Retrospectiva JMJ | “Tá difícil? Pois é de Deus! Aguarde que vai dá tudo certo.”

Sou a Laya Holanda da Comunidade Católica Anuncia-me. Fomos em 15 para a JMJ Rio 2013 e fomos com a Comunidade Católica Shalom \o/ Faltando um dia para embarcar rumo a JMJ, problemas aconteceram para que eu perdesse a fé, a paciência e meu sonho. Enquanto eu morria de chorar pelos acontecimentos,  ouvi a seguinte frase de alguém muito especial (Eliana Mendes): “Tá difícil? Pois é de Deus! Aguarde que vai dá tudo certo.” Tivemos de correr atras, foi chato , teve discussões mass Deus passou a frente e momentos mais que especiais eu vivi. Momentos que vão ser levados para vida toda . Foram 5 dias de alegrias vividas e coração satisfeito na fé. Nunca vi tamanha emoção e expressão de fé, faltam palavras para expressar a experiência de tão grande graça nesses dias. O que eu trouxe pra casa? Experiência com Deus, com o Papa e vivência com toda a Igreja. Na mochila? Cheguei lá com 2 bagagens e voltei com 3, não trazendo só coisas materiais mais uma bagagem cheia de Deus e lembranças de amizades construídas nesses dias que prevaleceu a língua do amor. No coração? Uma renovação de fé com metas a serem cumpridas, não por obrigação mais por necessidade. Trouxe a vontade de viver tudo o que o Papa Francisco pediu: ter coragem, nadar contra corrente, evangelizar jovens e ser feliz ‘ Rumo a Polônia em 2016 \o/   Por: Laya Holanda

Descobri em João Paulo II um grande intercessor da minha juventude consagrada a Deus

Sou Thalita, discípula da Comunidade de Vida Shalom, em missão em São Paulo. Falar de João Paulo II pra mim é falar de alguém que sempre esteve muito perto apesar de nunca tê-lo conhecido pessoalmente. Na verdade, desde sua morte sua presença se tornou ainda mais marcante em minha vida. Lembro-me da minha sensação no dia em que o papa morreu, era uma mistura de tristeza, saudade, certeza do céu, que na época nem eu mesma entendia, mas me fizeram verter lágrimas. Estava no início do meu vocacional na Comunidade e fui descobrindo em João Paulo II um grande intercessor da minha juventude, uma juventude consagrada a Deus. Com certeza o amor aos jovens foi o que logo de cara me aproximou dele, pois além de ser jovem também sempre tive especial amor por estes. Lembro de quando li a sua carta aos jovens e pensava que era justamente aquilo que queria viver, testemunhar na minha juventude que é possível ser jovem santa e, ao mesmo tempo, queria gritar junto com ele aos jovens do mundo inteiro: “Vocês são o futuro do mundo, vocês são a esperança da Igreja, vocês são a minha esperança”. Além deste grande amor pelo apostolado da juventude, fui descobrindo em João Paulo II um grande testemunho para minha vocação: testemunho de uma vida marcada pela santidade até as últimas consequências, uma vida de “martírio branco” tão claro que poderia ser dito “vermelho”. Esse testemunho era expresso também por sua missionariedade, outra característica que me uniu a ele, um Papa em constante missão! Missão sustentada na Cruz de Cristo onde estava literalmente apoiado em suas aparições com seu báculo, imagens que sempre ficarão gravadas em meu coração. Fui descobrindo em João Paulo II um testemunho fiel da virtude da Castidade. Para mim, ele foi um homem que expressou essa virtude de modo concreto em toda sua história, pois sempre viveu o esquecimento de si na busca de amar Deus e os outros. Isso ele viveu nos tempos de guerra, durante sua juventude, mas também em toda sua vida à serviço da Igreja e da humanidade. Humanidade por quem se consumiu, fazendo-me amá-lo ainda mais por outra de suas virtudes, a de ser “um homem para os outros”. Ele usava essa expressão quando falava do que é ser sacerdote. Se é assim que se define um sacerdote, João Paulo II foi então um grande testemunho desse magnífico ministério. Por fim, e como não poderia deixar de ser, me une a João Paulo II o grande amor a Virgem Maria e o desejo de ser toda de Jesus sendo toda dela. Com ele vou também descobrindo a grande graça de me deixar consolar e conduzir por Maria. Com ele vou descobrindo a graça de gritar a Maria: “Totus Tuus, ó Mãe!”, para com ela dizer ao Senhor “fiat voluntas Tua” (Faça-se em mim Tua vontade!). *A Comunidade Católica Shalom lançou diversos pacotes de viagens para a canonização de João Paulo II e João XXIII, desde os que oferecem hospedagem em casas de retiro àqueles contratados com agências de viagens, que reservam quartos em hotéis de Roma. A cerimônia acontacerá na Santa Sé, em 27 de abril de 2014. Clique aqui e saiba mais sobre essa peregrinação.

O Acamp’s renovou minha experiência pessoal com Cristo

Meu nome é Bruno, tenho 27 anos, sou postulante da Comunidade de Aliança Shalom, moro em Curitiba desde 2008, quando, acredito, minha vida missionária de fato começou. Deus me tirou da pacata cidade de Jaguariaíva, interior do Paraná, para finalmente conhecer a minha vocação e para o mundo me ofertar no serviço da evangelização anunciando o Cristo Ressuscitado que passou pela Cruz. Sem saber mais o que fazer no interior, Deus foi inquietando meu coração para a mudança. Tirou-me do comodismo, de uma vida cheia de rotinas e monotonias, e concedeu-me a graça de vir morar em Curitiba para terminar a faculdade e, logo em seguida, através do Acamp’s, renovar minha experiência pessoal com Cristo e identificar em mim as marcas do Carisma Shalom. (Conheça as cidades onde acontece o Acamp’s e faça sua incrição aqui). Dessa experiência em diante, não mais parei. Quando volto a passeio ao interior, posso partilhar as experiências que Deus me concede e levar a Paz do Ressuscitado. Sou muito privilegiado por ter sido escolhido por Deus para ofertar minha vida através do Carisma Shalom e, diariamente, me colocar a serviço de toda a humanidade que ainda não experimentou a graça de tocar em Cristo. Deus já me colocou em constante estado de missão, desde quando sai da minha terra, mas sei que ainda muito tenho por fazer, pois há ainda muitos corações sedentos por Cristo, seja na cidade de onde parti, onde estou ou para onde irei. Shalom, Bruno André Souza Colodel

A irresistível Vontade de Deus

Estava nos últimos dias de prazo, concluindo a monografia, quando lembrei que rezando na capela do Centro de Evangelização do Shalom em João Pessoa, tive uma visualização de um anel de ouro com uma pedra vermelha incrustrada. Pensava ser Deus me revelando uma forma de vida, como se fosse me casar – pensava no anel da minha mãe, que tem um brilhante, mas é uma pedra branca. Eu não entendia porque a de minha visualização era vermelha. Deixei pra lá. À época, estava fazendo cursinho, porque não havia passado no vestibular na primeira oportunidade. Acontece que mesmo eu sendo da turma especial, e fazendo somente a prova do terceiro ano do ensino médio, já que o vestibular era seriado, não foi o suficiente para evitar que ocorresse algo incomum, eu ficasse nervoso, esquecesse tudo, fizesse uma prova péssima e, no final das contas, descesse 69 posições e não passasse no vestibular. Fiquei muito mal, mas aí começou a intervenção de Deus na minha vida. Como era de meu costume, fui para o Volta ao Teu Deus, retiro de semana santa da Comunidade Doce Mãe de Deus, onde eu passei boa parte da minha vida. Naquela ocasião, tive a experiência de me confessar com um sacerdote que hoje possui lugar privilegiado no meu coração, o Frei Josué de Souza, O.F.M Conv. Foi uma experiência única que me fez ir em direção não daquilo que eu planejava ou imaginava na minha vida, mas do que me colocava “nos trilhos” da Providência Divina. Desisti do cursinho na área de saúde, e acabei, depois de passar um tempo como ouvinte no colégio onde estudei oito anos, indo para um cursinho perto de casa, só pra revisar o assunto. Foi aí que eu conheci a Comunidade Shalom, fui lá só para comprar a camisa do Luau das Tribos e acabei trabalhando no evento. Na hora da inscrição para o vestibular, não tive coragem de colocar “direito” na UFPB, e pus “psicologia”. Depois, quase obrigado por minha mãe, fiz inscrição para uma particular, a UNIPÊ, para direito. Passei para psicologia, bem colocado, inclusive, mas o curso estava atrasado por causa das greves, e comecei o curso de direito. Apaixonei-me completamente e tive a certeza de que aquele era o meu lugar e, por essa razão, nem pus os pés na UFPB. Entretanto, mais tarde começariam os problemas. Além de uma experiência de namoro frustrante, acumulava também problemas familiares e realidades passadas não curadas. Aconteceu que, por causa disso, fui pouco a pouco entrando numa depressão. O namoro terminou em uma semana, e eu perdi o estágio com o qual pagava as mensalidades na semana seguinte. Esses acontecimentos me derrubaram como estudante, e eu já não conseguia mais render, não tinha ânimo nem motivação para estudar. Por indicação de amigos, fiz um concurso de estágio no Ministério Público Estadual. Passei, por graça de Deus, mesmo sem estudar, e tive a providente oportunidade de estagiar com dois promotores que eram também Ministros de Eucaristia e muito corretos. Entretanto, mesmo estagiando, não tive condições de pagar esse semestre e tive que trancar o curso. Depois retornei, mas ainda sem ânimo para estudar. Empurrei três semestres “com a barriga” e, no último ano, decidi começar o curso de filosofia na UFPB. Uma loucura sensata, diria, porque estudava direito pela manhã, estagiava à tarde, e à noite tinha a aula de filosofia. O tempo que me restava para fazer outra coisa era a madrugada. Embora fosse a melhor parte do dia e tenha sido um dos melhores tempos da minha vida (o que eu estudei filosofia), decidi não continuar por causa da monografia e da Comunidade, pois não tinha mais tempo para nada, nem para o ministério. A depressão, que começara anos antes, agora começava a tomar gravidade suficiente para parar a minha vida. Cheguei em um ponto em que não conseguia ler mais uma página de livro, quanto mais escrever uma monografia. Como se não bastasse, o meu orientador era super ocupado e não me ajudou em quase nada. Concluí o curso, mas não entreguei a monografia. Decidi ir ao médico. Comecei a tomar a medicação e melhorar pouco a pouco. Mas, no semestre seguinte, não consegui fazer a monografia novamente. Só em pensar nela, eu começava a suar. Até que fui ao Congresso de Jovens Shalom 2012, que aconteceu no Rio de Janeiro, e lá senti um chamado muito forte de Deus para partir como jovem em missão. Retornei e Deus confirmou em oração. Pensei na Cia de Artes. Comecei o discernimento com meu acompanhador pessoal, preparei o material e mandei. Depois veio a resposta que iria para a Cia de Artes e fui, com o apoio de minha mãe, mas com maus olhos de quase todo o resto da família. Foi um grande tempo, onde eu me aprofundei mais na vida de oração e na vida fraterna. Descobri novos dons e muitas curas na história de minha vida se fizeram. Mas algo me inquietava e eu não conseguia me sentir feliz. O que fazia minhas autoridades incentivarem a que eu me questionasse se era vontade de Deus que eu fosse até o fim. Comecei a adoecer novamente. Até que tomei coragem e enfrentei o discernimento. A palavra determinante saiu do livro de Isaías, capítulo 55, versículos 12 e 13. Logo no começo, Deus já foi claro: “Saireis com alegria e em paz sereis reconduzidos”. Voltei. Fiz meus planos e pensei na melhor que fosse das possibilidades. Mas as coisas foram fugindo do meu controle para bem melhor. Queria falar sobre o direito à vida, mas Deus não queria. Não encontrei ninguém que me orientasse. Até que, por meio de uma amiga, descobri um concurso de artigos cujo um dos temas era tudo o que eu não tinha pensado: aliar minha inclinação para os direitos humanos com a experiência que tive em quase dois anos estagiando na Promotoria do Cidadão. Fui com o novo tema atrás de orientador e consegui logo no primeiro dia. Comecei a elaboração. Era

“Um grande mediador, voz desta Verdade, sucessor de Pedro, escolhido por Deus para todos nós”

Sou Danielle Araújo, tenho 20 anos e sou  postulante da Comunidade de Vida Shalom em Belém (PA). A história que vou narrar começou em 2009, quando tive na formação do ministério de artes meu primeiro contato com o histórico da Comunidade Shalom, com os “Escritos“. Tudo o que era falado me inflamava muito, e gerava o sentimento de já ter vivido aquilo, mesmo sem nem conhecer. Quando ouvi a parte que retratava a experiência do Moysés entregando uma carta ao Papa João Paulo II, ofertando sua vida aos jovens, à Igreja, a toda humanidade, foi gerada em mim uma grande curiosidade sobre este homem, que acolhia numa simples carta a vida de um jovem que desejava ofertar radicalmente sua vida. Dois anos depois, assisti ao filme que relata a vida de Karol Wojtyla , um jovem cristão, que em meio à guerra, perda de familiares e amigos, em meio a dores e paixões, se deixou ser amado por Cristo. E o fruto deste Amor foi a parresia e a ousadia que brotavam de um coração decidido por Deus, que mesmo tão jovem e com tudo favorecendo para que desistisse, ele não se permitiu, mas pegou sua batina e tênis, Bíblia e bola de futebol, e não importava o lugar: fosse na universidade, nas montanhas, na Igreja ou nas correntezas de um rio, Karol Wojtyla testemunhava o Amor que mudara sua vida e, com simplicidade e temor a Deus, alcançava a tantos jovens e trabalhadores, que já não confiavam mais no Senhor. A vida de Karol Wojtyla chamou muito minha atenção, pois mesmo com questionamentos originados pelas obras que viveu, ele nunca desistiu de procurar a Verdade. E ele não só a encontrou, como foi grande mediador, voz desta Verdade, sucessor de Pedro, escolhido por Deus para todos nós como Igreja. Em 2012, a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora, entregues por João Paulo II aos jovens, peregrinavam pelo Brasil em vista da JMJ 2013. No início deste ano, tive uma forte experiência com o Beato João Paulo II. Foi discernido, enquanto eu participava do ‘Dê Suas Férias para Jesus’, que eu seria uma das jovens que carregaria a Cruz. No dia da Vigília com a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora, depois de termos tido a graça de carregá-la, vivemos uma celebração na qual, motivados pelo coordenador do PJJ, escrevemos em oração e escuta de Deus uma carta com aquilo que o Senhor nos chamava a ofertar naquele momento. Em seguida, queimamos as cartas aos pés da Cruz. Quando eu percebi a grandiosidade da entrega que eu havia feito, veio logo o desespero e desejo de desfazer aquilo. Mas o fogo, que ilumina e queima, já realizava a combustão daquele papel e elevou aos céus a fumaça com as letras da minha vida… Alguns meses depois fiz, por providência de Deus, um curso de Consagração à Nossa Senhora no Centro de Evangelização, e quando fui pesquisar o título ao qual eu me consagrava a Jesus pelas mãos de Maria, veio a surpresa: Nossa Senhora do Rosário! João Paulo II me aparece mais uma vez, motivando-me a estar mais enraizada no Carisma Shalom, que se dava pelas mãos de Nossa Senhora, pelo Santo Rosário! Foi assim que, em outubro de 2012, uni-me ao Beato João Paulo II, dizendo: ‘Totus tuus’, sou toda tua Maria, minha Mãe! Hoje contemplo concretamente em minha vida a eleição de Deus e a intercessão do Beato João Paulo II. Hoje anuncio para os jovens e para o mundo que desejo ser uma JOVEM SANTA, que usa tênis e calça jeans! Uma jovem que vive no mundo, mas que não pertence a ele. E como o Beato João Paulo II, busco anunciar o Amor que mudou minha vida e que me faz desejar que outros jovens também sejam conquistados por este Amor, sem medo, sem deixar de ser jovem! Em 1980, Moysés Azevedo ofertou pela primeira vez minha vida aos pés do Papa João Paulo II. Em 2012 eu renovei essa oferta, aos pés da Cruz do Beato João Paulo II! Shalom, desde sempre e para sempre, Danielle Araújo *A Comunidade Católica Shalom lançou diversos pacotes de viagens para a canonização de João Paulo II e João XXIII, desde os que oferecem hospedagem em casas de retiro àqueles contratados com agências de viagens, que reservam quartos em hotéis de Roma. A cerimônia acontacerá na Santa Sé, em 27 de abril de 2014. Clique aqui e saiba mais sobre essa peregrinação. 

Turma de Crisma faz Seminário de Vida em Itapajé

Nos dias 6, 7 e 8 de Dezembro de 2013, foi realizado, na escola Monsenhor Catão, o Seminário de Vida 180º, em Itapajé. Participaram do Seminário cerca de 30 jovens que fazem parte da primeira turma de Crisma da Obra. As formações foram conduzidas pelos vocacionados Idalina Mendes, de Itapajé e Isaac Nicolas, de Fortaleza e pelo Consagrado da Comunidade de Vida Beto Lima, da Bahia, que há quase 3 anos está na Missão de Itapipoca. Foram três dias de muita graça, amadurecimento na fé, louvor, adoração e, com certeza, Deus realizou, pela ação de Seu Santo Espírito, uma virada de 180º na vida de cada um desses jovens. Confira abaixo alguns testemunhos: Conheci o Shalom no início de 2013, mas, após pouco mais de um mês frequentando o grupo de oração,  passei um bom tempo afastado, voltando em Setembro. Sempre me considerei um garoto feliz, por fora, de alegria contagiante, como muitos outros, mas eu sentia um vazio, faltava algo que me fizesse realmente feliz por inteiro. Até que um dia fiquei sabendo do grupo de crisma que eu precisava participar, não por vontade própria, mas por fazer parte da “cultura” católica. Neste grupo, aproximei-me mais de Deus. Em um dos encontros, um servo orou em mim, foi uma oração tão forte que experimentei o, até então inédito para mim, repouso no Espírito. Depois disso, passei a ver as coisas com outros olhos. Para completar Sua obra de resgate, Deus me convidou para participar do Seminário de Vida 180º. Foram três inesquecíveis dias!  Meu medo, hoje não existe mais. Deus preencheu aquele vazio que existia em meu coração e hoje, aqui estou. Sou Maxwell Cavalcante, tenho 15 anos de idade e sou Shalom. No Seminário de Vida no Espírito Santo 180º, eu vivi minha primeira experiência com Deus. Antes disso, eu participava da turma de crisma só por participar mesmo, jamais pensei que fossem acontecer tantas coisas. Eu pensava que se eu participasse da Igreja ou de um grupo de oração, seria muito cobrada, que eu não teria mais tempo para fazer o que gosto, deixando várias coisas de lado. Depois que fiz o seminário, descobri que isso é apenas uma consequência positiva para mim. Aprendi também, que o amor do mundo é diferente do amor de Deus. Quando estavam pregando e perguntaram o que significava “amor”, a primeira ideia que veio em minha cabeça foi “sofrer”. Só então, percebi que meu coração estava machucado por tantas coisas do mundo que eu achava que me completavam, mas vi que não faziam mais nenhum sentido para mim. Sabe quando você fica com o menino mais bonito da escola e quer sair gritando e espalhando pra todos que conseguiu? Então, esse mesmo sentimento acontece quando você conhece o verdadeiro amor, quando você tem a experiência com o Rei. Posso dizer que, o que vivi foi maravilhoso e me deu mais vontade de ser amiga de Deus e pertencer inteiramente a Ele. Me sinto realizada, com mais fé, mais leve. Essa experiência me fez acordar para uma vida nova. Marielle Ávila, 14 anos. Eu, Leonardo Martins, 23 anos, moro atualmente com minha mãe, trabalho na fábrica de calçados da cidade e antes de frequentar a Comunidade Shalom, minha vida era assim: Levantava-me às 5h30min para ir ao trabalho e só voltava às 17h. Chegando em casa, tomava um banho e saia pro mundo, sem hora pra voltar. E naquele espaço de tempo, eu provava do que o mundo me oferecia, um “amor” passageiro que não preenchia meu coração, mas que, por hora, me deixava satisfeito. Mesmo reconhecendo que tudo aquilo era passageiro e não acrescentaria em nada na minha vida, eu gostava de tudo aquilo. E por alguns anos, essa foi minha rotina, até que, num certo dia, fiquei sabendo que um amigo meu ia se crismar, então tive curiosidade em saber mais sobre esse sacramento. Procurei me informar melhor e ingressei na turma de crisma, onde conheci a Comunidade Shalom e novos amigos que me mostraram o quanto o amor de Deus é grande e como sou precioso para Ele. Dai em diante minha vida começou a mudar, meu modo de agir, de pensar, transformei-me por completo. Passei a buscar cada vez mais o amor de Deus no grupo de oração, na Santa Missa, no próprio grupo de crisma e até mesmo em minha casa. Após, fiquei sabendo de um Seminário de Vida onde eu poderia ter uma intimidade maior com Deus, um contato pessoal com Ele. Fiquei animado, pois, eu já tinha um objetivo: viver a radicalidade do Evangelho e transmitir o amor de Deus ao próximo. Então, nos dias 6, 7 e 8 de dezembro, confirmei minhas expectativas e pude experimentar por completo o amor de Deus. Antes, eu pensava que ser católico era apenas ir à igreja. Descobri que estava enganado. Agora, Deus passou a ser minha vida, meu começo, meu meio e meu fim!

Um milagre em família

Eu me chamo Cátia Cilene. Eu e meu esposo, Manoel Raimundo, somos discípulos de segundo ano da  Comunidade de Aliança Shalom. Conheci o Shalom em um tempo de tribulação, quando meu esposo estava mergulhado no vício das drogas e resolvi buscar ajuda, clamando a Deus em sua infinita misericórdia. Ele veio em meu auxílio. Em uma evangelização “porta a porta” na casa de minha irmã, fui convidada a conhecer o Shalom. Foi quando meu esposo começou a frequentar as noites de oração e aconselhamento. Em uma vigília de adoração a Jesus Eucarístico, ele teve uma forte experiência com amor de Deus, foi então que começamos um rumo novo na nossa história, mas meus questionamentos não acabavam por aí. Não tínhamos filhos, não conseguia chegar ao final de nenhuma gravidez, pois tive sete e todas resultaram em abortos espontâneos. Começamos a caminhar no grupo de casais em 2007. Em 2008, entramos no vocacional. Em 2010, ingressamos no postulantado. Começamos um caminho de grandes descobertas. Em 2008, engravidei novamente e, aos quatro meses, perdi todo o líquido amniótico, mas o bebê continuou vivo. Ao internar-me na maternidade, o médico de plantão procurou meu esposo e pediu autorização para me aplicar um medicamento para induzir um aborto, pois o bebê não tinha mais chance de vida e eu poderia ter uma infecção generalizada que me levaria à morte. Meu esposo buscou forças em Deus e disse “não”, porque permitir isso seria um ato contra sua fé, contra o valor da vida. Três horas depois perdi o bebê, mais uma vez. Foi um tempo difícil. Em 2009, engravidei novamente, era a minha sétima gravidez. Fui às consultas do pré-natal e em uma delas o médico descobriu, através de uma ultrassonografia, a causa das perdas: eu tinha incompetência cervical, ou seja, abertura no colo do útero, que levava ao aborto espontâneo. O médico falava que tinha uma notícia boa, porque acabava o mistério, e outra notícia ruim, porque o colo do útero já estava no processo de dilatação. O procedimento era fazer uma cerclagem, ou seja, a amarra do colo do útero para impedir a dilatação. Mas como já estava dilatando, não tinha muita chance de salvar o meu bebê. Depois do procedimento, dois dias depois da cerclagem, voltei para casa e fiquei esperando, e sempre me voltava para Nossa Senhora, para que me encorajasse e me ajudasse a não tirar os olhos de Jesus e não perdesse a fé, mas sempre acreditasse que Deus estava à frente e que não cabia a mim entender, mas confiar no Senhor e no que Ele tinha para nós. Depois de alguns dias, comecei a passar mal, voltei para a maternidade e, novamente, a minha gravidez foi interrompida no momento em que o médico fazia todos os procedimentos para que eu não perdesse o bebê. Meu esposo intercedia na capela do hospital, pedindo a Deus que Ele fosse à frente, e que eu e nosso bebê estivéssemos em Suas mãos. Que fosse feita a vontade de Deus, porque Deus é fiel, jamais nos abandona. O Senhor colocava no seu coração que Ele era a nossa luz.  Deus seja louvado! Ele nunca nos deixa! Passadas algumas horas, acabei perdendo o bebê. Era uma menina. Mas Deus nos consolava e nos amava diante a dor. Em minhas orações, pedia muito ao Senhor que não me deixasse passar por mais esta dor. Um dia, Ele me deu uma palavra que eu guardei em meu coração e que serviu de sustento e de esperança nos momentos em que eu estava desanimada. Que alegria pelo Seu cuidado e amor! O Senhor me dava a palavra de Isaías 51, 22: “Eis o que diz o Senhor, teu Deus, que toma a defesa de seu povo: vou retirar de tua mão a taça que dá a vertigem, não mais terá para beber o cálice de minha cólera”. Em 2011, tendo as orações da Comunidade, o Senhor começou a falar através das minhas autoridades, dos irmãos e nas minhas orações, sobre filhos que eu teria. Na reciclagem (retiro de 10 dias realizado por membros do Shalom) desse mesmo ano, Deus continuou a falar de suas promessas. Em uma das minhas formações pessoais, Deus falava que realizaria um milagre em minha vida e, no mesmo momento, eu tomei posse e comentei com minha formadora, Verastela, que o Senhor dizia que eu teria um filho, mesmo com minhas limitações. Eu tomava posse de Suas promessas. Um mês depois, descobri que estava grávida de um mês e meio. Aí começou um tratamento, no pré-natal, de gravidez de alto risco. Durante minha gestação, pude ver a mão de Deus sobre cada momento. No quarto mês, foram feitos os procedimentos de cerclagem no colo do útero. Pude viver também de forma muito concreta a providência de Deus em tudo. Ele ia à frente, Ele foi realmente a nossa luz, a nossa única luz. Durante os procedimentos do pré-natal, a médica que me acompanhou, Dra. Cristiane, dizia para mim que Deus faria um milagre na minha vida, que era ter a minha filha e que já tinha realizado outro milagre, quando não permitiu que outras complicações surgissem nas outras gestações devido ao meu sangue e do meu esposo não serem compatíveis. Isso não deixava de ser outra provação a ser superada pela graça de Deus. Em toda a minha gravidez, o que sustentou a mim e a meu esposo foram a oração, a Eucaristia e o rosário. Podíamos perceber o quanto Deus cuida, ama, e nos dá além do que imaginamos. O Senhor nos dava um caminho de abandono em Suas mãos e Nossa Senhora nos ajudava a acreditar, acolher e trilhá-lo. Passaram-se os nove meses e Maria Letícia nasceu linda, cheia de saúde, um dia depois de recebermos a resposta para ingressarmos no discipulado da Comunidade de Aliança Shalom, em uma sexta-feira santa, onde a cruz é a vitória de Deus sobre nossas misérias e sua ressurreição é o fruto. Eu, meu esposo e todos aqueles que nos acompanharam fomos

“Sentindo-me perdida, roguei a ele que estivesse por mim intercedendo”, por Maria Vilma

Aconteceu um milagre com nossa família na hora da maior agonia e do falecimento do Papa João Paulo II. Meu esposo tinha uma patologia que já havia sido diagnosticada há dez anos, de nome Policitemia Vera. Nesta época, os médicos o desenganaram durante os sessenta dias de internação. Nesse período, eu sofria pelo estado do meu esposo e pela perda do nosso João de Deus. Sentindo-me perdida, roguei a ele que estivesse por mim intercedendo junto ao Pai, por nossa família e pela saúde do meu esposo. Aos sessenta dias de internação do meu esposo, fomos surpreendidos com a melhora dele e voltamos para casa. Desde então, ele foi melhorando. Naquele período, tentei fazer um dossiê, através dos médicos que o assistiram e todos foram unânimes em dizer que o paciente Francisco de Assis Q. Medeiros desafiou a medicina. Entretanto, mesmo sendo médica, estava sem forças para qualquer atitude, de maneira que não enviei ao Vaticano. Hoje, ele não está entre nós, mas permaneceu ainda conosco por cerca de um ano e meio. Ele foi um dos que reconheceu que o nosso beato João de Deus havia realizado este milagre em sua vida. Todos os dias, oro por nosso beato e sei que Ele está junto a nós. Amém! Maria Vilma Jurema *A Comunidade Católica Shalom lançou diversos pacotes de viagens para a canonização de João Paulo II e João XXIII, desde os que oferecem hospedagem em casas de retiro àqueles contratados com agências de viagens, que reservam quartos em hotéis de Roma. A cerimônia acontacerá na Santa Sé, em 27 de abril de 2014. Clique aqui e saiba mais sobre essa peregrinação.

“Aos que duvidam da comunhão dos santos, eu digo: vocês não sabem o que estão perdendo”

A Jornada Mundial da Juventude continua produzindo frutos que, tenho certeza, colherei por toda a minha vida. Além das amizades, novo ânimo à minha fé, certeza e convicção de que seguir Jesus é o melhor caminho, ela deu um fruto “inesperado”. A JMJ aconteceu de 23 a 28 de julho. No dia 3 de agosto, uma semana depois, encontrei uma medalha presa no tênis que usei durante os dias da Jornada, uma medalha do criador da JMJ: João Paulo II. Na hora não entendi como essa medalha foi parar no meu tênis, nem porque ela estava lá, entendi em setembro. Foi aberto um concurso para administrador na UFABC e eu estava sem motivação para estudar e fazer a prova. Meu chefe, que é meu chefe desde os tempos de estágio, ao saber que eu não estava estudando, apesar de ter feito a inscrição para a prova, sugeriu que minha motivação fosse ir ao Vaticano. Gostei da ideia mas, mesmo assim, não comecei a estudar, até que no dia 30 de setembro o Papa Francisco anunciou a data de canonização do bem-aventurado João Paulo II. Nesse mesmo dia, uma amiga disse a mesma coisa que meu chefe tinha me dito alguns dias antes, e eu lembrei da medalha que tinha encontrado. Comecei a estudar e a rezar a novena perpétua de João Paulo II, pedindo que ele me ajudasse a passar no concurso e, se ele me alcançasse de Deus essa graça, iria ao Vaticano presenciar sua canonização. A prova foi dia 3 de novembro. No dia 2 de dezembro saiu o resultado: PASSEI! Não tenho palavras para agradecer a Deus e ao beato João Paulo II por essa graça e expressar a alegria que estou sentindo! Tinha planos de conhecer o Vaticano em 2016, antes ou depois da JMJ na Cracóvia, mas o Senhor quis realizar meu sonho antes. Aos que duvidam da comunhão dos Santos, eu digo: vocês não sabem o que estão perdendo! Juari Lira *A Comunidade Católica Shalom lançou diversos pacotes de viagens para a canonização de João Paulo II e João XXIII, desde os que oferecem hospedagem em casas de retiro àqueles contratados com agências de viagens, que reservam quartos em hotéis de Roma. A cerimônia acontacerá na Santa Sé, em 27 de abril de 2014. Clique aqui e saiba mais sobre essa peregrinação.

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