Missão de Maceió marca presença no Virada Radical em Arapiracá

A missão de Arapiraca, da Comunidade Católica Shalom, promoveu na última sexta-feira (19), o “Virada Radical”, evento que teve como finalidade a comemoração dos 13 anos completados pela missão na cidade. Caravanas de todo o estado de Alagoas e de outros estados foram para o evento.A missão de Maceió, em especial, marcou grande presença na comemoração com uma caravana de em média 50 pessoas. O evento teve como atração principal a banda Missionário Shalom, vinda diretamente de Fortaleza. No local havia um stand vocacional, espaço para fotos e autógrafos, após o show. O repertório contemplou sucessos antigos e atuais, levando todos a uma noite de profundo encontro com a verdadeira Alegria que não passa. No meio do show tivemos a presença da maior estrela da festa, Jesus Eucarístico, em um momento de adoração conduzido pela própria banda. “A música vem de uma experiência de Deus. Uma música que não comporta uma experiência de Deus é uma música vazia, pois a composição nasce de uma experiência de se colocar aos pés de Jesus e depois, aquela experiência que você vive, vira uma canção e essa canção alcança vários corações” disse Gustavo Osterno, um dos vocalistas da banda e consagrado da Comunidade de Vida, ao perguntarmos sobre a importância da música na evangelização dos jovens.   O vocalista, falou também sobre a missão de levar aos jovens canções que refletem a experiência vivida por eles: “Estar em Arapiraca, cantando as canções do Missionário, cantando o nosso carisma, – porque é isso que isso que nós vivemos – clamando o Espírito Santo, é esse o nosso dia a dia. As canções que o Missionário canta no show, é a experiência que ele vive dia após dia, como carisma Shalom, e a nossa missão é levar os jovens a ter essa mesma experiência que nós vivemos na intimidade do nosso coração”.    

Formação para Casais

Por que sair à rua e falar de Deus para uma pessoa que nunca vi antes?

Olá, sou Marcele Vasconcelos, tenho 21 anos, sou vocacionada da Comunidade Católica Shalom e faço parte da melhor missão do mundo: a Missão de Maceió (risos). Há quase dois anos, fazendo parte da Obra Shalom, comecei a servir nos eventos promovidos pela Comunidade: Renascer, Acamps, Arraiá da Paz, Caia na Real. Eu já havia tido outras experiências muito boas em paróquias. Posso dizer que o meu serviço no Shalom começou quando ingressei no ministério ao qual Deus me chamou: o Ministério de Evangelização. No princípio, achei uma loucura, um verdadeiro “sair de mim”, e confesso que durante muito tempo me fazia perguntas do tipo: “Eu? Mas como assim?!” Logo eu, que não me sinto a vontade para falar com quem não conheço, que prefiro colocar um fone de ouvido a conversar com alguém!? Logo eu, que não tenho hábito de falar em público, que não faço uma leitura na missa! Logo eu, que não, que não e que não…”, mas mesmo assim, graças a Deus, eu disse “sim” e aceitei o que Ele me confiou. Aos poucos, mas aos poucos mesmo, fui me deixando moldar. Ainda sim, tinha aquele receio, “Por que sair à rua e começar a falar de Deus para uma pessoa que nunca vi antes?”, “Meu Deus, vou levar um fora”, “serei ignorada”, “é melhor deixar para uma próxima vez, quando estiver mais preparada”. Porém, para todas as perguntas que fazia, Deus me dava sempre a mesma, breve e simples resposta: “Por amor”. Foi por amor, que Deus enviou Seu filho ao mundo, para nos salvar. Foi esse amor misericordioso que eu conheci! É esse amor que me move e que eu desejo levar ao mundo, porque a misericórdia, verdadeiramente, muda o mundo. Aos poucos pude perceber, que em mim crescia a sede de doar-me sempre mais, a cada evangelização, principalmente com os jovens, quando por exemplo, saímos para “pescar no mar salgado” durante nossos “arrastões da evangelização” onde passamos a conhecer todos aqueles que não conhecem o amor que um dia eu conheci, e que se entrega a cada comunhão. Posso dizer que a experiência de sair e de evangelizar é um misto de sentimentos: compaixão, alegria, dor, esperança. Tudo isso me fez parar e perceber que nada eu poderia fazer com minhas próprias mãos. O mundo clama com emergência pelo amor de Deus. É nítido que o mundo grita por nós, jovens que tivemos uma experiência com esse amor, para levá-lo ao mundo! Mas, isto não é só para mim, porque para cada um de nós é dada essa missão. Somos cristãos, somos igreja, e não podemos permitir que o nosso irmão padeça diante de nossos olhos, omitindo-nos e nos escondendo por medo e extremo egoísmo. Para mim, toda essa experiência foi e continua sendo um “despertar”, porque por mais que eu visse tudo aquilo durante minha adolescência, o comodismo me cegava. Mas agora além de ver, eu ainda posso agir, e foi aí que decidi me comprometer ainda mais com o meu serviço a Deus, seja em minhas orações, no meu ministério, e na minha vida. É tempo de ser testemunha, e esse tempo é agora! Durante o último Seminário de Vida no Espírito Santo, o “Caia na Real”, que aconteceu em 19 e 20 de julho, pude, mais uma vez, beber do Carisma e experimentar a graça de poder estar em união com toda a comunidade, em unidade, dispostos a dar tudo de nós para todos aqueles jovens que lá se encontravam. O nosso serviço, por mais que tenha sido e seja, aparentemente, simples a nossos olhos, é uma grande oferta a Deus, é um serviço de gratidão. Ofertar o meu serviço a Deus é sempre uma grande graça, é a  felicidade de ser eleita para servir a Ele. Poder contemplar o mistério do amor de Deus na minha vida e na vida dos jovens que foram alcançados naqueles dias faz-me ser grata, e para isso, recorro à Virgem Maria, aquela que é exemplo de servidão e de humildade, a “Cheia de Graça”. Reconheço que não podemos permitir que nosso serviço se torne vazio. Pelo contrário, peguemos a nossa cruz e saiamos para anunciar ao mundo que Jesus, o Ressuscitado que passou pela cruz, é Aquele que nos faz felizes plenamente.

Matrimônio e família: formação para casais em Maceió

A Missão do Shalom em Maceió realizou a primeira formação para casais no domingo (31). “O Espírito Santo no matrimônio” foi o tema da palestra feita por Valter, membro da Comunidade de Aliança da Missão de João Pessoa. Ele também partilhou sobre a alegria de viver um matrimônio santo, à luz de Deus. Os encontros acontecerão mensalmente. O próximo será realizado em 28 de setembro. Na adoração, Deus manifestou o Seu amor e Sua misericórdia na vida de cada um que estava presente. Os casais ficaram muito satisfeitos com a formação e partilharam um pouco sobre a experiência: “É muito forte ver os sinais de Deus na simplicidade. A família evangeliza com o exemplo. Não somos chamados apesar de sermos casados. Somos casados justamente porque somos chamados a essa nova evangelização”, afirma Patrick, um dos participantes. “É a partir de nossa união que virão outras famílias! Nós somos responsáveis por essas familías que virão. Não devemos deixar que a luz de Deus em nós se apague. Somos família Shalom, com o selo de Deus”, diz Vaninha. “A contragosto do mundo, vamos ser família. É isso que Deus quer”, exorta Ismael. Participe das formações para casais no Centro de Evangelização Shalom em Maceió: Rua Paulina Maria de Mendonça, 341. Mangabeiras. Por trás do posto BR, localizado em frente à Pizzaria Nicole, da Av. Álvaro Calheiros. Clique aqui e visite a página da Missão de Maceió.

Curso de Sexualidade e Namoro

O Cristão e a Política

 Estamos em um momento propício para alargarmos nossa consciência política. A missão de Maceió convida a todos para no dia 23 de Agosto no auditório da faculdade de jornalismo do CESMAC  para participar  do vento de formação, que tem como tema: ” O Cristão e a Política”. Teremos como pregadores: Pe. Luciano Duarte e Adalberon Sá da Comunidade Católica Doce Mãe de Deus. Iniciando as 9h até as 18h Entrada Franca! “Envolver-se na política é uma obrigação para o Cristão” (Papa Francisco)

Arrasta Pai!

Missão de Maceió promove Arrasta Pai!

A Comunidade Católica Shalom, Missão Maceió, promove nesse sábado (09) mais um momento de convivência e homenagens, dessa vez dedicado aos Pais. O Arrasta Pai será uma ótima opção para comemorar o dia dos pais de uma forma bem animada.  A festa terá início às 19h30min, no Centro de Evangelização Shalom, localizado na Rua Paulina Maria de Mendonça 341-Mangabeiras e contará com muito forró pé de serra, comidas típicas e um ambiente para toda família. A entrada custará apenas R$20,00 e já incluirá o direito ao jantar fornecido pela Lanchonete da Comunidade. Reserve já o seu ingresso e não perca a oportunidade de homenagear o seu pai com muita animação! Então o que está esperando? Arrasta seu pai para a melhor missão do mundo. Para mais informações: (82) 3235-2624 ou 9619-2715.

Eu encontrei Deus

Sou Dandara Bezerril, tenho 20 anos, faço parte da obra da Comunidade Católica Shalom, em Maceió (AL). Minha primeira experiência com o amor de Deus foi no Acamp’s 2014, mas começar assim a história fica sem graça, não é? Então vou contar do começo… Venho de uma família que não segue nenhuma religião. Mesmo minha mãe tendo sido criada no catolicismo, ela não seguiu e se afastou desde muito nova e meu pai também não teve fortes influências religiosas em sua família. Meus pais sempre foram super tranquilos e nunca me impuseram nenhuma religião, sempre me deixaram livre pra escolher o que era melhor pra mim e o que me deixava feliz. Eu sempre digo que minha família é muita curiosa, pois mesmo sem seguir nenhuma religião, já fomos um pouco de tudo: já fomos ao centro espírita, à igreja evangélica durante 4 ou 5 anos, eu e minha mãe já fomos budistas. Deu pra notar que mesmo sem seguir religião, tentávamos nos achar em alguma delas, mas nunca obtivemos êxito, sempre acontecia algo que nos levava a sair. Uma das coisas que me fazia sair era a falta de respostas às minhas inúmeras perguntas. Parecia que as pessoas sempre tinham as mesmas frases, frases prontas. A última igreja que fiquei foi a evangélica, mas depois fiquei durante alguns anos sem contato com religião, a não ser por intermédio de leituras e pesquisas que sempre fazia. Então, eu quis tentar algo novamente, pois me sentia inquieta e vazia, mas queria algo diferente do que sempre convivia. Aos 16 e 17 anos, interessei-me pelo budismo. Frequentei durante quase um ano e participava das reuniões, dos estudos e tudo mais. Gostava porque sempre discutíamos tudo e todas as minhas perguntas e dúvidas eram cessadas. Mas, mesmo assim, não me sentia feliz por completa nem satisfeita e foi aí que eu fiquei mais confusa, porque pensava “eu saí de uma igreja porque ninguém conseguia me responder, daí quando acho uma ‘religião’ que todas as pessoas sempre tem resposta a me dar, eu não me sinto satisfeita”. Foi quando novamente notei que aquilo “não dava pra mim”. Fiquei muito triste e decepcionada, pois durante minha vida inteira eu havia buscado e lido sobre varias religiões mas nunca me sentia completa em nenhuma delas. Daí, tomei a decisão de parar de vez. Fui tão radical que, pra mim, não fazia mais sentido rezar. Foi assim que aos 17 anos parei totalmente de rezar. No final do ano passado, algo me inquietava, ficava lembrando do nada dos encontros religiosos da época do colégio, pois estudei em colégio católico. Sentia saudades daquilo tudo e, às vezes, ficava perguntando a minha amiga Brunna Rocha, que hoje é postulante da Comunidade Católica Shalom como Comunidade de Aliança, como ela estava no Shalom. Ao mesmo tempo, achava estranha essa curiosidade até porque eu sempre me achava muito autossuficiente – pobre coitada! –  pra estar querendo ter um encontro com Deus. Em dezembro de 2013, eu tive de fato a certeza de que estava distante de Deus e que não queria mais isso. Durante uma semana inteira, sentia vontade de rezar, mas não rezava, porque como já falei eu era muito autossuficiente e não ia dar o braço a torcer. Essa vontade surgia cada vez mais forte em mim. Então pensei: “Ok, Ok, eu rezo, só pra essa vontade sair logo”. Daí, comecei a rezar, mas simplesmente não conseguia completar a oração, nem o Pai Nosso nem a Ave Maria, eu simplesmente tinha esquecido, isso de certa forma me assustou muito e foi aí que notei o quão distante Deus eu estava. Em janeiro de 2014, fui para o Acamp’s. Durante o encontro, passei por vários momentos; de inicio eu mal interagia com as pessoas e nas duas primeiras noites ficava me perguntando “que negócio em que tu foi se meter Dandara, isso não é pra você”. Mas como eu estava lá, fui até o fim, pra ver o que dava… Além do mais, eu era aquela típica pessoa que não queria dançar (até porque não sabia as coreografias), não queria partilhar (porque achava que não tinha o que partilhar) e não queria levantar a mão nas adorações e nem me aproximar do ícone (na verdade, eu até me afastava). Mas sempre que eu conversava com o pessoal, todo mundo dizia pra abrir o coração, me entregar, mas eu achava que aquilo tudo era balela e que eu não ia fazer aquilo, não. Pra mim, até rezar era difícil, mesmo nas adorações com todo mundo rezando, chorando, repousando, eu só ficava observando, ou fechava os olhos pra disfarçar pra que o povo pensasse que eu estava rezando, mas na verdade não estava, porque aquela situação de conversar com Deus era muito, mas muito difícil mesmo e o meu sentimento era de vergonha. Eu queria me esconder de Deus, então rezar pra mim seria uma forma de me encontrar com Ele e eu não me achava merecedora disso, por isso não conseguia rezar. Foi quando na oração de cura, duas pessoas rezaram por mim. Eu fiquei muito assustada e ficava pensando “Como assim? Como elas sabem disso?”, porque eu nem conhecia as duas pessoas que rezaram por mim e elas falaram coisas que apenas eu sabia, apenas eu entendia. Essas duas orações ficaram na minha cabeça o dia inteiro, a noite inteira, e eu ficava tentando entender como aquilo era capaz, querendo respostas de como alguém pode falar algo a mim sem nem me conhecer, mas foi exatamente a partir dessas duas orações que eu comecei a ficar disposta a me envolver com as pessoas, a participar mais das brincadeiras, das fraternidades e das adorações, porém, eu ainda travava na hora de rezar. Simplesmente não conseguia, não saía nenhuma palavra, me dava vontade de fugir da adoração e de chorar, porque pra mim a ideia que tinha era que aquilo tudo não era pra mim e que eu novamente estava tentando algo que não ia funcionar. Ao mesmo tempo em que

Meu Amigo é Massa!

A Comunidade Católica Shalom, em Maceió, promoveu mais uma edição do evento Meu Amigo é Massa, no próprio centro de evangelização. Tendo em vista, principalmente, a evangelização e a comemoração do dia do amigo, desta vez o evento também visou o reencontro dos jovens que participaram do Caia na Real (Seminário de Vida no Espírito Santo) nos dias 19 e 20 de julho. O evento contou com algumas atrações, tais como o ministério de música epifania e uma peça teatral produzida pelo ministério de artes da missão que levou ao público muito humor e emoção ao retratar o valor da amizade. Teve também o “correio da amizade”, onde as pessoas puderam homenagear seus amigos com mensagens escritas a próprio cunho. Além disso, a lanchonete shalom ofereceu massas maravilhosas. Durante a noite, algumas pessoas foram entrevistadas, dentre elas: Ana Teles, do grupo de oração Hesed: “Amizade, para mim, é o espelho de Deus na vida do irmão, é aquela pessoa que dará conselhos, que irá escutar e que será Cristo na vida do outro. Que a amizade possa ser cada vez mais renovada em Cristo, porque é a nossa base. Que possamos perseverar em tudo e que sejamos sempre Cristo na vida do nosso irmão, em forma de amigo, pois como diz a passagem do Eclesiástico ‘quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro’.” E Jadielson, discípulo da Comunidade de Aliança: “Deus nos dá amigos para que possam ser nossos companheiros na nossa jornada. Quando Deus coloca pessoas nas nossas vidas é para que aprendamos uns com os outros. Amigo de verdade, como a Palavra de Deus fala, é aquele que está conosco e sabe ser sincero… Estar no evento é uma oportunidade para convivermos, não só como um momento de lazer, mas também para expressarmos o nosso carinho e amizade pelas pessoas que Deus colocou em nosso caminho.”

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