Eu vivi nas ruas. Hoje vivo o amor que me resgatou

Olá! Meu nome é Maria de Nazaré Rodrigues, tenho 23 anos, sou natural de Cruzeiro do Sul (AC). Conheci a Comunidade Católica Shalom mais ou menos em 1999, quando eu tinha sete anos. Fui criada pela minha avó na beira do rio, onde a realidade era e ainda é muito desafiante. Por grande necessidade, sempre vivíamos na rua pedindo comidas e roupas com meus primos e amigos, até que um dia, nós encontramos três pessoas da Comunidade Shalom. Muito tímida e com medo, eu não queria me aproximar, mas vendo meus amigos ir acabei indo também, e os missionários começaram a cuidar da gente, falar de Deus, fazer orações, brincadeiras, e aquilo foi me atraindo. Depois, eles conseguiram uma casa onde iniciaram as atividades do Projeto José do Egito. Infelizmente, com o tempo, meus colegas foram se afastando, voltaram a viver muito na rua, a beber e a usar drogas. Eu, pela graça de Deus, fui a única daquela turma que permaneceu firme, mesmo tendo tudo para cair e desistir, pois meus primos, às vezes, usavam droga na minha casa, quando minha avó não estava presente e, por diversas vezes, eles me ofereceram. Eu cresci no mundo das drogas, vendo tudo acontecer, mas Deus me livrou de tudo e não caí nas tentações que sofria. Com o tempo, as meninas começaram a me levar mais para o Shalom, às vezes eu ia dormir na casa comunitária, comecei a ir com as missionárias à Missa e a cada dia, através da Comunidade, eu fui me apaixonando mais por Deus. Fui me tornando grata pelas grandes obras que Ele já tinha feito em minha vida. E as coisas foram caminhando dessa forma. Estou aqui, sou um testemunho para todos, mas vejo que principalmente o devo ser para meus amigos, que até hoje se encontram em estado crítico por causa das drogas. Alguns reconhecem onde estão, mas não têm forças para levantar. Falam que estão realmente muito felizes por ver a vida que eu decidi seguir e que sou um grande exemplo para eles. Com 16 anos que participo da Obra Shalom em Cruzeiro do Sul, hoje sou vocacionada. A cada dia, meu desejo por Deus, por minha santidade, torna-se maior. Quero descobrir a vontade de Deus para a minha vida, quero corresponder ao amor de Deus com a minha oferta de vida. Sou grata quando me lembro do lugar de onde Deus me tirou, sou grata por Ele me amar tanto e por seus livramentos diários. Sou grata por Ele me apresentar cada irmão da comunidade que tanto me ajudou e me ajuda. Hoje minha vida ainda não é fácil, há tentações que só consigo vencer pela graça e misericórdia de Deus, mas assim sigo com meu Deus, meu Tudo, tendo a total certeza de que é isto que eu quero para minha vida: ser feliz, ser de Deus, ser Shalom.

A última lição de meu pai

Nunca experimentei isso na minha vida! Hoje tive a oportunidade de conhecer meu pai, no leito de uma UTI. Quando eu nasci, meus pais se separaram. Cheguei a vê-lo umas quatro vezes, porém era tão raro que não dava tempo da imagem da figura dele se fixar na minha memória. Assim, se por acaso ele passasse na rua, eu não o reconheceria. Como disse, hoje fui visitá-lo na UTI. Foi uma das emoções mais fortes que tive na vida. Minhas pernas tremiam mais do que uma vara verde. Não sabia onde tocá-lo, se podia mexer nele, dar um beijo, sei lá, se poderia fazer mal… Muito timidamente e olhando para os lados, aproximei-me. Verifiquei que os batimentos estavam estáveis em 40 ( não sei como se chama a nomenclatura para isso). Cheguei perto do rosto dele e disse: “Pai, aqui é a sua filha, Neide, eu vim dizer que o perdoo, fique em paz”. Imediatamente, sem exagero, imediatamente os batimentos foram caindo. Eu, naquela UTI, chamei a responsável e ela disse que ele estava partindo. Então, os batimentos caíram até chegar em 0. E, assim, ele se foi. Nesses poucos minutos que fiquei com meu pai, pude perceber alguns traços meus nele, descobri de onde vinha minha calvície, e a nossa cor de pele é a mesma. Pode-se dizer que, por eu não ter crescido com ele, não aprendi coisas legais como andar de bicicleta, ir ao estádio ou algo parecido. Mas no último instante da vida dele, ele me deu de presente a maior lição que qualquer pai poderia dar: o valor do perdão! Obrigada, pai, que Deus o tenha!   Maria Neide Oliveira

Deus não me impôs nada, Seu Amor me fez livre

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Samuel Pereira. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Olá! Meu nome é Samuel Pereira da Silveira, tenho 21 anos, sou natural de Redenção (CE). Sou postulante da Comunidade Católica Shalom em Brasília (DF). Fazem sete meses que estou aqui. A manifestação eterna que devemos fazer é a de sermos filhos de Deus, manifestar a sua misericórdia, mostrar para o mundo que Ele nos ama de tal forma que seu amor nos deixa livres. Esse amor não se encontra em qualquer esquina, ele está dentro de nós. É na intimidade com Deus que nasce o desejo de manifestá-lo, de mostrar para os outros que é possível ser feliz sem ferir nossa dignidade, sem ferir os outros. Foi dessa forma que Deus me atraiu. Ele me amou dessa forma, sem que eu quisesse mudar no início. Mas Ele me quis e me fez experimentar de uma alegria que não passa, de uma manifestação eterna de céu, de amor, manifestação de sua misericórdia por mim e pela minha história. Deus não me impôs nada, mas o seu Amor me fez livre. Hoje eu quero gritar para o mundo ouvir, e dizer que minha experiência com sua misericórdia ultrapassa tudo, que somos capazes de sermos felizes.

“Ensinamos aos nossos filhos que o mais importante é Deus e o seu Reino”

Quando tomei a decisão de vir para Curitiba, tinha certeza absoluta que Deus tinha reservado muitas coisas para minha vida. Desde o dia em que cheguei em Curitiba no dia 22 de novembro de 1993, onde não tinha lugar para ficar e alguém que nunca vi na vida me abriu as portas de sua casa, isso até parece loucura mas aconteceu de verdade, não é mesmo Maurílio Barbosa? Neste tempo ganhei amigos que considero até hoje. Em 1995 conheci a Patrícia, começamos a namorar, noivamos e em 2001 casamos, em 2004 tivemos um presente duplo, onde nasceram a Bianca e Mayra e em 2013 o presente mais novo, o Ian. Desde a minha adolescência tenho participado da igreja, algumas vezes mais ativo outras menos, quando comecei a namorar a Patrícia, participamos juntos de grupo de jovens, equipe animação da missa, grupo de oração e em 2011 começamos a participar do Shalom Curitiba, onde iniciamos nossa jornada participando do Grupo de Oração Santa Gianna Beretta Molla, onde estamos até o momento. Temos vivido e aprendido muito participando deste grupo e com esta comunidade. Já participamos de muitos eventos e atividades, tanto participando ou trabalhando: retiros, seminários, encontros, e muito mais. Em paralelo participamos da Paróquia São Pedro e São Paulo, no Tingui, onde a Bianca e Mayra são coroinhas. Somos uma família normal, com defeitos, dificuldades mas também com virtudes e qualidades, temos tristezas e alegrias, sofremos com as derrotas e vibramos com as vitórias, mas acima de tudo estamos sempre tentando melhorar e progredir em todas as áreas de nossas vidas, afinal a Esperança em Cristo é que nos move. Acreditamos no valor da família e tentamos ensinar a nossos filhos, que o mais importante está em Deus e no seu Reino e não mentalidade de hoje que prega que quanto mais tivermos mais bem sucedidos seremos. Queremos ser bem sucedidos para Cristo e seu Reino e com isso ganhar a maior recompensa que é o céu. Com isso tentamos fazer o que é possível para nós como família, nos propomos a participar das atividades sempre juntos, mesmo as vezes não sendo possível. Não somos perfeitos e nem tentamos ser, pois afinal perfeito somente Cristo, mas também estamos sempre buscando o melhor para nossa família. Não nos colocamos como exemplo, pois somos fracos e pecadores, mas na nossa fraqueza seguramos as velas, para ajudar a iluminar o caminho dos que vem junto ou simplesmente passam por nós. Shalom, Emerson Valério Pechiski e Família.

Obrigada, Senhor, por tantas graças em minha vida

Há um ano atrás, em um dia de domingo, estávamos em casa eu e meu esposo Eriverton Ribeiro, assistindo a um programa qualquer de TV. Sabíamos que estava ocorrendo o Halleluya em Fortaleza e que a banda Adoração e Vida, de que gostamos muito, iria tocar,  porém como era domingo e no dia seguinte teríamos que trabalhar, já havíamos decidido não ir. Quando, por volta de 18h, o Senhor nos chamou e nos fez ir ao seu encontro. Assim fizemos… Na hora da adoração ao Santíssimo Sacramento, não tenho palavras para descrever o que houve, apenas sei que me entreguei por completo a esse momento. Com muitos agradecimentos em mente e inúmeros pedidos a serem solicitados, foquei em somente um. Ele me atendeu. Por incrível que pareça, por mais que vocês não acreditem quando esse pedido foi realizado, meu esposo me confessou que também pediu a mesma coisa a Deus. Bem, meus amigos, e assim Ele disse: “Onde houver dois ou mais reunidos em meu nome, Eu estarei lá”. Sim! Ele estava lá e ouviu a nossa prece. Nosso pedido foi realizado. Nossa filha Evellyn foi concebida. Por isso, ela carrega o nome de Vitória. Meu Senhor, obrigada por tantas graças em minha vida. Obrigada por ouvir nossa prece. A Ti, infinitas graças. Minha filha linda hoje existe, é perfeita e entrego o caminho dela a Deus pois sei que o melhor Ele fará. Minha família, tudo para mim. Abençoa-nos Senhor. Amém. Vanessa Benigno

Retiro de Aprofundamento vocacional

O Retiro de aprofundamento vocacional foi realizado no último final de semana de agosto em Senhor do Bonfim, contando com a presença de 101 vocacionados incluindo os da missão de Juazeiro. Muitos testemunhos e decisões vocacionais depois desse encontro. Vale a pena conferir.

Tudo em minha vida mudou

Meu nome é Antônia Joicimara, tenho 17 anos. Conheci a Comunidade Católica Shalom através de uma amiga que hoje é membro da Comunidade de Aliança, Railene. Ela sempre me convidava pra ir até o Shalom, até que um dia resolvi participar do retiro de jovens “Tô Nessa”. Fui por pura curiosidade, mas lá Deus me alcançou. Comecei, então, a participar do grupo de oração, mas ainda superficialmente. Não tinha uma vida de oração como deveria, tantas vezes até pensei em desistir, mas Deus, que não desiste nunca, ainda tinha algo grandioso para realizar em minha vida: no “Dê suas férias para Jesus”, vivi uma experiência profunda de encontro com Deus. (Saiba o que é o ‘Dê suas férias pra Jesus’, clicando aqui) Antes, eu via minha vida apenas passar, via meus pecados, minhas dores e angústias, mas nessa experiência com Deus, através de palavras, Ele me mostrou que em todos os momentos estava comigo. E então, percebi que não dava mais para viver daquela maneira, sem sentido, isolada, tinha a minha TV como única companhia. Apesar de acreditar em Deus, pouquíssimo ia a igreja, não sabia rezar nem o terço, tinha um relacionamento de interesse com Deus e tantas vezes O questionava porque Ele tinha me criado. Mas na verdade, eu não sabia que Ele me amava tanto, porque eu não me sentia amada pelas pessoas, nem por mim mesma. Em Deus, eu encontrei um sentido para minha vida: ser amada por Ele e amá-lo. Por Ele e Nele, com Sua graça, vivo uma vida nova e sou capaz de renunciar e lutar contra tudo aquilo que me afasta Dele.

Partilha sobre o Retiro

O retiro vocacional para a minha vida foi uma experiência única com o amor de Deus. Onde eu pude ver o quanto ele é misericordioso. O que eu consegui viver nesse retiro, foi um divisor de águas em minha vida. Onde foi tudo ficando mais claro, mais óbvio. Fazendo com que eu me apaixonasse inteiramente pela minha vocação, pelo meu chamado. Fico pensando até hoje. Como Tu podes, Senhor me escolher? Tem que ser logo eu? Nesse retiro ele me fez completamente dele, mesmo sabendo de minha miséria e fraqueza. Cada momento do meu retiro é como se tudo fosse pela primeira vez, Oração comunitária, adoração logo depois a santa missa, tudo maravilhoso, ótimo. Uma passagem que ficou muito forte pra mim nesse retiro foi: ‘’NIGUÉM TEM MAIOR AMOR DO QUE AQUELE QUE DA A VIDA POR SEU AMIGOS… ’’  Eu pude ver o quanto é bom se doar pelo o outro, o quanto é maravilhoso ser de Deus, se deixar ser transfigurado pelo seu amor. Hoje eu Joicaro Oliveira como vocacionado da comunidade católica shalom, venho partilhar com vocês a alegria de poder ser de Deus, e o quanto Deus pode mudar a vida de uma pessoa, sem deixar de ser jovem… Muito feliz por fazer parte dessa família, dessa vocação. Obrigado senhor por saber de todas as minha fraquezas e ainda me ecolher. Digo hoje a todos que eu pude ouvir a voz realmente a voz de Deus, e nesse amor eu quero permanecer, e quero ficar diante dele sempre. ‘’ QUERO OFERTAR MINHA VIDA, GASTAR  OS MEUS DIAS, MINHA JUVENTUDE POR AMOR ’’. SER SHALOM, SER FELIZ, VIVENDO A VOCAÇÃO INTEIRAMENTE PELA VONTADE DE DEUS… SER DE DEUS E SÓ A ELE PERTENCER.  

Deus é incansável, Ele não desistiria de mim

Oi gente, meu nome é Bruna Ribeiro, tenho 28 anos, sou postulante da Comunidade de Aliança da Comunidade Católica Shalom, Missão de Recife. Vou partilhar com vocês um pouquinho da eleição de Deus na minha vida. Conheci a Comunidade Shalom no Renascer de 2003, primeiro ano em que era promovido o evento na nossa cidade. Sem conhecer muita coisa, aceitei o convite de minha tia para ir. O acolhimento, alegre e caloroso, na porta do evento já me chamou muita atenção: “o que esses jovens têm de diferente?” Deus havia se decidido por mim e, naqueles dias, já quis me dar as dicas disso através de Deyse, menina baixinha, muito fofa que, por onde me via, falava: “Ei, dá uma passadinha no stand vocacional!”… O evento passou e, assim como esse, muitos outros vieram ao longo de alguns anos: retiros do grupo de oração, acampamento, fórum, congresso… Em meio a tudo, havia uma clara luta do mundo — que gritava dentro de mim sem querer render-se — e Deus, do outro lado, paciente e amoroso, que não cansava de me atrair. Pelo celular, de um lado, “amigos” que chamavam para boates e as festas mais tops da cidade (“Ah! Essa eu não posso perder…”) e, do outro lado, a pastora do grupo de oração vinha bater na minha porta “coincidentemente”, poucas horas antes do grupo, para jogar conversa fora. Todas as vezes que eu escolhia o mundo e me afastava do Shalom, eu sabia dentro de mim que, mais cedo ou mais tarde, eu voltaria (não sabia, porém, que esse já era a sementinha da eleição de Deus que falava). Sempre que eu voltava tinha aquela sensação de estar descalça, em casa, a me perguntar: “Porque me afastei mesmo?” Após muitas lutas, em 2009 ingressei no vocacional. Foi um tempo, principalmente, de amadurecimento na fé, de começar a assumir a eleição de Deus, de me deixar amar e podar. Porém, por medo e imaturidade, não pedi ingresso naquele ano e, fazendo jus ao vaso de argila frágil que sou, me afastei novamente da vontade de Deus. Foi um tempo importante também. Minhas escolhas, cheias de mim mesma, me levaram a experimentar de um vazio que nada saciava. Nunca satisfeita com a profissão, buscava outras (inclusive Medicina: “Quem sabe não me falta ser Médica?!”); não me sentia feliz, faltava algo, continuava vivendo a vida que o mundo dizia ser prazerosa, feliz, linda… Que grande mentira! E eu paguei pra ver: insistia em sair com os velhos amigos para as velhas festas e passei a experimentar da tristeza de me ver ali, sem me sentir mais à vontade, sem conseguir me divertir mais… Lutei muito contra Deus e sua vontade! Naquele tempo, queria ser igual a todo mundo e me divertir como todo mundo. Achava que Ele não poderia me fazer feliz, que Ele ia roubar minha liberdade… Mas, Deus é incansável, Ele não desistiria de mim. Eu estudava pro vestibular de medicina e me via naquele automatismo diário cumprindo horários, assistindo aulas, estudando matemática, física, biologia, português… Me sentia um robozinho: muito fazendo e nada sendo. Neste tempo, Nara Jéssica, amiga missionária da Comunidade de Vida, me soltou uma “pérola” em meio a uma carona: “Huum… Sei… Medicina. E depois?” (Narinha, querida, obrigada!) Deus me deu Cirineu’s nessa caminhada, verdadeiros amigos que foram mão de Deus a me conduzir.  Outra amiga, desde meus primeiros passos no Shalom, Isabela (Bela, obrigada! #tamojunto haha), “do nada” me enviou um convite para uma palestra de um psicólogo sobre o “sentido da Vida”. Fui. Dr. Andrei Alves, de João Pessoa, era membro da Comunidade Fraterno Amor e, sem tocar no nome de Deus, falou sobre o tema. A cada slide que ele passava, Deus me falava que eu sabia qual era o caminho. Essa palestra passou uns 3 a 4 dias muito viva em mim: lembrava de cada frase, de cada slide, Deus não cansava de falar… Até que, por graça de Deus, fui para o Shalom conversar com a secretária vocacional que, mesmo já tendo sido realizado dois encontros naquele ano e passado todos os prazos para ingresso, me acolheu com muita alegria no Vocacional 2013. “Você não sabe o quanto rezei por isso!”, disse-me ela.  Naquele ano me decidi por Deus, levantei a minha bandeirinha branca e me rendi a Ele que, eu sei, não desistiria de lutar em meu favor. Hoje posso dizer que essa foi a melhor escolha da minha vida, escolha que partiu d’Ele, d’Aquele que me ama e me queria assim: PLENAMENTE feliz! Ser toda tua, Jesus, é a minha alegria, é a minha Paz! Shalom, queridos! Deus abençoe!

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