Arcebispo Zenari: sírios rezaram com o Papa, suas palavras dão esperança

Em unidade espiritual com a Praça São Pedro, numerosas vigílias de oração se realizaram na noite de sábado, 07 de setembro, também em várias comunidades religiosas sírias. Bispos católicos, ortodoxos e alguns representantes do governo, do parlamento e da comunidade muçulmana se reuniram na catedral greco-melquita de Damasco. Entrevistado pela Rádio Vaticano, o núncio apostólico na Síria, Dom Mario Zenari, conta como as palavras do Papa foram acolhidas: Dom Mario Zenari: – “Nas várias comunidades religiosas cada uma elaborou um programa de oração segundo as possibilidades, porque – como se sabe – em certas áreas era muito difícil fazer a vigília à noite. Fiquei sabendo que mesmo assim, foi celebrada em todos os lugares. Aqui, em Damasco, foi celebrada de modo muito solene, particular, diria inclusive comovente, na catedral greco-católica melquita. Estavam presentes bispos católicos, bispos ortodoxos, alguns representantes do governo, do parlamento, alguns representantes muçulmanos. Ao término desta vigília de oração – que durou duas horas, das 18h às 20h locais, mas a catedral ficou aberta até a meia-noite – muitas pessoas vieram incumbir-me de agradecer efusivamente ao Santo Padre por essa bonita iniciativa. Estavam presentes também as televisões e jornais locais, e certamente nestes dias darão um grande destaque a essa vigília de oração celebrada em Damasco e em toda a Síria.”   RV: O que mais o impressionou das palavras do Papa? Dom Mario Zenari: – “Foi um discurso com reflexões muito profundas e com imagens muito bonitas, muito eloquentes e comovedoras, como – por exemplo – quando falou sobre o desígnio de Deus, que quis criar um mundo como ‘casa da harmonia e da paz’ – é uma belíssima imagem! – e, no entanto, vemos, sobretudo em certas zonas, como neste momento na Síria, que não é mais essa casa da harmonia e da paz por causa do egoísmo. A sua firme convicção de que ainda se pode reencontrar essa harmonia, com a ajuda de Deus e com a boa vontade, foi como um hálito, um sopro de esperança, aqui como no mundo inteiro. Essa firme confiança do Santo Padre é realmente um impulso não somente aqui na Síria e no Oriente Médio, mas creio no mundo inteiro nestes dias em que se respira uma atmosfera muito tétrica e pesada. Eis que é necessário sentir esse vento forte de esperança.”   RV: O Papa convidou a considerar o mundo como casa comum e como família: foi uma exortação dirigida a cada indivíduo: Dom Mario Zenari: – “Foi dirigida a cada indivíduo, a cada pessoa humana, diria, inclusive a quem tem certas responsabilidades no âmbito da sociedade e da política. Estava pensando também nesta bela imagem, neste convite a olhar como Deus reagiu à violência: se olhamos para o Crucificado, não reagiu à violência com a violência, mas com o perdão e com a reconciliação. Penso que esta iniciativa de oração e jejum terá um grande impacto. Já vejo isso aqui, que essa iniciativa do Papa, essas suas palavras tiveram realmente uma grande repercussão. As pessoas, com as quais falo, me dizem que as palavras, as reflexões e a iniciativa do Papa por este dia de oração e de jejum tiveram uma repercussão excepcional. Quero pensar que no mundo inteiro tenha – sem dúvida – uma repercussão positiva e que possa pesar sobre certas decisões.”   Fonte: news.va

Comunidade Shalom em Fortaleza une-se ao Papa em Preces pela Paz Mundial

O pedido do papa Francisco por um dia de oração e jejum pela paz no Oriente Médio, no último sábado (7), reuniu membros da Comunidade Shalom nos Centros de Evangelização de Fortaleza para momentos de adoração, louvor e intercessão. A convocação feita pelo Pontífice, de não a guerra e sim a paz, convidou a nação para que, reunidos em espírito de adoração e penitência, fossem concebidas suplicas a Deus pela paz na Síria e por todas as situações de conflito e violência no mundo. O dia de Vigília nos centros de evangelização, dispôs de uma programação especial, na qual durante todo o dia se verificou Adoração ao Santíssimo Sacramento, recitação do terço, louvores e logo após a Santa Missa. Em Centros como o Shalom da Paz, Parquelândia e Fátima, a presença dos jovens foi expressiva: “Acho este momento importante, pois é uma forma de valorizar a vida daqueles que precisam. Nós somos fracos, mas a oração é forte, e assim aprendemos desde a juventude a obedecer nosso pastor Papa Francisco”, disse Lucas de Paula de 19 anos, membro da Comunidade de Aliança. As preces desejosas pela paz dos que sofrem opressões, indiferenças sociais, fome e violência prosseguiram até a meia-noite, avigorando união ao Papa Francisco no clamor pela paz.        

Dia de oração e jejum pela paz na Síria: à noite na Praça São Pedro, a Vigília para silenciar o ribombar dos canhões

Um “exército” da paz se reunirá esta noite na Praça São Pedro para viver com o Papa Francisco a Vigília de oração pela crise na Síria. A partir das 16h locais as passagens de acesso à Praça São Pedro estarão abertas para o afluxo de quem quiser participar. A Vigília propriamente dita terá início às 19h, estendendo-se até as 23h. O grito desarmado pela paz e as palavras singelas de milhões de almas em oração para reduzir ao silêncio o ribombar dos canhões e reconduzir à razão os estrategistas da guerra. Para isso o Papa Francisco mobilizou a Igreja, suscitando uma adesão planetária mesmo por parte de quem não se reconhece na Igreja. O grito do Papa no último Angelus será repetido na abertura da Vigília: “Nunca mais a guerra, nunca mais a guerra!” As orações brotarão das palavras sacras com as quais há séculos e milênios o homem pede a Deus para viver em paz. Como os versos do canto inicial, o antiquíssimo Veni Creator (Vinde, Espírito Criador), que na quinta estrofe entra no coração do momento: “Afastai para longe o inimigo; Trazei-nos prontamente a paz; Assim guiados por Vós; Evitaremos todo o mal”. Depois, se terá a entronização do ícone de Maria Salus populi Romani (Protetora do povo Romano) e as palavras do Terço, cinquenta invocações para em uníssono para confiar a sorte do mundo à Rainha da paz. Para esta ocasião, o Papa quis que cada Mistério da alegria do Terço seja precedido de palavras de Santa Teresa de Liseux. Após o Terço, os olhos do mundo da fé e as câmeras do mundo inteiro estarão voltadas para o Papa Francisco, que oferecerá a sua reflexão. Em seguida, as atenções se voltarão para a Hóstia consagrada, exposta para a adoração eucarística, enquanto leituras bíblicas e orações de paz dos papas do Séc. XX até os nossos dias conduzirá a reflexão interior transformando-a, com a célebre profecia de Isaías, numa nova mensagem aos poderosos da terra: “Estes quebrarão as suas espadas, transformando-as em relhas”, “uma nação não levantará a espada contra a outra, e nem se aprenderá mais a fazer a guerra” (Is 2, 4). Ao término de cada um dos cinco momentos de adoração, cinco casais – representando a Síria, Egito, Terra Santa, EUA e Rússia – farão uma oferta de incenso. O penúltimo momento da Vigília será caracterizado pelo Ofício das leituras – três passagens de Jeremias, São Leão Magno e o Evangelista João –, seguido de meia hora de silêncio, até por volta das 22h40, cadenciada pela música que tomará a Praça São Pedro e adjacências. O último ato da Vigília será a Bênção eucarística concedida pelo Santo Padre. Fonte: news.va

Papa Francisco no Twitter: #PrayforPeace

O Papa Francisco continua usando o Twitter para reforçar seu apelo de paz pela Síria, usando inclusive o recurso do marcador (hashtag). Nesta sexta-feira, a mensagem “A paz é um bem que supera qualquer barreira, porque é um bem de toda a humanidade”, foi acompanhada do marcador #prayforpeace (reze pela paz). Assim como o texto “Queridos jovens, rezai comigo pela paz no mundo #prayforpeace. O mesmo aconteceu no tuíte de quinta-feira: “Com todas as minhas forças, peço às partes envolvidas no conflito que não se fechem nos próprios interesses! #prayforpeace”. A primeira mensagem com esse marcador foi na quarta-feira, após a Audiência Geral: “Que se eleve forte em toda a terra o grito da paz. #prayforpeace”. Este marcador foi criado assim que o Papa convocou o dia de oração e jejum pela paz no Angelus de domingo passado. No Twitter, vários usuários manifestaram sua adesão à iniciativa deste sábado, 7 de setembro. A Rádio Vaticano transmitirá o evento, ao vivo, a partir das 18h50 (13h50 – horário de Brasília), com comentários em português. Fonte: news.va

No ecumenismo, superar preconceitos para dar espaço “à cultura do encontro”, afirma o Papa

O Papa Francisco recebeu esta manhã, no Vaticano, a autoridade máxima da Igreja Ortodoxa Sírio-Malankar, o Catholicos Moran Baselios Marthoma Paulose II. Em seu discurso, o Papa recordou o percurso que as duas Igrejas empreenderam em especial nos últimos trinta anos – percurso que produziu frutos preciosos sobre temas como o uso comum de locais de culto, a mútua concessão de recursos espirituais e até mesmo litúrgicos. “No caminho ecumênico, é importante olhar para os passos realizados, superando preconceitos e isolamento, que fazem parte daquela ‘cultura de colisão’, que é fonte de divisão, e deixando espaço para a ‘cultura do encontro’, que nos educa à compreensão recíproca e a atuar pela unidade.” Todavia, advertiu o Pontífice, é impossível fazer isso sozinhos; nossas fraquezas e pobrezas tornam o caminho mais lento. “Por isso, é importante intensificar a oração, porque somente o Espírito Santo com a sua graça, com a sua luz, com o seu calor pode degelar nossa insensibilidade e guiar os nossos passos rumo a uma fraternidade sempre maior.” A Igreja Ortodoxa Sírio-Malankar nasceu da pregação do Apóstolo Tomé na Ásia. Radicada na Índia, conta cerca 2 milhões e 500 mil membros espalhados em 30 dioceses. Fonte: Rádio Vaticano

Audiência Geral: Papa renova convite ao dia de jejum e oração pela Síria. E fala da “saudade” do Brasil

Em sua primeira Audiência Geral passados mais de dois meses, o Papa Francisco dedicou sua catequese desta quarta-feira à viagem que fez ao Brasil, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude. “Passou mais de um mês”, recordou o Papa, “mas considero importante falar deste evento para entender melhor o seu significado”. Antes de tudo, o Pontífice agradeceu a Deus o “presente” de poder voltar ao continente americano e a Nossa Senhora Aparecida, “importante para a história da Igreja no Brasil e na América Latina”, por tê-lo acompanhado durante toda a viagem. Mais uma vez, agradeceu aos organizadores e às autoridades civis e eclesiásticas e a todos os brasileiros pela acolhida. “Brava gente” esses brasileiros, disse, afirmando ser o acolhimento a primeira palavra que emerge da viagem ao Brasil. Para Francisco, a generosidade das famílias e das paróquias brasileiras que acolheram fraternalmente os peregrinos, superando as dificuldades e inconvenientes, criou uma verdadeira rede de amizade. A segunda palavra é festa. Ver jovens do mundo inteiro, saudando-se e abraçando-se é um testemunho para todos. Contudo, a JMJ é acima de tudo uma festa da fé: todos unidos para louvar e adorar o Senhor. O terceiro elemento é a missão. “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” foi o tema da Jornada do Rio. O mandato de Cristo aos seus discípulos foi acompanhado da certeza de que estaria com eles todos os dias. “Isso é fundamental”, disse o Papa, pois somente com Ele nós podemos levar o Evangelho, sem Cristo nada podemos fazer. Com Ele, ao invés, podemos fazer tantas coisas. Mesmo um jovem, que aos olhos do mundo conta pouco ou nada, aos olhos de Deus é um apóstolo do Reino, é uma esperança para Deus! Francisco então se dirigiu diretamente à juventude: “Saiam de vocês mesmos, de todo fechamento para levar a luz e o amor do Evangelho a todos, até as extremas periferias da existência! Este foi precisamente o mandato de Jesus que confiei aos jovens que lotavam a perder de vista a praia de Copacabana. Um lugar simbólico, a margem do oceano, que lembrava a margem do lago da Galileia.” Os jovens que estavam no Rio, prosseguiu o Pontífice, não são notícia porque não fazem escândalos e atos violentos. Mas se permanecerem unidos a Jesus, eles constroem o seu Reino, constroem fraternidade e são uma força potente para tornar o mundo mais justo e mais belo para transformá-lo. E Francisco pediu coragem à juventude mundial para assumir o desafio de ser esta força de amor e de misericórdia para mudar a realidade. E concluiu: “Queridos amigos, a experiência da JMJ nos recorda a verdadeira grande notícia da história, a Boa Nova, mesmo que não apareça nos jornais e na televisão. Acolhimento, festa, missão: que essas não sejam mera lembrança do que aconteceu no Rio, mas sejam ânimo da nossa vida e a de nossas comunidades.” Na saudação aos peregrinos, aos de língua portuguesa saudou de modo especial os brasileiros, dizendo estar com saudade de sua visita a Aparecida e ao Rio. Aos poloneses, recordou que a próxima JMJ será em Cracóvia. No final da Audiência, o Papa recordou que sábado próximo será dedicado ao jejum e à oração pela paz na Síria, no Oriente Médio e no mundo inteiro. “Renovo o convite a toda a Igreja e viver intensamente este dia e, desde já, expresso reconhecimento aos outros irmãos cristãos, irmãos de outras religiões e aos homens e mulheres de boa vontade que quiserem se unir a este momento. Exorto em especial os fiéis romanos e os peregrinos a participarem da vigília de oração, aqui na Praça S. Pedro, às 19h, para invocar do Senhor o grande dom da paz. Que se eleve forte em toda a terra o grito da paz!” Fonte: news.va  

Patriarcas e líderes cristãos no Oriente Médio unidos em oração ao Santo Padre

Os líderes cristãos das Igrejas Orientais acolhem e relançam o veemente apelo pela paz na Síria, lançado pelo Papa Francisco no Angelus do último domingo. Como ressaltam à Agência Fides diversos líderes cristãos no Oriente Médio, o apelo “tocou profundamente o coração de todos, dos Bispos e dos simples fiéis. A comunidade cristã na Síria, no Oriente Médio e na diáspora estão felizes e preparam-se para se unir ao jejum e à oração”. O Patriarca Maronita no Líbano, Cardeal Bechara Rai, visitou neste domingo o Patriarca Greco-ortodoxo Youhanna Yazigi. Os dois líderes disseram estar “profundamente confortados pelo apelo do Papa” e estão empenhados em sensibilizar as respectivas comunidades pela oração em comum. Numa declaração conjunta após o encontro, os dois líderes religiosos pedem “a todos os países estrangeiros, na região ou mais distantes, para fazerem todo o esforço possível para resolver o conflito por meios pacíficos e diplomáticos. Julgando como “inaceitável que alguém destrua a vida dos sírios”, os dois líderes manifestam-se “contrários a qualquer intervenção militar estrangeira na Síria”, reiterando que a guerra “não leva a lugar nenhum, senão à destruição e à ruína”. “Queremos sempre falar a língua do diálogo e da paz”, afirma a nota. “Nós cristãos no mundo árabe – recordam – contribuímos para construir a nossa cultura e a nossa sociedade, uma civilização de convivência e moderação. Os cristãos – conclui o texto – não serão nunca um instrumento de guerra e do tráfico de armas, mas confirmam o empenho em construir uma sociedade baseada no respeito, no amor e na cooperação com o próximo”.   Por: news.va

José, homem de fé e de vida interior.

No decorrer da caminhada quaresmal, a Igreja celebra a Solenidade de São José. No silencio do homem justo de Nazaré encontramos o perfil de um “contemplativo na ação”. Enquanto trabalhava estendia o clima de silencio e de profunda contemplação do mistério “escondido” com o qual mantinha contato todos os dias. É no seu intimo que José faz o sacrifício de sua vida inteira às exigências da vinda do Messias até sua casa. É dela que provem as decisões de se colocar integralmente a dispor dos desígnios divinos, oferecendo sua própria liberdade, sua legitima vocação humana, aceitando viver num incomparável amor virginal e renunciando ao natural amor conjugal que constitui e alimenta a mesma família. José é um homem comum mas senhor de sua vontade pois a coloca em prontidão para o serviço de Deus. Na noite da fé ecoa dele um “Fiat” silencioso que encontra o de Maria e o de Jesus na sua oferta total na cruz. O que precisamente une José a Maria e a seu Filho é o Amor verdadeiro e as exigências do mesmo amor. Um ama o outro e se dá ao outro e pelo outro. José faz a experiência desse amor porque contempla a humanidade de Cristo e presta serviço de caridade para o desenvolvimento desta mesma humanidade. No evangelho José é destacado como justo (Mt 1,19); sua justiça não se caracteriza por uma mera observância das leis, mas por uma profunda escuta da vontade de Deus. Na vida da Igreja, houve sempre um lugar distinto para a sua veneração: há relatos do século VII nos quais a Igreja já pedia sua intercessão e sua festa litúrgica foi instituída no século XII e durante os séculos foram dadas a seu nome as mais variadas distinções. O papa Pio IX em 08 de dezembro de 1870 o declarou Patrono da Igreja Universal. O esposo de Maria e pai nutrício de Jesus é recordado duas vezes no calendário litúrgico: pela “solenidade de São José, esposo da Virgem Maria”, no dia 19 de março, e pela “memória facultativa de são José operário”, no dia 1° de maio. Na solenidade do dia 19 de março é recordado que são José é o homem justo e fiel que Deus pôs como guarda de sua casa; é ele quem liga Jesus a descendência de Davi (Mt 1,1-16). Os textos eucológicos citam  José como aquele que se consagrou ao serviço do Filho de Deus, nascido da Virgem Maria e chefe da Sagrada Família. Note-se que esta celebração recorda o mistério da Encarnação, do qual José é participante. Os textos bíblicos exaltam a figura de José a quem foi confiada a guarda de Jesus e de Maria.  Diferente da  solenidade, a memória de são José operário foi instituída por Pio XII em 1955 no contexto da festa dos trabalhadores celebrada no mundo todo no dia 1° de maio. Santo Irineu afirma que “assim como José cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo“, supliquemos sua intercessão para que as portas da divina providência se abram e a graça de Deus seja derramada a fim de que no intimo de nossas vidas imolemos a Deus um sacrifício santo para gerar vidas novas para Deus e para a Igreja.   Vinicius Ribeiro (Missionário da Comunidade Shalom – Fortaleza) Assessoria Litúrgico-sacramental  

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