Minha vida é fruto da oferta de jovens missionários
Posso dizer que cada suor, cada lágrima de um missionário derramada tem um grande valor, pois Deus alcança inúmeras vidas que se encontram no fundo do poço, eu fui uma dessas vidas.
Posso dizer que cada suor, cada lágrima de um missionário derramada tem um grande valor, pois Deus alcança inúmeras vidas que se encontram no fundo do poço, eu fui uma dessas vidas.
A partir do Acamp’s, tudo começou a mudar, aonde finalmente descobri, que o amor não é apenas um sentimento, mas uma pessoa
A primeira etapa da Expedição Missionária acontece de 22 a 27 de janeiro de 2019 durante a jornada no Panamá.
Vocês sabem qual é a sensação de acordar cedo a uma segunda feira para ir para a escola e questionarem-se: “será que isto vale a pena?”, ou melhor, “será que alguma coisa vale a pena neste mundo?”
Quando me decidi por Deus fui conhecendo melhor um pouco sobre a vida de oração e sendo introduzida neste método oracional Lectio Divina – Tal método consiste em: leitura, meditação, oração e contemplação. O que mais me encantava era como a palavra que o Senhor dava diariamente relacionava-se com o que estava vivendo naquele tempo. A palavra estava em constante movimento e sentia concretamente uma movimentação em meu coração, sentia o desejo de conversão, sentia que o Santo Espírito fazia coisas que os meu olhos não conseguiam ver, crescia em mim o desejo de dar mais, evangelizar, servir. A oração exige que supliquemos ardentemente a presença do Espírito Santo, pois sem ele nada se pode compreender. Uma experiência muito forte que eu tive com a palavra foi em uma das minhas crises de angústia e solidão, eu comecei a rezar e a passagem do estudo bíblico, o qual estava lendo, era sobre a paternidade de Deus e o seu cuidado. Senti muito forte um abraço, abraço de paz. Abraço de quem ama. Eu poderia utilizar qualquer palavra mas nenhuma seria capaz de descrever aquele momento. Em suma, a palavra de Deus é algo valioso. A bíblia não é somente um livro escrito por homens mas são palavras saídas da boca do próprio Deus e que merece toda dada importância. É necessário, portanto, ter sede e uma constante busca para saber quem é Deus, e encontrá-lo em sua palavra. É importante destacar que, a medida que levamos essa busca de Deus a sério nós nos tornamos palavra viva. Isso frutifica na nossa vida e na vida do outro. Por Karina Barros
Posso com convicção dizer que ir em missão foi a melhor escolha da minha vida. Manaus para mim é casa, refúgio e abrigo. Meu nome é Nathália Peixoto. Tenho 24 anos, sou brasiliense, estudante de ciências econômicas, vocacionada da Comunidade Católica Shalom e vivi os últimos 9 meses em missão na Amazônia. Há muito tempo Deus colocava em meu coração um grande desejo pela vida missionária. Os conselhos evangélicos vividos de forma tão intensa me atraíam, a radicalidade no anúncio do evangelho me encantava. Mas, os jovens foi o ponto principal que me fez decidi em ofertar esse tempo da minha vida. O amor de Deus que muito me alcançou e já não era capaz de reter só para mim. Então fui em busca de amar o ‘Amor’ parti de Brasília para Manaus. Viver em Manaus foi um desafio. As batalhas espirituais para quem luta por fazer a vontade de Deus são grandes, a carne grita, mas a misericórdia d’Ele é abundante. Manaus é incrivelmente quente assim como o coração daquele povo, e foi isso o que me sustentou. Na proporção como via aquele povo se abrir para Altíssimo tive ainda mais carinho pela missão. Lancei para trás todo temor na certeza de que só Deus basta. Hoje, de volta a Brasília, vejo que ofertar minha família, o trabalho, a faculdade e os amigos foi a melhor decisão da minha vida. Deus cuidou de tudo no mínimo detalhe. Fez muito melhor que eu seria capaz de fazer, sem falar da pessoa que me tornei, é fruto dessa oferta. Ir em missão me ensinou que a santidade hoje é possível, através da oração pessoal, parada, contemplativa, aos moldes de Santa Teresa D’Ávila. Fez-me ainda mergulhar em uma via de autoconhecimento que só é possível quando se abandona completamente nas mãos de Deus. Posso com convicção dizer que ir em missão foi a melhor escolha da minha vida. Manaus para mim é casa, refúgio e abrigo. O povo manauara ainda é o meu povo e a Obra Shalom em Manaus para sempre será o motivo da minha vida e oferta. A vida missionária fortaleceu meu amor a Deus, aos homens e Igreja. “Quem pensa que o amor acaba quando começam as penas e os contratempos que a vida traz sempre consigo. É então que o amor se fortalece.” São Josemaría Escrivá Por Nathália Peixoto Siga Shalom Brasília Seguir no Instagram: instragram.com/shalombrasilia Curtir no Facebook: facebook.com/shalombrasilia/ Assinar canal do YouTube: youtube.com/comshalombrasilia Seguir no Twitter: twitter.com/shalombrasilia
O mês de setembro é marcado pela campanha do ‘Setembro Amarelo’. É uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), que busca a conscientização e prevenção do suicídio. Como a depressão tem crescido assustadoramente entre os jovens e adolescentes, o assunto é delicado e deve ser tratado nas rodas de conversa. Para conhecermos a história de quem de fato passou por isso, a jovem Bárbara Mendes, testemunhou sua experiência nessa desafiadora fase da vida. Bárbara tem 20 anos, e é vocacionada da Comunidade Católica Shalom de segundo ano. Ela conta que tinha acabado de ter seu encontro pessoal com Deus em um grupo jovem em julho de 2013. Estava muito bem, vivendo sua vida de fé, até que em meados de setembro do mesmo ano, entrou em um quadro de depressão associado ao toque (transtorno obsessivo compulsivo). “A maior parte da minha família por parte de mãe tem depressão e tenho um tio que já se suicidou por conta disso. Acho que o histórico familiar tenha contado para que tivesse essa tendência”, disse. Após a descoberta, Bárbara iniciou o tratamento, sempre apoiada em sua fé e acredita que isso tenha sido muito providencial. Apesar de não entender os motivos de passar por diversas dificuldades, ela sabia que Deus a ajudava todo instante. Os sentimentos eram diversos. “Eu não conseguia demostrar afeto pelas pessoas da minha casa. Não conseguia estar perto daqueles que eu tanto amava e não realizava tarefas simples como ir ao shopping. Isso tudo começou a se tornar uma tortura para mim. Tinha muita dificuldade em estar em um ambiente com muitas pessoas.” Quando passava por crises o sentimento dela era de estar dentro de um furacão onde os pensamentos a jogavam de um lado pro outro. Na sua cabeça um turbilhão de emoções. “Quando eu tinha as crises eu sempre pedia que Nossa Senhora estivesse comigo e eu me sentia muito cuidada e olhada por ela.” Sempre muito independente, ela se viu dependente de todos para tudo. “Eu virei uma criança novamente. Essa sensação me educou, porque me fez entender que não estou sozinha no mundo, que existe um Deus que olha por mim. Comecei a valorizar minha família e amigos. A depressão me tornou muito humilde, me ensinou a ser pequena diante das coisas. Aprendi que não me basto por mim mesma.” Durante o seu tratamento em 2015, Bárbara conheceu a Comunidade Católica Shalom, onde revigorou sua juventude novamente. “A depressão tira a sua essência. Participar do acampamento de jovens e ir ao grupo de oração foi recordando muito a minha juventude, de quem eu era. Foi um processo de crescimento, onde fui uma criança e aos poucos fui crescendo.” Desde 2015, ela permanece em tratamento e percebe uma melhora significante. “Não dou o testemunho de alguém que venceu, mas sim de uma pessoa que passa por um processo de cura. O caminho que trilho hoje é o caminho da pequenez que Deus me deseja inserir e me fazer depender Dele. Isso me torna melhor.” Ela diz ser muito apoiada e sustentada pela vocação, por aquilo que Deus a chama a viver. “Sou grata a Deus diante de todas as coisas que vivo e percebo que fui uma pessoa antes da depressão e hoje sou outra. Louvo a Deus por tudo que vivi. Antes achava que isso era ‘frescura’, que as pessoas viviam essa realidade porque não tinham a Deus. Fui percebendo que é uma doença como qualquer outra e que muitos santos passaram por noites escuras. Porque nós não iremos passar?”. Bárbara deixa um conselho para as pessoas que passam por essa realidade: “Olhemos para esse tempo como um período que o Senhor deseja nos educar em determinadas áreas da nossa vida. Por mais difícil que seja, enxerguemos as coisas boas deste momento, porque vai passar. Tudo na vida passa. Peçamos a Deus a graça de enfrentar e não ter medo de procurar ajuda, porque Deus cura através dos profissionais.” Por Bruna Fernandes Siga Shalom Brasília Seguir no Instagram: instragram.com/shalombrasilia Curtir no Facebook: facebook.com/shalombrasilia/ Assinar canal do YouTube: youtube.com/comshalombrasilia Seguir no Twitter: twitter.com/shalombrasilia
Conto-lhes, de antemão, a história de uma jovem que havia perdido a fé em Deus. Dada a descrença, tornei-me uma adolescente amarga e restrita em possibilidades. Adotava o pessimismo como estilo de vida.
E no decorrer do acampamento eu ia percebendo que tudo acontecia naturalmente, de acordo com a vontade de Deus, mesmo perante minhas dores, meus medos.
Para eles, o livro representa a celebração “das maravilhas do Senhor, que age nos instrumentos mais inadaptados”.