Festival Halleluya endossa campanha de apoio ao cantor Walmir Alencar
Nesta sexta-feira (18/09), o Festival Halleluya divulgou a campanha e pediu ao público que colabore com o artista neste momento desafiador de sua vida.
Nesta sexta-feira (18/09), o Festival Halleluya divulgou a campanha e pediu ao público que colabore com o artista neste momento desafiador de sua vida.
Procedimento poderia ter lhe deixado paraplégica.
A mãe conta que a cena não é inédita. José sempre faz isso diante de Jesus Eucarístico.
Para muitos, sinal de sofrimento. Para nós, a salvação
Mariana Jerônimo, jovem vocacionada à Comunidade Católica Shalom, testemunha o amor de Deus por ela através da vocação
Ser família Shalom é ser a resposta para o mundo de hoje e para tantos lares que necessitam do anúncio feliz e concreto de Cristo que é capaz de transformar todos os lares
Na Carta Apostólica Mulieris Dignitatem lemos que podemos enfrentar as transformações do tempo presente de modo correto e adequado somente se retomarmos o caminho dos fundamentos que se encontram em Cristo, e este caminho é aquele das verdades e dos valores imutáveis, dos quais Ele mesmo é testemunha fiel e Mestre. Se escolhermos um modo diverso de agir podemos chegar a resultados duvidosos, errôneos e ilusórios.[1] Assim, para compreender o valor da mulher e do homem, devemos partir daquele fundamento originante, que explica e celebra a sua essência e a sua missão no mundo. Sem recorrer a este princípio, corremos o risco de reduzir a dignidade do homem e da mulher às características mutáveis da cultura e da sociedade. A narrativa da criação do homem no capítulo primeiro afirma desde o princípio e diretamente, que o homem foi criado à imagem de Deus enquanto macho e fêmea. A narrativa do capítulo segundo, pelo contrário, não fala da “imagem de Deus”; mas revela, do modo que lhe é próprio, que a completa e definitiva criação do “homem” (submetido primeiramente à experiência da solidão original) se exprime em dar vida àquela “communio personarum” que o homem e a mulher formam. Deste modo, a narrativa javista adapta-se ao conteúdo da primeira narrativa. Se, vice-versa, queremos tirar também da narrativa do texto javista o conceito de “imagem de Deus”, podemos então deduzir que o homem se tornou “imagem e semelhança” de Deus não só mediante a própria humanidade, mas ainda mediante a comunhão de pessoas, que o homem e a mulher formam desde o princípio.[2] Ao longo dos séculos, no desenvolvimento histórico e social da humanidade, este desígnio de Deus sobre o homem e a mulher não foi acolhido como fundamento nas relações, ao contrário, o desconhecimento do valor inato do qual cada um é portador criou barreiras sempre maiores entre homens e mulheres, impedindo a comunhão e, consecutivamente, a realização plena da pessoa que só pode existir na doação total de si e no acolhimento sincero do dom do outro. Quando o homem e a mulher romperam a aliança com Deus (Gn 3), rompeu-se, também, a comunhão entre ambos. A diferença sexual, que antes foi causa de júbilo: “Esta sim, é osso dos meus ossos e carne de minha carne!” (2,23a), na nova situação “os fez mais divididos ou mesmo contrapostos por causa da masculinidade ou feminilidade”[3]; a concupiscência e o orgulho os impediu da apropriação do dom do outro e do dom da diferença que os torna complementares. O Papa Francisco, segundo observa o Cardeal Sergio da Rocha[4], rejeita a subordinação social da mulher ao homem, assim como a igualdade absoluta de ambos, e para expressar de modo justo o relacionamento entre eles na sociedade e na Igreja, propõe um novo paradigma de reciprocidade na equivalência e na diferença, pois ambos possuem uma natureza idêntica, mas com modalidades próprias. As mudanças culturais, sobretudo nos dois últimos séculos, revelam uma crescente incompreensão acerca da dignidade e missão dada por Deus ao homem e à mulher, e tal incompreensão deu base a teorias e projetos que só aumentam a rivalidade e a rejeição à verdade do outro; ao mesmo tempo a igualdade que tentam proclamar é irreal e ilusória porque é resultado de construtos sociais, além de serem fundamentos para consolidar ideologias que descaracterizam a dignidade da pessoa. Nesse contexto falar de “essência” dos sexos pode ser facilmente acusado de confundir a especificidade masculina e feminina com ideias estereotipadas que constrangem a pessoa individual nos confins de um esquema fixo. No feminismo contemporâneo tende-se a distinguir sexo biológico de sexo social e cultural, ou seja, a corporeidade sexuada seria um produto cultural, e tendo colocado essas bases para uma nova antropologia, a luta pela libertação da mulher irrompe contra a figura masculina e, numa confusão de linguagem, fala-se do “masculino” como causa e promotora de toda a violência contra a mulher, denominando “masculinidade tóxica” aquilo que de fato é nocivo, mas que nao deve ser confundido como sinônimo de masculino. As lutas dos vários feminismos ao longo do tempo, no afã de “libertar” a mulher, tem transcurado características essenciais, até vitais, impondo “em marcha forçada, uma espécie de masculinização da mulher que lhe deforma a identidade a ponto de a anular”[5]. Defender a mulher da violência, do machismo e das descriminações sociais não pode ser um pretexto para colocar em ato projetos de desconstrução da identidade do homem, da mulher e da família. A confusão social e cultural criada a partir dessa visão reduzida, conduz muitas mulheres a renúncia da feminilidade e à apropriação daquelas atitudes contra as quais ela deseja lutar, a dominação, o autoritarismo e a violência. Para vencer o mal é necessário fortalecer o bem, por isso é fundamental recuperar a beleza e a verdade acerca da identidade do homem e da mulher. Josefa Alves é mestre em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Bacharel em Teologia pela Facoltà di Teologia di Lugano, membro da Comunidade Católica Shalom e Coordenadora Científica do Instituto Parresia. Bibliografia: [1] Cf. JOÃO PAULO II. Mulieris Dignitate 28. [2] Idem. Audiência Geral, 14/11/1979. Disponível em: http://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/audiences/1979/documents/hf_jp-ii_aud_19791114.html. [3] Idem. In: http://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/audiences/1980/documents/hf_jp-ii_aud_19800618.html. [4] CARDEAL SÉRGIO DA ROCHA. As mulheres, pilares na edificação da Igreja. In: Pontificia Comisión para América Latina. La mujer, pilar em la edificación de la Iglesia y de la Sociedad em América Latina. Actas de la Reunión Plenaria. Ciudad del Vaticano: LEV 2018, p.293. [5] ANGELO SCOLA. Homem e mulher. O desafio do amor humano, Belo Horizonte: Ed. O Lutador 2010, p. 27. JOÃO PAULO II. Mulieris Dignitatem, São Paulo: Paulinas 1988. ______. Audiência Geral. Disponível em: http://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/audiences/1980/documents/hf_jp-ii_aud_19800618.html. ______. Audiência Geral, Disponível em: http://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/audiences/1979/documents/hf_jp-ii_aud_19791114.html. CARDEAL SERGIO DA ROCHA. As mulheres, pilares na edificação da Igreja, in: PONTIFICIA COMISIÓN PARA AMÉRICA LATINA. La mujer, pilar en la edificación de la Iglesia y de la sociedad en América Latina. Actas de la Reunión Plenaria, Ciudad del Vaticano: LEV 2018, p 287-293. ANGELO SCOLA. Homem e mulher. O desafio do amor humano, Belo Horizonte: Ed.
O Instituto Parresia lança no dia 1º de Setembro um curso especial sobre esse tema.
O Instituto Parresia lançou um curso em julho sobre o tema “Os Evangelhos: O coração da Revelação”. Nele você encontra um conteúdo sólido e rico. Você entenderá mais sobre o processo de formação e mergulhará em alguns dos tesouros que os quatro evangelistas providencialmente nos deixaram a respeito da vida e obra de Jesus Cristo. O conteúdo do curso segue aquilo que já foi oferecido em um curso anterior sobre as Sagradas Escrituras, mas traz, também, alguns elementos novos, especialmente na parte de introdução às questões preliminares do estudo desse conteúdo. Dentro desse conteúdo programático do curso, além dos vídeos, textos e podcasts que se encontram na plataforma do site (Institutoparresia.org) disponíveis apenas para alunos inscritos, o Instituto Parresia também está fazendo webinários (aulas ao vivo dentro do curso) para tirar dúvidas e para aprofundar temas relevantes. O Instituto Parresia irá oferecer gratuitamente um dos Webinário desse curso. Ele será disponibilizado para quem quiser acessá-lo através do link do Youtube abaixo. A aula será quinta-feira, dia 27 de agosto, às 20 horas, e depois ficará salvo no canal do YouTube do Instituto Parresia. Inscreva-se no curso sobre Teologia do Corpo A Teologia do Corpo: a força do amor humano é uma proposta ousada e apaixonante. Tendo por base a riqueza do ensinamento de São João Paulo II sobre o amor humano, este curso oferece um estudo abrangente e multidisciplinar. A intuição básica de São João Paulo II é que “pelo fato de o Verbo de Deus ter se feito carne, o corpo entrou pela porta principal na teologia” (TDC 23,4). Seu universo filosófico-teológico é riquíssimo, o que faz com que sua Teologia do Corpo seja tão apaixonante. Você sabe qual é o valor do corpo humano, segundo São João Paulo II? Afinal, qual o valor deste dom que nos foi dado gratuitamente pelo Criador? Neste curso, você irá aprofundar e atualizar, no contexto cultural em que vivemos, o mistério e a beleza da sexualidade humana, como força de amor que conduz à liberdade e à realização total de si. Perceberá como a verdade do amor, proclamada pelo Cântico dos Cânticos, não pode ser separada da “linguagem do corpo”. “Põe-me como um selo sobre o teu coração, como um selo sobre os teus braços; porque o amor é forte como a morte, a paixão é violenta como o Sheol. Suas centelhas são centelhas de fogo, uma chama divina” (Cântico dos Cânticos 8, 6) Mais informações: Inscreva-se na nossa Newsletter Siga o perfil no Instagram Podcasts no Spotfy : Instituto Parresia Nosso Site: https://www.institutoparresia.org/ E-mail: institutoparresia@comshalom.org
Na Teologia cristã do Oriente, fortemente mística e simbólica, Santidade e Beleza são praticamente sinônimos.