Por que nos comportamos melhor fora do que dentro de casa com a família?

A vida nos condomínios fechados tem muitas peculiaridades e uma das que mais me chamam a atenção é que dificilmente alguém vê os seus moradores “lavando a roupa suja”. As casas não costumam deixar à vista aquilo que acontece em seu interior, o que se aplica também às posturas que se distanciam da harmonia cristã. Em geral, ninguém ouve as gritarias. Ninguém vê os gestos bruscos. Ninguém percebe as discussões com os filhos. Isso pode parecer uma coisa boa, já que esse tipo de privacidade certamente tem a sua importância. Afinal, passamos grande parte da juventude sonhando com um lugar próprio, no qual ninguém nos diga que fomos dormir muito tarde ou que fizemos tal coisa do jeito errado. Mas eu não tenho tanta certeza de que esse tipo de privacidade doméstica seja algo totalmente bom para nós. O fato triste é o seguinte: raramente fazemos o nosso melhor quando não há ninguém nos olhando. Se formos honestos, reconheceremos que isto provavelmente vale também para a nossa vida familiar. Nós conseguimos suavizar os nossos piores hábitos no trabalho, na igreja, em muitos outros lugares públicos, diante de pessoas que, no fundo, mal conhecemos ou nem sequer conhecemos. Mas e em casa? Será que achamos que a nossa família tem algum tipo de obrigação especial de testemunhar aquilo que disfarçamos diante dos outros, como a nossa preguiça, grosseria, insensibilidade? Por que a nossa família teria que encarar essa “tarefa especial”? Será que a nossa família não merece de nós uma postura ainda mais carinhosa, respeitosa e generosa do que a postura que tentamos manter diante de estranhos? Que interessante, nessa perspectiva, é o fato de que a Igreja nos convoque a meditar sobre a Sagrada Família justamente agora, no final do ano, como se quisesse nos dizer: “A sua vida familiar é o verdadeiro critério que mede o quanto você foi bom ao longo do ano”. Esta ideia entra em contraste gritante com as resoluções egocêntricas que a cultura atual nos sugere fazer neste período: sugestões que, na maioria dos casos, pretendem pintar uma fachada mais bonita e mais fabulosa de nós mesmos. Mas o que é que a Igreja nos propõe ao nos lembrar da Sagrada Família em meio a esse contexto de “revisão do ano velho” e “propósitos de ano novo”? Eu gostaria de destacar duas ideias valiosas do tesouro da Igreja que têm a ver com o “endireitamento” das coisas que o mundo “entorta”. A primeira coisa se refere ao nosso jeito de tentar mudar. As resoluções de ano novo se tornaram uma espécie de piada, porque quase ninguém consegue cumpri-las. A Igreja nos propõe algo diferente: ela diz que, sozinhos, somos impotentes para mudar a nós mesmos, mas, para Deus, tudo é possível. Isto não é um delírio pietista. É realismo sadio; é a mais pura verdade sobre nós e sobre Deus. No próximo ano, nós podemos andar sobre as águas. No próximo ano, nós podemos mover montanhas. No próximo ano, não existe nenhum propósito impossível. Não porque Deus seja um método infalível e radical de autoajuda, mas porque a única resolução que vale a pena fazer é buscar a Deus. É desta resolução, afinal, que dependem todas as outras. A segunda ideia se baseia na primeira e nos ajuda a pensar mais criticamente sobre a natureza e a finalidade da vida privada e doméstica. Se a única resolução que vale a pena é buscar a Deus, Jesus nos disse como realizá-la: “Quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora a teu Pai que está no céu; e teu Pai, que vê no segredo, te recompensará” (Mt 6, 6). Podemos pensar em nosso “quarto” em dois sentidos. Primeiro, temos o nosso “quarto” entendido como o espaço privado em que habitamos: o nosso quarto de dormir ou a nossa casa como um todo. Mas também há o “quarto” do nosso castelo interior. Raoul Plus, um grande escritor jesuíta de espiritualidade, nos diz: “Isto é o recolhimento: habitar onde Deus habita. E como Ele habita dentro de nós, o recolhimento é questão de entrarmos em nós mesmos. Estamos às portas da catedral. Aliás, não existe porta: temos apenas que erguer o véu da nossa lânguida inércia”. Assim, podemos pensar em mais uma coisa que precisamos pôr em ordem se realmente quisermos mudar no próximo ano. Os espaços privados, em geral, são usados para esconder e proteger os nossos pecados secretos. Isto vale tanto para o nosso coração quanto para a nossa casa. E é por isso que Nosso Senhor fala do “quarto” neste sentido duplo: se queremos fazer as coisas certas, se queremos buscar a Deus, precisamos colocar em ordem aquilo que temos de mais interior em nós, livrando-nos de todo pecado, por mais secreto que ele pareça; e, no sentido literal, temos que entrar em nosso quarto ou em alguma sala de casa que esteja livre de qualquer distração para ficar a sós com a única Pessoa de quem não podemos prescindir. É nesta vigília particular com Deus que conseguimos colocar todos os outros espaços privados na devida ordem. O chamamento universal à santidade não é uma espécie de doutrina igualitária para os católicos, mas sim uma obrigação da qual depende muita coisa, começando pela qualidade da nossa vida familiar. Esta é uma resolução capaz de mudar tudo neste novo ano. Comece a tomá-la entrando no seu quarto, fechando a porta, deixando de fora todas as distrações e convidando só Deus a entrar e recuperar o seu lugar merecido.   Fonte: Aleteia

O demônio não suporta que os esposos se amem, revela exorcista

“Não suporto que se amem!”, foi a resposta imediata e clara que o demônio deu ao exorcista italiano Pe. Sante Babolin durante um dos “combates”, quando o sacerdote lhe questionou por que estava causando problemas à esposa de um amigo. “Por que este ódio?” Em declarações ao Semanário da Fé, o sacerdote explicou que Satanás detesta o Matrimônio porque é o sacramento mais próximo à Eucaristia. “Explico-me: na Eucaristia, nós oferecemos o pão e o vinho ao Senhor, que pela ação do Espírito Santo, convertem-se no Corpo e Sangue de Jesus. No Sacramento do Matrimônio ocorre algo parecido: pela graça do Espírito Santo, o amor humano se converte no amor divino, assim, de maneira real e particular, os esposos, consagrados pelo Sacramento do Matrimônio, realizam o que diz a Sagrada Escritura: ‘Deus é amor: quem conserva o amor permanece em Deus e Deus com ele”. Nesse sentido, o exorcista abordou o aumento no número de separações, cuja maioria se deve à degradação do amor entre homem e mulher. “O Papa Emérito Bento XVI o assinalou em sua encíclica Deus caritas est: ‘O modo de exaltar o corpo, a que assistimos hoje, é enganador. O eros degradado a puro sexo torna-se mercadoria, torna-se simplesmente uma coisa que se pode comprar e vender; antes, o próprio homem torna-se mercadoria’. ‘E qualquer loja precisa renovar as mercadorias para vendê-la. Assim é do matrimônio fundamentado no sexo sem verdadeiro eros’”, expressou. O sacerdote recordou que “o amor humano e divino, oferecido pelo Sacramento do Matrimônio, não é um amor instintivo, como não é instintiva a fé em Cristo; por isso necessita cultivo, vigilância e paciência”. Por isso, alertou que “à infidelidade se chega com pequenas infidelidades; por isso cada esposo deve ter presente sempre, na sua cabeça e no seu coração, o outro; o diálogo e a confiança devem sempre permanecer”. “O Diabo prova os esposos cristãos para levá-los à infidelidade, exatamente porque ele, sendo ódio, não tolera o amor”, assinalou. Diante desta situação, recomendou que o casal reze o terço junto para afastar-se da tentação da infidelidade, além de praticar atividades que fortaleçam sua união. Sobre o perdão, o Pe. Babolin afirmou que tem “um papel decisivo”, pois “renova a graça do Sacramento do Matrimônio. Mas o verdadeiro perdão tem que ser um acontecimento excepcional, pois viver o Matrimônio em uma constante busca de perdão, significa viver o amor em uma sala de reanimação”. “O ideal seria descobrir, com a ajuda de pessoas competentes na vida de fé e na dinâmica psicológica relacional, as armadilhas do Inimigo do Amor. O Sacramento do Matrimônio oferece a força do Espírito Santo para que os esposos atuem uma espécie de personalidade corporativa, que realiza um caminho de santidade compartilhada”, assegurou.   Fonte: ACI Digital

#Minha Família Faz Barulho na sociedade

A família é o eixo da sociedade e da humanidade. É no seio dela em que a vida brota e onde os filhos e os pais devem ser felizes. É nelas onde as pessoas aprendem a viver o amor como doação de si. As famílias são chamadas a também Fazer Barulho na sociedade porque só haverá um mundo novo se houver famílias novas. #Minha Família Faz Barulho é o tema do Fazendo Barulho deste domingo (28). Cristo também escolheu uma família para nascer e nos dá como exemplo a seguir a Sagrada Família. Por isso, traremos ao programa testemunhos de quem vive a fé e a esperança Fazendo Barulho na sociedade. O quadro Leve a Sério trará o pe. João Paulo Dantas, missionário da Comunidade de Vida Shalom e doutor em Teologia pela Faculdade de Lugano (Suíça). Conversaremos ainda sobre o sacramento do matrimônio e a vocação e missão da família. O Fazendo Barulho também convida você a pensar nos seus propósitos para 2015. Teremos um momento de preparação para o novo ano, aproveitando que esta será a última edição do programa em 2014. No quadro musical, o cantor Naldo José traz o ritmo animado do forró para o palco do Fazendo Barulho. O programa ainda convida você para um especial momento de adoração ao Santíssimo Sacramento. Não perca! É domingo, no programa Fazendo Barulho na Rede Vida, de 14h às 16h (horário de Brasília). SERVIÇO: Programa Fazendo Barulho Tema: #Minha Família Faz Barulho Data: 28.12.14 Facebook: fazendobarulhosh Instagram e Twitter: @fazendobarulho

Katiane Silva no Café Shalom

Seminário para Casais Santana-AP

Seminário para casais é realizado em Santana-AP

Neste final de semana (22  e 23) foi realizado o Seminário de vida no Espírito Santo para casais na cidade de Santana com o tema “Tudo o que eu sempre quis”. O seminário contou com a participação de 27 casais que tiveram uma experiência com o amor de Deus que gera unidade na família e impulsiona para a evangelização da humanidade. Durante o seminário, momentos fortes de evangelização e testemunhos relâmpagos nos intervalos motivaram os casais a aprofundar o sentido de viver como família cristã. Todas as palestras foram focadas no papel da família e sua responsabilidade nos dias de hoje, conduzindo os casais a viver a fidelidade a Deus como sinal da fidelidade entre os cônjuges. À noite, um show de voz e violão com o cantor Cley Luna animou o jantar e para a surpresa de muitos os participantes também animaram a noite cantando junto com a comunidade. O que Deus uniu o homem não separa. Este foi uma das frases que marcaram este encontro e com a alegria que vem de Deus e do Seu amor estes casais se preparam para ingressar em sua nova família, um novo grupo de oração. Ainda nesta semana a Comunidade Shalom estará realizando um novo Seminário de Vida no Espírito santo, desta vez misto para todas as idades em Macapá no Colégio Josefa Jucileide, bairro Nova Esperança. Informações: 96 99181-2388 e 98121-8780

Deus nos prova porque nos ama

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus? Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Késia Cristina. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Somos membros com promessas definitivas da Comunidade Católica Shalom, naturais da cidade de Natal, onde conhecemos e ingressamos na Comunidade no ano 2000. Namoramos, noivamos e no casamos dentro da vocação Shalom e hoje, como família, ofertamos nossa vida com alegria a Deus, à Igreja e à humanidade. Atualmente moramos na cidade de Santos, no Litoral Paulista, por motivos de trabalho. A missão mais próxima é Santo André (SP), que fica a 61,7 Km de Santos. A Missão é composta só por membros da Comunidade de Aliança. Este tempo tem sido muito rico para nós, por vocação somos missionários e nosso lema para este tempo é “Subirei as montanhas se preciso for, pra te seguir, Senhor”. Temos duas filhas: Ana Beatriz, que completa 10 anos no dia 4 de novembro de 2014, e Isabela, que tem 6 anos. Testemunhamos o poder de Deus, que prova aqueles que Ele ama. Em 2004, chegávamos à cidade maravilhosa, Rio de Janeiro, onde moramos por oito anos. Neste mesmo ano, como presente e cumprimento das promessas de Deus, eu engravidei. Logo consagramos a criança a Nossa Senhora. Foi uma gravidez saudável e sem nenhum problema. Descobrimos que teríamos uma menina e, quando rezávamos para discernir seu nome, nosso coração ficou inquieto, e entre vários, o escolhido foi Ana Beatriz. Este, sim, nos deixou com o coração pacificado. Somente depois da prova, entenderíamos o real significado desse nome, pois ANA BEATRIZ significa “ressureição”. Um outro significado de ANA tem origem hebraica, e quer dizer “cheia de graça” = Alegria. BEATRIZ tem origem latina, que significa “aquela que faz os outros felizes”. Éramos discípulos de segundo ano. Como todo discípulo segue o Mestre, fomos provados na dor e no amor. Vivemos uma grande provação que nos fez amadurecer e enxergar a bondade de Deus de maneira muito concreta. No dia 4 de novembro de 2004, Deus nos presenteou com uma pequena flor. Ela nasceu com Apgar 0, Asfixia Perinatal, com quadro convulsivo ainda na sala de parto, convulsão por evento hipóxia – Síndrome hipóxia – isquêmica. Como o cérebro não oxigenou, as sequelas seriam sérias, ela ficou na UTI neonatal e lá teve cinco paradas cardíacas. Ainda me lembro da equipe médica que nos dizia que a chance de vida seria mínima e perguntava se estaríamos preparados para recebê-la com sequelas como não enxergar, não falar, não se mover, não andar. Nossa resposta foi precisa ao dizermos aos médicos que “sim, ela é nossa filha!” Movidos por uma graça sobrenatural e uma Fé que nos fez acreditar que nossa filha viveria, passamos longos dias naquele hospital, sustentados por Deus, pelas orações dos irmãos da Comunidade. Nesse tempo, éramos da Missão do Rio de Janeiro e com esta provação vivida em Comunidade colhemos frutos concretos na missão. Vivenciamos, experimentamos e tocamos de maneira concreta no MILAGRE. Gradativamente, ela saía dos aparelhos que a faziam respirar e, para a glória de Deus, teve alta. Para a surpresa dos médicos, não teve nenhuma sequela. É uma criança saudável, comunicativa, alegre, criativa, dança, canta, fala e muito, anda, corre, reza, brinca. Realmente, ela nos faz felizes demais, e nos revela a alegria do Ressuscitado que passou pela cruz, que veio nos ensinar com seu sorriso generoso e seu coração sensível, a perceber que a vida vai muito além do que imaginamos. Uma menina doce, despojada e feliz, que com sua vida nos mostra diariamente que para Deus nada é impossível. Finalizo aqui minha partilha. Sei que este milagre não é só nosso, mas da Igreja, da Comunidade, do mundo. Deus tudo pode. E que vale a pena tudo dar, tudo ofertar. Este é o sentido das nossas vidas: a Oferta. Shalom! Késia Cristina C. Oliveira, membro da Comunidade de Aliança Shalom, casada com Gleidson Vicente de Oliveira, também membro da Comunidade.

Deus nos uniu mais que antes

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus? Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Celina Carvalho Leite. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Celina, sou casada há 16 anos, tenho quatro filhos abençoados, sou de São José dos Campos. Vou tentar resumir meu testemunho. Meu esposo, quando nos casamos, bebia quase todos os dias. Durante 12 anos, eu colocava meus filhos, até então tínhamos três, para dormir às 19h sempre que sabia que meu esposo chegaria tarde, 4h da manhã. Foi assim durante algum tempo… Ele saía para trabalhar e depois do serviço ia beber. Um dia, eu estava sozinha em casa rezando pela minha família, quando uma voz disse forte pra mim: “Chega de lamúrias. Que fé é essa sua? A tempestade vai passar, o dia está chegando, as ondas vão cessar… Você tem que estar firme com um pilar”. Demorou poucos meses e meu esposo se converteu. Descobri que estava grávida novamente, com risco de vida, mas hoje sou mais que feliz, pois Deus nos uniu mais que antes. Minha filha caçula tem seis anos e meu esposo é pregador da palavra. Deus Pai amoroso demorou, mas eis aqui o servo e a serva do Senhor. Sou imensamente grata pela graça que alcancei.

Inaugurado novo Centro de Evangelização em Salvador

“A casa está cheia. Há gente na calçada e na rua. Muitos são jovens”(Escritos Shalom – Histórico 10 anos da Comunidade) Dezenas de pessoas participaram da inauguração do novo centro de evangelização Shalom no bairro do Rio Vermelho no dia 02.10. A Inauguração teve inicio com a celebração eucarística presidida pelo Arcebispo Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. Em sua homilia o arcebispo elencou 10 pontos que ele espera como Bispo desta nova casa: “1º Que seja uma casa de atração –  as pessoas serão atraídas pelo testemunho de “olha como eles se amam”; 2º Que seja uma casa em  que  Cristo esteja no centro –  que as pessoas que aqui vierem aprendam que Jesus é a nossa Alegria. A Eucaristia seja o centro desta casa, onde todos encontrem forças para renovar a esperança; 3º Que seja a casa de Maria. Sua presença e ação faça parte de todo o ambiente nos conduzindo para seu filho, criando um ambiente de amor de alegria, ambiente que ela soube criar tão bem em Nazaré; 4ª Que seja espaço da família, pois é um compromisso que a casa junto com a Arquidiocese assumiu com São João Paulo II. Que a presença da família  tenha um lugar especial; 5º Que seja um centro de evangelização para jovens. Que eles encontrem aqui razões para viver, acreditar e esperar em Deus; 6º Que seja um canteiro de vocações – que sejam multiplicadas as vocações de serviço à Igreja; 7º Que seja espaço da Palavra de Deus, na oração da palavra rezada através da lectio divina sendo um raio de atração; 8º Que seja um incentivo para as pessoas se integrarem ao serviço na vida da paróquia. Que as pessoas descubram que fazem parte de uma Igreja particular que se chama diocese que aqui foi a primeira diocese do Brasil. 9º Que seja uma casa de oração, onde os louvores a Deus subam desta casa. Que aqui o Senhor sinta-se bem, pois encontrará espaço no coração dos que aqui vierem e trabalham; 10º Que esta casa seja um centro de irradiação e atração. Que se torne um cenáculo de Jerusalém, para aqueles que permanecerem unidos como os apóstolos recebam o Espírito Santo saiam pelo mundo implantando a palavra de Deus, o evangelho e a Igreja. Que a nossa Arquidiocese, toda a Igreja e o mundo, se enriqueçam com tudo aquilo que for irradiado a partir desta casa São João Paulo II”. Concluiu o Arcebispo. Após a Celebração Eucarística, o Arcebispo inaugurou o novo Centro junto com o Pe. Angelo, pároco da Igreja do bairro e Jenisângela Rosa, responsável pela missão de Salvador . Confira aqui na íntegra o áudio da Missa de Inauguração do Shalom Rio Vermelho Shalom Rio Vermelho Funcionamento: Atendimento a dependentes químicos e familiares todas as tardes, às 14h. Aconselhamento aos sábados, a partir de 14h30 Noite de louvor toda quarta-feira às 19h. Grupo de oração: Sábado, às 16h Endereço: Rua Ilhéus, nº 205, bairro Rio Vermelho, próximo à Rua do canal. Contato: 71 4141-5056   Informações:facebook.com/shalomsalvadorba

Moysés nos 25 anos do Projeto Família: Sacramento do matrimônio é serviço à Igreja

O Projeto Família Shalom completou 25 anos no sábado (25). Para comemorar, foi oferecido jantar festivo na sexta-feira, e celebrada Missa no sábado, com mais de 600 pessoas, dentre elas o fundador da Comunidade Católica Shalom, Moysés Azevedo.  O Projeto Família atua na evangelização e formação de casais segundo os valores cristãos autênticos e a orientação segura da Igreja Católica. Criado em 1989, resulta de uma inspiração de Deus dada a Moysés Azevedo, de que o Carisma Shalom deve ser levado a todos. “Obrigado, famílias Shalom, porque vocês não ficaram centralizados em si mesmos, mas se transformaram em famílias evangelizadoras. Vocês não vivem voltados um para o outro e para os filhos, mas compreenderam que o sacramento do matrimônio é um sacramento de serviço na Igreja”, declarou Moysés ao final da Missa. Ele afirmou que, assim como o sacerdócio, o matrimônio é um sacramento de serviço, como consta no Catecismo: “Vocês compreenderam que existem muitas e muitas outras famílias, na nossa cidade, no nosso Brasil e no mundo, que precisam ser evangelizadas, que precisam ter o testemunho de Cristo encarnado na vida de vocês”. O Projeto Família atua em várias cidades onde há missões do Shalom. As principais atividades realizadas são: seminários de vida no Espírito Santo para casais; congressos; cursos de espiritualidade, formação humana e doutrinal; reuniões semanais de grupos de oração; momentos de confraternização e lazer; evangelização de casa em casa. A cofundadora da Comunidade, Emmir Nogueira, enviou mensagem, que foi lida por Moysés: “A divina providência já previa a imensa necessidade de famílias que fossem testemunhas do Evangelho no nosso meio, e suscitou vocês, capacitou-os e os envia cheios de alegria e de esperança para anunciar com a vida a misericórdia do Pai. Eu peço ao Senhor que, juntamente com José e Maria os unja e renove, a fim de que a vontade do Pai para cada homem se realize plenamente. Que o Espírito Santo de amor esteja sempre avivando a chama e o amor incondicional de vocês à Trindade, de quem são reflexo, e à Igreja, na qual são chamados a ser santos”. Os gritos das crianças É comum, durante as Missas na sede do Projeto Família, em Fortaleza, ouvirem-se balbucios, às vezes choros ou gritos de crianças. O que poderia incomodar os participantes, na verdade, evangeliza-os. Na homilia, padre Silvio Scopel destacou a necessidade de se “ler o Evangelho na vida familiar”. Para Moysés Azevedo, o som não é um barulho, é uma música, o som das crianças. “Hoje, no mundo, isso está ausente, o espírito mundano se incomoda”, afirmou. E contou que há algum tempo, em visita à sede do Governo Geral do Shalom, em Aquiraz (CE), um bispo melquita celebrava a eucaristia na pequena capela e ouviu as crianças. Durante a homilia, o visitante exclamou: “Bendito seja Deus, porque vocês são uma Comunidade que aprendeu a rezar tendo ao fundo os gritos das crianças. Que aprendeu e permanece em oração”. “Vocês deixaram a casa se encher de filhos e não se deixaram levar pelo espírito mundano, que oferece conforto, hedonismo, consumismo, mas que não oferece a vida e a felicidade”, destacou o fundador. Jubileu é festa “Foram unânimes os comentários sobre a alegria e o clima leve e descontraído, ou seja, um clima de família. Os casais se divertiram, dançaram, curtiram uma noite a dois e com os irmãos”, afirma Adriana Viana, que coordena com o esposo, Paulo, o Projeto Família em Fortaleza. Sincronizados na coreografia, os casais dançaram “Deus é a nossa alegria”, “Medley alegria” e “Quem espera em Ti”, cantadas pelo ministério de música Shalom. A noite seguiu com show de Carla Tomé e banda. O assistente geral da Comunidade, João Edson falou aos participantes sobre o testemunho de casais novos e famílias novas, testemunhas do amor que os encontrou. Amor gratuito Coordenadores do Projeto Família, Paulo e Adriana contam como foram evangelizados, como casal, e como hoje vivem a experiência de ser “sal” e “luz” no mundo: “O que nos atraiu ao chamado de Deus em nossas vidas foi o amor gratuito que nos cercava a cada momento proporcionado pelo Senhor. A alegria que transbordava no semblante daqueles irmãos que foram ao nosso encontro, o servir espontâneo e incondicional deles era algo que nos chamava muita atenção, mas foi a determinação e a ousadia de um casal, ao nos convidar por três vezes para participar do Seminário de Vida no Espírito Santo para casais, que nos pescou. Vivemos sob uma graça incontestável e superabundante de misericórdia, a cada dia um novo se faz em nossas vidas, um mistério de cruz e ressurreição se completa em nós. Em uma oferta dolorosa e feliz nos tornamos plenamente consagrados a Deus. Já não somos dois, mas seis, e com Cristo no centro. Antes do Seminário de Vida no Espírito Santo éramos casados havia sete anos e não tínhamos nem queríamos filhos. Hoje, temos 16 anos de casados, somos membros com promessas na Comunidade de Aliança Shalom, temos quatro filhos (dois meninos e duas meninas), somos uma família linda e abençoada. Aqui se resume o poder de Deus agindo em nossas vidas e em nosso matrimônio. Hoje levamos essa verdade que nos alcançou a todos os casais e famílias que o Senhor nos confiar, pois entendemos que muito nos foi dado gratuitamente. Somos felizes por tão alta eleição, que o Senhor nos faça fieis até o fim. Shalom do Pai pelas mãos de Maria”.   Emanuele Sales

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