Apelo em favor da paz: Comunidade Católica Shalom convoca seus membros a se unirem em oração ao Papa Francisco

Um forte apelo à paz: “Nunca mais a guerra!”, marcou o discurso do Papa Francisco neste domingo, 01 de setembro, por ocasião da Oração Mariana do Angelus. O Papa decidiu por isso “proclamar para toda a Igreja, no dia 7 de Setembro próximo, véspera da Natividade de Nossa Senhora, Rainha da Paz, uma jornada de jejum e de oração para a paz na Síria, no Médio Oriente, e no mundo inteiro”. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, 04 de setembro, a “Comunidade Católica Shalom reunida em Assembleia Geral convoca todos os seus membros a se unirem em oração ao Papa Francisco em seu grande apelo em favor de uma solução de Paz”. “Pedimos que a Comunidade se una aos atos litúrgicos das Igrejas Particulares de onde esteja presente, além de abrir as portas das nossas casas e centros de evangelização para acolher a todos aqueles que desejem se unir em oração ao grito que se eleva, com crescente angústia, em todos os cantos da terra, em todos os povos, em cada coração, na única grande família que é a humanidade: o grito da paz! (Papa Francisco, Angelus 1 de Stembro 2013)”; lê-se no comunicado assinado pelo fundador e moderador geral da Comunidade, Moysés Azevedo. Moysés destaca “que a oração e o jejum são instrumentos poderosos para mover os corações de todos envolvidos a escutar a voz de suas consciências e impulsioná-los ao encontro, ao diálogo e à paz”. A Comunidade se une especialmente aos membros da Comunidade que vivem no norte da África e no Oriente Médio, “para que nestes momentos de dor a sua Esperança não desfaleça, pois sabemos em quem depositamos nossa confiança: Jesus o Shalom do Pai” – afirma. A Rádio Vaticano divulgou que programa para sábado em Roma ainda está sendo definido. A Praça S. Pedro estará aberta a todos, a partir das 16h30, hora local, sem necessidade de bilhete. A chegada do Papa está prevista para as 19h. Haverá a entronização da imagem mariana do “Salus populi romani”, a reza do terço e uma meditação do Pontífice com um renovado apelo pela paz. A conclusão está prevista para as 23h. Leia na íntegra o comunicado: Português Italiano Français Español English  

Papa Francisco: “Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra!”

Todos nós cristãos precisamos nos posicionar diante do trágico e egoísta cenário de conflitos que está acontecendo na Síria  Não sei se você é mais um daqueles cristãos que fica só expectando os fatos de longe, ou é daqueles que permite ter sua “agenda de conteúdos” apenas selecionada pelos telejornais ou mídias dominadoras, ou ainda, fica sempre às margens das discussões quando o assunto é a posição do cristão como Igreja viva, no mundo atual. O fato é que precisamos acordar para os grandes assuntos que envolvem a paz no mundo, principalmente no Oriente. Nesta terça-feira (3), um novo projeto de resolução elaborado pelo Senado americano, autoriza o presidente Barack Obama a atacar a Síria durante o prazo de 60 dias, com uma possível prorrogação por mais 30 dias. São 90 dias de possíveis aumentos no número de vidas de inocentes que podem ser executadas. Nessa guerra, que tem como pano de fundo interesses econômicos e políticos, a vida, grande dom de Deus, é sempre deixada de lado. Já são mais de 110 mil pessoas mortas no conflito, segundo a ONU e o Observatório Sírio. A Igreja do Brasil, atendendo aos apelos do papa Francisco no seu último Ângelus, em 1º de setembro, ao pedir um dia orações e jejum pela paz na Síria, tem se manifestado. Dom Giovanni d’Aniello, núncio apostólico no Brasil, reforçou o convite do pontífice para este momento. Os bispos brasileiros receberam, nesta semana, uma carta de Dom Giovanni, que reforça o apelo do Santo Padre e convida o bispado a tomar iniciativas eficazes para envolver a participação das igrejas particulares na ação. Não podemos esquecer as palavras da Igreja, através do papa Francisco, no encontro com os jovens, na última Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, ao falar da “cultura do encontro”, que tem como grande objetivo o diálogo como único caminho para promover a paz. Todos nós, cristãos, precisamos nos posicionar diante do trágico e egoísta cenário de conflitos que estão acontecendo na Síria. Dessa forma, faz-se necessário que cada um de nós busque se atualizar e acompanhar os fatos que estão acontecendo no mundo. São pessoas que, talvez, nunca tenham ouvido a palavra Jesus. Não tiveram a mesma oportunidade que tivemos. 7 de setembro será dia de oração e jejum: apelo do Santo Padre “Por isso, irmãos e irmãs, decidi convocar para toda a Igreja, no próximo dia 7 de setembro, véspera da Natividade de Maria, Rainha da Paz, um dia de jejum e de oração pela paz na Síria, no Oriente Médio, e no mundo inteiro, e convido também a unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras religiões e os homens de boa vontade. No dia 7 de setembro, na Praça de São Pedro, aqui, das 19h até as 24h, nos reuniremos em oração e em espírito de penitência para invocar de Deus este grande dom para a amada nação síria e para todas as situações de conflito e de violência no mundo. A humanidade precisa ver gestos de paz e escutar palavras de esperança e de paz! Peço a todas as igrejas particulares que, além de viver este dia de jejum, organizem algum ato litúrgico por esta intenção.”  O papa Francisco contra a guerra E o que nós cristão podemos e devemos fazer? O papa Francisco, desde o último domingo (1º) tem enviado várias mensagens via twitter aos seus “followers” ou seguidores. De acordo com uma matéria do portal Zenit, o perfil @Pontifex possui mais de 2 milhões de seguidores nas 8 línguas disponíveis, inclusive o árabe. O perfil @Pontifex_pt possui cerca de 727.893 seguidores na língua portuguesa. O primeiro twitter do papa Francisco enviado nesta semana, em 1º de setembro, dizia: “Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra!”. Na segunda-feira (2) o perfil @Pontefix registrou 3 tweets. O primeiro foi: “Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra!”. E alguns minutos depois, ele enviou o segundo: “Queremos um mundo de paz; queremos ser homens e mulheres de paz!”. O terceiro foi: “Quanto sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o uso das armas.” Nesta terça-feira (3), logo cedo, o papa enviou o seguinte tweet: “Jesus vindo junto de nós transforma a nossa vida. Nele vemos que Deus é amor, é fidelidade, é vida que se doa”. E ainda hoje, por volta das 6h da manhã, outro: “Queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz!”. por Raphael Moura

Audiências com o Papa Francisco reiniciam nesta quarta feira, dia 4 de outubro

Nesta quarta-feira, 4 de setembro, serão reiniciadas as Audiências Gerais das quartas-feiras com o Papa Francisco, após a pausa durante as férias de verão europeu. A Audiência, que inicia às 10hs30min, será a 15ª do Pontificado de Francisco. A Rádio Vaticano transmite a Audiência com comentários em português, para a Rede Aparecida e através o Vatican Player, a partir das 5h20min, horário de Brasília. Segundo a Prefeitura da Casa Pontifícia, das primeiras 14 Audiências, realizadas de 27 de março a 26 de junho, participaram 825 mil fiéis. O dado refere-se unicamente aos grupos e indivíduos que enviaram pedidos para participar, informa o L’Osservatore Romano. O número poderia alcançar 1 milhão de fiéis, se contabilizadas as pessoas que não tinham bilhetes de ingresso ou participaram do lado externo da Praça São Pedro.

Papa encontra Congresso Judaico Mundial

“Um cristão não pode ser anti-semita.” Foi o que reiterou o Papa Francisco na manhã desta segunda-feira ao receber em audiência, no Vaticano, uma delegação do “Congresso Judaico Mundial”, conduzida por Ronald S. Lauder. No encontro – refere um comunicado da organização judaica –, se detiveram sobre a grave situação na Síria, reiterando o empenho comum pela paz. Ademais, foi renovada a condenação ao ataque contra as minorias religiosos, como está acontecendo aos cristãos coptas no Egito. O presidente Lauder, acrescenta a nota, ressalta que o empenho do Papa Francisco em favor do diálogo não somente revigorou a Igreja Católica, mas deu também um novo impulso às relações entre judeus e cristãos. A ocasião do foi a chegada do ano 5774 para os judeus do mundo inteiro. O Papa saudou Ronald S. Lauder com a felicitação judaica “Shana tova”, pedindo-lhe que a estendesse aos judeus do mundo inteiro. O Congresso Judaico Mundial é uma organização internacional que representa as comunidades judaicas em cem países. Fundado em 1936, o organismo é particularmente comprometido com o diálogo inter-religioso, especialmente com a Igreja Católica. Fonte: Rádio  Vaticano

Patriarcas e líderes cristãos no Oriente Médio unidos em oração ao Santo Padre

Os líderes cristãos das Igrejas Orientais acolhem e relançam o veemente apelo pela paz na Síria, lançado pelo Papa Francisco no Angelus do último domingo. Como ressaltam à Agência Fides diversos líderes cristãos no Oriente Médio, o apelo “tocou profundamente o coração de todos, dos Bispos e dos simples fiéis. A comunidade cristã na Síria, no Oriente Médio e na diáspora estão felizes e preparam-se para se unir ao jejum e à oração”. O Patriarca Maronita no Líbano, Cardeal Bechara Rai, visitou neste domingo o Patriarca Greco-ortodoxo Youhanna Yazigi. Os dois líderes disseram estar “profundamente confortados pelo apelo do Papa” e estão empenhados em sensibilizar as respectivas comunidades pela oração em comum. Numa declaração conjunta após o encontro, os dois líderes religiosos pedem “a todos os países estrangeiros, na região ou mais distantes, para fazerem todo o esforço possível para resolver o conflito por meios pacíficos e diplomáticos. Julgando como “inaceitável que alguém destrua a vida dos sírios”, os dois líderes manifestam-se “contrários a qualquer intervenção militar estrangeira na Síria”, reiterando que a guerra “não leva a lugar nenhum, senão à destruição e à ruína”. “Queremos sempre falar a língua do diálogo e da paz”, afirma a nota. “Nós cristãos no mundo árabe – recordam – contribuímos para construir a nossa cultura e a nossa sociedade, uma civilização de convivência e moderação. Os cristãos – conclui o texto – não serão nunca um instrumento de guerra e do tráfico de armas, mas confirmam o empenho em construir uma sociedade baseada no respeito, no amor e na cooperação com o próximo”.   Por: news.va

Coreia do Sul: Mensagem do Papa para o Mês dos Mártires

O Papa Francisco enviou mensagem, nesta quinta-feira, ao Arcebispo de Seul, Coreia do Sul, Dom Andrew Yeom Soo-jung, pelo “Mês dos Mártires”, celebrado em setembro próximo. Na mensagem, assinada pelo Secretário de Estado, Cardeal Tarcísio Bertone, o Santo Padre manifesta sua alegria pela Arquidiocese de Seul proclamar setembro o “Mês dos mártires”, em memória daqueles que deram suas vidas pelo Evangelho na Coreia. O Papa espera que aqueles que participarão das peregrinações durante o mês de setembro, “ajudados pelas orações e pelo exemplo dos mártires, possam aprofundar a comunhão com Jesus Cristo que deu sua vida para que pudéssemos partilhar o dom inestimável da vida eterna”. O Santo Padre reza para que esta ocasião possa ser para os peregrinos uma oportunidade de reavivar a fé em seus corações e para que os fiéis possam se comprometer plenamente na urgente tarefa da evangelização. A memória dos mártires coreanos é celebrada em 20 de setembro a fim de recordar os 103 mártires assassinados por ódio à fé durante as perseguições que se alastraram na Coreia de 1839 a 1867. O “Mês dos Mártires” terá início na próxima segunda-feira, 2 de setembro, com uma missa celebrada na Catedral de Myeongdong, sobre o tema “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, inspirado no Evangelho de João 14, 6. (MJ) Fonte: news.va

Diálogo e negociação entre todas as componentes da sociedade única opção para pôr termo ao conflito da Síria

 Na manhã desta quinta-feira, 29 de Agosto, o Santo Padre recebeu Sua Majestade o Rei da Jordânia, Abdullah II, e a Rainha Rania. Seguidamente o Soberano teve um encontro com o Cardeal Tarcísio Bertone, Secretário de Estado, que se encontrava acompanhado pelo Arcebispo D. Dominique Mamberti, Secretário para as Relações com os Estados. Como informa o comunicado oficial, no decurso dos colóquios foram passados em resenha alguns temas de interesse comum, sobretudo a promoção da paz e da estabilidade no Médio Oriente, com particular referência ao retomar das negociações entre Israelitas e Palestinianos e à questão de Jerusalém. Reservou-se especial atenção à trágica situação em que se encontra a Síria. A este propósito foi reafirmado que a via do diálogo e da negociação entre todas as componentes da sociedade síria, com o apoio da comunidade internacional, é a única opção para pôr termo ao conflito e às violências que em cada dia causam a perda de tantas vidas humanas, sobretudo entre a população inerme. O comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé conclui referindo ainda o apreço manifestado pelo empenho do Rei Abdullah no campo do diálogo inter-religioso e pela iniciativa de convocar em Amã, no início de Setembro, uma Conferência sobre os desafios que os Cristãos no Médio Oriente têm que enfrentar, particularmente neste período de transformações  sociopolíticas. Sublinhado também o contributo positivo que as comunidades cristãs fornecem à sociedade da Região, de que são parte integrante. A propósito da audiência do Papa Francisco ao rei Abdallah da Jordânia, esta manhã, num momento tão delicado para todo o Médio Oriente, Alessandro Gisotti entrevistou o arcebispo Maoun Lahham, vigário patriarcal para a Jordânia, do Patriarcado Latino de Jerusalém: – A Jordânia é um país que inspira paz, embora exista receio por aquilo que se está preparando. Esperemos que não aconteça. Penso que a visita do Rei ao Pontífice é uma ocasião, antes de mais, para falar da paz na Terra Santa e na Jordânia, mas especialmente na Síria, com todas as ameaças que temos vindo a ouvir. Por aquilo que está a acontecer, a Jordânia, não obstante seja um pequeno país, desempenha um papel importante para a paz síria. Esperemos que os “grandes” cheguem à paz, em vez de fazerem a guerra, que encontrem uma solução pacífica. E esperemos que a Jordânia possa desempenhar um papel positivo, unindo-se à posição da Santa Sé. – Obviamente que há uma esperança de paz, embora se fale de uma intervenção militar… – É terrível! Sim, temos verdadeiramente medo! – Medo de que se alargue e piore uma situação já tão dramática e complicada… – Absolutamente, porque a violência gera sempre violência. E ninguém acredita no interesse dos Estados Unidos e da Europa pelos direitos do homem ou pela defesa dos mais débeis, ninguém acredita nisso. Não há ninguém que creia nisso! Todos procuram os seus próprios interesses políticos e económicos. E como ninguém acredita na sua boa vontade, não queremos que esta vontade de guerra se aplique à Síria. Esperemos que prevaleça a voz da razão, e para nós a voz da fé, e que se encontre uma solução pacífica para a crise. Fonte: Radio Vaticano

Papa Francisco: “Inquietação do coração conduz a Deus e ao próximo”

Papa Francisco saiu do Vaticano na tarde desta quarta-feira, 28, e foi ao centro de Roma para presidir a missa de abertura do Capítulo Geral da Ordem dos Agostinianos. A visita do Papa à Basílica de Santo Agostinho atraiu centenas de pessoas e a área ficou completamente tomada por romanos e turistas que aguardaram horas pela chegada do veículo utilitário de Francisco. O Papa desceu do carro com sua própria mitra na mão, o que chamou a atenção dos fotógrafos e foi bastante destacado pela imprensa. Mais um gesto ‘normal’ do Pontífice. Antes de entrar na basílica, se deteve na rua cumprimentando as pessoas. “A inquietação do coração conduz a Deus e ao amor”: foi a mensagem central de sua homilia, proferida diante de frades dos cinco continentes, religiosas e consagrados que seguem a regra do bispo de Hipona, e alguns leigos. O Papa convidou a assembleia a deixar-se levar por esta inquietação pessoal para conhecer Cristo e pelas necessidades dos próximos para responder a seu amor. Salientando o percurso pessoal de Santo Agostinho, Francisco exortou a refletir sobre a inquietação em três aspectos: “a busca espiritual, a inquietude do encontro com Deus e a inquietude do amor”. “O tesouro de Agostinho é justamente o seu comportamento de não ‘privatizar’ o amor, mas estar ‘sempre em caminho, e sempre inquieto’. Podemos nos questionar: eu vibro por Deus, para anunciá-lo, para apresentá-lo? Ou me deixo fascinar pela mundanidade espiritual que me leva a fazer tudo por amor de mim mesmo? Nós, consagrados, pensamos em interesses pessoais, no bom funcionamento de nossas obras, em nossas carreiras…”. “Por acaso me acomodei na minha vida cristã, de sacerdote, na minha vida na comunidade, ou ainda mantenho a força da trepidação por Deus e por sua Palavra, que me leva a ‘sair’ de mim mesmo e ir em direção dos outros?”. Prosseguindo, Francisco disse “sentir pena” quando pensa nos consagrados não-fecundos, “solteirões” que não têm vibração espiritual para anunciar o Senhor com coragem e ir ao encontro de todo irmão ou irmã; e terminou citando como exemplo a “fecundidade” pastoral de Santo Agostinho, o “inquieto”. Fonte: News.va

Papa volta a surpreender e responde a carta de um jovem italiano com uma ligação telefônica

Stefano Cabizza tem 19 anos de idade e ainda está maravilhado. Faz uns dias recebeu uma ligação do Papa Francisco, que telefonou para ele como resposta a uma carta que recebeu do jovem. O Papa Francisco telefonou no dia 22 de agosto por volta das 17h e conseguiu falar depois da segunda tentativa. Ambos conversaram por oito minutos nos que “riram e brincaram”, conforme assegura o jovem. “Também me pediu que eu reze muito a São Estevão (de quem leva o nome Stefano) e também por ele. Abençoou-me e senti crescer em mim uma grande força”, acrescentou. Faz poucos dias Stefano se encontrava de peregrinação junto com a sua família em Roma e foi até o povoado de Castel Gandolfo -a 25 quilômetros da cidade-, para assistir à Missa que o Pontífice celebrou em 15 de agosto pela festa da Assunção da Virgem. Stefano escreveu uma carta para o Papa e conseguiu que através de um Cardeal –que desconhece o nome-, chegasse até o Pontífice. A resposta veio por telefone. “Eu quis compartilhar esta experiência maravilhosa simplesmente para mostrar este grande gesto de humildade e proximidade que o Papa Francisco tem conosco os fiéis”, concluiu Stefano. O jovem estudante de Engenharia Informática, apaixonado por futebol, recordará como um dos melhores momentos de sua vida sua conversa com o Papa. Esta não é a primeira vez que o Pontífice surpreende os fiéis que demonstram o seu carinho. Recentemente, uma mulher que cumpre prisão no Serviço Penitenciário Portenho (Argentina), conhecida agora apenas como Gaby C., recebeu uma emotiva carta do Santo Padre, agradecendo-lhe por umas hóstias que ela mesma fabricou e mandou da prisão para o vaticano. Por: ACI Digital

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