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Melodia para o Salmo do Domingo de Natal (Salmo 97)
Natal na Síria: nem as bombas nem os mísseis impedirão sua celebração
A realidade em Aleppo (Síria) está marcada pelos bombardeios que destroem, acabam com muitas vidas e, por fim, obrigam as pessoas a abandonarem os seus lares. Entretanto, isso não impedirá que os cristãos celebrem o Natal daqui a alguns dias. Um sacerdote salesiano natural de Aleppo, Pe. Pier Jabloyan, explicou ao Grupo ACI como as pessoas vivem cada dia como se fosse o último e sobre o significado da celebração do Natal em uma cidade onde ninguém sabe se acordará vivo no dia seguinte. “O que está acontecendo na cidade é um sofrimento geral pela falta de todas as coisas essenciais do homem, como a água, a eletricidade, a gasolina, uma vida normal. Nós podemos suportar a falta dessas coisas, mas o que não podemos suportar é a falta de segurança. Com isto, quero dizer que cada dia em diferentes lugares da cidade cai continuamente uma chuva de bombas e mísseis”, expressou o Pe. Jabloyan. Junto com os outros missionários salesianos que decidiram permanecer em Aleppo, o Pe. Jabloyan continua realizando seu trabalho pastoral em um oratório no qual atendem pastoralmente 750 crianças, ajudam-nos com a sua educação e buscam “realizar as coisas normais em um tempo que não é normal e gerar um ambiente pacífico”. “Enquanto as bombas caem no oratório vivem momentos de paz, momentos de catecismo, conhecem o Senhor Jesus que é o único, é o nosso salvador. Esta é a missão dos salesianos com as pessoas em Aleppo. Somos tantos religiosos que decidimos permanecer como os franciscanos, jesuítas, as missionárias da caridade e tantas congregações que estão empenhadas em socorrer o maior número possível de pessoas que não podem viver sem ajuda”. Em meio a esta situação dramática, para o Pe. Jabloyan, celebrar o Natal é uma coisa “especial e muito bela”. “Quando falamos do Natal, falamos dos presentes, de alegria, de luzes, de roupa bonita, de coisas externas. Nestes cinco ou seis anos na Síria, vive-se o Natal de um modo essencial, de uma maneira simples, mais íntima e familiar. Para nós, basta um pouco de fruta para ter uma festa”, comentou o Pe. Jabloyan. “Para nós, o Natal não é algo comercial, nem roupa, jantares ou presentes, mas uma festa ligada à vida das pessoas, porque, para nós, basta participar da Missa no dia 24 de dezembro, saudar os outros e ver que mais um ano estamos vivos. Nesta guerra feroz, isso já é Natal”, manifestou. O sacerdote comentou que no ano passado, no oratório dos salesianos as pessoas se saudavam enquanto continuavam os bombardeios do lado de fora. “E nós dizíamos feliz Natal. O Senhor realmente nasceu para nós”. “Inclusive em meio às bombas, nós encontrávamos a fé. Esta é a especialidade do Natal, o Senhor nasceu para nós. Nasceu pobre para esta humanidade ferida”, afirmou. O Pe. Jabloyan indicou que neste ano “não procuramos fazer muitas coisas, mas manter um ambiente de festa. Nas igrejas, celebram as Missas à tarde porque à noite é mais perigoso”. O sacerdote comentou que este ano querem dar roupas de presente às crianças, porque com a guerra os preços subiram e as famílias estão sem dinheiro. Por exemplo, “antes da guerra, um quilo de batata custava entre 10 a 15 libras síria. Agora, custa 250 libras”. Por outro lado, o Pe. Jabloyan diz que uma das coisas “mais belas” da guerra foi “descobrir o sentido do cristianismo”. “Há um sentido muito grande de abandono nas mãos do Senhor. Neste tempo de guerra, notei que muitas pessoas perderam a fé, mas também muitas descobriram o sentido da vida e descobriram a fé. Isto que impulsiona tantas pessoas a viverem cada dia como o último, porque verdadeiramente é assim, pois, quando cada pessoa sai de casa, não sabe se voltará ou não”, manifestou o presbítero. Antes da guerra, Aleppo era a segunda maior cidade da Síria e o lugar onde se concentrava o poder econômico. Atualmente, é uma das cidades que mais sofreu pela guerra e pelos bombardeios entre os grupos rebeldes, o exército do presidente Bashar Al Asad e os exércitos russo, norte-americano e turco. O Conselho Local de Aleppo informou que nos últimos 26 dias morreram 800 pessoas e 3500 ficaram feridas. Fonte: ACI Digital
Festival de Natal acontecerá no Anfiteatro do Parque do Cocó
Em um ambiente familiar, e em clima de celebração pelo nascimento de Jesus o Salvador, a Comunidade Católica Shalom realizará o Festival de Natal, dia 18 de dezembro, a partir das 16h, no Anfiteatro do Parque do Cocó. O evento iniciará com a Santa Missa, será aberto ao público e receberá cerca de 1.000 mil pessoas. No ambiente haverá exposição de presépios, lanchonetes, espaço Kids com pula-pula e muita animação para a garotada, venda de produtos natalinos, entre outros. Um dos momentos especiais é a apresentação do espetáculo Filho de Deus Menino Meu. “Nosso Festival de Natal foi pensado para vivermos essa alegria de louvarmos a Deus e incentivar às famílias a não ficarem inertes ao que acontece com os irmãos e suas fragilidades humanas”, disse Jeovana Freitas, organizadora do evento. “Filho de Deus Menino Meu” O espetáculo, que já está há seis anos consecutivos se apresentando por todos País, é uma adaptação do livro homônimo de autoria da escritora e co-fundadora da Comunidade Católica Shalom, Emmir Nogueira. Trata-se de uma super produção que conta com mais de vinte artistas em cena e dezenas de profissionais nos bastidores. O roteiro da apresentação conta a história de uma trupe de andarilhos que encena mundo afora o musical natalino Filho de Deus Menino Meu, formando a inusitada performance de um espetáculo dentro do outro, ao melhor do estilo mambembe de fazer teatro. A Comunidade Shalom é conhecida internacionalmente por suas grandes produções tendo algumas delas já exibidas em Roma, França e Suíça. Mais uma obra de sucesso desponta em Fortaleza para brilhar no palco do mundo.
Comunidade Shalom conquista prêmio Hangar de Música por Halleluya Natal
A Comunidade Católica Shalom recebeu nesta segunda-feira, 05, o Prêmio Hangar, na categoria música gospel, pela realização do Halleluya Natal. A premiação aconteceu no Teatro Riachuelo e reuniu a imprensa e artistas locais. O Prêmio Hangar é um dos maiores reconhecimentos no Rio Grande do Norte das expressões artísticas produzidas no estado potiguar. “Nós ficamos muito felizes e surpresos pelo reconhecimento, pois o Halleluya em sua sétima edição alcançou 82 mil pessoas, não só pela música e pela arte, mas pela graça do mar de Misericórdia que é o coração de Jesus”, afirmou a diretora artística do Halleluya Natal, Glícia Oliveira. O evento premiou os destaques da música potiguar em 11 categorias e 5 premiações especiais. O Prêmio Hangar de Música foi idealizado em 1998, pelo produtor cultural Marcelo Veni, e desde 2013 a premiação acontece no palco do Teatro Riachuelo. Halleluya Natal supera expectativa de público O Halleluya Natal, realizado de 01 a 04 de dezembro, reuniu 82 mil pessoas e ultrapassou a expectativa de público estimada pela comissão central do evento. Inspirado na temática do Ano Jubilar da Misericórdia, a Festa que Nunca Acaba promoveu uma verdadeira onda também em números: 484 confissões, 944 crianças no Halleluya Kids, 43 pessoas cadastradas na acessibilidade, 623 pessoas procuraram oração e aconselhamento, mais de 3 mil estiveram em cursos, seminários e espaços do Adventure e 1171 itens de materiais escolar e esportivo arrecadados. O Halleluya é um dos maiores festivais de artes integradas do Brasil, sendo realizado há mais de 20 anos no país e fora dele. Anualmente, acontecem edições em Natal, São Luís do Maranhão, Rio de Janeiro e Fortaleza.
São Nicolau ou Papai Noel?
Papai Noel é um dos personagens mais emblemáticos das festas de final de ano. Nas últimas décadas, ganhou tanta fama e se tornou tão eficaz para representar a diversão e os presentes que desvia o foco da verdadeira razão da alegria: Jesus que nasce em Belém. De acordo com vários historiadores, Papai Noel é a distorção – primeiro literária e depois comercial – de São Nicolau, o generoso Bispo de Mira, padroeiro das crianças, dos marinheiros e dos cativos. Estas são as principais diferenças segundo o ‘St. Nicholas Center’: 1. Papai Noel está associado à infância, São Nicolau é um modelo de cristão para toda a vida. 2. Papai Noel, como o conhecemos, surgiu para aumentar as vendas e a mensagem comercial do Natal; São Nicolau levou a mensagem de Cristo e a paz, a bondade e a mensagem cristã de esperança que o Natal traz. 3. Papai Noel incentiva o consumo; São Nicolau promove a compaixão. 4. Papai Noel aparece a cada ano para “ser visto” por um curto período de tempo; São Nicolau é parte da comunhão dos santos e nos pela oração e seu testemunho. 5. Papai Noel “voa” pelos ares, vindo do Polo Norte; São Nicolau caminhou pela terra preocupando-se e ajudando os mais necessitados. 6. Papai Noel, para alguns, substitui o Menino de Belém; São Nicolau assinala e conduz todos ao Menino de Belém. De São Nicolau a Papai Noel Há várias teorias sobre a origem do Papai Noel. A mais difundida é que foi a empresa Coca-Cola que inventou o personagem para promover o consumo de sua bebida em 1920. Entretanto, no século 19, escritores de Nova Iorque tentaram dar um selo nacional às festas de Natal cheias de tradições cristãs dos migrantes europeus. Em pouco tempo, as celebrações deixaram de lado o caráter santo desta data e tornaram-se populares as desenfreadas, com bebedeiras e desordem pública. Em 1821, foi publicado o livro de litografias para crianças “Papai Noel, o amigo das crianças”, no qual se apresentava um personagem que chegava do Norte em um trenó com renas voando. Esta publicação fez o personagem aparecer a cada véspera de natal e não no dia 6 de dezembro, dia da festa do santo bispo. Um poema anônimo e as ilustrações dessa publicação se tornaram a chave para a distorção de São Nicolau. Segundo especialistas do ‘St. Nicholas Center’, foi a elite de Nova Iorque que conseguiu nacionalizar o Natal através do Papai Noel e do apoio de artistas e escritores como Washington Irving, John Pintard e Clement Clarke Moore. Em 1863, durante a Guerra Civil, o caricaturista político Thomas Nast começou a desenhar Papai Noel com os traços que agora lhe atribuem: gorro vermelho, barba branca e barriga saliente. Junto com as mudanças de aparência, o nome do santo em inglês mudou para Santa Claus, uma alteração fonética do alemão “Sankt Niklaus”. Apenas em 1920, Papai Noel apareceu pela primeira vez em um anúncio da Coca Cola. Fonte:Acidigital
Halleluya Natal alcança 82 mil e ultrapassa público esperado
Neste sábado (03), o Halleluya Natal atingiu o recorde de público em único dia de festival com 30 mil pessoas circulando pelo anfiteatro da UFRN. Ao todo, passaram pelo festival 82 mil pessoas, ultrapassando assim a expectativa de público estimada pela comissão central do Halleluya Natal. A diretora executiva afirmou que o sucesso do evento é uma prova das proporções do Halleluya na capital potiguar. “O sucesso do Halleluya na cidade mostra que o evento passou a ser conhecido e reconhecido na cidade. Avalio esse resultado, primeiro pela providência de Deus que nos deu formas de ser divulgados através da mídia espontânea, como a Loja Halleluya, por exemplo. O alcance ultrapassou nossas expectativas”, afirmou Márcia Cavalcante. O Halleluya Natal oferece opções para todos os públicos. Além da programação no palco principal, a festa acontece também no Halleluya Kids, no espaço Adventure, na Tenda da Misericórdia, no pátio Halleluya e no Festival de Artes Integradas, esse último promove competições em modalidades como dança, música e fotografia. O Halleluya é um festival de artes integradas realizado pela Comunidade Católica Shalom há mais de 20 anos no Brasil e fora dele. Anualmente, acontecem edições em Natal, São Luís do Maranhão, Rio de Janeiro e Fortaleza.