Viver uma experiência com Deus é deixar-se ser consolado por Ele

Hoje viver uma experiência com Deus é deixar-se ser consolado por Ele. É deixar-se amar, libertar, curar, por Aquele que tudo realiza em nós. O que tanto Deus nos quer dar é a graça da revelação de sua face, a graça de estarmos sempre ligados a sua misericórdia e assim reavivar em nós, seus filhos, o sentido da vida. Dar sentido, dar direção e proteção, essas são algumas das graças que Deus derramou sobre nós neste congresso de cura, que aconteceu esse final de semana (26 e 27). O evento tem seu público em maioria adultos, mas jovens também ali participaram e tiveram sua experiência com Deus renovada através dos momentos de pregação, louvor e oração. Este ano com o tema: “Consolai, consolai o seu povo”, a experiência com o consolo de Deus nos levou a um chamado: Ir ao encontro do outro, a fim de também fazê-lo ter esta experiência. Segundo César, pregador nesses dois dias do evento, o tema é como um convite a  lançar-se na misericórdia, dia após dia, e ser alegria para os povos, este é o consolo de Deus para nós. O segredo está em deixar-se cada vez mais ser tocado por Ele, esvaziando-se de tudo aquilo que não convém a sua obra nova e deixando assim, o próprio Deus preencher com o novo que Ele quer dar, recriando e nos moldando.                                                                                                                                                        Para isso, a melhor fonte é e sempre será a oração: “Uma alma que reza, confia e é determinada. Uma alma que reza é consolada e cuidada por Nosso Senhor. Por isso, acordai-vos! Uma vida nova, curada, liberta, vos espera. Deus, neste tempo de graça, quer gerar em nós a conversão. Quer nos trazer para perto. Não deixe a graça passar, mas quando a graça chegar: Abraçar para nunca mais soltar. Pois não há vida melhor senão a vida em Cristo. Não há lugar melhor senão aquele que nos permite estar perto d’Ele!”. Deus realiza em nós as sua promessas, uma nova vida plenamente feliz acaba de começar!  

Santo Afonso de Ligório: Saber viver é saber rezar

Hoje comemoramos Santo Afonso Maria de Ligório, italiano de Nápoles, faleceu aos 90 anos em julho de 1787. Foi canonizado em 1839 e declarado Doutor da Igreja em 1871. Fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, mais conhecida como os Redentoristas, colocando todos os seus dons a serviço do Reino dos Céus, por isso, como sacerdote, desenvolveu várias missões entre os mendigos da periferia e camponeses “A Prática do Amor a Jesus Cristo”, “Glórias de Maria” e “Visitas ao Santíssimo Sacramento”, são os livros mais conhecidos de Santo Afonso, porém, “Teologia Moral” foi uma obra que influenciou muito na formação do clero por muitos anos. Advogado aos 16 anos, exerce a profissão por 10 anos e, após uma grande decepção, Santo Afonso aos 30 anos se ordena sacerdote. Culto e homem de muita espiritualidade e mariano, antes de sua morte, deixa um legado bastante precioso, sobre oração e ensinamentos sobre como nos aproximar de Deus. Conheça algumas reflexões que podem auxiliar você na caminhada: Quem não reza, é impossível que se salve. Não podemos alcançar a salvação sem o auxílio da graça de Deus Quem deseja que Deus seja todo seu, deve dar-se totalmente a Ele A oração é o grande meio para alcançarmos de Deus a salvação e todas as graças que desejamos Sem oração não há vitória Na caminhada para Deus quem não avança, sempre retrocede arrastado pela correnteza de nossa natureza corrompida. Sendo contínuas as tentações e os perigos de perdermos a amizade de Deus, contínuas também devem ser as nossas orações. As almas fortes e desejosas de Deus não lhe pedem senão luz para discernir a sua vontade e força para a cumprir perfeitamente Devemos rezar para saber o que Deus quer de nós e lhe pedir sua ajuda para cumprir a sua vontade Em vão se esforça o homem em se fazer santo, se Deus não o amparar com o seu poder Eu desejaria que todos os pregadores nada recomendassem tanto aos seus ouvintes como a oração Angela Barroso

Shalom unido em oração pelos Sacerdotes

Nesta sexta-feira, 23, dia em que a Igreja Católica celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, é celebrado também o Dia Mundial de Oração pela Santificação do Clero. Instituída, pelo Papa João Paulo II, em março de 1995 a data foi proposta pela Congregação para o Clero, e é uma oportunidade favorável para os fiéis se unirem, de forma especial, em oração pela santificação dos padres. Na Diaconia, sede do Governo Geral da Comunidade Shalom, em Aquiraz (CE), será celebrada uma Missa ao meio-dia, e às 15h a recitação do Terço da Divina Misericórdia nessa intenção. Nas missões, no Brasil e fora do país, os membros da Comunidade e de grupos de oração também se unirão com o mesmo propósito. O Shalom conta hoje com 42 padres em missão no Brasil e em outros países. Atualmente 76 membros estão no seminário. Você pode participar da missão de enviar ao mundo novos sacerdotes, rezando por eles e colaborando com a formação dos futuros padres. Envie um e-mail ou WhatsApp com a resposta “EU QUERO” para seminaristas@comshalom.org ou (85) 8829.6477 (WhatsApp) e seja nosso benfeitor. É uma alegria saber que “Se depender de você, sempre haverá novos padres”. “O sacerdote é o amor do coração de Jesus.” São João Maria Vianney Oração pelos Sacerdotes (de Santa Teresa do Menino Jesus) Ó Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote, conservai os vossos sacerdotes sob a proteção do Vosso Coração Amabilíssimo, onde nada de mal lhes possa suceder. Conservai puros e desapegados dos bens da terra os seus corações, que foram selados com o caráter sublime do Vosso Glorioso Sacerdócio. Fazei-nos crer no seu amor e fidelidade para Convosco e preservai-os do contágio do mundo. Dai-lhes também, juntamente com o poder que têm de transubstanciar o pão e o vinho em Vosso Corpo e Sangue, o poder de transformar os corações dos homens. Abençoai os seus trabalhos com copiosos frutos e concedei-lhes um dia a coroa da vida eterna. Amém! Angela Barroso

Como desenvolver a espiritualidade em crianças?

Os pais se preocupam com a alimentação de seus filhos, com vestimentas, com saúde e até com brinquedos. O desempenho escolar das crianças, sem dúvida, é um dos grandes motivos de atenção dos responsáveis pelos pequenos. E a espiritualidade? E a educação da fé? Quando a criança está na época da catequese, então chegou o momento? Não. É necessário o desenvolvimento da vida espiritual, desde bem pequeno. Desde que nascemos, aprendemos diariamente milhares de coisas. Quanto menor a criança, mais as lições são transmitidas pelos exemplos dos adultos. Uma mãe que canta músicas religiosas, perto de seu bebê, ou que conversa com ele sobre a proteção de Deus, está evangelizando e educando para a fé seu filho pequeno. A fé na vida adulta não é improvisada. Como adultos, estaremos sempre enfrentando problemas, tristezas, sofrimentos e aquilo que aprendemos desde pequenos, sobre confiança em Deus, colhido pelo exemplo de fé coerente dos pais é que dá suporte para, equilibradamente, resolvermos qualquer situação na vida. Como desenvolver a fé nas crianças? São os pequenos gestos do dia a dia, que alimentam este processo educativo da espiritualidade. Algumas ações podem ajudar os pais: – Incentive seus filhos a rezar: conversas sinceras com Deus sobre as coisas que aconteceram, durante o dia, agradecendo e pedindo bênçãos. – Fale a seus filhos sobre suas orações. Rezar em voz alta para que as crianças compreendam o que você fala com Deus são momentos preciosos. – Leia um trecho da Bíblia ou um livro de espiritualidade para as crianças. – Participe das atividades da Igreja, missas ou celebrações. As crianças, mesmo que fiquem um pouco agitadas, devem participar com seus pais destes momentos de fé. – Ajude seu próximo. Sempre que você ajudar alguém, explique à criança que isso é um ato de amor, que os cristãos devem sempre priorizar. Uma criança que recebe bons cuidados, carinho e atenção, tem mais possibilidades, de quando adulto, agir da mesma forma com as outras pessoas. Uma criança que não recebe carinho, provavelmente, terá mais dificuldade de se expressar com atenção e carinho para com seu próximo. Isso também se refletirá na vida de oração desta pessoa. A imagem de Deus carinhoso, amigo e próximo, está relacionada com os adultos que conviveram com a criança, sobretudo nos primeiros anos de vida. A fé em Deus, como amor incondicional, é primeiro aprendida em casa, nas relações humanas do dia a dia. Por fim, seus filhos são presentes de Deus para você cuidar. Desta forma, a paz, a alegria, a certeza de ser amado, a segurança, o perdão, são valores que a família precisa priorizar para, verdadeiramente, educarmos crianças, que se desenvolvam na vida cristã. Fonte: A12

Minha maneira de comer influencia minha vida de oração?

É necessário cuidarmos da alma por meio da oração, e do nosso corpo por meio da alimentação   Atualmente, direcionamos nossa vida ao trabalho e às diversas atividades, mas nos esquecemos de coisas essenciais como lazer, alimentação e a oração. Nutrição é uma ciência da saúde e da vida, que busca encontrar o equilíbrio dos nutrientes necessários para a manutenção da saúde. Hoje, temos nos alimentado muito mal, somos a geração do imediatismo, tudo é para ontem, com isso preferimos os fast foods, lanches rápidos, que não fornecem ao nosso corpo as vitaminas e nutrientes necessários. Já não temos horários nem locais apropriados para a alimentação, a qual merece muito a nossa atenção. Um reflexo desse mau hábito são as doenças crônicas que afetam desde as crianças até os idosos. Ao ouvir uma entrevista, a pessoa entrevistada falou uma coisa muito interessante, que me fez pensar um pouco: hoje, vivemos uma “medicalização dos alimentos”, alimentamo-nos por prazer. Acordamos de manhã e falamos: “Não vou comer pão, porque tem glúten; não vou tomar leite, porque tem lactose, mas vou comer duas claras com uma colher de canela, pois acelera o metabolismo”. Transformamos a comida de verdade em nosso inimigo, quando, na verdade, ela deveria ser uma aliada para o nosso bem-estar físico, psicológico e espiritual, porque, quando estamos bem alimentados e nosso corpo bem nutrido, tudo vai bem. Não podemos confundir: remédio é remédio, e é ruim de tomar; já a comida nos faz bem. É urgente adotarmos bons hábitos alimentares e nos preocuparmos com as escolhas dos nossos alimentos. Então, fica a pergunta: “Como você tem se alimentado? Você pensa em sua saúde ou come de tudo, não se importando com o efeito do alimento em seu corpo?”. Manter uma alimentação saudável, ao contrário que muitos pensam, não fica caro, mas requer disciplina, força de vontade, coragem de renunciar a certos tipos de comida e não seguir as dietas da moda, pois nem sempre o que nos ensinam é do que o nosso corpo precisa. Alimentar-se bem é uma luta diária, que nos dá o prêmio de estarmos bem para realizarmos nossos trabalhos, conviver com nossa família e amigos e termos boa autoestima. As escolhas por coisas boas, por alimentos saudáveis passam por todos os âmbitos de nossa vida, tanto física como espiritual, pois devemos manter também nossa alma saudável, com a leitura da Palavra de Deus diariamente, escolhendo bem o que ouvimos e vemos. Devemos ter sempre diante de nós a pergunta “vale a pena ver e ouvir isso?” Edifica-me em quê?”. Busque a comunhão com o Senhor na Adoração, na Santa Missa. Como está escrito na Palavra de Deus, em  1 Corintios 6,12: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”. Então, não é preciso cortar carboidratos, glúten, lactose, açúcar, gorduras, proteínas nem tantas outras coisas. O permitido é ter qualidade de vida, comer em horários regulares, estar atento às escolhas dos alimentos certos e nutritivos, fazer atividade física, ter momentos de lazer, de oração e conviver com Deus, com si mesmo, com a família, os amigos e as pessoas com quem trabalhamos. Hoje é o dia de fazermos escolhas inteligentes, porque isso garante a saúde no corpo e também na alma. Fone:Canção Nova

Dicas de como viver as 3 dimensões da Quaresma

O sacerdote, escritor e funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano, Mons. Florian Kolfhaus, compartilhou alguns conselhos para viver as 3 dimensões fundamentais da Quaresma que são jejuar, rezar e dar esmola. Em sua coluna publicada em CNA Deutsh – agência alemã do Grupo ACI –, o presbítero indicou que os cristãos “não somos mestres de ioga que devem realizar práticas ascéticas muito exigentes” nos 40 dias de preparação para a Páscoa. Mas, pelo contrário, “somos discípulos de Jesus que devemos experimentar a pobreza espiritual e às vezes material, para deixar assim que o Senhor nos gratifique”. A seguir, apresentamos vários conselhos de Mons. Kolfhaus para que o Senhor nos cumule com sua graça, enquanto vivemos o jejum, a esmola e o oferecimento de obras. 1. Jejum Mons. Florian Kolfhaus explica que quando se fala de jejum “não se trata apenas do que se refere à comida”, mas também da “renúncia da televisão, do celular e do rádio, deixar de usar o carro particular para usarmos transporte público”. No entanto, o sacerdote assegurou que abster-se de alimentos tem um “significado especial” na Sagrada Escritura. “Jesus mesmo jejuou 40 dias no deserto até sentir fome. Nós também não deveríamos nos assustarmos com a Quaresma, com o sentir fome, pois, através desse oferecimento, tal como promete o Senhor, podemos fazer com que nossa oração produza mais furtos”, detalhou. Além disso, assegurou que o jejum “pode tomar diversas formas”, como uma só refeição forte e dois reforços pequenos (é a prescrição quaresmal da Igreja que a Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa), comer apenas pão e água (ou talvez frutas e verduras) ou esperar até à noite para fazer uma refeição forte. “É claro que a renúncia das guloseimas e doces, do café e do álcool são oferecimentos que fazem bem à saúde corporal e que, às vezes, podem nos representar maior dor do que o jejum propriamente dito”, acrescentou. 2. Oração O presbítero indicou que a oração é “ponto central” deste tempo de preparação para a Páscoa, entendendo a oração como “encontro pessoal com Deus”. Por esse motivo, recomendou levantar-se 10 minutos antes para começar o dia com Deus em oração; visitar a cada dia, ao menos de forma breve, uma Igreja e adorar o Santíssimo; rezar o Terço diariamente ou a Via sacra nas sextas-feiras; e agradecer a Deus a cada dia, inclusive nos momentos difíceis. Do mesmo modo, para estar mais bem preparados para rezar, convidou a colocar sobre a escrivaninha uma imagem de Jesus ou um crucifixo para ter o Senhor sempre presente; ler diariamente as Sagradas Escrituras memorizando versículos; e ler um bom livro espiritual antes de ir dormir. 3. Esmola “Quanto à ideia de esmola, entendemos as boas obras que fazemos pelos demais. A Quaresma é uma escola de amor ao próximo”, explica Mons. Kolfhaus. Nesse sentido, exortou a fazer uma boa obra a cada dia. Por exemplo, rezando pelas vítimas das guerras e catástrofes naturais; dando esmola ao mendigo ou doando objetos que sejam importantes e valiosos. Mons. Kolfhaus também se referiu à doação de tempo, ou seja, separar tempo no dia para conversar com algum vizinho, telefonar para antigos conhecidos, escrever cartas ou ser paciente com colegas de trabalho. Oferecimentos ou mortificações Segundo Mons. Kolfhaus, Nosso Senhor Jesus, “que esteve sedento na Cruz, pode ser consolado por nós, quando lhe oferecemos nosso amor, manifestando ao carregar nossa própria Cruz”. “Não se trata de grandes sofrimentos ou dores, mas de grandes manifestações de amor. Mais importante do que a oferta em si são o amor e a confiança”, destacou. O presbítero sustentou que durante esta Quaresma, os fiéis podem “carregar sua cruz” suportando pacientemente as doenças ou os problemas. Indicou também que é possível ser criativo com os oferecimentos, por exemplo, não falar mal dos demais, tomar banho com água fria, renunciar a comidas ou bebidas de que gosta, subir as escadas em vez de usar o elevador. Na vida religiosa, Mons. Kolfhaus destacou algumas opções, como fazer longos percursos rezando o Terço, rezar de joelhos, rezar abrindo os braços ou fazer peregrinações curtas a pé. Fonte:Acidigital

De punhos cerrados

Quem já não passou pela dúvida de ir ou não rezar, entre o desejo de Deus e o medo de pôr-se à escuta da sua vontade, o medo do que Ele irá pedir, das ofensas que sabemos que cometemos e da mudança que o seu amor nos impelirá a tomar. Sempre esses caminhos se cruzam dentro de nós: o medo e o desejo de rezar. Mas é o medo de Deus ou medo de nós? Deixo essa para você responder. Há alguns dias estava me sentindo sem norte, então fui recorrer à Presença Eucarística do Senhor e ao chegar diante dele o sentimento de que estava de “punhos cerrados” tomava meu coração. Isso fazia-me presa, fria, recuada. E na medida em que eu ia expondo a minha dor, meus medos, desejos… ia me acalmando como criança no colo da mãe, os punhos iam se abrindo, a paz voltando e a certeza de que o convite de Jesus: “Vinde a mim vós todos que estais cansados sob o peso do fardo e eu vos darei descanso” (cf. Mt 11,28) é verdadeiro porque Deus e os seus mandamentos não esmagam as pessoas, apesar de serem exigentes. Recorri ao Santíssimo Sacramento outros dias e via que os punhos iam se abrindo e a grande surpresa era que não era para dar nada e sim para receber. Que a antiga e sempre nova realidade de Deus só recebemos diante do mistério eucarístico eu recebo; Deus me dá, Deus se dá. Lembro-me da Homilia do nosso Papa Bento XVI em que meu coração explodia de alegria ao ouvi-lo dizer com tanta convicção: “Não tenham medo de Cristo! Ele não tira nada, concede tudo.” Não tenhamos medo de oração, talvez nos enganamos porque achamos que orar é fácil, mas não é! Assim como viver não é fácil. Orar é viver! E como diz um grande teólogo , vive-se como se reza! Não existe contemplativo de um período só, assim como não há cristão em tempo parcial nem homens em período parcial. Desde o dia em que acreditamos em Cristo e o reconhecemos como o Senhor, não há nenhum momento – despertos, dormindo, andando, sentando, trabalhando, aprendendo, comendo, brincando – que não seja marcado pelo toque de Deus em nós, que não seja vivido em nome de Jesus, por inspiração do Espirito Santo.” (Prayer by Abhishi Ktenancia Delh, 1967). O olhar de Deus nos abre, nos faz viver, impulsiona a vida a “combater o bom combate e guardar a fé”. (cf. 2Tm 4,7)) Travamos um combate todos os dias e podem sucumbir ou reagir e só em Deus reagimos, pois está reservada para cada um de nós a coroa da justiça. Se estamos sem Deus seremos como o povo de Israel em seu pecado de Idolatria, ficando com as mãos abertas, porém vazias. “Comerão, mas não ficarão saciados, prostituir-se-ão, mas não se multiplicarão, porque abandonaram a Iahweh para se entregarem à prostituição.” (Os 4,10). Corramos para o olhar vivificador de Deus. Busquemos somente Nele, a alegria de viver, a verdade acerca de nós, o perdão para as nossas faltas; ninguém, pessoa alguma poderá nos preencher, alegrar e perdoar como Ele. Tiremos dos outros as nossas expectativas e exigências. Esperamos nele e então poderemos dizer como o salmista: “procurai e vede como o Senhor é bom”(Sl 34(33),9). Façamos a experiência ímpar de colocar-nos diante de Deus (mesmo que de punhos cerrados) e deixar que o seu amor a cada dia nos torne livres interiormente. O caminho para verdadeira liberdade gera amor, livres podemos amar, podemos sair de nossas cadeias, não há nada mais libertador do que a força do amor de Deus. Vemos tantas coisas fantásticas, poderosas, fascinantes, mas nada é mais atual e belo do que a experiência do amor de Deus que nos impulsiona a amar o outro. Não esperemos sermos curados dos nossos traumas para começar a amar (não perca tempo!) porque há feridas que só o amor cicatriza, amando somos curados, sem amar ficamos paralisados, carcomidos pelo peso da nossa dor. O amor nos dá coragem de abrir os nossos punhos cerrados para acolher o que o Pai reservou para nós. “Uma vida imersa em oração é uma vida de mãos abertas, em que você não se envergonha da sua fragilidade, mas percebe que é mais perfeito um homem se deixar guiar pelo Outro do que procurar prender tudo nas mãos”. Desejo-te boa viajem neste caminho de liberdade interior. Sugestão de leitura Philipe, Jacque. A liberdade interior. Por Márcia Fernanda Moreno Formação 2002

Acamp’s 2017 em Florianópolis traz Futebolha como Atração

Foi dada a largada para a edição de 2017 do Acampamento de Jovens Shalom na Missão de Florianópolis. Neste ano o acampamento continua com a mesma estrutura básica de quatro dias, começando nesta quinta-feira (19) e indo até o domingo (22), mas o lazer diário ganhou uma repaginada e terá o famoso futebolha, o futebol jogado dentro de uma bolha de ar. O esporte que vem se espalhando pelo Brasil e já virou febre tem sua origem na Noruega. Mas esta é apenas uma das estrelas do lazer neste acampamento. A equipe ainda promete um jet lona de 25m e um circuito em volta de todo o Sítio das Figueiras, local onde já acontece o evento há 03 anos. Há ainda outras opções para descontrair, como um slackline e também a piscina, disponíveis nos intervalos que são embalados ao som de bandas como a JP2 de Natal/RN. Durante estes quatro dias, os jovens ainda poderão aproveitar de momentos de oração com adorações ao Santíssimo Sacramento e Missas diárias. Além da oportunidade de conversas de oração e aconselhamento. Há muito mais pela frente, afinal, está só começando. E você pode nos acompanhar nas redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) com o @jovemfloripa. Não perca nenhum minuto do Acamp’s Floripa 2017.

Rezar antes de fazer prova funciona? Confira essa oração de Santa Gemma Galgani

O comshalom.org traz a oração a Santa Gemma Galgani, padroeira dos estudantes e dos farmacêuticos. Vale a pena recorrer à fé: “Esclarecida protetora dos avaliados, Santa Gemma Galgani. Tu que recebestes do céu inteligência tão clara e memória tão feliz, que ocupavas sempre os primeiros lugares nas aulas e obtinhas prêmios extraordinários em concursos: mas que inflamada da mais terna caridade para com o próximo, te angustiavas e sentias com próprias as reprovações de tuas colegas do colégio; já que contemplas desde o céu meus passados descuidos e negligência no cumprimento dos deveres escolares, me alcança do senhor o perdão que humildemente imploro, que saiba direcionar meus conhecimentos para a maior glória de Deus e santificação da minha alma, e que, especialmente nesta circunstância em que vou ser avaliado, conserve retas as minhas intenções, serenidade de ânimo e equilíbrio de nervos, para que obtendo as brilhantes classificações que aspiro, alcance tua proteção e intercessão eficaz e que agradeça ao senhor por todos os seus soberanos benefícios, agora e sempre, e pelos séculos dos séculos. Amém”.

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