Eu vi o rosto e o olhar de Cristo

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus? Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Jorlândia Pereira. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Nascida em berço católico, sempre participei da Igreja. Aos poucos, na adolescência, esse engajamento só cresceu. Com vários compromissos e extremamente engajada, sentia-me bem, mas algo me faltava. Queria algo a mais, mas não sabia o que era. Foi então que no ano de 2007, por um fato ocorrido dentro da Igreja, acabei me afastando não só da Igreja mas de Deus. Fiquei assim por um ano, até que em janeiro de 2008, uma amiga que participava do Shalom, convidou-me para a noite dedicada às famílias na Reciclagem (retiro de dez dias do qual os membros do Shalom participam anualmente). Pelo carinho a ela, aceitei. Naquela noite, houve adoração ao Santíssimo Sacramento. Eu fiquei distante, no fundo da sala, enquanto todos estavam lá, próximos de Jesus. Olhava para ele e dizia: “Senhor, muda a minha vida!” A adoração foi terminando. Quando ia saindo, o padre parou, voltou-se para mim com o ostensório e, naquele momento, eu vi o rosto e o olhar de Cristo. Ele me olhou, sorriu e disse: Eu transformo a partir de hoje sua vida para mim. Eu chorei muito. Mas como se daria?  Minha vida estava uma bagunça. Depois de sete meses desse ocorrido, recebi um convite para ir ao Halleluya. Depois de muita resistência, aceitei. Quando cheguei lá, havia muito jovens. E eu via algo diferente neles. Era uma alegria e uma amizade entre eles muito verdadeira e aquilo eu não tinha. Foi então que eu pensei: O que eles tem que eu não tenho? Por que eles são tão felizes? Então decidi que iria ao Shalom no final de semana seguinte, para saber porque eles eram assim. O domingo chegou. Participei da Missa, e logo em seguida, um rapaz veio falar comigo. Ele me apresentou à galera que, por sinal, viria a ser meu grupo de oração. Logo entrei no vocacional, ingressei na Comunidade de Vida, mas, nos mistérios do Senhor, hoje sou postulante de segundo ano da Comunidade de Aliança. Sou muito feliz.  Jesus realmente tem, todos os dias, transformado minha vida para Ele. Sou feliz. Jorlândia Pereira

Vale a pena ser de Deus

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus? Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Talita Gomes. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Eu tinha 17 anos em 2001. Levava uma vida de adolescente “normal”: escola, curso, baladinhas, viagens, ficava com meninos, bebia muito, aprontava muito na escola e fora dela, vivia a falta de sentido de vida e um vazio interior profundo. Lembro-me de que perguntavam o que eu faria quando completasse 18 anos. E a única resposta que me vinha à cabeça era “uma tatuagem”. Não tinha perspectiva nenhuma. Quando pensava no futuro era como se não tivesse nada lá. Não pensava em casar, em me formar em uma faculdade, em trabalhar ou ter filhos, e muito menos pensava em Deus. Foi então que tudo mudou. Um dia, por providência de Deus, fui à Paróquia São Francisco de Assis, onde não ia havia pelo menos três anos. Ao final da Missa, Rosilaine Prado, membro da Comunidade Católica Shalom, na época postulante de segundo ano da Comunidade de Aliança, veio falar comigo e me convidou para um retiro de jovens que aconteceria no mês de agosto. Então, eu pensei: “Eu não tenho nada a perder mesmo…” E fui. Quem ministrou o retiro foi a Comunidade Shalom, que estava havia apenas um mês na Diocese de Guarulhos.  Eu me lembro de me sentir muito estranha, de ter medo, de querer voltar para casa, fazer bagunça nos quartos, paquerar os meninos. Dei bastante trabalho no começo do retiro, mas eu sentia que algo era diferente naquelas pessoas. Quando eu os olhava, quando eu via aquele Tau no pescoço deles era como se eu tivesse encontrado o que meu coração procurava. Disse até para um deles: “Eu não sei o que você tem. Mas é isso que eu quero para minha vida”. Naquele retiro, houve três grandes momentos para mim: a palestra sobre o Amor de Deus, a oração de cura e a efusão do Espírito Santo. Depois disso, tudo, realmente tudo mudou. Voltei para casa e comecei a ter sede de Deus. Na segunda-feira após o retiro, lí a Bíblia, rezei o terço, fui à Missa. Descobri que tinha Missa quase todos os dias na paróquia e comecei a trilhar um caminho de proximidade com a Vocação Shalom. No mês seguinte, aconteceu o Congresso Mariano no Colégio Magister, pregado pela Maria Emmir Nogueira, cofundadora da Comunidade. Eu fui, mais uma vez levada pela Rosi. Cada palavra da Emmir fazia meu coração arder, cada motivação me fazia sentir o céu, sentir a Deus, que me chamava a segui-lo. Comecei a ter a certeza de que era o meu lugar. Por isso, antes de conhecer a Deus, eu não conseguia imaginar meu futuro, porque Deus me queria Shalom, era para isso que eu existia! Dois meses depois desse encontro, fiz o Congresso de Jovens Shalom, com Marcos José, missionário da Comunidade de Vida, e quatro meses depois fiz um retiro de Sexualidade e Namoro, todos pela Missão do Shalom em Santo Amaro. Em janeiro de 2002, entrei no grupo de oração Jesrael e no Vocacional. Oito meses mais tarde, ingressei na Comunidade de Aliança. Estou na Comunidade há 11 anos. Fiz minhas promessas definitivas no Carisma Shalom. Sou plenamente feliz e realizada. No Shalom, conheci o Edson, caminhamos, namoramos, noivamos e nos casamos. Terminei a faculdade. Temos dois filhos lindos. Encontrei meu lugar, ofertei os melhores anos de minha vida pela Igreja, pelos jovens e pela humanidade. Sou grata a Deus pela Comunidade Católica Shalom, pela vida do Moysés e da Emmir, pela Rosi e pelo Evandro Monteiro que estavam lá, na minha primeira experiência com Deus. Não fosse esse Carisma, hoje eu seria o quê? Onde eu estaria? Como eu seria? Não sei. Vale a pena ser de Deus. Sou grata e feliz. Minha vida tem sentido. Eu existo para evangelizar! Shalom! Para levar outros jovens para Deus, como um dia me levaram. Dar de graça aquilo que de graça recebi! “É pouco que sejas meu servo e restabeleças as tribos de Jacó e convertas os sobreviventes de Israel. Eu te faço luz das nações, para que minha salvação chegue até os confins da terra. Porque o Senhor é fiel. Porque o Santo de Israel te escolheu”. (Is 49, 6-7b). Talita Gomes da Silva Jesus Pinto Clique aqui e conheça a Missão da Comunidade Shalom em Guarulhos.

Minha vida mudou, Deus agiu rapidamente

Meu nome é Diego, tenho 29 anos. Sou vocacionado e estou caminhando na Comunidade Católica Shalom há apenas dez meses. Nesse pouco tempo de vivência no Carisma, já posso dizer com grande alegria que ser Shalom é ser feliz. Na minha adolescência, sempre participei ativamente de grupo de jovens e das obras da Igreja. Mas, as atrações do mundo, a busca por ter independência e por querer ter sucesso na vida, fizeram com que me afastasse durante nove anos.  Meu propósito de vida era apenas trabalhar, ter uma base sólida para viver e crescer rápido, sem paciência. Aliás, o fato de não ter paciência me levou a acumular dívidas e a gastar exageradamente. Achava que esse era o caminho da felicidade, mas um dia tudo acabou e não sabia mais o que era ser feliz. Partilho com sinceridade a grande misericórdia de Deus. Em apenas duas semanas, eu prestes a cair no mundo atormentado, fui resgatado por um anjo, um amigo, um “paizão”. Ele, que me viu crescer no bairro, foi enviado por Deus para me socorrer em um dia em que nenhum de nós sabíamos o que se passaria. Nesse dia, um sábado, em uma “noite jovem”, ele me disse: Hoje você vai conhecer o Shalom. Minha vida mudou. Deus agiu na minha vida rapidamente. Deu-me vida nova. Amigos, muitos amigos. Fez-me enxergar um novo caminho. Um caminho onde experimentei a providência divina, onde o peso da cruz que carrego se torna leve, pois Deus vai me curando e me mostrando o caminho de oração, paciência e obediência. Não é fácil. Mas confirmo que viver pra Deus, ofertando minha vida, é viver feliz pra sempre. Não encontro palavras, gestos ou algo para dar em troca a Deus por tão agradecido que estou, por ter enviado um anjo, por ter me dado uma nova vida.    Diego Adilson Vieira Missão de Florianópolis

Obra

Naquele dia, quebrei o costume e cheguei mais cedo para a Missa. Fiquei parada na escadinha do centro de evangelização, observando todo aquele movimento das cinco e meia da tarde. Algumas pessoas chegavam para a missa, outras saíam animadas dos grupos de oração, um padre ouvia confissão um pouco preocupado com a fila que não parava de crescer, o pessoal do ministério de cura e aconselhamento recolhia as cadeirinhas dispostas duas a duas naquela conhecida posição, umas senhoras rezavam o terço na grutinha e os meninos da liturgia passavam de um lado para o outro, agitados e com aquele eterno ar de preocupação e zelo. Fiquei feliz com o que vi e imaginei o que de tão especial havia naquele lugar. Não me parecia ser a estrutura ou as pessoas. Apesar da reforma recente, as paredes descascavam e as pessoas não aparentavam ser tão divertidas, interessantes ou bonitas… O que tornava aquele movimentado lugar tão diferente não podia ser o que eu conseguia ver. Fechei os olhos e rezei por um instante… Ao que parecia, naquele lugar uma graça diferente reinava. Por ali, pairava uma benção, um dom de Deus, sei lá… Um Carisma, talvez. Não sei dizer perfeitamente o que é um Carisma, mas na hora me lembrei do Moysés Azevedo ensinando que um dom como esse brota do coração de Deus e se manifesta no homem. Em um lampejo, minha imaginação começou a fervilhar e eu imaginei como em um desenho animado o carisma brotando do coração de Deus, como uma luz brilhante, poderosa e intensa, rodando todo o mundo com seu potencial de realizar grandes coisas e findando por concentrar-se com toda a força na pequeníssima cidade de Fortaleza, no coração daqueles homens, para, só com eles, por meio do transbordamento, realizar tudo o que eu podia ver. As palavras do Moysés vieram mais uma vez à minha cabeça, “(…) aconteceu algo de interessante em nosso meio. Por graça de Deus, o Shalom se tornou uma fonte de bênçãos divinas, uma manifestação muito visível do seu amor”. Parecia que ele estava vendo o que eu via.  Todo aquele movimento de anúncio do Evangelho, distribuição dos sacramentos, adoração de Jesus Eucarístico e trabalho pelo Reino tinha um poderoso dínamo, uma graça especial, uma força! Era isso que eu via, “uma manifestação visível do amor de Deus”, em conjunto e individualmente, em cada rosto preocupado, cansado e atarefado que passava pelas escadas.  Eu olhava o que chamamos de “Obra”, mas a verdadeira obra acontecia no coração daquelas pessoas. O grande e invisível amor de Deus acontecia em cada um e podia transbordar para que eu também pudesse tocá-Lo! Percebi que a estrutura, o trabalho mecanizado e até os grandes eventos (que são incríveis) eram só o derramar da verdadeira obra e que Deus aperfeiçoava corações à santidade para que tudo pudesse se realizar. Agradeci a Deus por estar ali presenciando o verdadeiro e belo amor acontecer, afinal, eu poderia ainda estar buscando assisti-lo no cinema. O amor livre de sentimentalismo, encarnado, fruto do sim de cada dia, dado na graça, nascido nos sacrifícios, na obediência, no despojamento e no cotidiano de santidade era bonito de ver. Era uma prova da bela, imensa e silenciosa obra de Deus realizada de forma particular e em tudo o que eu via. Pensei que era muita sorte a minha poder pisar num lugar como aquele que, apesar de não ser uma “Assis” (um lugar de santos gigantes e de milagres fantásticos,) tinha um valor imenso e muitíssimo especial galgado na diminuta entrega de vida de pequenos, porém valiosos vasos de argila que, provavelmente, em muito alegram, em suas imperfeições, o coração de Deus. Era mesmo uma grande sorte presenciar tudo aquilo, ou melhor, era mesmo um grande e precioso presente. Marília Bitencourt C. Calou

Deus queria preencher o vazio da sede que sentia por Ele

Venho de uma família católica, sempre fui inserida na caminhada da Igreja participando de grupo de jovens. Durante algum tempo, passei por momentos difíceis de muito sofrimento e tristeza. Foram várias as vezes em que não tinha vontade de continuar na caminhada, mas, quanto maior era o sofrimento, maior era o sentimento do chamado de Deus, pois ele estava sempre comigo. No ano de 2012, assistindo pela TV ao show do Missionário Shalom senti um forte chamado a doar minha vida ouvindo a música “Teu amor me sustentará”. Era um sentimento que eu não sabia explicar, uma alegria, e a única certeza era de que Deus queria preencher o vazio da sede que sentia por Ele. Fui rezando e buscando cada vez mais a intimidade com Deus para discernir o momento que eu estava vivendo e mesmo com as lutas diárias foi me sentindo profundamente amada e curada. Em 2013 novamente o Missionário Shalom foi fazer um show e desta vez renovada pelo Espírito Santo fui participar. Naquele show Deus confirmava que mesmo tendo passado pelo deserto no mais profundo abismo ele estava comigo. Naquela noite reacendendo em mim a chama que a tempo não sentia, Deus dizia claramente “filha você é minha escolhida e amada, não tenhas medo”. Durante a oração eu olhava a alegria daqueles jovens missionários cantando e compreendi que eu queria ser um deles, levar esta alegria de ser de Deus às pessoas. Diante de tudo fui me aproximando cada vez mais da Comunidade Shalom pesquisando na Internet artigos, formações, pregações atividades de evangelização e percebi que o chamado estava além da música, pois o que mais me chamou a atenção foi à vida de oração profunda e a espiritualidade. Hoje sou vocacionada da Comunidade Católica Shalom e estou trilhando este caminho de discernimento com muita alegria, uma experiência única de escuta da voz de Deus para cumprir sua vontade. Sei que o tempo é de Deus e para aqueles que sentem o CHAMADO é preciso ter a coragem de dizer SIM porque Ele espera nossa resposta.                                                                         Raquel         Catequista e vocacionada da Missão de Aparecida do Norte (SP)

Shalom de Campos realiza Retiro de Aprofundamento Vocacional

  Aconteceu neste fim de semana, de 1º a 3 de julho o Retiro de Aprofundamento Vocacional, no Centro Diocesano de Campos. A finalidade foi proporcionar para os vocacionados Shalom da missão de Campos dos Goytacazes, um momento de discernimento da voz de Deus através da oração e de formações. Foram realizadas pregações sobre o tema “Vocação”.  Em uma delas, a missão de Campos contou com a presença de Diego, do Shalom de Belo Horizonte. Adoração ao Santíssimo Sacramento, Santa Missa, e momentos de convivência também marcaram o retiro.

Conheça o trabalho da Assessoria Vocacional Shalom

Ontem (23), no palco do Festival Halleluya foi abordado o tema “Vocação”. A Comunidade Shalom conta com a Assessoria Vocacional na missão de despertar, animar, acompanhar e discernir as vocações confiadas por Deus à Comunidade. Conheça melhor o trabalho desse setor. https://www.youtube.com/watch?v=5h32ZUyaeq4& Contato da Assessoria Vocacional (85) 3308-7400 E-mail: vocacionaladistancia@comshalom.org

Percebi que não era uma utopia viver a radicalidade do Evangelho

Meu nome é Pamela, tenho 23 anos e faço parte da Missão do Shalom em Araraquara (SP). Conheci a vocação verdadeiramente há mais ou menos um ano com a chegada dos missionários na minha cidade, pois antes só tinha o “Amigos do Shalom”. O que me chamou muito a atenção foi o fato de serem jovens com a mesma idade que eu, que largaram tudo pra viver a radicalidade do Evangelho. Eu já conhecia as novas comunidades, já tinha feito vocacional em outra comunidade, mas quando vi os missionários do Shalom, senti algo diferente. Fui, então, conhecê-los e logo me contaram sobre a oferta de vida dos primeiros, do Moysés, e aquilo me inquietou muito, porque eu queria também ofertar a minha vida pela Igreja e pelos jovens. Aos poucos, fui me aproximando do Carisma, querendo e não querendo saber de comunidade pelas feridas e frustrações de outras tentativas. Fui convidada para o vocacional e a primeira pregação foi “Amor Esponsal”. Nunca tinha ouvido falar de Deus daquele jeito, nunca tinha ouvido que somos almas esposas, que Deus escolhia os mais fracos e pecadores. Fiquei balançada, mas tinha muito medo de admitir tudo que sentia e me frustrar novamente. Dizia a Deus que não queria mexer com isso. Quando perguntada qual era a minha pretensão ao fazer o vocacional, não soube responder. Fui para a Jornada Mundial da Juventude dizendo que não era Shalom, que não era pra mim, mas lá Deus foi concreto. Ele me fez tocar o Carisma, pra onde eu olhava eu via alguém com Tau, com camiseta, bandeira, no meu alojamento só tinha vocacionado Shalom. Assim, Deus foi amolecendo meu coração, cativando-me com a alegria de ser Shalom, de perceber a unidade de como se amavam. Eles me amavam sem me conhecer. Pude conhecer algumas casas do Shalom no Rio, conheci a história do Ronaldo Pereira e o Moysés no encontro com os voluntários. Tirei uma foto dele e, quando ele olhou dentro dos meus olhos e apertou duas vezes a minha mão, não contive as lágrimas, porque naquele momento Deus confirmava a minha vocação e me mostrava que vale a pena ofertar a vida. Percebi que não era uma utopia viver a radicalidade do Evangelho, mas é algo real e concreto. A vocação mudou a minha vida porque me ensinou a importância da vida de oração e nela Deus pode me salvar de mim mesma. A vocação me mostrou quem eu sou e quem é Deus. Ensinou-me a ser alma esposa, mulher, filha de Deus, jovem. Mostrou que todo esse tempo procurei Deus no lugar errado, fora, mas Ele estava dentro de mim. Salvou minha juventude, e só tenho a agradecer a Deus por Ele ter me escolhido, por ter colocado na minha vida a vocação Shalom. Pamela Cardoso

Semana da vocação é marcada por ações de evangelização

“Meu presente é evangelizar”. Essa foi a motivação lançada pela coordenação apostólica do Shalom em Belém (PA) na reunião de servos apostólicos de 1º de julho, por ocasião da aproximação do aniversário de 32 anos de fundação da Comunidade Católica Shalom, que aconteceu em 9 de julho. O slogan foi um convite aos engajados no serviço da missão a oferecerem como presente à comunidade, à Igreja e à humanidade, ações criativas de evangelização durante o mês de julho. O comshalom.org acompanhou as ações evangelizadoras das células, ministérios e grupos de oração. E apresenta aqui no portal um resumo de tudo o que foi feito. A casa comunitária da Comunidade de Vida reuniu-se juntamente com alguns vocacionados na manhã da quinta (10) para meditação das Laudes e oração pessoal no Centro de Evangelização.  Em seguida, seguiram para evangelização porta-a-porta nas residências circunvizinhas do centro. Israel Rocha, missionário da Comunidade de Vida, relatou que “os frutos foram muito rápidos, na mesma noite o casal que evangelizei já estava no Centro de Evangelização para a nossa Quinta da Paz e, no outro dia, para o aconselhamento”. Na sexta (11), o Ministério de Evangelização levou o nome de Jesus a um ambiente bastante frequentado nos finais de semana belenenses: o maior shopping da capital paraense. Em trios, os membros do ministério abordaram os frequentadores da praça de alimentação do centro comercial. De mesa em mesa, entre um lanche e outro, Jesus foi se tornando conhecido e amado, como na inspiração fundante da Vocação Shalom. No sábado (12), a união entre dança e evangelização foi o chamariz para o anúncio do Kerigma. O Projeto Artes realizou o “FlashVoice” na Praça da República, tradicional ambiente que reúne um público eclético em busca de lazer e descontração em família ou com suas “tribos”. Aproveitando o ambiente propício à diversidade cultural, os artistas da missão apresentaram coreografias de diversos estilos musicais. Após as danças, realizaram-se as abordagens pessoais. Outras ações evangelizadoras foram e ainda serão realizadas pelos ministérios da missão durante o mês de aniversário da vocação.

32 anos da Vocação Shalom

Era pra ser só uma lanchonete… O aniversário de 32 anos da vocação Shalom  foi comemorado com a Celebração Eucarística dia 11/07 em vários Centros de Evangelização de Fortaleza. No Shalom da Paz estiveram presentes Moyses Azevedo , Emmir Nogueira, membros da comunidade de vida,aliança e obra. Juntos em ação de graças na missa presidida por Pe.Silvio Scopell agradeceram ao Senhor  por tantos feitos durante esses anos. Só tinha uma palavra a ser dita,gratidão. A vocação Shalom nasceu 09/07 mas providencialmente foi comemorada no dia de São Bento onde o celebrante fez questão de ressaltar para a assembleia a importância do “trabalhar e orar” para vivermos bem a vocação. “Nós nascemos para evangelizar!”,afirmou o Fundador em ocasião  da missa celebrativa,”é para isso que vivemos”,ressaltou com coragem,renuncia e determinação. por Ângela Barroso

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