Point da Paz | Campanha Vida Quero Mais

Shalom leva missa e evangelização para bairro turístico do Recife

O bairro do Recife Antigo, ponto turístico da capital pernambucana, recebeu ontem mais um Point da Paz, ação evangelizadora da Comunidade Shalom, que acontece sempre na histórica Igreja Madre de Deus. Esse mês o evento teve a especial motivação da Campanha Vida Quero Mais (CVQM), iniciativa realizada todos os anos para “favorecer oportunidades de evangelização, por meio das artes, entretenimento, palestras e abordagens de diversos temas, como o combate às Drogas”. Após a celebração eucarística, os membros da Comunidade e da Obra Shalom saíram pelas ruas evangelizando, enquanto outros intercediam pela ação. Alguns dos abordados atenderam ao convite e foram para a adoração que acontecia simultaneamente. Outros, mesmo não indo até a Igreja, recebiam oração dos trios de evangelizadores. O ministério de oração e aconselhamento também atendeu muitas pessoas que desejavam receber orações e orientação espiritual. Andrea da Fonte, coordenadora do ministério de Promoção Humana, contou que a “CVQM desse ano — motivação do Point da Paz desse mês de junho — tem por objetivo trazer os jovens para uma experiência com Deus, a forma mais eficaz de prevenção ao uso das drogas. Portanto, a ação foi voltada para a evangelização com a divulgação do Seminário de Vida para os Jovens  “Wake Up!”. Esse encontro será uma opção de lazer e entretenimento para a juventude durante as férias, oferecendo três dias de muita animação, lazer, festas, apresentações artísticas, palestras, celebrações eucarísticas, para leva-los à uma experiência de alegria e diversão duradouras em Cristo. O “Wake Up!” será realizado entre os dias 14 e 16 de julho, no W&L Eventos,  Km 12 de Aldeia/PE. CVQM 2017 A Campanha Vida Quero Mais (CVQM) 2017 foi lançada no início de junho e está acontecendo simultaneamente em cerca de 50 cidades do Brasil. Aqui no Recife, além de visitas em Escolas e Universidades (com a realização de palestras, apresentação artística com música, dança e teatro, bate-papo e ações de evangelização), a programação contará também com uma evangelização antes da missa na Comunidade Entra a Pulso, no dia 28 de junho. O local, grande ponto de venda de drogas, conta todos os meses com ações da Comunidade Shalom Recife.  

A primeira Santa Missa no Brasil

A celebração da Santa Missa foi o primeiro e mais importante ato realizado no Brasil A celebração da primeira Santa Missa no Brasil deu-se no Domingo de Páscoa, no dia 26 de abril de 1500, quando fincaram a cruz no chão macio de um banco de areia em Porto Seguro, no litoral sul da Bahia. Essa cerimônia seria a primeira de tantas que, desde então, foram celebradas neste que veio a se tornar o maior país católico do mundo. Disse Pero Vaz de Caminha, na Carta a El-Rei, em 1º de maio de 1500: “(…) E quando veio o Evangelho, que nos erguemos todos em pé, com as mãos levantadas, eles [os índios] se levantaram conosco e alçaram as mãos, ficando assim, até ser acabado: e então tornaram-se a assentar como nós… e em tal maneira sossegados, que, certifico a Vossa Alteza, nos fez muita devoção. Enquanto dois carpinteiros separavam um enorme tronco para a feitura da Cruz, os índios, uns oitenta ou mais, tagarelas, estorvantes, rodeavam os marinheiros em seus afazeres, olhando pasmos o efeito do fio do ferro na árvore. Da mata próxima vinham os barulhos da bicharada, o ruído forte dos papagaios, dos bugios, e de umas poucas pombas rolas (…)” Santa fé católica Frei Henrique de Coimbra oficiou-a todo paramentado, enquanto a tripulação congregava-se na praia às voltas do altar. Tomavam posse daquela Ilha de Vera Cruz, em nome do rei de Portugal e da santa fé católica. Os nativos, dóceis, portaram-se de tal modo que Caminha convenceu-se da fácil conversão deles no futuro. “Um par de padres, dos bons”, escreveu ele ao rei, bastava. Assim teve início a história do nosso país: embaixo de uma cruz. O primeiro e mais importante ato foi realizado cinco dias após a chegada dos portugueses aqui: a celebração do santo sacrifício da Santa Missa. O Sangue do Cordeiro, o único e eterno sacrifício aceito pelo Pai, já era oferecido nesta Terra de Santa Cruz. Começamos bem! Iniciamos tudo, sob o signo da cruz, oferecendo o preciosíssimo Corpo e Sangue de Jesus ao Pai, na Santa Missa. Após o descobrimento, bem antes de esta terra ter sido banhada por qualquer outro sangue, ela foi consagrada pelo Sangue bendito do Filho de Deus oferecido sobre o altar naquele memorável 26 de abril de 1500. Terra de Santa Cruz É por isso que somos um povo cheio de esperança, porque iniciamos tudo embaixo da cruz. Iniciamos no local da vitória. Se esta terra foi batizada com o nome de “Terra de Santa Cruz”, temos como sonho e confiança em Deus, que, um dia, esta será a “Terra da Vitória’, do triunfo definitivo do Crucificado que ressuscitou: Jesus de Nazaré! Como o inimigo foi vencido na cruz, aqui chegará o dia em que ele finalmente será banido e teremos o reino definitivo da cruz. O que iniciou com a cruz haverá de terminar também com a vitória definitiva dela. Portanto, ao olhar para Jesus, não devemos jamais esquecer o que Ele afirmou: “Quando eu for levantado da terra, atrairei todos os homens a mim” (Jo 12,32). Haverá um tempo em que ninguém resistirá a essa atração da cruz. Por isso, mantenhamos a esperança e trabalhemos para que isso aconteça o mais breve possível. “Nós, porém, segundo sua promessa, esperamos novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça” (2Pd 3,13). A Palavra de Deus nos aponta essa esperança e nós precisamos alimentá-la, a qual se transformará numa certeza: “Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia” (Ap 21,1). Fonte:Canção Nova

Primeira missa da Misericórdia em 2017 traz como tema a devoção à Virgem Maria

Reunindo dezenas de pessoas para celebrar a primeira  Santa Missa da Misericórdia, a Comunidade Católica Shalom lembrou a devoção à Virgem Maria. Este ano é dedicado à celebração de 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. A Santa Missa do presidida pelo sacerdote da Comunidade Shalom, Padre Gilson Lucena Neto. Ele destacou que a Virgem Maria sempre aponta para Cristo. “Ao dar ordem aos servos, ela nos ensina quem deve ser o centro do nosso olhar: Jesus”. Fazer o que Ele nos disser é a palavra de ordem que nos salva, de acordo com ele. Padre Neto explicou que o terceiro paráclito, ou seja, advogado, é a Mãe Santíssima. Jesus é a promessa do Pai e o Espírito Santo é o segundo paráclito. “A mãezinha Santíssima no momento de maior sofrimento e provação, fica de pé porque olha para Jesus com confiança”, destacou. O movimento de Deus para nós é que façamos o que Cristo nos disser, como nos ensina a Virgem. “Faça tudo o que Jesus te pedir. Ele te ama e não fará nada que seja um infortúnio para ti”, destacou.

Arquidiocese de Manaus celebrará Missa por mortos em rebelião

A Arquidiocese de Manaus (AM) informou que será celebrada uma Missa em sufrágio dos 56 falecidos durante a rebelião que aconteceu no último dia 1º no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). A celebração será no dia 7 de janeiro, na Catedral da Imaculada Conceição, às 16h. Em nota assinada também pelo Arcebispo, Dom Sérgio Eduardo Castriani, a Pastoral Carcerária de Manaus se pronunciou “em defesa da vida” e manifestou “solidariedade às famílias enlutadas”. A rebelião no Compaj teve início na tarde de domingo, 1º de janeiro, e durou cerca de 17 horas. Segundo o secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, o motim se deu devido a uma briga interna entre as facções Família do Norte (FDN) e o Primeiro Comando da Capital (PCC). Além do número de falecidos, 184 presos fugiram do complexo, dos quais 144 seguem foragidos, de acordo com último balanço do governo. Esta foi a segunda rebelião com o maior número de mortos no Brasil, ficando atrás apenas do ocorrido em 1992 no Carandiru, em São Paulo, quando 111 presos foram mortos. O Complexo Penitenciário Anísio Jobim possui capacidade para abrigar 454 presos, mas está com superlotação, abrigando 1224 pessoas. Na nota à sociedade, a Pastoral Carcerária afirmou “em primeiro lugar que é dever do Estado cuidar e garantir a integridade física de cada detento, oferecendo as condições para cumprimento das suas respectivas penas”. Recordando que visita o sistema prisional há 40 anos, a pastoral reforçou ainda que tal sistema “não recupera o cidadão, pelo contrário oportuniza escola de crime, em vez de oferecer atividades ocupacionais aos internos”. Além disso, disse considerar que “a raiz do problema carcerário no Estado do Amazonas e no Brasil é falta de políticas públicas”. Para a pastoral, “a terceirização também fragiliza o sistema, onde o preso representa apenas valor econômico”. “Manifestamos nosso repúdio contra a mentalidade daqueles que banalizam a vida, achando que a mesma é descartável, onde se pode matar e praticar todo tipo de crime e violência contra os cidadãos (as)”, acrescentaram. Por fim, ressaltou que “não se pode responder violência, com violência, mas com não-violência, visando uma cultura de paz”. Fonte: ACI Digital

Comunidade Shalom realiza missa e confraternização pelos 10 anos de Obra

A Comunidade Shalom da Diocese de Caicó realiza no próximo sábado, dia 12, uma Missa em Ação de Graças pelos 10 anos de trabalhos realizados no interior do estado. O evento, promove o encontro de jovens shalomitas de 5 cidades da região seridó que se unirão para rezar em agradecimento por todas as pessoas alcançadas nesse tempo de Obra. A Missa é um importante marco na historia de implantação da Comunidade Católica Shalom na região e faz parte da programação especial desenvolvida ao longo do ano comemorativo, que já contou com a participação de várias pessoas em retiros, vigílias e encontros formativos realizados por todo o estado. Após a missa ainda será realizada uma Confraternização Festiva no Centro de Evangelização da Obra Shalom em Caicó. O Shalom na Diocese de Caicó começou a partir do retorno de uma missionária que pregava no estado da Bahia, mas que teve que voltar até Caicó para cuidar da mãe que se encontrava em estado terminal de câncer. Juntamente com Dom Delson e mais 2 jovens, em novembro de 2006, a missionária sentiu o desejo de continuar o caminho de Deus e implantou o carisma Shalom na cidade. A responsável geral pelo Shalom Caicó e organizadora do evento, Dalva Dantas, falou a respeito da importância do evento para todos aqueles que fazem parte da Obra:”Falar dos 10 anos gera uma enorme gratidão, é tão bom olhar para trás e contemplar que Deus nos acompanhou ao longo desse caminho com a Sua Misericórdia. Começar a Obra Shalom foi abrir uma via nova. A nossa Igreja é bela, ela é um jardim, como dizia nosso papa João Paulo II, com flores diversas. Cada flor, cada rosa, tem sua beleza própria, seu perfume próprio, sua cor própria que embeleza esse jardim. E o carisma Shalom veio por um desígnio de amor, Deus planejou o carisma Shalom no seridó como uma rosa particular que veio embelezar e acrescentar o jardim da diocese de Caicó. Como é bom olhar para trás e fazer memória de nossa história, gera uma enorme gratidão”. “Deus planejou o carisma Shalom no seridó como uma rosa particular que veio embelezar e acrescentar o jardim da diocese de Caicó.” Dalva Dantas – Fundadora da Obra Shalom na Diocese A missa será celebrada pelo bispo Dom Antônio no próximo sábado, dia 12, a partir das 19 horas na Catedral de Sant’Ana. O responsável local pelo Shalom em Currais Novos afirmou que “é importante estarmos juntos como comunidade e obra para agradecermos pelos feitos do Senhor em nossas vidas, na Igreja e na nossa Diocese através do carisma. Além de sermos gratos, renovarmos também o nosso compromisso com o chamado que o Senhor nos fez de sermos um sinal de paz”. As obras de difusão da Diocese já se preparam para o acontecimento. O Shalom Currais Novos está organizando caravana de ida e volta ao preço de R$12,00, as reservas podem ser feitas pelo telefone (84) 99944-8304, falando com Tauan Santiago.

Igreja de Mariana (MG) presta homenagens às vítimas da tragédia de Bento Rodrigues

Após um ano do rompimento da barragem de Fundão, a Arquidiocese de Mariana lembrou dos atingidos e das vítimas com cerimônias e homenagens. No distrito de Bento Rodrigues, local onde ocorreu o lamentável episódio, estiveram reunidos no sábado, 5 de novembro, familiares das vítimas e atingidos para fazer memória do acontecimento que devastou a região. Após serem colocadas cruzes de madeira em memória das vítimas, bem como mudas de árvore, plantadas como forma de homenagem aqueles que morreram no ano passado, houve uma cerimônia presidida pelo Padre Geraldo Martins, que reforçou a palavra da arquidiocese neste momento: “solidariedade aos atingidos”. Para o sacerdote, que também acompanhou o ato, ainda há muito para se fazer com os atingidos de Mariana e da Bacia do Rio Doce. “Vivemos hoje uma celebração de justiça e de fé. Nessa celebração, com as cruzes que foram ficadas e as árvores plantadas não foi simplesmente uma encenação que lá vivemos, mas uma realidade de dor e sofrimento”, ressaltou. Em Regência (ES), uma marcha de fiéis partiu em 30 de outubro e percorreu todo o trajeto da lama que afetou o curso do Rio Doce. O ato em Bento Rodrigues finalizou a caminhada organizada pelo Movimento dos Atingidos por Barragem. No mesmo dia, o Arcebispo de Mariana, Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidiu uma Santa Missa por ocasião da memória de um ano da tragédia. Dom Geraldo Lyrio teve a reflexão de sua homilia conduzida pelas afirmações de Jesus. Na primeira indicação, dos “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus”, o prelado explicou que a expressão “pobres em espírito”, usada por São Mateus, não se refere àqueles que, embora ricos, são espiritualmente desapegados da sua riqueza. “Essa expressão se refere à classe pobre que, como hoje, constituía a maior parte da população da terra de Jesus, pois, além das carências materiais, os pobres a que Mateus se refere, se em encontravam em péssimas condições de vida”. “Estas bem-aventuranças, proclamadas por Jesus, representam uma reviravolta em relação aos valores do mundo, pois, declaram felizes aqueles que não assumem os critérios mundanos como valores em sua vida. Nisto consiste a santidade a que todos nós somos chamados”, acrescentou. No final da cerimônia, Dom Geraldo lembrou-se de maneira especial das vítimas da tragédia de Bento Rodrigues. “Neste primeiro aniversário do rompimento da barragem de Fundão, ao mesmo tempo em que nos solidarizamos com todos os atingidos por essa tragédia, ao longo de toda a Bacia do Rio Doce, queremos especialmente rezar pelos que morreram para que, unidos aos santos de Deus, na glória do céu, possam participar definitivamente da bem-aventurança prometida aos pobres, aflitos, mansos, aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, puros de coração, promotores da paz e perseguidos por causa da justiça”, concluiu. Fonte: Gaudium Press  

Iraque: Cristãos voltam a celebrar Missa em Qaraqosh

Em meio a paredes queimadas e um altar em ruínas, os cristãos de Qaraqosh, no Iraque, viveram um momento comovente e simbólico no domingo, 30 de outubro, quando puderam celebrar a Missa na Catedral da Imaculada Conceição, após mais de dois anos sob o domínio do Estado Islâmico. A Celebração Eucarística foi possível depois que a cidade foi libertada na segunda quinzena de outubro pela ofensiva militar da coligação internacional que tem por objetivo reconquistar Mossul, considerada a “capital” dos jihadistas no Iraque. De acordo com a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), a Missa foi presidida pelo Arcebispo Católico siríaco de Mossul, Dom Yohanna Petros Mouche, e concelebrada por outros quatro sacerdotes. “Depois de dois anos e três meses de exílio, celebramos a Eucaristia na Catedral que os jihadistas queriam destruir”, afirmou o Prelado, sublinhando a importância simbólica desta primeira Missa para toda a comunidade cristã iraquiana. Qaraqosh era a sede do Arcebispado de Mossul e onde estava situado o seminário maior e várias congregações religiosas femininas. A região era ainda um dos últimos refúgios para os cristãos no norte do Iraque, antes de ser ocupada, há dois anos. Padre Majeed Hazem recordou ao site ‘Al Monitor’ os dias dramáticos da fuga de milhares de cristãos em agosto de 2014, durante a violenta invasão da Planície de Nínive pelos jihadistas. Segundo o sacerdote, naqueles dias de violência, os cristãos não tinham “outra escolha senão a conversão” ao islão ou a escravidão. “Fugimos para preservar a nossa fé. Agora – declara – vamos precisar de proteção internacional”. Fonte: ACI Digital

Em homilia rica e profunda, Dom José Aparecido refletiu sobre a misericórdia de Deus na juventude

Na Santa Missa deste domingo, 25, celebrada por Dom José Aparecido, Bispo Auxiliar de Brasília, e concelebrada por mais de 10 padres do Brasil e da América Latina, os jovens puderam mais uma vez viver a misericórdia de Deus. Jovens portando as bandeiras de suas cidades realizaram um prelúdio, representando a diversidade cultural vivida neste Congresso de Jovens. As leituras foram feitas em português e espanhol, tornando possível o entendimento de todos que participaram da Celebração. Na Homilia, Dom Aparecido discursou sobre as várias formas de Deus demonstrar sua misericórdia, se deixando muitas vezes se humilhar para salvar Seus filhos. Ele falou sobre a semelhança da glorificação de Maria Santíssima e do salmista de hoje, que engrandeceram suas almas a Deus pela infinita misericórdia depositada neles. Dom Aparecido lembrou aos presentes que quando se entregam ao pecado, o demônio escraviza as almas e as humilha, e Deus é o único capaz de salvar as almas. “Deus nos chama, corre atrás de nós e nos retira da nossa miséria. Ele não tem vergonha de se humilhar para chegar até nós”, proclamou. Deus escolhe pessoas pecadoras, miseráveis, necessitadas do amor Dele para mostrar que Sua misericórdia é sem fim. O bispo lembrou a todos que Jesus não escolheu para apóstolos pessoas purificadas e santas, mas sim homens comuns e pecadores. “Jesus escolheu apóstolos com os mesmos defeitos de fábrica que nós, mas Ele nos quer mesmo assim”. Mesmo quando as pessoas se afastam e se deixam levar pelas coisas do mundo, Deus não se cansa de amá-los porque quer ver seus filhos felizes. “Um dia, lá no Gênesis, o homem decidiu que não precisava mais de Deus. Neste momento, perdemos o vínculo com o Senhor. Deus derrama sobre nós seus dons em profusão, e o homem sempre procura outras coisas”, acrescentou o bispo. Fundamentado no Evangelho de hoje, Dom José Aparecido refletiu sobre o homem pensar na vida eterna, contemplando a face de Deus, e não somente os benefícios alcançados neste mundo. “Vocês precisam ouvir a voz de Deus nos vivos, e não nos mortos. Acolhamos a Palavra de Deus, a palavra da Igreja, a palavra dos pregadores para melhor viver nossa fé em nossa juventude. A juventude na idade passa com o tempo. A juventude no Amor cresce à medida que vivemos a vida em Cristo”. O celebrante lembrou aos jovens que as obras de misericórdia enchem os corações com o amor de Deus, e que existe diferença entre praticar a filantropia desinteressada e viver a misericórdia. “A alegria de fazer obras de misericórdia é permanente e duradoura. O amor de Deus deve transbordar nosso coração e esse transbordar deve atingir o irmão nas obras de misericórdia. A filantropia desinteressada, ajudar ao próximo sem ao menos saber sobre a vida dele, não pode ser comparada às obras de misericórdia”. Ao final da missa, Dom Aparecido fez um apelo aos jovens que se sentem chamados à vocação sacerdotal para ouvir a voz de Deus e atender ao seu pedido. E lembrou as jovens moças que “Jesus é um ótimo marido!”. “Se somos fiéis, somos muito felizes. Se vivemos uma vida santa, somos felizes para sempre”, concluiu. Carolina Lima

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