Sal da Terra e Luz do Mundo: A Identidade e Missão do Discípulo

Neste quinto domingo do Tempo Comum, do Ano A, a Igreja medita o Evangelho de São Mateus (Mt 5,13-16), que apresenta a sequência do Sermão da Montanha. Após proclamar as Bem-aventuranças, Jesus utiliza imagens da vida cotidiana para definir a natureza e a função de Seus seguidores. Este texto é central para a vida cristã, pois recorda que a santidade recebida por meio da graça deve manifestar-se como um testemunho público e transformador, visando sempre a glória de Deus. Conforme temos feito nos últimos domingos apresentamos abaixo cinco pontos para ajudá-lo a rezar com este Evangelho, os quais meditamos no podcast (https://www.youtube.com/watch?v=Kk13CuvQDi0 ) e que você pode acessá-lo e ouvir nossa partilha. Você pode acessar também o texto desta lectio ...

As Bem-aventuranças: O Caminho da Perfeição em Cristo

Neste quarto domingo do Tempo Comum do Ano A, a Igreja medita o início do Sermão da Montanha segundo o Evangelho de São Mateus (Mt 5,1-12a). As Bem-aventuranças constituem o cerne do ensinamento de Jesus e apresenta o modelo de santidade ao qual todo discípulo é chamado. A meditação destas palavras permite ao fiel situar sua vida diante da Nova Lei, preparando o coração para uma configuração mais profunda à Pessoa de Jesus Cristo, o cumprimento perfeito de toda justiça. Para ajudá-lo a rezar com este Evangelho, escolhemos cinco Bem-aventuranças, às quais meditamos no podcast (https://www.youtube.com/watch?v=qiCg7plon2g) que você pode assisti-lo para melhor meditar e rezar selecionando as legendas no idioma que quiser. Caso deseje, medite e reze também com as ...

Um pouco mais sobre a identidade da Igreja, segundo o Catecismo

Ainda no esforço de consolidação da própria identidade a Igreja, iluminada pelos ensinamentos de Cristo, se compreendeu como: “Grande árvore, com múltiplos ramos”. Leia a declaração do Catecismo:   “Tal como uma árvore se ramifica maravilhosa e variegada no campo do Senhor, a partir de uma semente lançada por Deus, assim surgiram diversas formas de vida solitária ou comum, e várias famílias religiosas que vêm aumentar a riqueza espiritual, tanto em proveito dos seus próprios membros como no de todo o Corpo de Cristo” (CIC 917).  Esses múltiplos ramos infelizmente foram compreendidos por simpatizantes das ideias de Martinho Lutero, como sendo denominações cristãs independentes umas das outras. A Igreja, porém, apoia sua compreensão na declaração do apóstolo: ”Irmãos: Ninguém pode dizer ...