades da minha vida, essa é a motivação pra me levantar e continuar o caminho. O que eu percebo nesse tempo é que não é apenas um ano em missão, mas a missão é pra vida inteira, é a minha própria vida! – Para você, qual o significado das artes na evangelização? A arte cristã tem um grande poder de evangelização, ela entra em lugares que outras realidades da igreja não entram. Toca o coração das pessoas, faz pensar e refletir sobre diversos temas. A arte tem o poder de entrar no coração sem pedir licença. A arte cristã tem sido vista por muitos em um conceito muito amador, mas nós, da Cia, temos como missão trazer o conceito do profissionalismo na arte. Pessoas que nunca aceitariam um convite pra ir a uma missa, aceitam o convite pra assistir a um bom espetáculo. É aí que a diferença começa, porque os espetáculos da Cia não são apenas para “assistir”, mas são experiências de Deus, sementes lançadas a todo instante. – Após uma apresentação, quais os sentimentos que passam pelo coração de um missionário? Cada fim de apresentação percebemos que essa obra é de Deus, que depende dEle! Isso gera no nosso coração profunda alegria e gratidão. Cada partilha, cada sorriso, cada lágrima que vemos no público é sinal da semente lançada, é sinal da obra de Deus sendo edificada no meio de nós. É uma grande maravilha colher os frutos da pequena oferta da nossa vida. – É possível constatar a eficácia desta evangelização por meio das artes? Como? A evangelização pelas artes é como um “kerigma”, um primeiro anúncio, abertura de portas, por isso recebemos muitos contatos de pessoas que, depois de verem o espetáculo, desejam se engajar em algum grupo, pessoas que estavam afastadas da igreja e retornam, gente que gosta de arte e deseja converter seu trabalho para a evangelização, testemunho de pessoas que são catequizadas, gente que tinha mentalidades contrárias à doutrina da Igreja e mudam de opinião… enfim, é uma grande graça, tudo é graça! A Cia de Artes Shalom está com inscrições abertas para a seleção de nova turma. Clique aqui e saiba mais.

Só com Ele encontramos a alegria que não passa!

Falar do que Deus fez e faz na minha vida é falar de misericórdia e amor Nasci em uma família católica e sempre estudei em colégio de freiras, o que foi muito importante para que eu crescesse amando Jesus e principalmente, amando Maria. Porém, o Deus que eu conhecia, o imaginava como um Deus distante, e na minha adolescência em muitos momentos cheguei a duvidar que existia um Deus que me amava. Em julho de 2001, eu tinha 18 anos e fiz uma experiência que mudou minha vida, definitivamente! Uma experiência que me fez acreditar no perdão, na alegria, no amor. Que me fez ter um novo sentido de vida! Que me fez desejar amar mais! Que preencheu os vazios do meu coração, que eu buscava tantas vezes preencher com coisas e pessoas, mas que no final, continuava vazio… A experiência com o AMOR DE DEUS fez nova todas as coisas na minha vida, faz até hoje,  e tenho certeza, fará para sempre!!! Eu tive essa experiência no Acampamento de Jovens Shalom  #Acamp´s,  em Pacajus no Ceará. Lembro demais da frase que estava escrita na capa do livrinho de músicas e na nossa camiseta : “Tudo que eu sempre quis!” Realmente, lá eu encontrei tudo que meu coração sempre quis, e costumo dizer que minha vida se divide em antes e depois daquele julho de 2001!! Porque foi nesse mês que conheci um Deus que eu achava que conhecia, mas que na verdade eu só ouvia falar…  Naquele acampamento, pude tocar na Sua Misericórdia, no Seu Amor por meio da intercessão de Nossa Senhora, e também, descobrir meu lugar: A vocação Shalom! Foi impressionante! Eu nem entendia o que era vocação, um carisma, a única coisa que eu sabia era que ali eu me sentia em casa. Me identifiquei  com o jeito de rezar, de cantar, de brincar, tudo eu achava lindo, e quando fui embora, a minha vontade era de estar lá de novo para levar outros jovens a terem a mesma experiência que eu tive. Em 2002 a comunidade chegou a Teresina, em 2003 fiz o vocacional e em 2004 ingressei na Comunidade de Aliança! E sou feliz demais por isso! Feliz por viver a minha juventude nas mãos do Senhor, e não nas mãos do mundo. As vezes chega a ser engraçado como nós, “esse povo do shalom” (a forma com que as pessoas se referem a nós), vivemos remando contra a maré, contra o que mundo diz ser a melhor escolha! Os meus amigos mais próximos, colegas, as pessoas que convivem comigo em todos os lugares, sabem que sou consagrada a Deus  na Comunidade Católica Shalom. Sabem que esse “cordãozinho” branco com uma cruz que carrego sobre o peito (e que de acordo com alguns não combina com a roupa, é brega), não é um mero enfeite, mas o sinal da minha vocação. Sabem dos valores que tenho,  da escolha que fiz por dizer sim a um chamado que Deus me fez, não por eu ser “boazinha”, ou a melhor das pessoas, ao contrário, Deus gosta de confundir, por isso escolhe os mais fracos, os vasos de argila, como diz nosso fundador. Sabem (alguns só imaginam) das lutas, do desafio que é permanecer  fiel a este chamado todos os dias. E quantas vezes sou criticada por isso, quantas vezes o que o mundo diz ser o melhor se levanta diante do que Deus me pede… Mas, mesmo em meio às lutas, sou muito feliz por ter escolhido a melhor parte! Sou muito feliz por consumir a minha juventude em vista da evangelização de outros jovens! Sou muito feliz por pertencer a esta vocação há dez anos, seis como consagrada! Sou muito feliz por ter deixado Deus realizar tanto na minha vida e na vida das pessoas que passaram por mim durante esses anos! Sou muito feliz por saber que não sou perfeita, que erro, que caio, mas que sempre que levanto o meu olhar, encontro o Olhar  d’Aquele que me chamou, com Sua Misericórdia a me amar e a me impulsionar a amar mais, e de novo! Sou muito feliz por contar com a intercessão de Maria nesse caminho, não só dela, como também de Santa Teresa, Santa Teresinha, São Francisco de Assis e agora de João Paulo II!! Enfim, sou feliz por um dia ter experimentado desse Amor que faz nova todas as coisas, dessa Paz que não é uma ausência de guerras, de problemas, de preocupações, mas que é uma Pessoa: Jesus Cristo! Essa é a melhor parte! Todo o resto é pequeno demais, não preenche o vazio do nosso coração e nem o anseio que temos pela Felicidade. Por isso quero dizer que vale a pena. Vale a pena deixar Cristo entrar nas nossas vidas!! Como disse BentoXVI: “Ele não nos tira nada, Ele nos dá tudo!” Só com Ele encontramos a alegria que não passa! Jesus, dai-me a graça de ser fiel até o fim! Sustenta-me quando tudo estiver escuro! E não permita que minha vida seja vazia e não faça a diferença na vida daqueles que Tu coloca no meu caminho! Gizelly Aragão Torres Missão de Teresina  

“Eu não tinha terminado a novena, mas já tinha a graça alcançada”, por Lucília Araújo

Sou Lucília Araújo, membro da Comunidade de Vida Shalom. João Paulo II, pra mim, é um grande amigo no Céu, amigo a quem confio minhas dores e alegrias, com quem compartilho minha vida. Até os 16 anos, eu não era uma jovem de Igreja, então a figura de João Paulo II era algo muito distante da minha realidade, até que no ano 2000, ano do Grande Jubileu, tive minha primeira experiência com Deus e tenho convicção que foi resposta da oração do Santo Padre: “Pela vossa graça, ó Pai, que o Ano Jubilar seja tempo de conversão profunda e feliz regresso a Vós” De fato foi um feliz regressar a Deus, uma conversão profunda, minha vida havia mudado por completo e ali, em meio aos jovens do meu grupo de oração, fui conhecendo quem era João Paulo II, o Papa peregrino, o Papa das Jornadas, o Papa da Nova Evangelização, o Papa sob cujos seus pés tinha nascido minha vocação, pela oferta de um jovem apaixonado por Deus. Fui, assim, tornando-me “a juventude do Papa”. Comecei a ler encíclicas, cartas, ouvir o Ângelus. O fato mais forte aconteceu no ano de 2005, ano da sua páscoa e do meu ingresso na Comunidade de Vida. Eu vivia uma realidade desafiante, sentia cada vez mais forte no meu coração o desejo de ofertar minha vida pela evangelização. Meus pais eram contra minha decisão e foi gerada uma forte tensão familiar. Fui expulsa de casa, meus pais faziam de tudo pra que eu voltasse atrás. Depois de alguns dias vivendo a possibilidade voltar pra casa de meus pais, enquanto organizava as coisas relativas à viagem, pois estava indo morar em São Paulo, acompanhava cada notícia pela TV. Na Páscoa, ao ver a última imagem do Papa incansável que, com muito esforço, abençoava a praça de Roma, eu dizia no meu coração: “pela Igreja, pelos Jovens, pelos Homens ele se consumiu; pela Igreja, pelos Jovens, pelos Homens me consumirei, como João Paulo II, me consumirei”. No sábado, dia 2 de abril, fui ao Shalom para me despedir de alguns amigos. Por volta das 16h daquele dia, alguém me disse: “nosso Papa morreu”. Senti-me atordoada como quem não quer acreditar e fui pra casa. Todos os jornais traziam imagens de Roma lotada de fiéis, e ali mesmo fiz uma oração em lágrimas entregando ao meu Amigo minha vocação, pedindo que ele intercedesse por mim pra que eu fosse fiel até as últimas consequências como ele foi. Hoje, tenho nove anos de Comunidade, caminho para as promessas definitivas no Carisma e sei que sempre em momentos de tentação ou provação, posso dizer: “não há quem tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado”. Outro fato que conto com muita alegria, pela fidelidade deste Amigo, ocorreu em 2011, quando eu desejava muito ir a Jornada Mundial da Juventude em Madri. Como membro da Comunidade de Vida, eu só podia contar com a providência, e na Semana Santa, tendo sido anunciada a beatificação de João Paulo II para o dia 27 de abril, resolvi rezar a oração a ele como uma novena que deveria se concluir na beatificação. Iniciei minha novena na Sexta-Feira da Paixão e, no Sábado Santo, recebi a ligação de uma pessoa da missão onde morava, que iria para a Jornada, comunicando-me que por um imprevisto não poderia ir, e queria que eu a representasse. Para isso, ela me daria 50% da viagem. Mais ou menos uma semana depois, o Padre responsável pelo setor da juventude da diocese onde me encontrava perguntou-me quanto eu já tinha para a Jornada, e me ofereceu o que faltava. Eu não tinha terminado a novena, mas já tinha a graça alcançada. Por isso, realmente, posso dizer que sempre que recorro à sua intercessão não sou desamparada. E mais uma vez confio a João Paulo II minha vocação pela Igreja, pelos Jovens, pelos Homens, até as últimas consequências, me consumirei. Lucília Araújo A Comunidade Shalom lança a “Peregrinação Shalom”, pacotes de viagens para a canonização dos papas João Paulo II e João XXIII, que acontecerá em 27 de abril de 2014, no Vaticano. Há tipos diferentes de pacotes, desde os que oferecem hospedagem em escolas àqueles contratados com agências de viagens, que reservam quartos em hotéis de Roma. Para mais informações, clique aqui.

Eu senti o Amor, o verdadeiro Amor!

Sou João Marcos, tenho 16 anos, e participo do grupo de oração “Unidos pelo Espírito”, no Centro de Evangelização do Shalom da Paz, em Fortaleza. Antes de ir para o Acamp’s, eu era um jovem extremamente infeliz e vazio. Eu tinha tudo à minha volta, mas não tinha o TUDO. Meu coração desejava por uma felicidade, mas eu não a encontrava em nenhum canto. Fiquei sabendo do Acamp’s por causa de amigos que já tinham ido. “Do nada”, desejei ir, mesmo sem ninguém me chamar. Com certeza foi Deus que me chamou. Lutei muito para ir para o acampamento, enfrentei muitas coisas e fui mesmo sem saber o que tinha lá. Durante o Acamp’s, o que eu mais queria era ir embora, pois eu não estava gostando. Chegou um momento em que eu passei a não crer em mais nada, achava que tudo era mentira, que Deus não existia. Eu fiquei como Tomé, mas no dia da Efusão do Espírito Santo, fui surpreendido: tive uma experiência com o Cristo Ressuscitado, eu tocava o seu lado aberto e naquele momento eu era como Tomé. Eu senti o Amor, o verdadeiro Amor, a verdadeira felicidade, tudo o que o meu coração desejava. Deus me falava ao coração e eu chorava muito, o amor de Deus tinha me alcançado, eu estava sentindo a verdadeira Paz! Jamais vou me esquecer deste dia: 6 de julho de 2012. E hoje posso dizer que depois desse dia eu não sou mais o mesmo, mesmo com minhas fraquezas, minhas misérias, eu sou extremamente feliz! Sou um jovem realizado por poder reconhecer a grandeza de Deus na minha vida, por hoje ser católico, por ser Shalom! Acamp’s Shalom, melhor vida não há!   *Quer ter essa experiência? Faça sua inscrição no Acamp’s 2014.1 aqui Mais informações: Facebook  – Acamp’s Fortaleza  Instagram – Acamp’s Fortaleza  

“Um melhor amigo no Céu”, por Ana Flávia Muniz

João Paulo II, literalmente, faz parte da minha juventude. Não o tenho como um santo mas, sim, um melhor amigo o qual Deus me deu e que está no céu. Em 2005, sofri com sua morte, apesar de não estar tão engajada na Igreja e ser muito jovem. Depois de algum tempo, comecei a procurar sobre sua historia. Vi os filmes, li livros e comecei a entrelaçar essa amizade através de orações e sempre clamando sua intercessão. Ana Flávia Muniz

“Os médicos ficaram atônitos, quando liguei para contar”, por Lygia Viana

Ano de 1963. Meu filhinho de um mês e meio, totalmente desidratado, com infeção intestinal, só pele e ossos. Não aceitava leite nem água. Os médicos chegaram a me dizer que não sobreviveria. O Papa João XXIII estava em agonia, sofrendo muito. Comecei a rezar e implorar que, por sua lenta e dolorosa agonia, fosse devolvida a saúde de meu bebê. Durante vários dias, repetia essas palavras. Aos pouco, lentamente, notei meu filho começando a melhorar, aceitando mamar e tomar colheradas de água. Os médicos ficaram atônitos, quando liguei para contar, pensaram que iria dizer que meu menino havia falecido. Ele foi melhorando cada vez mais, até ficar totalmente bom. Hoje meu filho tem 47 anos, é forte, saudável e inteligente. Já passou em concursos bem difíceis. Para mim, Papa João XXIII é um santo!

“A felicidade encontro nEle e com Ele.”

Jovem da Missão de Belém da testemunho no Jornal Nazaré da Arquidiocese de Belém “Durante minha vida inteira, Deus, em sua infinita bondade, derramou muitas graças, mas mesmo assim o negligenciei por alguns anos. Recusei acreditar no seu amor e vivi no comodismo do mundo.  Porém, minha vida deu uma virada no dia 28/04/2013, quando participei do Seminário de Vida no Espírito Santo organizado pela Comunidade Católica Shalom – Missão Belém. Experimentei o amor de Deus e aquele foi um momento inexplicável. Reconheci Deus como o verdadeiro Rei, aquele que enviou seu filho Jesus para que eu, tão miserável e pequena, tivesse a salvação. Perdi tempo acorrentada em falsas verdades e longe do Pai, mas Deus me libertou e me mostrou que a felicidade encontro nEle e com Ele.” Irmara Géssica Santos Amaral, 21 anos, estudante de Terapia Ocupacional

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