Dia Mundial da Oração: um tempo para lembrar de escolher a Deus todos os dias

Neste ano de 2021, nos deparamos ainda com realidades concretas que são remanescentes de 2020, muito não mudou, um pouco piorou e, de fato, não somos mais os mesmos. Neste 5 de março, vivemos o Dia Mundial da Oração, onde, para nós, brasileiros, é o primeiro em meio a pandemia. E o quanto não mudamos desde então, certo? Mas e nossa oração? Ela continua a mesma?

Corramos, ó alma: Não há tempo a perder

Pergunto a ti, ó minha alma, porque tens medo da morte? Não sabeis que já estamos mortas? E que a vida na terra só é vida se estiver em Cristo, fora Dele, é morte. Porque não tens medo disso? Porque não tens medo da morte que o mundo oferece? Queres morrer para Deus? Porque reluta em deixar Ele vencer, até que morra a carne?  Ó alma, como retribuiremos a Cristo nosso Amado, que interrompeu como um abortivo a nossa peregrinação para o inferno? Como devolver tamanho ato? Como corresponder a altura, Àquele que nos tirou das grades da mediocridade? Olha o tanto que Ele nos arrastou, porque não levantamos e corremos para Ele? Vamos! Olha para Ele e desperta, apressemo-nos em vos seguir. Deixemos de ser um peso para Ele, sejamos nós agora vos carregar o peso.  Eu sei alma que somos fracas, mas porque não começamos pelo pouco, pelo pequeno. Talvez não consigamos ainda carregar o peso do madeiro da cruz, mas conseguiremos enxugar lhe o rosto ensanguentado. Vamos alma! Peguemos o nosso paninho, corramos atrás do rosto sofrido de Cristo. Se não for nós, quem compreenderá Sua dor? Esforcemo-nos minha alma em olhar para o rosto de Cristo e abraçar Sua dor.  Nós já temos o pano em nossas mãos, basta-nos, ó alma, a coragem de atravessar o caminho e sem escrúpulos consolar Aquele que espera o nosso consolo.  Cíntia Oliveira 

Doar